GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
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28/03/2005
Radicais livres e anti-oxidantes
Os radicais livres são elementos que se produzem como resultado da oxidação celular. Quando existem em número limitado e controlado resultam benéficos para o organismo, pelo papel que desempenham dentro do sistema imunológico, dado que são capazes de eliminar microorganismos patogênicos. Quando o número de radicais livres aumenta e fica instável produz resultados negativos.
Os anti-oxidantes são todos aqueles elementos que têm como função eliminar ou diminuir do organismo os radicais livres.
Existe relação entre os radicais livres e certas doenças de caráter degenerativo, como alterações do aparelho circulatório, do sistema nervoso e outras doenças muito graves, como o câncer, o SIDA, os processos inflamatórios (como a hepatite) ou o envelhecimento precoce. Estes resultados negativos se produzem porque os radicais livres alteram o DNA das células, impedindo a renovação celular ou alterando seu normal funcionamento.
Para evitar a aparição dos radicais livres e necessário se evitar os elementos externos que aumentam o número de radicais livres . Entre estes fatores temos os seguintes:
- Ingestão de tóxicos (drogas, tabaco, álcool, etc.), produtos químicos (detergentes, inseticidas, herbicidas, conservantes e corantes dos alimentos, etc.),
- Poluentes ambientais (fábricas, fumaça dos carros, etc.)
- Stress. Uma situação de um estado de angústia pessoal rebaixa as defesas de nosso organismo, favorecendo o aumento de radicais livres e inibindo aquelas enzimas que poderiam neutralizá-los.
- Alimentação animal. Certos alimentos de origem animal, especialmente aqueles muito ricos em gorduras monoinsaturadas, provocam a aparição dos radicais livres. Uma boa maneira de evitá-los é preferir pescados ou carnes magras, todos eles, muito ricos em aminoácidos anti-oxidantes, como a cisteína, ou em minerais úteis no mesmo sentido como o selênio ou o cobre.
Também se obtêm benefícios ao se trocar os hábitos alimentares adotando uma alimentação que inclua produtos vegetais, capazes de proporcionar aqueles princípios que neutralizassem seus efeitos perniciosos. Entre os componentes principais que aparecem nas frutas, verduras ou hortaliças com um valor anti-oxidante temos:
- Betacaróteno : O betacaróteno é um carotenóide . Trata-se de um pigmento vegetal que, uma vez ingerido, transforma-se no fígado e no intestino delgado em vitamina A. Além disso, como se transforma em vitamina A, resulta uma maneira adequada de beneficiar-se das propriedades desta vitamina, sem o perigo de intoxicação que pode acontecer numa ingestão exagerada da mesma como pode suceder com o uso de vitaminas em cápsulas . Um excesso de betacaróteno leva a um estado de hipercarotenodermia, que se caracteriza por uma coloração amarelada da pele, que é inócua e desaparece sem seqüelas quando se deixa de ingerir mantimentos ricos em betacarotenos Entre estes temos a cenoura, a espinafre, o agrião, o aspargo, a abóbora, o tomate , etc.
- Vitamina C : além de suas propriedades anti-oxidantes, é igualmente importante esta vitamina para a adequada absorção do ferro, do cálcio ou de outros aminoácidos. De igual maneira ajuda na recuperação das feridas. Sua deficiência provoca uma debilidade geral no organismo, manifestada em sintomas como cabelo frágil, gengivas que sangram e feridas que não cicatrizam, perdida do apetite, etc. Entre as principais mantimentos ricos nesta vitamina temos a acerola, o pimentão, os cítricos (laranja, limão, tangerina, etc.). Não é recomendável sua ingestão em cápsulas, pois em excesso no fígado pode ajudar a aumentar os níveis de ferro aumentando os radicais livres.
- Licopeno : É um componente identificado pela coloração vermelha, como nos tomates. Com propriedades similares aos betacarotenos das cenouras , que tem propriedades anticancerígenas. Aparece nos tomates frescos, mas especialmente nos cozidos, dado que a cocção ajuda a liberar este elemento e facilitar a absorção pelo organismo.
- Glutatión: O glutatión é outro componente com propriedades anti-oxidantes demonstradas, que ajuda a eliminar os radicais livres, responsáveis pela aparição de muitas enfermidades, entre as que se encontra o câncer. Este elemento, que aparece com maior quantidade nos brócolis, fundamentalmente na pele, pelo que deveremos comê-los crus em forma de saladas. É um elemento muito adequado na eliminação das toxinas do corpo, especialmente dos metais pesados, que produzem deterioração do organismo por acumulação dos mesmos. Outros alimentos ricos neste componente são o alho, a batata, a espinafre e o milho. Também e necessário ressaltar sua capacidade para rebaixar a pressão arterial, favorecer o bom estado de nosso fígado.
- A Vitamina E: Protege as membranas celulares da oxidação mediante a proteção de seus ácidos gordurosos. Uma falta desta vitamina pode originar mudanças degenerativas nas células de alguns tecidos como as dos músculos e o coração. As verduras e hortaliças de cor verde, assim como os vegetais ricos em óleos, são os que possuem mais quantidade desta vitamina, como, por exemplo as ervilhas, as nozes, o germe de trigo, os aspargos, o alface ou as sementes de girassol, que são as que têm o conteúdo mais alto. Se ingerida em cápsulas a dose não pode ser superior às 400 UI por dia, por um tempo máximo de três meses.
- Flavonoides : São compostos polifenólicos que aparecem em frutas e verduras e em algumas bebidas, como a cerveja ou o vinho. Entre estes compostos o mais importante é a quercitina que aparece em muitos alimentos vegetais como o alho, a cebola, a maça, a pêra, a uva e a espinafre . Outros flavonoides importante e a a ginesteina da soja, ou os polifenois do chã entre os que destaca a epigallocatechin-3-gallate (EGCG) sobre a qual falamos na semana anterior no artigo sobre o chã verde. Os flavonoides são potentes anti-oxidantes, além de intervir em uma série de processos benéficos para o organismo como potencializar a memória, potencializar a atividade anti-oxidante da vitamina C, evitar a formação de coágulos no sangue, potencializar a sexualidade masculina e o sistema imunológico.
- Cobre: Potencializa o sistema imunológico. Intervém na formação da hemoglobina do sangue. Uma boa fonte deste mineral e encontrada nos frutos secos como as avelãs, nozes, nos legumes, ou na soja.
- Zinco: Além de suas propriedades anti-oxidantes, intervém na maturação dos órgãos reprodutores ao aumentar a testosterona, hormônio reprodutivo masculino pelo que ajuda no normal crescimento de uma pessoa. Alimentos ricos em zinco são: o aipo, os aspargos, o figo, os pêssegos, a batata, as berinjelas, etc.
- Selênio: além de proteger o coração, favorecer o sistema imunológico ou eliminar os metais pesados do organismo, provavelmente ajuda na prevenção do câncer, como o de cólon, próstata ou pulmões. Sem ele o organismo não pode produzir glutation, um dos melhores anti-oxidantes. Alimentos ricos em selênio são: a aveia, o arroz integral, os pêssegos e a Castanha do Para.
Existem ainda dezenas de anti-oxidantes, todos eles disponíveis nos alimentos, sem necessidade de se ingerir complementos em cápsulas.
Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
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28/03/2005
Radicales libres y antioxidantes
Los radicales libres son elementos que se producen como resultado de la oxidación celular. Cuando existen en número limitado y controlado resultan beneficiosos para el organismo, por el papel que desempeñan dentro del sistema inmunológico, dado que son capaces de eliminar microorganismos patógenos. Cuando el número de radicales libres aumenta y se inestabiliza produce resultados negativos.
Los antioxidantes son todos aquellos elementos que tienen como función eliminar o disminuir del organismo los radicales libres.
Existe relación entre los radicales libres y ciertas enfermedades de carácter degenerativo, como alteraciones del aparato circulatorio, del sistema nervioso y otras enfermedades muy graves, como el cáncer, el SIDA, los procesos inflamatorios (como la hepatitis) o el envejecimiento precoz. Estos resultados negativos se producen porque los radicales libres alteran el ADN de las células, impidiendo la renovación celular o alterando su normal funcionamiento.
Para evitar la aparición de los radicales libres tenemos evitar los elementos externos que aumentan el número de radicales libres . Entre estos factores desencadenantes tenemos los siguientes:
- Ingestión de tóxicos (drogas, tabaco, alcohol, etc.), productos químicos (detergentes, insecticidas, herbicidas, jabones industriales, etc. ),
- Contaminantes ambientales (fábricas, humo de los coches, etc.)
- Stress. Una situación de un estado de angustia personal rebaja las defensas de nuestro organismo, favoreciendo el aumento de radicales libres e inhibiendo aquellas enzimas que podrían neutralizarlos.
- Alimentación animal. Ciertos alimentos de origen animal, especialmente aquellos muy ricos en grasas monoinsaturadas, provocan la aparición de radicales libres. Una buena manera de evitarlos es preferir pescados o carnes magras, todos ellos, muy ricos en aminoácidos antioxidantes, como la cisteína, o en minerales útiles en el mismo sentido como el selenio o el cobre.
También se obtienen beneficios al se cambiar los hábitos alimentarios adoptando una alimentación que incluya productos vegetales, capaces de proporcionar aquellos principios que neutralizaran sus efectos perniciosos. Entre los componentes principales que aparecen en las frutas, verduras u hortalizas con un valor antioxidante tenemos:
- Los betacarotenos : El betacaróteno es un carotenoide . Se trata de un pigmento vegetal que, una vez ingerido, se transforma en el hígado y en el intestino delgado en vitamina A. Además, como se transforma en vitamina A, resulta una manera adecuada de beneficiarse de las propiedades de esta vitamina, sin el peligro de intoxicación que puede suponer una sobre ingestión de la misma como puede suceder con el uso de vitaminas en capsulas . Un exceso de betacaróteno lleva a un estado de hipercarotenodermia, que se caracteriza por una coloración amarillenta de la piel, que es inocua y desaparece sin secuelas cuando se deja de ingerir alimentos ricos en betacarotenos Entre estos mencionaríamos los siguientes: la zanahoria, las espinacas, el berro, la alhabaca, la calabaza, el tomate, el coriandro, el espárrago, el diente de león, etc.
- Vitamina C: Además de sus propiedades antioxidantes, es igualmente importante esta vitamina para la adecuada absorción del hierro, del calcio o de otros aminoácidos. De igual manera ayuda en la curación de las heridas. Su deficiencia provoca una debilidad general en el organismo, manifestada en síntomas como cabello frágil, encías que sangran, heridas que no cicatrizan, perdida del apetito, etc. Entre las principales alimentos ricos en esta vitamina tenemos los pimientos, siendo una de las plantas del mundo que posee más cantidad, después de la acerola. También son muy ricos los cítricos ( naranjas, limones, pomelos, etc.). No es recomendable su ingestión en capsulas pues en exceso en el hígado puede ayudar a aumentar los niveles de hierro aumentando los radicales libres.
- Licopeno: Es un componente al cual deben su coloración roja los tomates que son los vegetales que poseen más cantidad. Con propiedades similares a los betacarotenos de las zanahorias, que tiene propiedades anticancerígenas. Aparece en los tomates frescos, pero especialmente en los cocinados, dado que la cocción ayuda a liberar este elemento y facilitar la absorción por el organismo.
- Glutatión: El glutatión es otro componente con propiedades antioxidantes demostradas, que ayuda a eliminar los radicales libres, responsables de la aparición de muchas enfermedades, entre las que se encuentra el cáncer. Este elemento, que aparece con la mayor cantidad en los bróculis, se encuentra fundamentalmente en la piel, por lo que deberemos comerlos crudos en ensalada. Es un elemento muy adecuado en la eliminación de las toxinas del cuerpo, especialmente de los metales pesados, que producen deterioro del organismo por acumulación de los mismos. Otros alimentos ricos en este componente son: el ajo, la patata, las espinacas, el maíz o la verdolaga. Ademas de esta propiedad, debemos resaltar su capacidad para rebajar la presión arterial, favorecer el buen estado de nuestro hígado o prevenir el eczema.
- Vitamina E: Protege las membranas celulares de la oxidación mediante la protección de sus ácidos grasos. Una falta de esta vitamina parece ser que produce cambios degenerativos en las células de algunos tejidos como las de los músculos y el corazón. Las verduras y hortalizas de color verde, así como los vegetales ricos en aceite, son las que poseen más cantidad de esta vitamina, como, por ejemplo, la verdolaga, los espárragos, en la lechuga , los guisantes, las nueces, el germen de trigo o las semillas de girasol, que son las que tienen el contenido más alto. Si ingerida en capsulas la dosis no puede ser superior a las 400 UI por día, por un tiempo máximo de tres meses.
- Flavonoides: Son compuestos polifenólicos que aparecen en frutas y verduras y en algunas bebidas, como el te, la cerveza o el vino. Entre estos compuestos el más importante es la quercitina que aparece en muchos alimentos vegetales como el ajo, la cebolla, la manzana, la col, la pera, las espinaca. Otros flavonoides importantes serían la ginesteina de la soja, la rutina de los cítricos ( naranjas, limones, pomelos, etc.) o los polifenoles del té entre los que destaca la epigalocatequina galata (EGCG) sobre la cual hablamos la semana anterior en el articulo sobre el te verde. Se definen como potentes antioxidantes, además de intervenir en una serie de procesos beneficiosos para el organismo como potenciar la memoria, potenciar la actividad antioxidante de la vitamina C, evitar la formación de coágulos en la sangre, potencian la sexualidad masculina y el sistema inmunológico.
- Cobre: Potencia el sistema inmunológico, es necesario para el crecimiento de los infantes. Interviene en la formación de la hemoglobina de la sangre. Una buena fuente de este mineral lo tenemos en los frutos secos como las avellanas, en las legumbres, o en la soja.
- Zinc: Además de sus propiedades antioxidantes, interviene en la maduración de los órganos reproductores al aumentar la testosterona, hormona reproductiva masculina por lo que conlleva el normal crecimiento de una persona, evitando el enanismo.. Alimentos ricos en zinc son : el apio, los espárragos, las borrajas, los higos, las, patatas, las berenjenas, los melocotones, etc.
- Selenio: Además de proteger el corazón, favorecer el sistema inmunitario o eliminar los metales pesados del organismo, interviene en la protección de numerosos cánceres, como el de colon, próstata o pulmones. Sin él el organismo no puede producir glutation, uno de los mejores antioxidantes. Alimentos ricos en selenio son: la avena, el arroz integral, los melocotones y la Castaña del Brasil.
Existen decenas de antioxidantes, todos ellos encontrados en los alimentos, sin necesidad de ingerir complementos vitamínicos en capsulas