GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 9973.6832 - Fax. (21) 2549.8809
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24/10/2005
Tratamento cirúrgico odontológico em pacientes com cirroses
Pôster PO-083 - Congresso Brasileiro de Hepatologia - 2005 - Patrícia Scalet e outros.
Indivíduos que já se encontram com cirroses no fígado apresentam baixos níveis de plaquetas (plaquetopenia) e deficiência na coagulação do sangue, aumentando o risco de hemorragias após um procedimento cirúrgico, inclusive no consultório dentário.
Este trabalho desenvolvido no Ambulatório de Odontologia do Hemocentro e Disciplina de gastroenterologia da UNICAMP (Campinas - SP) objetivou avaliar a segurança da realização ambulatorial (consultório do dentista) ao se realizar uma simples extração de um dente em um paciente com cirroses hepática.
Não estaremos detalhando o método de controle que foi utilizado já que o mesmo seria difícil de compreender pelos portadores de hepatite que recebem estas notícias, assim, passaremos aos resultados do estudo.
O estudo incluiu a observação de 79 procedimentos de extração dentaria em 23 pacientes cirróticos. Em onze procedimentos (13,9%) aconteceram sangramentos durante o período de observação e foram controlados com medidas locais aplicadas no próprio consultório.
Concluem os autores que a extração dentária em pacientes cirróticos pode ser realizada em ambiente ambulatorial (consultório) desde que o paciente possa ser mantido em observação após o procedimento. Quando ocorrem, os sangramentos são no pós-operatório imediato e podem ser controlados com medidas locais de hemóstasia, sem necessidade de transfusão de sangue.
MEU COMENTÁRIO:
O resultado deste estudo mostra que o paciente com doenças no fígado em estado avançado pode perfeitamente ser tratado pelos dentistas no seu consultório, mas isto não deve servir para não se realizar a completa ficha com a história clínica do paciente, contendo suas doenças, alergias a medicamentos e problemas existentes e, em caso de duvida solicitar exames prévios para tomar as devidas providencias que assegurem o não acontecimento de eventos desagradáveis.
GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
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24/10/2005
Tratamiento quirúrgico odontológico en pacientes con cirrosis
Afiche PO-083 - Congreso Brasileño de Hepatología - 2005 - Patricia Scalet y otros.
Individuos que ya se encuentran con cirrosis en el hígado presentan bajos niveles de plaquetas (plaquetopenia) y deficiencia en la coagulación de la sangre, aumentando el riesgo de hemorragias después un procedimiento quirúrgico, incluso en el consultorio del dentista.
Este trabajo desarrollado en el Ambulatorio de Odontología del Hemocentro y Disciplina de gastroenterología de la Unicamp (Campinas - Brasil) procuró evaluar la seguridad de la realización ambulatoria (consultorio del dentista) al se realizar una simple extracción de un diente en un paciente con cirrosis hepático.
No estaremos detallando el método de control que fue utilizado ya que el mismo sería difícil de comprender por los portadores de hepatitis que reciben estas noticias, así, pasaremos a los resultados del estudio.
El estudio incluyó la observación de 79 procedimientos de extracción dentaría en 23 pacientes cirróticos. En once procedimientos (13,9%) acontecieron sangrados durante el período de observación y fueron controlados con medidas locales aplicadas en el propio consultorio.
Concluyen los autores que la extracción de dientes en pacientes cirróticos puede ser realizada en ambiente ambulatoria (consultorio) desde que el paciente pueda ser mantenido en observación después del procedimiento. Cuando ocurren, los sangrados son en el post operatorio inmediato y pueden ser controlados con medidas locales de hemóstasia, sin necesidad de transfusión de sangre.
MI COMENTARIO:
El resultado de este estudio muestra que el paciente con enfermedades en el hígado en estado avanzado puede perfectamente ser tratado por los dentistas en el consultorio, pero esto no debe servir para no se realizar la completa ficha con la historia clínica del paciente, conteniendo sus enfermedades, alergias a medicamentos y problemas existentes y, en caso de duda pedir exámenes previos para tomar las debidas providencias que aseguren el no acontecimiento de eventos desagradables.