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GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
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18/02/2005

A IMPORTÂNCIA DA DEPRESSÃO NO TRATAMENTO DA HEPATITE C


Um artigo da revista Brain, Behavior and Immunity do mês de Janeiro de 2005 mostra um interessante estudo sobre a influencia da depressão no resultado terapêutico no tratamento da hepatite C.

O estudo foi realizado no Departamento de Pesquisas e Ciências do Comportamento da Emory University School of Medicine, dos Estados Unidos e observaram que pacientes que desenvolvem sintomas depressivos durante o tratamento da hepatite C com interferon e ribavirina apresentam menores possibilidades de ter sucesso com o tratamento.

Segundo o Dr. Charles L. Raison um dos participantes do estudo, o tratamento atual da hepatite C produz uma alta taxa de efeitos colaterais de origem emocional, psicológico e psiquiátricos, os quais em muitos casos são impeditivos de continuar a terapia de forma suportável pelo paciente.

Em geral os médicos tentam o uso de medicamentos para fazer com que o paciente em depressão possa continuar o tratamento. Os novos dados apresentados pelo estudo sugerem que mesmo o paciente com sintomas de depressão continuando o tratamento, as chances de sucesso serão muito pequenas.

O estudo foi realizado em 103 pacientes tratados com interferon peguilado e ribavirina. Todos os pacientes foram avaliados por métodos empregados em psiquiatria antes do inicio do tratamento e nas semanas 4, 8, 12 e 24 do tratamento.

Entre o grupo de pacientes que foi observado um aumento significante do quadro depressivo, somente 34% deles se encontravam indetectáveis na semana 24 do tratamento. Já no grupo de pacientes em que a depressão foi moderada, 69% deles se encontravam indetectáveis na semana 24 do tratamento.

Concluem os pesquisadores que o estado de humor de cada paciente deveria ser avaliado em todos os pacientes antes do inicio do tratamento e, aqueles que mostrem tendências depressivas deveriam receber tratamento psiquiátrico antes e durante o tratamento.

Referencias: Esta pesquisa foi realizada pelo Rollins School of Public Health; pela Emory University and the Department of Medicine, Gasteroenterology and Hepatology e pelo Weill Medical College of Cornell University, com apoio e suporte do National Institute of Mental Health dos Estados Unidos; de Schering-Plough e do CDC - Centers for Disease Control and Prevention.

MEU COMENTÁRIO:

Importante o resultado, já que o mesmo mostra a importância do tratamento multidisciplinar da hepatite C, da importância de que profissionais de outras áreas participem no acompanhamento do paciente.

Lamentavelmente o tratamento multidisciplinar da doença é combatido por alguns poucos porem influentes médicos, os quais não querem compartilhar o paciente, não desejam que outros profissionais estejam acompanhando o que está sendo realizado, o que esta sendo receitado ou, como esta sendo feito o acompanhamento. Preferem ser os donos do paciente sem olhar o melhor para o ser humano que estão tratando.

Os pólos de tratamento assistidos, ou pólos de aplicação de interferon peguilado são o primeiro passo para chegarmos a ter no futuro o tratamento multidisciplinar. Lamentavelmente os coordenadores de hepatites de alguns estados, por diversos problemas ou por interesses diversos, ainda não implementaram o que A LEI MANDA DESDE NOVEMBRO DE 2002.

É incompressível a atitude do PNHV - Programa Nacional de Hepatites Virais do Ministério da Saúde, o qual não exige o cumprimento desta determinação e continua "premiando" os estados que maltratam os pacientes não cumprindo a lei na dispensação do interferon peguilado. Conhecedores do problema, os pagamentos a estes estados continuam sendo autorizados.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo



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GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
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18/02/2005

LA IMPORTANCIA DE LA DEPRESIÓN EN EL TRATAMIENTO DE LA HEPATITIS C


Un artículo de la revista Brain, Behavior and Immunity del mes de Enero de 2005 muestra un interesante estudio sobre a influencia de la depresión en el resultado terapéutico en el tratamiento de la Hepatitis C.

El estudio fue realizado en el Departamento de Pesquisas y Ciencias del Comportamiento de la Emory University School of Medicine, de Estados Unidos y observaron que pacientes que desarrollan síntomas depresivos durante el tratamiento de la hepatitis C con interferon y ribavirina presentan menores posibilidades de tener suceso con el tratamiento.

Según el Dr. Charles L. Raison uno de los participantes del estudio, el tratamiento actual de la hepatitis C produce una alta tasa de efectos colaterales de origen emocional, psicológico y psiquiátricos, los cuales en muchos casos son impeditivos de continuar la terapia de forma soportable por el paciente.

En general los médicos tientan el uso de medicamentos para hacer que el paciente en depresión pueda continuar el tratamiento. Los nuevos datos presentados por el estudio sugieren que mismo el paciente con síntomas de depresión continuando el tratamiento, la posibilidad de suceso será pequeña.

El estudio fue realizado en 103 pacientes tratados con interferon pegilado y ribavirina. Todos los pacientes fueron evaluados por métodos empleados en psiquiatría antes del inicio del tratamiento y en las semanas 4, 8, 12 y 24 del tratamiento.

Entre el grupo de pacientes que fue observado un aumento significante del cuadro depresivo, solamente 34% de ellos se encontraban no-detectables en la semana 24 del tratamiento. Ya en el grupo de pacientes en los que la depresión fue moderada, 69% de ellos se encontraban no-detectables en la semana 24 del tratamiento.

Concluyen los pesquisidores que el estado de humor de cada paciente debía ser evaluado en todos los pacientes antes del inicio del tratamiento y que aquéllos que muestren tendencias depresivas deberían recibir tratamiento psiquiátrico antes y durante el tratamiento.

Referencias: Este estudio fue realizado por el Rollins School of Public Health; por la Emory University and the Department of Medicine, Gasteroenterology and Hepatology y por el Weill Medical College of Cornell University con apoyo y soporte del National Institute of Mental Health de los Estados Unidos; de Schering-Plough y del CDC - Centers for Disease Control and Prevention.

MI COMENTARIO:

Importante el resultado ya que el mismo muestra la importancia del tratamiento multidisciplinar de la hepatitis C y de lo importante que es que profesionales de otras áreas participen en el acompañamiento del paciente.

Lamentablemente el tratamiento multidisciplinar de la enfermedad es combatido por algunos pocos pero influyentes médicos, quiénes no quieren compartir el paciente, no desean que otros profesionales estén acompañando lo que está siendo realizado o lo qué ésta siendo recetado o como ésta siendo hecho el acompañamiento. Prefieren ser los dueños del paciente sin mirar que es lo mejor para el ser humano que están tratando.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo



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Last updated 25.5.2005