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GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 9973.6832 - Fax. (21) 2549.8809
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16/08/2005


Tratamento individualizado não apresenta vantagem para o paciente


Em estudo realizado na Universidade de Saarland na Alemanha coordenado pelo Dr. Zeuzem, publicado no Journal of Hepatology, 2005 Aug;43(2):250-7, pesquisou se existem beneficios ao se realizar tratamentos individualizados e comparou os resultados com o tratamento normal, atualmente aplicado.

Participaram do estudo 270 pacientes, todos comprovadamente PCR positivos e todos iniciaram o tratamento com a combinação de ribavirina e peginterferon alfa-2-a na dosagem de 180 mcg por semana.

Após seis semanas de tratamento os pacientes foram divididos em quatro grupos, sem conhecimento dos próprios pacientes. Um grupo de 171 foi criado com os pacientes que apresentaram resposta virologica rápida, identificados no estudo pela sigla em Inglês RVR. Este grupo continuou a terapia tradicional de interferon peguilado e ribavirina até completar as 24 ou 48 semanas de tratamento.

Um segundo grupo de pacientes, compreendendo 65 individuos que na semana seis apresentavam uma resposta mais lenta, foi identificada com a sigla SPR e destes um grupo de pacientes passou a ter uma terapia tripla adicionando uma dosagem de 1 mg/dia histamine e outro grupo continuou com a combinação de interferon peguilado e ribavirina por um período de 72 semanas.

Um terceiro grupo, considerado de baixa resposta na semana seis do tratamento foi identificado pela sigla FPR e incluía 10 pacientes, sendo todos eles tratados com a terapia triple adicionando uma dosagem de 1 mg/dia histamine.

O quarto grupo era formado pelos pacientes não respondedores na semana seis e identificado pela sigla NUR. Este grupo, compreendendo 22 pacientes passou a receber uma dosagem dupla de interferon peguilado, de 360 mcg por semana de peginterferon alfa-2-a sempre combinado à dosagem normal de ribavirina.

Após seis meses do final de todos os tratamentos foi calculada em cada grupo de pacientes a resposta sustentada obtida. No total de pacientes que receberam tratamento individualizado, se adicionando a histamine ou se modificando as dosagens foi obtida uma resposta sustentada em 60% dos pacientes contra uma resposta sustentada em 66% dos que receberam o tratamento tradicional.

Nos grupos identificados com FPR (baixa resposta na semana seis) e com NUR (não respondedores) a adição de histamine ou o aumento da dosagem do interferon não obteve nenhum resultado.

Concluem os autores que com as alternativas disponíveis neste estudo para realizar tratamento individualizado de cada paciente conforme sua resposta na semana seis, não se consegue nenhuma melhora virologica em relação ao tratamento tradicional.

Fonte:
Journal of Hepatology, 2005 Aug;43(2):250-7 - Saarland University Hospital, Homburg/Saar, Germany.
Zeuzem S, Pawlotsky JM, Lukasiewicz E, von Wagner M, Goulis I, Lurie Y, Gianfranco E, Vrolijk JM, Esteban JI, Hezode C, Lagging M, Negro F, Soulier A, Verheij-Hart E, Hansen B, Tal R, Ferrari C, Schalm SW, Neumann AU; DITTO-HCV Study Group.


Para melhor entender:

RESPOSTA SUSTENTADA: É se encontrar negativado aos seis meses após o final do tratamento. É considerada a cura da doença.

NÃO RESPONDEDORES: Pacientes que durante o tratamento não conseguem negativar o vírus.

HISTAMINE: Medicamento em fase de testes clínicos.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo



Aprenda tudo sobre as hepatites em www.hepato.com




GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
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16/08/2005

Tratamiento individualizado no presenta ventaja para el paciente


En estudio realizado en la Universidad de Saarland en Alemania coordinado por el Dr. Zeuzem, publicado en el Journal of Hepatology, 2005 Aug;43(2):250-7, investigó se existen beneficios al se realizar tratamientos individualizados y confrontó los resultados con el tratamiento normal, actualmente aplicado.

Participaron del estudio 270 pacientes, todos comprobadamente PCR positivos y todos empezaron el tratamiento con la combinación de Ribavirina y peginterferon alfa-2-a en la dosisde 180 mcg por semana.

Después de seis semanas de tratamiento los pacientes fueron divididos en cuatro grupos, sin conocimiento de los propios pacientes. Un grupo de 171 pacientes fue criado con los pacientes que presentaron respuesta virológica rápida, identificados en el estudio por la sigla en Inglés RVR. Este grupo continuó la terapia tradicional de interferón pegilado y Ribavirina hasta completar las 24 ó 48 semanas de tratamiento.

Un segundo grupo de pacientes, comprendiendo 65 individuos que en la semana seis presentaban una respuesta más lenta, fue identificada con la sigla SPR y de estos un grupo de pacientes pasó a tener una terapia tripla agregando una dosis de 1 mg/día de histamine y otro grupo continuó con la combinación de interferón peguilado y Ribavirina por un período de 72 semanas.

Un tercer grupo, considerado de baja respuesta en la semana seis del tratamiento fue identificado por la sigla FPR e incluía 10 pacientes, siendo todos ellos tratados con la terapia triple agregando una dosis de 1 mg/día de histamine.

El cuarto grupo era formado por los pacientes no respondedores en la semana seis e identificado por la sigla NUR. Este grupo, comprendiendo 22 pacientes pasó a recibir una dosis dupla de interferón peguilado, de 360 mcg por semana de peginterferon alfa-2-a siempre combinado a la dosis normal de Ribavirina.

Después de seis meses del final de todos los tratamientos fue calculada en cada grupo de pacientes la respuesta sostenida obtenida. En el total de pacientes que recibieron tratamiento individualizado, se agregando la histamine o modificándose las dosis fue lograda una respuesta sostenida en un 60% de los pacientes contra una respuesta sostenida en un 66% de los que recibieron el tratamiento tradicional.

En los grupos identificados con FPR (baja respuesta en la semana seis) y con NUR (no respondedores) la adición de histamine o el aumento de la dosis del interferón no obtuvo ningún resultado.

Concluyen los autores que con las alternativas disponibles en este estudio para realizar un tratamiento individualizado de cada paciente conforme su respuesta en la semana seis, no se consigue ninguna mejora virológica con relación al tratamiento tradicional.

Fuente:
Journal of Hepatology, 2005 Aug;43(2):250-7 - Saarland University Hospital, Homburg/Saar, Germany.
Zeuzem S, Pawlotsky JM, Lukasiewicz E, von Wagner M, Goulis I, Lurie Y, Gianfranco E, Vrolijk JM, Esteban JI, Hezode C, Lagging M, Negro F, Soulier A, Verheij-Hart E, Hansen B, Tal R, Ferrari C, Schalm SW, Neumann AU; DITTO-HCV Study Group.


Para mejor entender:

RESPUESTA SOSTENIDA: Es se encontrar negativado a los seis meses después de el final del tratamiento. Es considerada la cura de la enfermedad.

NO RESPONDEDORES: Pacientes que durante el tratamiento no consiguen negativar el virus.

HISTAMINE: Medicamento en fase de tests clínicos.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo



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Last updated 15.8.2005