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GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
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24/05/2005

Considerações sobre a biópsia do fígado


A biópsia hepática consiste na extração de uma pequena amostra do fígado para seu exame ao microscópio por um especialista (patologista). Esta técnica e utilizada habitualmente para diagnosticar uma doença, embora não sempre o tecido a extrair seja suspeito de estar doente.

O diagnóstico histopatológico e realizado antes de determinar a atitude terapêutica a seguir para o tratamento, por isso o resultado de uma biópsia é de total importância para se determinar a real necessidade de tratamento.

Também pode utilizar-se para seguir o curso da enfermidade nos casos que não é necessário ou não pode ser realizado o tratamento e assim se saber se o dano hepático esta em progressão ou se encontra estável. A realização de uma nova biópsia não é recomendável em períodos inferiores a três ou quatro anos, pois um período menor não conseguirá mostrar a existência de mudanças estruturais, já que a progressão do dano hepático é muito lento na hepatite C.

A amostra extraída do fígado tem que ser representativa, por isso tem que ser retirada a quantidade adequada nas condições adequadas.

A apresentação do laudo pelo patologista deve ser a, mais descritiva possível e sempre deve ser usada uma escala conhecida para indicar o que foi observado, como as escalas Metavir, da Sociedade Brasileira de Patologia ou de Knodell.

É muito importante que o médico indique na solicitação da biópsia o que deseja que seja observado com maior atenção para assim facilitar e auxiliar seu diagnostico clinico, por exemplo, se houver presença de esteatoses, depósitos de ferro, e se possível a determinação de agentes causadores do provável dano ao fígado etc..

Também e recomendável que o paciente solicite ao patologista as lâminas da biópsia e as guarde em seu poder, pois, no futuro elas poderão ser muito úteis para compará-la com novas biopsias ou para se solicitar uma segunda opinião a outro patologista caso se suspeite de um erro na leitura.

Diferentes procedimentos podem ser utilizados para a extração da amostra do fígado e será definido em função do objeto do estudo que o médico considere ser o mais útil para seu diagnostico. Os tipos de biópsias hepáticas mais comuns e utilizados são:

Biópsia endoscópica

Para a realização deste tipo de biópsia se utiliza um endoscópio de fibra óptica (tubo flexível fino e comprido de fibra óptica com uma pequena câmara e luz no extremo para poder observar a superfície do fígado) que se introduz através de uma pequena incisão no estomago. O endoscópio se utiliza para observar o órgão e procurar áreas anormais de onde se quer tomar a amostra, podendo se observar com precisão alterações no fígado, como a formação de tumores. Por este método a amostra obtida é retirada por uma pinça e representa uma amostra da parte exterior do fígado, tendo como inconveniente ser de pequeno tamanho, algumas vezes com poucos espaços porta o que pode ser um empecilho para a realização de um correto exame patológico.

Biópsia por punção


Neste tipo de biópsia em geral se utiliza um aparelho de ultra-sonografia como guia para o especialista que está realizando o procedimento, permitindo que a inserção da agulha seja efetuada na área afetada. Em primeiro lugar se procede a preparar e desinfetar a área da pele por onde se introduz a agulha e somente requer a aplicação de anestesia local.

A punção pode ser manual, conduzida pelo cirurgião ou por meio de um aparelho similar a uma pistola, o qual dispara e recolhe rapidamente uma agulha.

É obtida uma amostra com um tamanho entre 2 e 3 centímetros por um diâmetro aproximado de 3 milímetros. Por se tratar de uma amostra mais profunda do fígado, o numero de espaços porta conseguido permite ao patologista realizar um laudo mais representativo do fígado.

A biópsia é um procedimento relativamente simples, mas não é recomendável que seja realizada em forma ambulatória. Pode acontecer algum problema com a anestesia local ou geral, ou algum problema hemorrágico, portanto é aconselhável que seja realizada no hospital.

Deve-se ter em conta:

Informar ao médico sobre possíveis alergias e sobre a história clínica.

Consultar o médico sobre a suspensão de medicamentos que possam predispor sangramentos (anti-coagulantes) como a aspirina. Não modificar a medicação que estiver fazendo uso sem consultar o médico antes.

Serão receitados medicamentos para combater os gases intestinais.

Não se deve comer nada horas antes da prova se for se utilizar anestesia.

Se o procedimento for por punção, será sentida uma espetada no lugar da biópsia. Entretanto, sendo utilizada anestesia, local ou geral, o procedimento será indolor.

Depois de qualquer tipo de biópsia, não duvide em consultar o médico em caso de apresentar febre, dor, hematomas no local, pus ou sangrado.

Poderá demorar vários dias em obter os resultados, os quais serão explicados pelo médico que solicitou a biopsia.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo



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24/05/2005

Consideraciones sobre la biopsia del hígado


La biopsia hepática consiste en la extracción de una pequeña muestra del hígado para su examen al microscopio por un especialista (patólogo). Esta técnica se suele utilizar habitualmente para diagnosticar una enfermedad, aunque no siempre el tejido a extraer a de ser sospechoso de estar enfermo.

El diagnóstico histopatológico suele preceder y determinar la actitud terapéutica a seguir para el tratamiento, por lo que el resultado de una biopsia es de total importancia para se determinar la real necesidad de tratamiento.

También puede utilizarse para seguir el curso de la enfermedad en los casos que no es necesario o no puede ser realizado el tratamiento y se saber si el daño hepático esta en progresión o se encuentra estable. La realización de una nueva biopsia no es recomendable en periodos inferiores a tres o cuatro anos, pues un periodo menor no con seguirá mostrar la existencia de cambios estructurales ya que la progresión del daño hepático es muy lento en la hepatitis C.

La muestra que se tome ha de ser representativa, por lo que ha de ser tomada la cantidad adecuada en las condiciones adecuadas.

La presentación del laudo por el patologista debe ser la mas descriptiva posible y siempre debe ser usada una escala conocida para indicar lo que fue observado, como las escalas Metavir o de Knodell.

Es muy importante que el médico indique en la solicitación de la biopsia lo que quiere que sea observado con mayor atención para facilitar y auxiliar su diagnostico clínico, por ejemplo, si hay presencia de esteatosis, depósitos de ferro y si posible la determinación de agentes causadores del probable daño al hígado etc..

También es recomendable que el paciente solicite al patologista las laminas de la biopsia y las guarde en su poder, pues, en el futuro ellas podrán ser muy útiles para la comparar con nuevas biopsias o para se solicitar una segunda opinión a otro patologista caso se sospeche de una lectura errada.

Diferentes procedimientos pueden ser utilizados para la extracción de la muestra del hígado y será definido en función del objeto de estudio que el médico considere ser el mas util para su diagnostico. Los tipos de biopsias hepáticas más comunes u utilizadas son:

Biopsia endoscópica

Para la realización de este tipo de biopsia se utiliza un endoscopio de fibra óptica (tubo flexible delgado y largo de fibra óptica con una pequeña cámara y luz en el extremo para poder observar la superficie del hígado) que se introduce a través de una pequeña incisión no estomago. El endoscopio se utiliza para observar el órgano y buscar áreas anormales de donde se quiere tomar la muestra, pudiendo se observar con precisión alteraciones en el hígado, como la formación de tumores. Por este método la muestra obtenida es retirada por una pinza y representa una muestra de la parte exterior del hígado, teniendo como inconveniente ser de pequeño tamaño, algunas veces con pocos espacios puertas para la realización de un correcto examen patológico.

Biopsia por punción

En este tipo de biopsia en general se utiliza un aparato de ecografía como guía para el especialista que está llevando a cabo la prueba, permitiendo la inserción de la aguja en el área afectada lo cual ayuda a que la toma de muestra sea de la zona afectada. En primer lugar se procede a limpiar la zona de la piel por donde se introduce la aguja y solo requiere la aplicación de anestesia local.

La punción puede ser manual, conducida por el cirujano o por medio de un aparato similar a una pistola, el cual dispara y recoge rápidamente la aguja.

Es obtenida una muestra con un tamaño entre 2 y 3 centímetros por un diámetro aproximado de 3 milímetros. Por se tratar de una muestra mas profunda del hígado, el numero de espacios puerta conseguido permite al patologista realizar un lauda mas representativo del hígado.

La biopsia es un procedimiento relativamente simple pero no es recomendable que sea realizada en forma ambulatoria. Puede acontecer algún problema con la anestesia, local o general, o algún problema hemorrágico, por lo tanto es aconsejable que se realizada en el hospital.

Se debe tener en cuenta:

Informar al médico sobre posibles alergias y sobre la historia clínica.

Consultar al médico sobre la suspensión de medicamentos que puedan predisponer al sangrado (anticoagulantes) como la aspirina. No modificar la medicación que se esté tomando sin consultarlo previamente.

Serán recetados medicamentos para combatir los gases intestinales.

No se debe comer nada horas antes de la prueba si se va a utilizar anestesia.

Si el procedimiento es por punción, se sentirá un pinchazo agudo en el lugar de la biopsia. Sin embargo, si se utiliza anestesia, local o general, el procedimiento será indoloro.

Después de cualquier tipo de biopsia, no se debe dudar en consultar al médico en caso de presentar fiebre, dolor, enrojecimiento, pus o sangrado.

Se puede tardar varios días en obtener los resultados, los cuales serán explicados por el especialista que indicó la prueba

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo



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Last updated 24.5.2005