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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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09/08/2010


Quando a biopsia hepática não pode ser substituída?


Muito se fala de métodos não invasivos para avaliar o estado do fígado, mas existem situações nas quais a realização da biopsia é indispensável. Por enquanto a biopsia do fígado continua a ser o método mais efetivo para se avaliar a real situação do dano no fígado.

Vamos listar as situações nas quais a biopsia não deve ser substituída por métodos não invasivos:

- Quando existem duvidas sobre o diagnostico porque o paciente apresenta sintomas que não são comuns nas doenças do fígado;

- Quando existe co-infecção entre duas doenças, por exemplo, um paciente com hepatite C e HIV/AIDS ou um paciente com doença alcoólica e hepatite C;

- Quando da presença de duas doenças hepáticas, por exemplo, paciente com hepatite auto-imune e cirrose biliar primaria;

- Na presença de gordura no fígado, pois somente a biopsia consegue diferenciar um quadro de esteatose e uma de esteato hepatite progressiva quando se suspeita já de cirrose. Existem algumas controvérsias sobre a realização imediata da biopsia se não existe suspeita de cirrose, sendo recomendado primeiro tratar os fatores de risco para a esteatose (perda de peso, exercícios, dieta, etc.) e somente depois, permanecendo o quadro realizar a biopsia;

- Em caso de doenças hereditárias como a hemacromatose, a doença de Wilson e a alfa -1 antitripsina;

- Durante o tratamento da hepatite auto-imune quando o médico estuda a possibilidade de reduzir ou suspender os medicamentos;

- Após o transplante de fígado, para avaliar rejeição ou replicação da doença original.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo




Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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09/08/2010


¿Cuándo la biopsia hepática no puede ser sustituida?


Mucho se habla de métodos no invasivos para evaluar el estado del hígado, pero existen situaciones en las cuales la realización de la biopsia es indispensable. Actualmente la biopsia del hígado continúa a ser el método más efectivo para evaluarse la real situación del daño en el hígado.

Vamos listar las situaciones en las cuales la biopsia no debe ser sustituida por métodos no invasivos:

- Cuando existen dudas sobre el diagnostico porque el paciente presenta síntomas que no son comunes en las enfermedades del hígado;

- Cuando existe co-infección entre dos enfermedades, por ejemplo, un paciente con hepatitis C y HIV/SIDA o un paciente con enfermedad alcohólica y hepatitis C;

- Cuando de la presencia de dos enfermedades hepáticas, por ejemplo, paciente con hepatitis auto-inmune y cirrosis biliar primaria;

- En la presencia de grasa en el hígado, pues solamente la biopsia consigue diferenciar un cuadro de esteatosis y una de esteato hepatitis progresiva cuando se sospecha ya de cirrosis. Existen algunas controversias sobre la realización inmediata de la biopsia si no existe sospecha de cirrosis, siendo recomendado primero tratar los factores de riesgo para la esteatosis (pérdida de peso, ejercicios, dieta, etc.) y solamente después, permaneciendo el cuadro realizar la biopsia;

- En caso de enfermedades hereditarias como la hemacromatosis, la enfermedad de Wilson y la alfa -1 antitripsina;

- Durante el tratamiento de la hepatitis auto-inmune cuando el médico estudia la posibilidad de reducir o suspender los medicamentos;

Después del trasplante de hígado, para evaluar rechazo o replicación de la enfermedad original.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo




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Last updated 7.8.2010