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01/02/2010
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Câncer de fígado já é a terceira causa de mortalidade


Artigo publicado no British Medical Journal alerta os médicos não especializados em fígado sobre a importância de prestar maior atenção as funções hepáticas de seus pacientes. O câncer de fígado (carcinoma hepato celular) já é a terceira maior causa de morte relacionada ao câncer no mundo. A cirrose e responsável por mais de 80% dos casos de câncer no fígado.

Em 1975, em cada 100.000 pessoas 1,4 faleciam por causa de câncer no fígado, mas passados 20 anos, em 2006, as mortes por câncer de fígado tinham praticamente triplicado e representavam 3,9 em cada grupo de 100.000 pessoas.

Os principais fatores de risco para desenvolver câncer de fígado são:

- Cirrose (por qualquer causa)
- Hepatite B
- Abuso de bebidas alcoólicas
- Esteatohepatite não alcoólica (depositos de gordura no fígado em pessoas que não abusam das bebidas alcoólicas)
- Diabetes
- Idade avançada
- Sexo masculino
- Antecedentes de câncer no fígado na família

Um infectado com hepatite B sem tratamento possui 100 vezes mais possibilidades de desenvolver câncer no fígado em relação a uma pessoa sadia. 2 em cada 100 indivíduos com cirrose, por qualquer causa, chegam ao câncer de fígado a cada 12 meses. O consumo excessivo de álcool aumenta o risco de câncer em até quatro vezes. Em individuos com HIV/AIDS co-infectadas com hepatite C, o câncer de fígado representa 25% das mortes relacionadas ao fígado. Pessoas diabéticas aumentam em até 3 vezes a possibilidade de desenvolver câncer no fígado.

Não existem estimativas exatas para outras causas de cirrose, mas o abuso de bebidas alcoólicas, a hemacromatose, a esteatoses (depósitos de gordura no fígado) são fatores importantes. Também a idade avançada, o sexo masculino, o síndrome metabólico, o peso acima do ideal e a diabetes são fatores independentes que aumentam a possibilidade do câncer no fígado.

A maioria das pessoas com câncer no fígado não apresentam sintomas físicos nas primeiras fases da doença. Somente na fase mais avançada e que sintomas característicos podem acontecer, como um incomodo no lado direito superior do abdome (junto às costelas) a icterícia (olhos amarelados e urina escura) a ascite (acumulo de fluido na barriga) varizes no esôfago, hemorragia digestiva, tromboses da veia porta e sinais de encefalopatia.

Todo paciente com suspeita de câncer de fígado deve ser imediatamente encaminhado a um especialista, pois a progressão do tamanho do tumor em geral e muito rápido.

Os exames iniciais são o de alfa-feto-proteina (AFP) no sangue e a ultrassonografia. Não são totalmente exatos, mas devem ser realizados em todos os casos suspeitos. Para confirmar o diagnostico o ideal e reunir imagens da tomografia, da ressonância magnética e da ultrassonografia, e o resultado analisado por especialistas em cada técnica, pois os nódulos pequenos muitas vezes são difíceis de identificar. Não se recomenda a biopsia do fígado, pois existe a possibilidade de hemorragia e disseminação do tumor para outros órgãos.

O tratamento do câncer de fígado compreende a cirurgia para retirada do tumor ou a ablação. A quimioembolização e a quimioterapia oral objetivam prolongar a vida do paciente, mas não são tratamentos para eliminar o câncer de fígado. O melhor tratamento e a retirada do tumor ou o transplante de fígado.

Quando não é possível a cirurgia para retirada do tumor ou, o câncer está na etapa inicial, a melhor opção de tratamento pode ser a destruição do tumor mediante radiofreqüência ou pela injeção percutânea de álcool etílico diretamente no tumor.

Atualmente se encontra na fase final das pesquisas um medicamento que aumenta a expectativa de vida, para ser utilizado especialmente para quem está aguardando um transplante de fígado. O Soraafenib consegue aumentar a expectativa de vida por até três meses.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Hepatocellular carcinoma for the non-specialist - British Medical Journal , 2009;339:b5039 - T Kumagi, Y Hiasa, G M Hirschfield - Gastroenterology and Metabology, Ehime University, School of Medicine, Ehime, Japan and Liver Centre, Toronto Western Hospital, Toronto, Canada


Carlos Varaldo
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La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



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01/02/2010


Cáncer de hígado ya es la tercera causa de mortalidad


Artículo publicado en el British Medical Journal alerta los médicos no especializados en hígado sobre la importancia de prestar mayor atención a las funciones hepáticas de sus pacientes. El cáncer de hígado (carcinoma hepato celular) ya es la tercera mayor causa de muerte relacionada al cáncer en el mundo. La cirrosis es responsable de más del 80% de los casos de cáncer en el hígado.

En 1975, en cada 100.000 personas 1,4 fallecían a causa de cáncer en el hígado, pero pasados 20 años, en 2006, las muertes por cáncer de hígado tenían prácticamente triplicado y representaban 3,9 en cada grupo de 100.000 personas.

Los principales factores de riesgo para desarrollar cáncer de hígado son:

- Cirrosis (por cualquier causa)
- Hepatitis B
- Abuso de bebidas alcohólicas
- Esteatohepatitis no alcohólica (depósitos de grasa en el hígado en personas que no abusan de las bebidas alcohólicas)
- Diabetes
- Edad avanzada
- Sexo masculino
- Antecedentes de cáncer en el hígado en la familia

Un infectado con hepatitis B sin tratamiento posee 100 veces más posibilidades de desarrollar cáncer en el hígado con relación a una persona sana. 2 en cada 100 individuos con cirrosis, por cualquier causa, llegan al cáncer de hígado a cada 12 meses. El consumo excesivo de alcohol aumenta el riesgo de cáncer en hasta cuatro veces. En personas con HIV/SIDA co-infectadas con hepatitis C, el cáncer de hígado representa 25% de las muertes relacionadas al hígado. Personas diabéticas aumentan en hasta 3 veces la posibilidad de desarrollar cáncer en el hígado.

No existen estimativas exactas para otras causas de cirrosis, pero el abuso de bebidas alcohólicas, la hemacromatosis, la esteatosis (depósitos de grasa en el hígado) son factores importantes. También la edad avanzada, el sexo masculino, el síndrome metabólico, el peso arriba del ideal y la diabetes son factores independientes que aumentan la posibilidad del cáncer en el hígado.

La mayoría de las personas con cáncer en el hígado no presentan síntomas físicos en las primeras fases de la enfermedad. Solamente en la fase más avanzada es que síntomas característicos pueden acontecer, como un incomodo en el lado derecho superior del abdomen (junto a las costillas) la ictericia (ojos amarillentos y orina oscura) la ascitis (acumulo de fluido en la barriga) varices en el esófago, hemorragia digestiva, trombosis de la vena puerta y señales de encefalopatía.

Todo paciente con sospecha de cáncer de hígado debe ser inmediatamente encaminado a un especialista, pues la progresión del tamaño del tumor en general es muy rápido.

Los exámenes iniciales son el de alfa-feto-proteína (AFP) en la sangre y a ecografía. No son totalmente exactos, pero deben ser realizados en todos los casos sospechosos. Para confirmar el diagnostico lo ideal es reunir imágenes de la tomografía, de la resonancia magnética y de la ecografía, y el resultado analizado por especialistas en cada técnica, pues los nódulos pequeños muchas veces son difíciles de identificar. No se recomienda la biopsia del hígado, pues existe la posibilidad de hemorragia y diseminación del tumor para otros órganos.

El tratamiento del cáncer de hígado comprende la cirugía para retirada del tumor o la ablación. La quimioembolización y la quimioterapia oral objetivan prolongar la vida del paciente, pero no son tratamientos para eliminar el cáncer de hígado. El mejor tratamiento es la retirada del tumor o el trasplante de hígado.

Cuando no es posible la cirugía para retirada del tumor o, el cáncer está en la etapa inicial, la mejor opción de tratamiento puede ser la destrucción del tumor mediante radiofrecuencia o por la inyección percutánea de alcohol etílico directamente en el tumor.

Actualmente se encuentra en la fase final de las investigaciones un medicamento que aumenta la expectativa de vida, para ser utilizado especialmente para quien esté aguardando un trasplante de hígado. El Soraafenib consigue aumentar la expectativa de vida por hasta tres meses.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Hepatocellular carcinoma for the non-specialist - British Medical Journal , 2009;339:b5039 - T Kumagi, Y Hiasa, G M Hirschfield - Gastroenterology and Metabology, Ehime University, School of Medicine, Ehime, Japan and Liver Centre, Toronto Western Hospital, Toronto, Canada


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo






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Last updated 1.2.2010