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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
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09/04/2010


Falta de aderência ao tratamento da hepatite C


Não aplicar o interferon no dia certo, aplicar de forma errada ou não respeitar os horários para tomar a ribavirina é um problema comum entre os pacientes em tratamento da hepatite C. A revista "Value in Health", que publica artigos, conceitos e idéias no campo da fármaco economia e pesquisa de resultados e destinada a ajudar gestores de saúde a tomar decisões baseadas em evidências.

Neste estudo, intitulado "Treatment Patterns and Adherence among Patients with Chronic Hepatitis C Virus in a US Managed Care Population" os investigadores analisaram os bancos de dados existentes nos Estados Unidos para verificar as indicações de tratamento, o custo do tratamento, a duração da terapia, as taxas de aderência dos pacientes em relação às indicações medicas e finalmente comparar a taxa de aderência com os custos médicos da saúde. Os resultados foram estratistificados por genótipos, gravidade da doença e resposta sustentada (pacientes curados).

No período em estudo mais de 90% dos pacientes receberam tratamento com interferon peguilado e ribavirina, sendo tratados em média, considerando todos os genótipos, as interrupções e desistências, por um período entre 30 e 32 semanas a um custo por paciente de aproximadamente 20.000 dólares (R$. 36.000,00).

A aderência total ao tratamento foi observada em somente 60% dos pacientes. A não aderência ao tratamento foi maior em pacientes que apresentavam maior gravidade. A cura foi conseguida por uma ínfima parte do grupo de pacientes com baixa aderência ao tratamento.

Concluem os responsáveis pelo estudo que os pacientes de baixa aderência representam para o sistema de saúde uma despesa menor em medicamentos, mas a maior progressão da doença e da sua gravidade resulta em custos significativamente superiores em internações e cuidados da saúde desses pacientes, recomendando que os consensos e protocolos de tratamento devessem insistir procurar formas para promover maior aderência, para melhorar o percentual de infectados que conseguem a cura e reduzir as despesas do sistema de saúde.

MEU COMENTÁRIO:

O Brasil deu um passo importante ao obrigar na portaria que regulamenta o protocolo dos pacientes atendidos no SUS, que os estados devem "OBRIGATORIAMENTE" aplicar o interferon peguilado em centros de TRATAMENTO ASSISTIDO E MULTIDISCIPLINAR, mas lamentavelmente alguns estados desrespeitam essa determinação, não exercem nenhum controle sobre o uso correto do medicamento e, estranhamente os responsáveis pela gestão das hepatites no ministério da saúde não aplicam nenhuma punição a esses gestores estaduais.

Não podemos ignorar que quando os pacientes são tratados nesses centros de aplicação multidisciplinar a cura dos infectados com o genótipo 1 ultrapassa os 52 ou 54% dos que iniciam o tratamento, já se o paciente recebe as ampolas de interferon peguilado para se responsabilizar pelo armazenamento e se auto aplicar, a possibilidade de cura fica entre 42 e 44%.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Treatment Patterns and Adherence among Patients with Chronic Hepatitis C Virus in a US Managed Care Population - Debanjali Mitra, MA, Keith L. Davis, MA, Cynthia Beam, PhD, Jasmina Medjedovic, MSc, Vinod Rustgi, MD, RTI Health Solutions, Research Triangle Park, NC, USA; Human Genome Sciences Inc., Rockville, MD, USA; Novartis Pharma AG, Basel, Switzerland; Georgetown University Medical Center, Washington, DC, USA - Value in Health - Published Online: 21 Jan 2010


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






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09/04/2010


Falta de adherencia al tratamiento de la hepatitis C


No aplicar el interferón en el día correcto, aplicar de forma errada o no respetar los horarios para tomar la ribavirina es un problema común entre los pacientes en tratamiento de la hepatitis C. A revista "Value in Health", que publica artículos, conceptos e ideas en el campo de la fármaco economía y pesquisa de resultados es destinada a ayudar gestores de salud a tomar decisiones basadas en evidencias.

En este estudio, intitulado "Treatment Patterns and Adherence among Patients with Chronic Hepatitis C Virus in a US Managed Care Population" los investigadores analizaron bancos de datos existentes en Estados Unidos para verificar las indicaciones de tratamiento, el costo del tratamiento, la duración de la terapia, las tasas de adherencia de los pacientes con relación a las indicaciones medicas y finalmente comparar la tasa de adherencia con los costos médicos de la salud. Los resultados fueron estratistificados por genotipos, gravedad de la enfermedad y respuesta sostenida (pacientes curados).

En el período en estudio más del 90% de los pacientes recibieron tratamiento con interferón pegilado y ribavirina, siendo tratados en media, considerando todos los genotipos, las interrupciones y desistencias, por un período entre 30 a 32 semanas a un costo por paciente de aproximadamente 20.000 dólares.

La adherencia total al tratamiento fue observada en solamente 60% de los pacientes. La no adherencia al tratamiento fue mayor en pacientes que presentaban mayor gravedad. La cura fue lograda por una ínfima parte del grupo de pacientes con baja adherencia al tratamiento.

Concluyen los responsables por el estudio que los pacientes de baja adherencia representan para el sistema de salud un gasto menor en medicamentos, pero la mayor progresión de la enfermedad y de su gravedad resulta en costos significativamente superiores en internaciones y cuidados de la salud de ésos pacientes, recomendando que los consensos de tratamiento debiesen insistir a procurar formas para promocionar mayor adherencia, para mejorar el porcentual de infectados que consiguen la cura y reducir los gastos del sistema de salud.

MI COMENTARIO:

Brasil dio un paso importante al obligar en el consenso que reglamenta el protocolo de los pacientes atendidos en el sistema público de salud que los estados (provincias) deben "OBLIGATORIAMENTE" aplicar el interferón pegilado en centros de TRATAMIENTO ASISTIDO Y MULTIDISCIPLINAR, pero lamentablemente algunos estados (provincias) no siguen esa determinación, no ejercen ningún control sobre el uso correcto del medicamento y, es muy extraño que los responsables por la gestión de las hepatitis en el ministerio de la salud no aplican ninguna punición a esos gestores estaduales (provinciales).

No podemos ignorar que cuando los pacientes son tratados en esos centros de aplicación multidisciplinar la cura de los infectados con el genotipo 1 ultrapasa los 52 ó 54% de los que empiezan el tratamiento, ya si el paciente recibe las ampollas de interferón pegilado para responsabilizarse por el almacenamiento y se auto aplicar, la posibilidad de cura se queda entre 42 y 44%.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Treatment Patterns and Adherence among Patients with Chronic Hepatitis C Virus in a US Managed Care Population - Debanjali Mitra, MA, Keith L. Davis, MA, Cynthia Beam, PhD, Jasmina Medjedovic, MSc, Vinod Rustgi, MD, RTI Health Solutions, Research Triangle Park, NC, USA; Human Genome Sciences Inc., Rockville, MD, USA; Novartis Pharma AG, Basel, Switzerland; Georgetown University Medical Center, Washington, DC, USA - Value in Health - Published Online: 21 Jan 2010


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo






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Last updated 8.4.2010