GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
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21/07/2000
Hepatite C pode ser mais moderada em crianças
Estudo realizado em crianças alemãs que sofreram cirurgia do coração antes de 1991, quando não existia o teste da hepatite C no sangue doado na Alemanha, e ficaram infetadas com o vírus, foram observadas numa média de 20 anos depois da cirurgia, verificando-se que a hepatite C tinha causado poucos problemas de saúde, os pesquisadores suspeitam que o vírus pode ser menos prejudicial em crianças que em adultos.
Dr. Manfred Vogt, da Technical University of Munich, Alemanha, e colegas estudaram 458 crianças que tinham sofrido cirurgia de coração antes de que a Alemanha começasse a testar o sangue para detectar a hepatite C. Em média, as crianças sofreram a cirurgia antes de eles ter completado 3 anos de idade, os investigadores divulgam o estudo no N° 16 do The New England Journal of Medicine.
Os investigadores testaram os anticorpos da hepatite C que estão presentes se uma pessoa alguma vez foi exposta a hepatite C, até mesmo se o vírus já está presente. Também, procuraram hepatite C RNA que indica se uma pessoa ainda é infetada.
Anticorpos estavam presentes em 67 (14.6%) das crianças que tinham sofrido cirurgia, comparando este dado com 3 entre 458 crianças (0.7%) que nunca tinham tido alguma cirurgia.
Porém, só 37 das crianças que tinham sofrido cirurgia tiveram resultado positivo para material genético do vírus (HCV RNA), significando que 30 crianças tinham sido infetadas mas estavam livres do vírus.
Testes de laboratório adicionais confirmaram que estas 30 crianças já não tinham mais a infecção.
Até mesmo entre as crianças que ainda estavam infetadas com hepatite C, o vírus não parecia estar abalando o fígado. Fora de 17 crianças que sofreram uma biópsia, só três mostraram sinais da doença no fígado de forma progressiva. Em contraste, cirrose tende a aparecer dentro de 20 anos após a infecção em aproximadamente 20% dos adultos com hepatite C.
Nós achamos que crianças que tinham sofrido cirurgia cardíaca na Alemanha antes do implementação dos testes para controlar o sangue contaminado com hepatite C sofreram um risco significativo para ficar infectadas com o HCV, afirmou o Dr. Vogt.
De fato, todos os pacientes que sofreram uma biópsia eram infetados com o que consideramos que tinham a forma mais virulenta de HCV, e o seu estado clínico não estava associado com sinais clínicos ou bioquímicos da doença avançada.
Estes resultados sugerem que no grupo de estudo, os danos causados pela hepatite C crônica eram moderados e tinham uma baixa taxa de progressão até mesmo depois de duas décadas.
Porém, em um estudo feito pelo Dr. Maureen M. Jonas, do Hospital de Crianças em Boston, o mesmo relata que ainda não se sabe se manifestações mais sérias da doença aparecerão 30 ou 40 anos depois da infecção.
" Assim, é importante monitorar permanentemente os pacientes que estão contaminados com a hepatite C antes de assegurar que as crianças não desenvolverão problemas na adolescência ou na sua maturidade.
Fonte: The New England Journal of Medicine 1999;341:866-870, 912-913.
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21/07/2000
La hepatitis C puede ser mas moderada en los niños
Estudio realizado en niños alemanes que sufrieron cirugía del corazón antes de 1991, cuando no existía la prueba de la hepatitis C en el sangre donado en Alemania, y se quedaron infectadas con el virus, fueron observadas en una media de 20 años después de la cirugía, se verificando que la hepatitis C había causado pocos problemas de salud, los investigadores sospechan que l virus puede ser menos prejudicial en niños que en adultos.
Dr. Manfred Vogt, de la Technical University of Munich, Alemania, e colegas estudiaron 458 niños que habían sufrido cirugía del corazón antes de que la Alemania comenzase a testar el sangre para detectar la hepatitis C. En media, los niños hicieron la cirugía antes de ellos haber completado 3 años de edad, los investigadores divulgan el estudio en el N° 16 del The New England Journal of Medicine.
Os investigadores testaron los anticuerpos de la hepatitis C que están presentes si una persona alguna vez fue expuesta a la hepatitis C, y también si el virus esta presente. También, procuraron la hepatitis C RNA que indica si una persona todavía esta infectada.
Anticuerpos estaban presentes en 67 (14.6%) de los niños que habían sufrido cirugía, comparando este dato con 3 entre 458 niños (0.7%) que nunca habían tenido alguna cirugía.
Pero, solo 37 de los niños que habían sufrido cirugía tuvieron resultado positivo para material genético del virus (HCV RNA), significando que 30 niños habían sido infectadas mas estaban libres del virus.
Pruebas de laboratorio adicionales confirmaron que estos 30 niños ya no tenían mas la infección.
Hasta mismo entre los niños que todavía estaban infectados con la hepatitis C, el virus no parecía estar perjudicando el hígado. Fuera de 17 niños que sufrieron una biopsia, solo tres mostraron algún señal de la enfermedad en el hígado de forma progresiva. En contraste, cirrosis tiende a aparecer dentro de 20 años después de la infección en aproximadamente 20% de los adultos con hepatitis C.
Nosotros creemos que niños que tengan sufrido cirugía cardíaca en Alemania antes de que el sangre pudiese ser testado con la hepatitis C sufrieron un risco significativo para quedarse infectadas con el HCV, afirmo el Dr. Vogt.
De hecho, todos los pacientes que sufrieron una biopsia eran infectados con lo que consideramos que tenían la forma mas virulenta del HCV, y su estado clínico no estaba asociado con señales clínicos o bioquímicos de una enfermedad avanzada.
Estos resultados sugieren que en el grupo de estudio, los daños causados por la hepatitis C crónica eran moderados y tenían una baja tasa de progresión hasta mismo después de dos décadas.
Pero, en un estudio hecho por el Dr. Maureen M. Jonas, del Hospital de Niños de Boston, el relata que todavía no se sabe se manifestaciones mas serias de la enfermedad vendrán a aparecer 30 o 40 años después de la infección. " Así, es importante controlar permanentemente los pacientes que están contaminados con la hepatitis C antes de asegurar que los niños no desarrollaran problemas en la adolescencia o en su edad mas avanzada.
Fuente: The New England Journal of Medicine 1999;341:866-870, 912-913.