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10/05/2010


EASL 2010 - Tratamento da hepatite C nas crianças


Quando o assunto são as crianças infectadas o debate é intenso, pois até o momento a experiência no tratamento ainda e pequena. Durante o EASL 2010 um grupo do Egito realizou uma apresentação sobre o tratamento da hepatite C em crianças analisando os resultados das diversas publicações da literatura cientifica.

O resultado da comparação das 10 publicações consideradas de maior relevância apresentou os resultados obtidos no tratamento de crianças com idade inferior aos 18 anos de idade. Não foi possível realizar uma meta analises já que maioria dos estudos não foi na modalidade controlada.

Os tratamentos realizados utilizaram interferon convencional com ou sem ribavirina (grupo A) ou o interferon peguilado com ou sem ribavirina (grupo B). No total os estudos incluíram 248 pacientes entre 2 e 17 anos de idade no grupo A tratado com interferon convencional com ou sem ribavirina e 115 pacientes no grupo B tratados com interferon peguilado com ou sem ribavirina. Os dois grupos apresentavam uma distribuição similar dos genótipos, do dano no fígado e da duração da infecção.

Os resultados encontrados com os diversos tratamentos foram os seguintes:

- O grupo de crianças do grupo A que foram tratados com interferon convencional com ou sem ribavirina obteve a cura de 47% delas, já no grupo B, tratados com interferon peguilado com ou sem ribavirina obteve a cura de 52% delas, uma diferença estatisticamente insignificante.

- Ao consolidar os dados totais dos diferentes esquemas terapêuticos foi encontrado que o tratamento em monoterapia (sem ribavirina) obteve 40% de cura. A combinação de interferon convencional e ribavirina 50% e, a combinação de interferon peguilado e ribavirina 53,5%.

- As crianças tratadas com interferon peguilado apresentaram maiores efeitos colaterais e adversos que as crianças tratadas com o interferon convencional. Sintomas de gripe aconteceram em 70% do grupo A contra 97% do grupo B; perda de peso aconteceu em 23% do grupo A contra 36% do grupo B; leucopenia (redução dos glóbulos brancos) em 20% do grupo A contra 61% do grupo B e, a trombocitopenia (baixa na contagem das plaquetas) em 0% (zero) do grupo A contra 13% do grupo B

Concluiu o analise estatístico que as crianças infectadas com hepatite C deveriam realizar o tratamento já que apresentam resposta terapêutica similar aos adultos, esclarecendo que as colocações não são resultado de estudos controlados.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Abstract: 254 - Management of chronic hepatitis C in children: a continuous debate - Journal of Hepatology, Supplement No 1, Volume 52, 2010, Page S107 - A. El Sherbini - Research Unit, Tanta Fevers' Hospital, Tanta, Egypt


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






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10/05/2010


EASL 2010 - Tratamiento de la hepatitis C en los niños


Cuando el asunto son los niños infectados el debate es intenso, pues hasta el momento la experiencia en el tratamiento todavía es pequeña. Durante el EASL 2010 un grupo de Egipto realizó una presentación sobre el tratamiento de la hepatitis C en niños analizando los resultados de las diversas publicaciones de la literatura científica.

El resultado de la comparación de las 10 publicaciones consideradas de mayor relevancia presentó los resultados obtenidos en el tratamiento de niños con edad inferior a los 18 años de edad. No fue posible realizar una meta analices ya que mayoría de los estudios no fue en la modalidad controlada.

Los tratamientos realizados utilizaron interferón convencional con o sin ribavirina (grupo A) o el interferón pegilado con o sin ribavirina (grupo B). En el total los estudios incluyeron 248 pacientes entre 2 y 17 años de edad en el grupo A tratado con interferón convencional con o sin ribavirina y 115 pacientes en el grupo B tratadas con interferón pegilado con o sin ribavirina. Los dos grupos presentaban una distribución similar de los genotipos, en el daño en el hígado y de la duración de la infección.

Los resultados encontrados con los diversos tratamientos fueron los siguientes:

- El grupo de niños del grupo A que fueron tratados con interferón convencional con o sin ribavirina obtuvo la cura del 47% de ellos, ya en el grupo B, tratados con interferón pegilado con o sin ribavirina logró la cura del 52% de ellos, una diferencia estadísticamente insignificante.

- Al consolidar los datos totales de los diferentes esquemas terapéuticos fue encontrado que el tratamiento en monoterapia (sin ribavirina) obtuvo 40% de cura. La combinación de interferón convencional y ribavirina 50% y, la combinación de interferón pegilado y ribavirina 53,5%.

- Los niños tratados con interferón pegilado presentaron mayores efectos secundarios y adversos que los niños tratados con el interferón convencional. Síntomas de gripe acontecieron en un 70% del grupo A contra 97% del grupo B; la pérdida de peso aconteció en un 23% del grupo A contra 36% del grupo B; leucopenia (reducción de los glóbulos blancos) en un 20% del grupo A contra 61% del grupo B y, la trombocitopenia (baja en la conteo de las plaquetas) en un 0% (cero) del grupo A contra 13% del grupo B

Concluyó la analice estadística que los niños infectados con hepatitis C deberían realizar el tratamiento ya que presentan respuesta terapéutica similar a los adultos, aclarando que las colocaciones no son resultado de estudios controlados.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Abstract: 254 - Management of chronic hepatitis C in children: a continuous debate - Journal of Hepatology, Supplement No 1, Volume 52, 2010, Page S107 - A. El Sherbini - Research Unit, Tanta Fevers' Hospital, Tanta, Egypt


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo






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Last updated 10.5.2010