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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
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09/02/2009


Na hepatite C: O que significa um resultado negativo na Carga Viral, mas positivo no PCR QUALITATIVO?


Uma situação a cada dia mais comum e encontrar indivíduos que após o tratamento apresentam de forma continua, por muitos meses e até anos, resultados de PCR QUANTITATIVO (Carga Viral) negativos, mas ao realizar o PCR QUALITATIVO o resultado e positivo, indicando a presença do vírus.

Esses pacientes podem ser considerados curados? Porque acontece essa situação? Por enquanto não existe uma resposta consensual e muitas são as controversas explicações daquilo que pode estar acontecendo.

Devemos então considerar que a maioria dos testes PCR QUANTITATIVOS (Carga Viral) utilizados atualmente possuem uma sensibilidade de 600 UI/ml, isto é, somente conseguem algum resultado se são encontrados mais de 600 unidades internacionais de partículas virais por mililitro de sangue. Não encontrando isso o resultado será negativo (indetectável).

Já os testes PCR QUALITATIVOS possuem maior sensibilidade, alguns chegam a detectar somente 5 UI/ml e outros 50 UI/ml. O teste qualitativo não faz a contagem do vírus, ele somente detecta sua presença e se o mesmo se encontra acima da sensibilidade do teste, dando então um resultado positivo. Se abaixo da sensibilidade o resultado e negativo (indetectável).

Vemos então que a principio poderíamos deduzir que os indivíduos que obtém um PCR QUANTITATIVO NEGATIVO e um PCR QUALITATIVO POSITIVO são pacientes que continuam com o vírus circulando no organismo em quantidade entre 5 e 600 UI/ml, pacientes então com baixa carga viral, mas não curados da hepatite C.

Mas é conhecido que o vírus da hepatite C se reproduz muito rapidamente depois de retirada a medicação, motivo pelo qual deve se esperar seis meses depois de finalizado o tratamento para verificar se algum vírus residual não recidiva, quando então terá voltado a carga viral inicial, de antes do tratamento.

Assim como e conhecido que o interferon provoca uma queda brusca da carga viral nas primeiras sete horas após a aplicação e acontece uma recidiva do vírus no período seguinte até a próxima aplicação, diversas pesquisas realizadas com os inibidores de proteases demonstram que após uma semana de retirada do medicamento a carga viral volta aos níveis anteriores. São fatos comprovados cientificamente demonstrando que o vírus da hepatite C se reproduz rapidamente no organismo, alcançando rapidamente níveis elevados, facilmente detectados pelo PCR QUANTITATIVO (Carga Viral).

Devemos então ser prudentes na interpretação de um PCR QUANTITATIVO NEGATIVO e um PCR QUALITATIVO POSITIVO. O recomendado será repetir os exames a cada seis meses, dando dessa forma tempo para que caso exista realmente o vírus indicado pelo PCR QUALITATIVO POSITIVO ele se reproduza e passe a ser detectado pelo PCR QUANTITATIVO (Carga Viral).

Não acontecendo isso alguns pesquisadores acreditam que nesses casos o resultado positivo do PCR QUALITATIVO possa ser um falso positivo, isso devido a que pela alta sensibilidade do teste o resultado possa ser alterado por outras condições do individuo ou até pelos anticorpos da hepatite C.

Por enquanto não existe uma certeza, mas pessoalmente acredito que estejam certos aqueles que acreditam se tratar de resultados falsos positivos do PCR Qualitativo.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.





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09/02/2009


En la hepatitis C: ¿Lo que significa un resultado negativo en la Carga Viral, pero positivo en el PCR CUALITATIVO?


Una situación a cada día más común es encontrar individuos que después del tratamiento presentan de forma continúa, por muchos meses y hasta años, resultados de PCR CUANTITATIVO (Carga Viral) negativos, pero al realizar el PCR CUALITATIVO el resultado es positivo, indicando la presencia del virus.

¿Esos pacientes pueden ser considerados curados? ¿Porque acontece esa situación? Por ahora no existe una respuesta de consenso y muchas son las controversias explicaciones de aquello que puede estar aconteciendo.

Debemos entonces considerar que la mayoría de las pruebas de PCR CUANTITATIVAS (Carga Viral) utilizados actualmente poseen una sensibilidad de 600 UI/ml, esto es, solamente logran algún resultado si son encontrados más de 600 unidades internacionales de partículas virales por mililitro de sangre. No encontrando eso el resultado será negativo (indetectable).

Ya las pruebas PCR CUALITATIVAS poseen mayor sensibilidad, algunas llegan a detectar solamente 5 UI/ml y otras 50 UI/ml. La prueba cualitativa no realiza el conteo del virus, él solamente detecta su presencia y si el mismo se encuentra arriba de la sensibilidad de la prueba, dando entonces un resultado positivo. Si abajo de la sensibilidad el resultado es negativo (indetectable).

Vemos entonces que a principio podríamos deducir que los individuos que obtienen un PCR CUANTITATIVO NEGATIVO y un PCR CUALITATIVO POSITIVO son pacientes que continúan con el virus circulando en el organismo en cantidad entre 5 600 UI/ml, pacientes entonces con baja carga viral, pero no curados de la hepatitis C.

Pero es conocido que el virus de la hepatitis C se reproduce muy rápidamente después de retirada la medicación, motivo por el cual debe se esperar seis meses después de finalizado el tratamiento para verificar si algún virus residual no recidiva, cuando entonces habrá vuelto la carga viral inicial, de antes del tratamiento.

Así como es conocido que el interferón provoca una caída brusca de la carga viral en las primeras siete horas después de la aplicación y acontece una recidiva del virus en el período siguiente hasta la próxima aplicación, diversas investigaciones realizadas con los inhibidores de próteasis demuestran que después de una semana de retirada del medicamento la carga viral vuelve a los niveles anteriores. Son hechos comprobados científicamente demostrando que el virus de la hepatitis C se reproduce rápidamente en el organismo, alcanzando rápidamente niveles elevados, fácilmente detectados por el PCR CUANTITATIVO (Carga Viral).

Debemos entonces ser prudentes en la interpretación de un PCR CUANTITATIVO NEGATIVO y un PCR CUALITATIVO POSITIVO. Lo recomendado será repetir los exámenes a cada seis meses, dando de ésa forma tiempo para que caso exista realmente el virus indicado por el PCR CUALITATIVO POSITIVO él se reproduzca y pase a ser detectado por el PCR CUANTITATIVO (Carga Viral).

No aconteciendo eso algunos investigadores creen que en esos casos el resultado positivo del PCR CUALITATIVO pueda ser un falso positivo, eso debido a que por la alta sensibilidad de la prueba el resultado pueda ser alterado por otras condiciones del individuo o hasta por los anticuerpos de la hepatitis C.

Por ahora no existe una certeza, pero personalmente creo que estén ciertos aquéllos que creen se tratar de resultados falsos positivos del PCR Cualitativo.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.






Last updated 7.2.2009