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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
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e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com



Fernanda - Argentina


Em fevereiro de 2005 fico sabendo por casualidade, por um exame de rotina que sou portadora do HCV, nesse momento tinha 38 anos, procure um hepatologista, fizeram-me mais análises como ser o genótipo, sou 1a, a biópsia hepática que resultou atividade inflamatória A1 (leve) e fibroses F1 (leve).

Comecei o tratamento com o Pegasys alfa 1a e Ribavirina em junho do mesmo ano, a 7ma. semana o Dr. me suspendeu o tratamento por neutropenia e leucopenia severo, hiper e em seguida hipotiroidismo, mas negativei.

Ao ano seguinte voltou o vírus e tentei recomeçar o tratamento, mas a 4ta. semana outra vez foi suspenso pelos mesmos motivos anteriores, mais depressão.

Voltei para negativar por um pouco mais de dois anos, com controles cada três meses de transaminases, mas em 2008 fiz uma carga viral e outra vez estava o vírus, não sabia o que fazer, fiquei muito mal, não queria voltar a estar tão mal.

Então fui a ver o chefe de hepatologia do Hospital de Clínicas de Buenos Aires, o Dr. Jorge Daruich (o melhor médico que conheci em minha vida) e me explicou as desvantagens de não voltar a tentar FAZER o tratamento já que ele opinava que o pouco que tinha feito era como se não tivesse feito nada, fez-me fazer muitos exames antes de começar o tratamento em janeiro de 2009, foram 48 semanas muito duras, já que, é obvio tive neutropenia e leucopenia severo, acrescentada a anemia severa, controlando todas as semanas com análise de sangue para saber as dose das drogas, também se adicionou o hipotiroidismo, mas esta vez controlado por um endocrinologista e a parte psiquiátrica controlada por uma psicóloga e uma psiquiatra, que receitaram antidepressivos.

Quero recalcar que é muito importante em este tipo de tratamento estar bem de animo, fazer terapia paralela ao tratamento do HCV, caso contrario se faz muito difícil. Em 24 de dezembro o terminei com muito bons resultados NEGATIVO, agora já passaram 3 meses da final e estou cada dia melhor, solo me falta me recuperar da anemia que vai muito devagar.

Deus queira que nunca mais volte o vírus, mas lhes quero dizer às pessoas que o têm que começar que o façam, sempre há esperança e as drogas cada vez são melhores, terá que tentá-lo e sempre digo o mesmo COM O ESPIRITO E ANIMO PARA ACIMA, isso ajuda muitíssimo!!!!

Obrigado Carlos por nos deixar contar nossa experiência e oxalá se possa fazer o livro porque não há melhor coisa que os próprios protagonistas contem nossas experiências.

Um abraço enorme





Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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Fernanda - Argentina


En febrero de 2005 me entero de casualidad por un exámen de rutina que soy portadora del HCV, en ese momento tenía 38 años, busque un hepátologo, me hicieron más análisis como ser el genotipo, soy 1a, la biopsia hepática que resultó actividad inflamatoria A1 (leve) y fibrosis F1 (leve).

Comencé el tratamiento con Pegasys alfa 1a y Ribavirina en junio del mismo año, a la 7ma. se semana el Dr. me suspendió el tratamiento por nuetropenia y leucopenia severa, hiper y luego hipotiroidismo, pero negativicé.

Al año siguiente volvió el virus y reintenté comenzar el tratamiento, pero a la 4ta. semana otra vez fué suspendido por los mismos motivos anteriores más depresión.

Volví a negativizar por un poco más de dos años, con controles cada tres meses de transaminasas, pero en 2008 me hice una carga viral y otra vez estaba el virus, no sabía que hacer, me puse muy mal, no quería volver a estar tan mal.

Entonces fuií a ver al jefe de hepatólogía del Hospital de Clínicas de Buenos Aires, el Dr. Jorge Daruich (el mejor médico que conocí en mi vida) y el me explicó las desventajas de no volver a intentar HACER el tratamiento ya que él opinaba que lo poco que había hecho era como si no hubiera hecho nada, me hizo hacer muchos anáisis antes de empezar el tratamiento en enero del 2009, fueron 48 semanas muy duras, ya que, por supuesto tuve neutropenia y leucopenia severa, sumada la anemia severa, controlando todas las semanas con análisis de sangre para saber las dosis de las drogas, también se sumó el hipotiroidismo, pero ésta vez controlado por un endocrínologo y la parte psiquiatrica controlada por una psicóloga y una psiquiatra, que recetó antidepresivos.

Quiero recalcar que es muy importante en éste tipo de tratamiento estar bien animicamente, hacer terapia paralela al tratamiento del HCV, sino se hace muy difícil. El 24 de diciembre lo terminé con muy buenos resultados NEGATIVO, ahora ya pasaron 3 meses de la finalización y estoy cada día mejor, solo me falta recuperarme de la anemia que va muy despacio.

Dios quiera que nunca más vuelva el virus, pero les quiero decir a las personas que lo tienen que empezar que lo hagan, siempre hay esperanza y las drogas cada vez son mejores, hay que intentarlo y siempre digo lo mismo CON EL ESPIRITU Y ANIMO PARA ARRIBA, eso ayuda muchísimo!!!!

Gracias Carlos por dejarnos contar nuestra experiencia y ojalá se pueda hacer el libro porque no hay mejor cosa que los propios protagonistas contemos nuestras experiencias.

Un abrazo enorme





Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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Last updated 1.4.2010