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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com



Raul Saavedra Lopez - Espanha


Um dia descobriram que tinha hepatite, naquele tempo não A - não B e hoje simplesmente C, e passei muito mal pela ignorância de alguns médicos. O da Seguridade Social me disse que tinha uma cirrose e só se tratava de saber se morreria logo ou duraria algum tempo para o que devia fazer uma biópsia. Isto me levou a perder 13 quilogramas até que tive os resultados, parte pelo medo e parte pela dieta severa a que me submeteram.

Outro médico de uma clinica particular me disse que era uma hepatite crônica e até me fixou a data mais provável de meu falecimento. Já mais adiante, sob a supervisão do Dr. Carreño, um eminente hepatologista de doenças virais, pode ir me adaptando à idéia de que provavelmente morreria de qualquer outra coisa (o tratamento do Interferon e rivabirina não tinha funcionado produzindo uma recidiva), mas com a enfermidade ainda no meu organismo.

A verdade é que depois de 26 anos desde que a doença deu a cara, já que o momento da infecção não se pode saber e só se pode supor, somente tenho um grau 2 de fibroses, bem é certo que ajudado por algum tratamento paliativo como o Ursacol ou as sangrias para diminuir a presença do ferro no sangue, e com a única limitação que me impus de zero de álcool e de tabaco, além de ser cuidadoso com a ingestão de gorduras.

Não contagiei a ninguém, nem a minha mulher com a que tive muitas relações estes anos sem proteção, nem a meus filhos, com os que convivi. O risco é nulo sempre que se tomem precauções como a que possa provocar um contato sangüíneo, seja a escova de dentes ou o aparelho de barbear, algo que deveria fazer todo mundo por muito sadios que pensem que são.

A progressão da doença é suficientemente lenta para viver uma existência normal, para ser feliz, ou para empreender o que se deseje. É certo que outros amigos ou conhecidos com este problema morreram de cirrose neste tempo, mas todos me diziam que uma copa de álcool de vez em quando ou um pouco de vinho ao dia não é mau, e o pior é que isto havia sido dito seus médicos, quero supor que para evitar depressões, mas eu acredito que a depressão se combate com a verdade porque a enfermidade não dificulta minha vida normal, porque há um tratamento cada vez mais eficaz, porque há outros a ponto de sair, e porque a confiança nos dá mais confiança, e se não leiam o Grupo Otimismo e viverão mais tranqüilos. Eu o faço.





Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!

GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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Raul Saavedra Lopez - Espanha


Un día descubrieron que tenía hepatitis, en aquel entonces no A - no B y hoy simplemente C, y lo pasé muy mal por la ignorancia de algunos médicos. El de la Seguridad Social me dijo que tenía una cirrosis y solo se trataba de saber si me moriría pronto o duraría un tiempo para lo que debía hacer una biopsia. Esto me llevó a perder 13 kilos hasta que tuve los resultados, parte por el miedo y parte por la dieta severa a que me sometieron.

Otro médico de una sociedad particular me dijo que era una hepatitis crónica y hasta me fijó la fecha más probable de mi defunción. Ya más adelante, bajo la supervisión del Dr. Carreño, un eminente hepatólogo de enfermedades víricas, puede ir adaptándome a la idea de que probablemente moriría de cualquier otra cosa (el tratamiento de Interferón y rivabirina no había funcionado produciéndose una recidiva), pero con la enfermedad.

La verdad es que después de 26 años desde que la enfermedad dio la cara, ya que el momento de la infección no se puede saber y solo se puede suponer, solo tengo un grado 2 de fibrosis, bien es cierto que ayudado por algún tratamiento paliativo como el Ursuchol o las sangrías para disminuir la presencia del hierro en sangre, y con la única limitación que me he impuesto de cero de alcohol y de tabaco, además de ser cuidadoso con la ingesta de grasas.

No he contagiado a nadie, ni a mi mujer con la que he tenido muchas relaciones estos años sin preservativo, ni a mis hijos, con los que he convivido. El riesgo es nulo siempre que se tome precauciones con lo que pueda provocar un contacto sanguíneo, sea el cepillo de dientes o la maquinilla de afeitar, algo que debería hacer todo el mundo por muy sanos que se crean.

La progresión de la enfermedad es suficientemente lenta como para vivir una existencia normal, para ser feliz, o para emprender lo que se desee. Es cierto que otros amigos o conocidos con este problema se han muerto de cirrosis en este tiempo, pero todos me decían que una copita de vez en cuando o un poco de vino al día no es malo, y lo peor es que esto se lo había dicho sus médicos, quiero suponer que para evitar depresiones, pero yo creo que la depresión se combate con la verdad porque la enfermedad no dificulta mi vida normal, porque hay un tratamiento cada vez más eficaz, porque hay otros a punto de salir, y porque la confianza nos da más confianza, y si no lean al Grupo Optimismo y vivirán más tranquilos. Yo lo hago.





Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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Last updated 1.4.2010