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GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
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02/11/2005



Perguntas e dúvidas mais freqüentes ao descobrir a hepatite C (HCV)


1 - Um exame em busca de anticorpos ANTI-HCV, é o mesmo que um exame de PCR?

O teste ELISA ou ANTI-HCV é o primeiro teste serológico para diagnosticar o HCV. Se for positivo deverá ser confirmado com uma segunda amostra do ELISA e depois outro teste de confirmação final que se chama RNA/PCR/HCV. Tratasse de exames diferentes.

2 - Em média quanto dura o período "janela" para se detectar o HCV?

O "período janela" assim chamado como tempo mínimo para ser detectado no organismo pelo exame de detecção do HCV, dura entre 2 e 8 semanas (sendo que em 30% dos pacientes os anticorpos podem persistir negativos entre 6 e 9 meses depois da infecção aguda). É por este motivo que se a pessoa suspeitar que possa ter se infectado recentemente não deve realizar uma doação de sangue, pois o resultado poderá dar um falso negativo e estará infectando outras pessoas. O teste RNA/PCR/HCV tem um período de janela bem menor, de aproximadamente 3 semanas.

3 - É recomendável receber tratamento tendo as transaminases quase normalizadas, (TGO/ALT, TGP/AST y GGT) não mostrando sinais de fibroses nem necrose na biópsia hepática.

Os critérios de tratamento da hepatite C ainda são controversos entre as diversas correntes medicas: Alguns dizem que ante a elevação persistente das transaminases (TGP/AST elevada durante mais de seis meses), e carga viral positiva é necessário se realizar o tratamento.

Outros pensam (com os quais eu concordo de forma plena) que somente após se realizar uma biópsia hepática séria possível se ter a total segurança necessária para se indicar o tratamento ao se constatar a presença de um grau de fibroses igual ou superior a F2 (escala Metavir) e uma atividade necro-inflamatória de moderada a ativa.

Os pacientes com afetação mais leve provavelmente são os que melhor respondam ao tratamento, mas dada a eficácia limitada do mesmo, principalmente no Genótipo 1 (onde aproximadamente 4 em cada 10 tratados conseguem sucesso com o tratamento) e no paciente coinfectado com o HIV/SIDA (onde aproximadamente 2 ou 3 em cada 10 tratados conseguem sucesso com o tratamento) a decisão deve ter em conta outras circunstâncias como a situação pessoal do paciente, a existência de outros fatores clínicos ou doenças, a idade e, seu desejo pessoal de tratamento.

Nestas circunstâncias, o paciente pode decidir esperar a que haja tratamentos menos tóxicos e mais eficazes. Não obstante, sua situação deve ser acompanhada periodicamente pelo médico. É muito importante evitar fatores que contribuam à progressão mais rápida da fibrose (álcool como fator mais importante).

4 - Qual é a esperança de vida de um infectado pela hepatite C?

De cada 100 infectados, 85 desenvolverão a enfermidade de forma crônica e 15% obtêm a cura de forma espontânea, eliminando o vírus nos primeiros seis meses depois da infecção.

Considerando somente aqueles que são portadores crônicos (com mais de seis meses de infectados), e caso que não recebam nenhum tipo de tratamento, teremos as seguintes probabilidades:

De cada 100 portadores crônicos, 10 anos após acontecer a infecção, cerca de 5 desenvolverão cirrose; depois de 20 anos, entre 12 e 15 estarão cirróticos e depois de 25 a 30 anos da infecção, aproximadamente entre 20 e 25%, do total de infectados, terão chegado a cirrose;

É muito provável que 75% dos infectados pela hepatite C morram de velhice antes de desenvolver graves danos no fígado. Lamentavelmente não existem exames que possam detectar quais serão estes indivíduos já que fatores externos, como o consumo de bebidas alcoólicas, a qualidade de vida, o meio ambiente contaminado, a alimentação inadequada, o estado físico e psicológico, o peso e a existência de outras doenças podem influenciar de forma positiva ou negativa na progressão do dano hepático.

O próprio paciente será o maior responsável pelo avanço do dano hepático após ter descoberto a infecção com a hepatite C.

5 - Quais são os primeiros sintomas?

A maioria dos doentes não apresenta sintomas e apenas uns poucos desenvolvem icterícia. A Hepatite C freqüentemente começa como uma gripe suave depois de um período de incubação de um a três meses. Entretanto, a maioria das pessoas (até 75%) nada vai notar ou no máximo vai ter sintomas muito ligeiros.

Entretanto, a longo prazo, a Hepatite C ocasiona conseqüências mais graves, acontecendo décadas depois da infecção inicial. Na fase aguda (primeiros meses), as pessoas sofrem elevações das transaminases detectadas no sangue. Níveis elevados das enzimas hepáticas, chamadas transaminases, indicam que o fígado está inflamado.

Em alguns casos, poucas semanas depois e à medida que estes sintomas iniciais começam a desaparecer, algumas pessoas podem ter icterícia na pele e nos olhos, o que indica que o fígado não está processando corretamente a bilirrubina. Apesar de ser um sintoma associado à Hepatite, a icterícia geralmente não aparece nos infectados com a Hepatite C.

A infecção crônica pode ser associada a sintomas como fadiga, náusea, dores articulares ou musculares, pernas pesadas e cansadas, principalmente na parte da tarde, um incomodo similar à dor na parte superior direita do abdômen e uma sensação de desalento. Geralmente, os doentes somente desenvolvem alguns destes sintomas quando ocorrem complicações hepáticas avançadas.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo



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02/11/2005


Preguntas y dudas mas frecuentes al descubrir la hepatitis C (HCV)


1 - ¿Un examen en busca de anticuerpos ANTI-HCV, es lo mismo que una prueba de PCR?

La prueba de ELISA o ANTI-HCV es el primer test serológico para diagnosticar el HCV. Si es positiva se confirma con una segunda muestra de ELISA y otro test de confirmación que se llama RNA/PCR/HCV. Son pruebas diferentes.

2 - ¿Por termino medio cuanto dura el período ventana del HCV?

El "periodo ventana" así llamado se refiere al tiempo mínimo para ser detectado por la prueba de detección del HCV, dura entre 2 y 8 semanas (siendo que en un 30% de los pacientes los anticuerpos pueden persistir negativos entre 6 y hasta 9 meses después de la infección aguda). Es por este motivo que si la persona sospecha que pudo haber se infectado recientemente no debe realizar una donación de sangre, pues el resultado podrá dar un falso negativo y estará infectando otras personas. La prueba RNA/PCR/HCV tiene un periodo de ventana bien menor, de aproximadamente 3 semanas.

3 - ¿Es recomendable recibir tratamiento teniendo las transaminasas casi normalizadas, (GOT/ALT, GPT/AST, y GGT) no mostrando signos de fibrosis ni necrosis en la biopsia hepática?

Los criterios de tratamiento de la hepatitis C todavía son controvertidos entre las diversas corrientes medicas: Algunos dicen que ante la elevación persistente de transaminasas (GPT/AST elevada durante más de seis meses), y carga viral positiva es necesario se realizar el tratamiento.

Otros piensan (con los cuales concuerdo plenamente) que solo después de realizar una biopsia hepática seria posible se tener la seguridad necesaria para se indicar el tratamiento al se constatar la presencia de un grado de fibrosis igual o superior a F2 (escala Metavir) y una actividad necro-inflamatoria de moderada a activa.

Los pacientes con afectación más leve probablemente son los que mejor respondan al tratamiento, pero dada la eficacia limitada del mismo, principalmente en el Genotipo 1 (donde aproximadamente 4 en cada 10 tratados consiguen suceso con el tratamiento) y en el paciente coinfectado con el HIV/SIDA (donde aproximadamente 2 o 3 en cada 10 tratados consiguen suceso con el tratamiento) la decisión debe tener en cuenta otras circunstancias como la situación personal del paciente, a existencia de otros factores clínicos o enfermedades, la edad y su deseo personal de tratamiento.

En estas circunstancias, el paciente puede decidir esperar a que haya tratamientos menos tóxicos y más eficaces. No obstante, su situación debe replantearse periódicamente por el médico. Es muy importante evitar factores que contribuyan a la progresión más rápida de la fibrosis (alcohol como factor más importante).

4 - ¿Cual es la esperanza de vida de un infectado por la hepatitis C?

De cada 100 infectados, 85 desarrollarán la enfermedad de forma crónica y 15% obtienen la cura de forma espontánea, eliminando el virus en los primeros seis meses después de la infección.

Considerando solamente aquéllos que son portadores crónicos (con más de seis meses de infectados), y suponiendo que no reciban ningún tipo de tratamiento, tendremos las siguientes probabilidades:

De cada 100 portadores crónicos, 10 años después de acontecer la infección, cerca de 5 desarrollarán cirrosis; después de 20 años, entre 12 y 15 serán cirróticos y después de 25 a 30 años de la infección, aproximadamente entre 20 y 25%, del total de infectados, tendrán llegado a la cirrosis;

Es muy probable que 75% de los infectados por la hepatitis C mueran de vejez antes de desarrollar graves daños en el hígado. Lamentablemente no existen exámenes que puedan detectar cuales serán estos individuos ya que factores externos, como el consumo de bebidas alcohólicas, la calidad de vida, el medio ambiente sin contaminaciones toxicas, la alimentación inadecuada, el estado físico y psicológico, el peso y la existencia de otras enfermedades pueden influenciar de forma positiva o negativa en la progresión del daño hepático.

El propio paciente será el mayor responsable por el avance del daño hepático después de haber descubierto la infección con la hepatitis C.

5 - ¿Cuales son los primeros síntomas?

La mayoría de los enfermos no presenta síntomas y apenas unos pocos desarrollan ictericia. La Hepatitis C frecuentemente empieza como una gripe suave después de un período de incubación de un a tres meses. Sin embargo, la mayoría de las personas (hasta 75%) nada siente o a lo más es acometida de síntomas muy ligeros.

Sin embargo, a largo plazo, la Hepatitis C ocasiona consecuencias más graves, hasta décadas después de la infección inicial. En la fase aguda (primeros meses), las personas sufren elevaciones de las transaminasas detectadas en la sangre. Niveles elevados de las enzimas hepáticas, llamadas a transaminasas, indican que el hígado está inflamado.

En algunos casos, pocas semanas después y a medida que estos síntomas iniciales empiezan a desaparecer, algunas personas pueden tener ictericia en la piel y en los ojos, lo que indica que el hígado no está procesando correctamente la bilirrubina. A pesar de ser un síntoma asociado a la Hepatitis, la ictericia generalmente no aparece en los infectados con la Hepatitis C.

La infección crónica puede ser asociada a síntomas como fatiga, nauseas, dolores articulares o musculares, piernas pesadas y cansadas, principalmente por la tarde, una molestia similar a dolor en la en la parte superior derecha del abdomen y una sensación de desaliento. Generalmente, los enfermos solamente desarrollan algunos de estos síntomas cuando ocurren complicaciones hepáticas avanzadas.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo



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Last updated 2.11.2005