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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel.: (21) 9973.6832
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

19/11/2007


Entendendo uma doença crônica como a hepatite


Quando o paciente recebe o diagnostico de sua doença muitas vezes a palavra "crônica" assusta mais que as palavras "hepatite" "diabetes" "hipertensão" etc.. No imaginário da população, pelo desconhecimento do que significa, a palavra crônica soa assustadora para a maioria da população.

A palavra crônica é relativa a "tempo" (cronos). É por isso que uma das primeiras perguntas que o médico faz ao paciente é querer saber "desde quando" sente ou presencia o problema que o acomete. Ou seja, que a divisão entre "agudo" (recente) e "crônico" (antigo) estará presente em toda consulta medica na qual se procura o diagnostico de uma doença.

Para a ciência até recentemente a palavra "crônica" era referente a um processo incurável e pouco previsível a longo prazo, mas o avanço da medicina está derrubando essa teoria e várias enfermidades crônicas encontram tratamento e inclusive cura, merecendo se encontrar uma nova definição para aquilo que pode ser considerado como crônico.

Os casos de doença "aguda" muitas vezes são raros de encontrar porque os próprios pacientes podem ignorar que estão doentes. Isto acontece nas chamadas doenças silenciosas, como a diabetes, a hipertensão, a tuberculose e as hepatites B e C.

Estas e algumas outras doenças crônicas constituem um sério problema de saúde pública, muitas vezes ignorados de propósito por alguns países devido ao alto custo que representaria enfrentar o problema. Aproximadamente 50% da população mundial apresentam algum problema crônico, especialmente entre os adultos.

O gasto com cuidados e medicamentos que os governos deveriam dispensar é enorme. Conforme o pensamento de economistas ou políticos que administram a saúde pública muitas vezes é melhor não alertar quem deveria procurar o médico para realizar testes diagnósticos. Não diagnosticar um doente tem a vantagem de não resultar em despesas no orçamento do atual governante e, segundo o mesmo pensamento, com a morte prematura do indivíduo pode representar no futuro um gasto menor para o sistema de previdência e aposentadorias.

Este pensamento resulta em um redemoinho que aumenta com o passar do tempo, pois o aumento das doenças crônicas é causado em grande parte como resultado da falta de atenção sanitária na prevenção. Não controlar a pressão aumenta o número de doentes renais, não promover atividades físicas aumenta o número de diabéticos, não aplicando vacinas aumentam as epidemias. A prevenção é barata e fácil de aplicar já, tratar doenças caras não é estimulante para o profissional devido a parcos resultados terapêuticos em algumas delas e ao alto custo de seus tratamentos. Por não se investir na prevenção foi gerada uma epidemia de doenças caras que condenam a metade da população.

Posso fechar dizendo que o aumento da morbidade, comorbidade e mortalidade, impactando diretamente na estrutura social trata-se de uma doença aguda, a qual, por inabilidade e incompetência do estado se encontra em estado de cronificação. Os economistas ou políticos que administram a saúde pública devem ser responsabilizados pela omissão.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
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19/11/2007


Entendiendo una enfermedad crónica como la hepatitis


Cuando el paciente recibe el diagnostico de su enfermedad muchas veces la palabra "crónica" asusta más que las palabras "hepatitis" "diabetes" "hipertensión" etc.. En el imaginario de la población, por el desconocimiento de lo que significa, la palabra crónica suena asustadora para la mayoría de la población.

La palabra crónica es relativa a "tiempo" (cronos). Es por esto que una de las primeras preguntas que el médico hace al paciente es querer saber "desde cuando" siente o presencia el problema que lo acomete. O sea que la división entre "agudo" (reciente) y "crónico" (antiguo) estará presente en toda consulta medica en la cual se procura el diagnostico de una enfermedad.

Para la ciencia hasta recientemente la palabra "crónica" era referente a un proceso incurable y poco predecible a largo plazo, pero el avanzo de la medicina está derrumbando esa teoría y varias enfermedades crónicas encuentran tratamiento e inclusive cura, mereciendo se encontrar una nueva definición para aquello que puede ser considerado como crónico.

Los casos de enfermedad "aguda" muchas veces son raros de encontrar porque los propios pacientes pueden ignorar que están enfermos. Esto es muy común en las llamadas enfermedades silenciosas, como la diabetes, la hipertensión, la tuberculosis y las hepatitis B y C.

Estas y algunas otras enfermedades crónicas constituyen un serio problema de salud pública, muchas veces ignorados de propósito por algunos países debido al alto costo que representaría enfrentar el problema. Aproximadamente 50% de la población mundial presenta algún problema crónico, especialmente entre los adultos.

El gasto con cuidados y medicamentos que los gobiernos deberían dispensar es enorme. Conforme el pensamiento de economistas o políticos que gestionan la salud pública muchas veces es mejor no alertar quien debería procurar el médico para realizar pruebas diagnosticas. No diagnosticar un enfermo tiene la ventaja de no resultar en gastos del presupuesto del actual gobernante y, segundo este pensamiento, con la muerte prematura del individuo puede representar en largo plazo un gasto menor para el sistema de jubilaciones.

Este pensamiento resulta en un torbellino que aumenta con el pasar del tiempo, pues el aumento de las enfermedades crónicas es en gran parte resultado de la falta de atención sanitaria preventiva. No controlar la presión aumenta el número de enfermos renales, no promover actividades físicas aumenta el número de diabéticos, no aplicar vacunas aumenta las epidemias. La prevención es barata y fácil de aplicar ya tratar enfermedades caras no es estimulante para el profesional debido a parcos resultados terapéuticos en algunas de ellas y al alto costo de sus tratamientos. Por no se investir en la prevención fue generada una epidemia de enfermedades caras que condenan la mitad de la población mundial.

Puedo cerrar diciendo que el aumento de la morbilidad, comorbilidad y mortalidad, impactando directamente en la estructura social se trata de una enfermedad aguda, la cual, por inhabilidad e incompetencia del estado se encuentra en estado de cronificación. Los economistas o políticos que gestionan la salud pública deben ser responsabilizados por la omisión.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 18.11.2007