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GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 9973.6832 - Fax. (21) 2549.8809
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com
06/02/2006
Diagnostico: Hepatite C. É agora?
Não é uma agradável notícia saber do diagnostico positivo, de estar infectado com a hepatite C. Medo, raiva, negação, tristeza e depressão são as reações mais comuns que podem acontecer perante uma doença ainda muito desconhecida.
Indivíduos que procuram conhecer o que é a hepatite C, como ela atua, qual a progressão, quais os tratamentos e qual o futuro, em geral superam as reações iniciais, as quais podem ser normais perante o choque do diagnóstico, as quais se mantidas por muito tempo são prejudicais para o sistema de defesa do organismo.
Conhecendo as características da doença o próprio individuo passa a fazer uma avaliação mais precisa da estratégia a seguir e vai discutir com os médicos o que é melhor para seu caso, já que não existe uma formula igual, uma "receita de bolo" que possa ser aplicada por igual a todos os infectados.
Lembrando um pouco a nossa vida podemos em muitos casos estimar quando se deu a infecção. Em geral se alguém recebeu uma transfusão de sangue este já e um indicador muito provável. Se a nossa estimativa se situa há 20, 30 ou 40 anos atrás e o estado de nosso fígado, comprovado mediante a realização de uma biopsia mostra um fígado em bom estado, simplesmente com uma fibrose moderada, então podemos prever que temos uma doença aprazível, tranqüila, que pouco esta atacando nosso fígado e, isto, já será uma excelente notícia.
Porem, se a estimativa da infecção aconteceu há poucos anos, mais ou menos uma década e o nosso quadro já e de cirroses ou perto dela, então, atitudes mais agressivas quanto ao tratamento deverão ser consideradas.
Ainda o paciente deverá lidar com o estigma da doença. Não existem campanhas oficiais de divulgação da hepatite C, assim, a família, os amigos, os colegas de trabalho, praticamente a grande maioria de nosso meio social ainda desconhece a hepatite C ou a confunde com as hepatites A ou B e então a rejeição pelo desconhecido pode prejudicar a vida social. Muitos pensarão que você e um alcoólatra, um usuário de drogas ou que as escondidas tem uma vida sexual de alto risco, situações com as quais nenhum individuo quer ser caracterizado.
A decisão de falar sobre a sua condição de portador do vírus da hepatite C é uma decisão pessoal, de foro intimo, que cada um deve avaliar em função do meio onde vive e trabalha. Decidir como comunicar o diagnóstico, o que falar, como falar poderá ser complicado. Até você não ter as informações suficientes para mostrar que a hepatite C não se contamina socialmente provavelmente o melhor seja comentar somente com sua família, com os mais íntimos e à medida que você ganha informação terá argumentos para divulgar sem maiores problemas a sua infecção.
No trabalho, na escola, no clube, você poderá colar nos quadros de avisos e colocar sobre as mesas de trabalho folhetos explicativos sobre a hepatite C (na seção DIVULGAÇÃO da nossa página você encontra folhetos que pode imprimir e distribuir) e depois, quando os colegas já comentem sobre a doença, então será mais fácil falar sobre sua situação e encontrar o apoio necessário.
Quando alguém perguntar como aconteceu a infecção, a resposta pode ser totalmente honesta ou simplesmente informar que deve ter acontecido numa transfusão de sangue. A experiência mostra que as pessoas aceitam melhor esta resposta, ficam mais solidários.
Alguns trabalhadores provavelmente deverão manter segredo da infecção para não ter a possibilidade de perder o emprego. Se um cozinheiro de um restaurante falar que tem hepatite C provavelmente perderá clientes. O mesmo pode acontecer com um cirurgião ou até com um dentista. É comprovado que a hepatite C permite realizar qualquer atividade, mas, novamente, o desconhecimento da doença por colegas de trabalho poderá causar aborrecimentos.
É com nossos parceiros sexuais? Neste caso o mais aconselhável e falar abertamente, explicando que a transmissão sexual e muito baixa. Com certeza poucos irão informar ser portadores da hepatite C no primeiro encontro, mas se você pretende uma relação duradoura seja franco e honesto, mostre exatamente sua condição. Também pode praticar sexo seguro usando preservativos, não somente pela hepatite C, mas existem muitas doenças sexualmente transmissíveis, inclusive seu parceiro/a pode estar infectado por uma delas.
Então, aprenda sobre a hepatite C, procure fontes de informação, pesquise na internet, participe de reuniões de grupos de apoio, pois, o conhecimento e a informação são excelentes medicamentos.
Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
ONG - Registro n°. 176.655 - RCPJ-RJ - Rio de Janeiro - Brasil
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06/02/2006
Diagnostico: ¿Hepatitis C! Y ahora?
No es una agradable noticia saber del diagnostico positivo, de estar infectado con la hepatitis C. Miedo, rabia, negación, tristeza y depresión son las reacciones más comunes que pueden acontecer delante una enfermedad todavía muy desconocida.
Individuos que procuran conocer lo que es la hepatitis C, como ella actúa, cual la progresión, cuales los tratamientos y cual el futuro, en general superan las reacciones iniciales, las cuales pueden ser normales delante del choque del diagnóstico, las cuales si mantenidas por mucho tiempo son perjudicáis para el sistema de defensa del organismo.
Conociendo las características de la enfermedad el propio individuo pasa a hacer una evaluación más precisa de la estrategia a seguir y va a discutir con los médicos lo que es mejor para su caso, ya que no existe una formula igual, una "receta de cocina" que pueda ser aplicada por igual a todos los infectados.
Recordando un poco nuestra vida podemos en muchos casos estimar cuando se dio la infección. En general si alguien recibió una transfusión de sangre éste ya es un indicador muy probable. Si nuestra estimativa se sitúa hace unos 20, 30 ó 40 años atrás y el estado de nuestro hígado, comprobado mediante la realización de una biopsia muestra un hígado en bueno estado, simplemente con una fibrosis moderada, entonces podemos prever que tenemos una enfermedad apacible, tranquila, que poco ésta atacando nuestro hígado y, esto, ya será una excelente noticia.
Pero, si la estimativa de la infección aconteció hace pocos años, más o menos una década y nuestro cuadro ya es de cirrosis o cerca de ella, entonces, actitudes más agresivas en cuanto al tratamiento deberán ser consideradas.
Todavía el paciente deberá manejar el estigma de la enfermedad. No existen campañas oficiales de divulgación de la hepatitis C, así, la familia, los amigos, los colegas de trabajo, prácticamente la gran mayoría de nuestro medio social aún desconoce la hepatitis C o la confunde con las hepatitis A o B y entonces el rechazo por lo desconocido puede perjudicar la vida social. Muchos pensarán que usted es un borracho
, un usuario de drogas o que a las escondidas tiene una vida sexual de alto riesgo, situaciones con las cuales ningún individuo quiere ser caracterizado.
La decisión de hablar sobre su condición de portador del virus de la hepatitis C es una decisión personal, de foro intimo, que cada uno debe evaluar en función del medio donde vive y trabaja. Decidir como comunicar el diagnóstico, lo que hablar, como decir podrá ser complicado. Hasta usted no tener las informaciones suficientes para mostrar que la hepatitis C no se contagia socialmente probablemente lo mejor sea comentar solamente con su familia, con los más íntimos y a la medida que usted gana información tendrá argumentos para divulgar sin mayores problemas su infección.
En el trabajo, en la escuela, en el club, podrá pegar en los cuadros de avisos y poner sobre las mesas de trabajo folletos explicativos sobre la hepatitis C (en la sección DIVULGACIÓN de nuestra página usted encuentra folletos que puede imprimir y distribuir) y después, cuando los colegas ya comenten sobre la enfermedad, entonces será más fácil hablar sobre su situación y encontrar el apoyo necesario.
Cuando alguien pregunte cómo aconteció la infección, la respuesta puede ser totalmente honesta o simplemente informar que debe haber acontecido en una transfusión de sangre. La experiencia muestra que las personas aceptan mejor esta respuesta, se quedan más solidarios.
Algunos trabajadores probablemente deberán mantener secreto de la infección para no tener la posibilidad de perder el empleo. Si un cocinero de un restaurante decir que tiene hepatitis C probablemente perderá clientes. Lo mismo puede pasar con un cirujano o aun con un dentista. Es comprobado que la hepatitis C permite realizar cualquier actividad, pero, nuevamente, el desconocimiento de la enfermedad por colegas de trabajo podrá causar enfados.
¿Y con nuestros compañeros sexuales? En este caso lo más aconsejable es hablar abiertamente, explicando que la transmisión sexual es muy baja. Con certeza pocos irán a informar ser portadores de la hepatitis C en el primer encuentro, pero si usted pretende una relación duradera sea franco y honesto, muestre exactamente su condición. También puede practicar sexo seguro usando preservativos, no solamente por la hepatitis C, pero existen muchas enfermedades sexualmente transmisibles, incluso su compañero/a puede estar infectado por una de ellas.
Entonces, aprenda sobre la hepatitis C, procure fuentes de información, investigue en el internet, participe de reuniones de grupos de apoyo, pues, el conocimiento y la información son excelentes medicamentos.
Carlos Varaldo
Grupo Optimismo