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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
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14/08/2006


Alimentos de última geração

Os "alimentos funcionais" são um grupo de alimentos que podem prevenir doenças e estão sendo considerados como muito importantes para a nutrição e a imunologia.


O organismo humano conta com um importante sistema de defesa: as barreiras naturais e, entre elas, o sistema imune de mucosas. Este tem um papel preponderante frente às agressões ambientais: deve as conter mediante a presença de um exército que se encontra estrategicamente disposto para defender as portas da cidade. O sistema imune de mucosas do intestino representa o 70% da atividade de nossas defesas. Está composto por células e diversas substâncias solúveis que atuam entre eles para montar uma resposta adequada.

Nos últimos cinco anos houve importantes avanços no conhecimento básico através dos quais opera a resposta imune, chamada de "defesas". Estes novos conceitos foram incorporados na pratica medica mediante centenas de estudos que incluem dezenas de milhares de pacientes. Assim foram introduzidas novas estratégias terapêuticas entre as que se sobressai o desenvolvimento dos alimentos simbióticos, quer dizer, os que conjugam Lactobacillus Casei (probióticos) e fructanos naturais (prebióticos). Este grupo de alimentos tenta modular a resposta imunológica induzindo tolerância, lutando contra agentes infecciosos e prevenindo doenças como alguns tipos de câncer.

Existe abundante informação sobre a ação positiva destes alimentos (geralmente de origem no leite ou nos cereais) que contribuem a melhorar o estado de saúde e bem-estar, beneficiam uma ou várias funções do organismo e reduzem o risco de aparecimento de algumas doenças. Estas qualidades os fazem merecedores da condição de "alimentos funcionais", chamados FF ("functional food"), as estrelas da revolução que está vivendo a pesquisa e a tecnologia dos alimentos. Entre estes alimentos podemos citar os mais importantes:

Os prebióticos (ou "fructanos naturais"): alcançam diretamente o intestino e nutrem a flora, melhoram a absorção de cálcio e inibem o crescimento de bactérias patogênicas.

Os probióticos: microorganismos "bons" como os lactobacilos (lactobacillus Casei) e as bifidobactérias (presentes no iogurte e os leites fermentados), atuam diretamente contra as bactérias prejudiciais, funcionam como antibióticos e estimulam o sistema imunológico intestinal.

Combinando os dois grupos anteriores, forma-se o grupo de alimentos simbióticos, que potencializam os efeitos mencionados, ativam o sistema imune, têm propriedades anticolesterol, produzem substâncias antibióticas contra bactérias e (conforme se desprende de estudos realizados em ratos) teriam atividade preventiva contra alguns tipos de câncer.

Os fitoesteroles e fitoestanoles: componentes naturais dos alimentos, que também podem ser elaborados industrialmente. Têm propriedades antiinflamatórias, bactericidas e antifúngicas e degradam o colesterol no intestino durante o processo de absorção.

Os ácidos Omega 3 e 6: são ácidos grassos que protegem o sistema cardiovascular.

Os componentes destes "super-alimentos" se podem encontrar nos alimentos naturais. Mas nos "alimentos funcionais", estes se encontram em quantidades suficientes para oferecer um benefício adicional para a saúde.

Quando pensamos em alimentos, em geral os associamos com a nutrição. A característica dos "alimentos funcionais" é que além dos nutrientes, contêm componentes bioactivos que, conforme se comprovou através de pesquisas, promovem a saúde, entendida não só como ausência de doenças, mas sim como bem-estar (quer dizer, o fato de estar bem), explica a doutora Margarida Olivera Carrion, presidente da Associação Argentina de Tecnólogos Alimentares.

Os componentes bioactivos não são sintéticos nem novos. São estruturas naturais dos alimentos que já consumíamos normalmente. O que mudou é que agora conhecemos pelo menos em parte alguns de seus mecanismos de ação e isto permitiu o desenvolvimento de alimentos específicos que os contêm em maior quantidade. Assim nasce o conceito de "alimentos funcionais", que são alimentos formulados ou desenhados especialmente. E os simbióticos são "alimentos funcionais" de última geração, alimentos nos que foi possível vehiculizar probióticos e prebióticos no mesmo produto.


Não podem ser considerados medicamentos

Algumas prevenções: os alimentos funcionais não devem ser considerados panacéias, nem sequer como remédios. Corrigem alguns defeitos e carências da alimentação. Têm efeitos quando são consumidos regularmente e devem formar parte do desenvolvimento de hábitos saudáveis como não fumar, diminuir o consumo de sal, realizar atividade física, um conjunto de ações a qual determinará nossa qualidade de vida.

Ainda, ficam muitas perguntas pendentes. Entretanto, alguns estudos parecem confirmar o que se conhecia empiricamente ou epidemiológicamente. No caso dos simbióticos, possivelmente a mais chamativa das propriedades que lhes atribuem é sua atividade anticancerígena preventiva em cólon e bexiga.

É conhecido que o organismo humano foi desenhado à medida para um mundo que já não existe. Esse mundo foi modificado pela aparição dos meios de transporte, da luz elétrica, enfim, pela ciência e tecnologia. Mas também a ciência e a tecnologia (neste caso a tecnologia dos alimentos) oferecem uma ajuda valiosa e em permanente aumento para melhorar a qualidade de vida.


Como reconhecê-los

Para reconhecer um alimento funcional, terá que ler com cuidado os rótulos e etiquetas e verificar que tenham os ingredientes desejados. Um produto com agregado de cálcio, ou de vitaminas, por exemplo, não pertence à categoria dos "funcionais" e sim a dos "enriquecidos" ou "fortificados".

O conceito de alimento funcional foi desenvolvido pela primeira vez no Japão nos 80. Japão foi o pioneiro que implementou um ''círculo virtuoso'': o alimento geralmente é desenvolvido por centros de investigação, logo é produzido por empresas e o Ministério de Saúde lhe outorga a aprovação com um selo que os faz facilmente reconhecíveis.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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14/08/2006


Alimentos de última generación


Los "alimentos funcionales" son un grupo de alimentos que pueden prevenir enfermedades y están siendo considerados como muy importantes para la nutrición y la inmunología.


El organismo humano cuenta con un importante sistema de defensa: las barreras naturales y, entre ellas, el sistema inmune de mucosas. Este tiene un papel preponderante frente a las agresiones ambientales: debe contenerlas mediante la presencia de un ejército que se encuentra estratégicamente dispuesto para defender las puertas de la ciudad. El sistema inmune de mucosas del intestino representa el 70% de la actividad de nuestras defensas. Está compuesto por células y diversas sustancias solubles que interactúan para montar una respuesta adecuada.

En los últimos cinco años hubo importantes avances en el conocimiento básico a través de los cuales opera la respuesta inmune, las llamadas "defensas". Estos formidables adelantos fueron volcados a la clínica mediante centenares de estudios que incluyen a decenas de miles de pacientes. Así se introdujeron nuevas estrategias terapéuticas entre las que sobresale el desarrollo de los alimentos simbióticos, es decir, los que conjugan Lactobacillus casei (probióticos) y fructanos naturales (prebióticos). Este grupo de alimentos intentan modular la respuesta inmunológica induciendo tolerancia, combatiendo contra agentes infecciosos y previniendo enfermedades como algunos tipos de cáncer.

Existe abundante información sobre la acción positiva de estos alimentos (generalmente de origen lácteo o cereales) que contribuyen a mejorar el estado de salud y bienestar, benefician una o varias funciones del organismo y reducen el riesgo de padecer algunas enfermedades. Estas cualidades los hacen merecedores de la condición de "alimentos funcionales", llamados FF ("functional food"), las estrellas de la revolución que está viviendo la investigación y la tecnología alimentaria. Entre estos alimentos podemos citar los mas importantes:

Los prebióticos (o "fructanos naturales"): alcanzan directamente el intestino y nutren la flora, mejoran la absorción de calcio e inhiben el crecimiento de bacterias patógenas.

Los probióticos: microorganismos "buenos" como los lactobacilos (lactobacillus Casei) y las bifidobacterias (presentes en el yogurt y las leches fermentadas), actúan directamente contra las bacterias perjudiciales, funcionan como antibióticos y estimulan el sistema inmunológico intestinal.

Combinando los dos grupos anteriores, se forma el grupo de alimentos simbióticos, que potencian los efectos mencionados, activan el sistema inmune, tienen propiedades anticolesterol, producen sustancias antibióticas contra bacterias y (según se desprende de estudios realizados en ratones) tendrían actividad preventiva contra algunos tipos de cáncer.

Los fitoesteroles y fitoestanoles: componentes naturales de los alimentos, que también pueden ser elaborados industrialmente. Tienen propiedades antiinflamatorias, bactericidas y antifúngicas y desplazan al colesterol en el intestino durante el proceso de absorción.

Los ácidos omega 3 y 6: son ácidos grasos que protegen el sistema cardiovascular.

Los componentes de estos "superalimentos" se pueden encontrar en los alimentos naturales saludables. Pero en los "alimentos funcionales", estos se encuentran en cantidades suficientes como para ofrecer un beneficio adicional para la salud.

Cuando pensamos en alimentos, los asociamos con la nutrición. La característica de los "alimentos funcionales" es que además de los nutrientes, contienen componentes bioactivos que, según se ha comprobado a través de investigaciones, promueven la salud, entendida no sólo como ausencia de enfermedad sino como bienestar (es decir, el hecho de estar bien), explica la doctora Margarita Olivera Carrion, presidente de la Asociación Argentina de Tecnólogos Alimentarios.

Los componentes bioactivos no son sintéticos ni nuevos. Son estructuras naturales de los alimentos que ya consumíamos normalmente. Lo que cambió es que ahora conocemos por lo menos en parte algunos de sus mecanismos de acción y esto ha permitido el desarrollo de alimentos específicos que los contienen en mayor cantidad. Así nace el concepto de "alimentos funcionales", que son alimentos formulados o diseñados especialmente. Y los simbióticos son "alimentos funcionales" de última generación, alimentos en los que ha sido posible vehiculizar probióticos y prebióticos en el mismo producto".


No son remedios

Algunas prevenciones: los alimentos funcionales no deben ser considerados panaceas, ni siquiera como remedios. Corrigen algunos defectos y carencias de la alimentación. Tienen efectos cuando son consumidos regularmente y deben formar parte del desarrollo de hábitos saludables como no fumar, disminuir la ingesta de sodio, realizar actividad física, todo lo cual determinará nuestra calidad de vida.

Todavía, quedan muchas preguntas pendientes. Sin embargo, algunos estudios parecen confirmar lo que se conocía empíricamente o epidemiológicamente. En el caso de los simbióticos, quizás la más llamativa de las propiedades que se les atribuyen es su actividad anticancerígena preventiva en colon y vejiga.

Se dice que el organismo humano fue diseñado a la medida de un mundo que ya no existe. Ese mundo fue modificado por la aparición de los medios de transporte, de la luz eléctrica, en fin, por la ciencia y tecnología. Pero también la ciencia y la tecnología -en este caso la tecnología alimentaria- ofrecen una ayuda valiosa y en permanente aumento para mejorar la calidad de vida.


Cómo reconocerlos

Para reconocer un alimento funcional, hay que leer con cuidado las etiquetas y verificar que tengan los ingredientes deseados. Un producto con agregado de calcio, o de vitaminas, por ejemplo, no pertenece a la categoría de los "funcionales" sino a la de los "enriquecidos" o "fortificados".

El concepto de alimento funcional fue desarrollado por primera vez en Japón en los 80. Japón fue el pionero que implementó un ''círculo virtuoso'': el alimento generalmente es desarrollado por centros de investigación, luego es producido por empresas y el Ministerio de Salud le otorga la aprobación con un sello que los hace fácilmente reconocibles.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 14.8.2006