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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 9973.6832 - Fax. (21) 2549.8809
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

12/09/2006


NUTRIÇÃO NOS DOENTES HEPÁTICOS


"A terapia ortomolecular consiste em proporcionar a cada pessoa a concentração ótima das substâncias que estão presentes em nosso organismo com o fim de corrigir alterações e manter uma boa saúde."


Palavras do Linus Pauling, duas vezes Premio Nobel e Professor de Química na Universidade do Stanford (EUA) explicando sobre o efeito da nutrição ao falar sobre o poder da alimentação no ser humano ao se referir à necessidade de ingerir vitaminas, minerais, oligoelementos, aminoácidos, enzimas, ácidos gordurosos, fitohormonas, etc., de forma correta.

Devemos entender que nossa alimentação determina o grau de saúde que podemos apresentar. Portanto, nossa alimentação deverá conter suficientes gorduras, hidratos de carbono e proteínas assim como vitaminas e minerais.

A alimentação em pacientes com hepatite e extremamente importante. A hepatite é uma inflamação do fígado que pode ser ocasionada por uma infecção, uma intoxicação ou um processo alérgico embora as mais freqüentes som ocasionadas por vírus. A hepatite tóxica em geral é de origem alimentar ou medicamentosa.

Sabemos que o um fator decisivo para prevenir infecções é que o sistema imune se encontre em boas condições de funcionamento. Embora a constituição genética influa em grande medida sobre a imunidade também o fazem os fatores externos sendo os principais a dieta e os hábitos de vida.

A alimentação influi enormemente sobre a atuação dos glóbulos brancos que constituem a primeira linha de defesa contra as infecções como é o caso dos neutrofilos encarregados de fagocitar bactérias, vírus e células cancerosas (e dos linfócitos) entre os que se encontram os linfócitos B e T e as células "natural killer" (assassinas naturais).

Os linfócitos B produzem anticorpos que destroem bactérias, vírus e células dos tumores. Os linfócitos T dirigem muitas das atividades imunitarias e produzem interferon e interleucina, dois agentes químicos fundamentais para bloquear as infecções, fundamentais na hepatite.

Para conseguir uma boa qualidade de vida é necessário repousar e dormir suficientemente e evitar realizar esforços, controlar o estresse, as tensões nervosas e emocionais, evitar uma dieta complexa e de difícil digestão, diminuir a ingestão de gorduras saturadas, açúcares refinados ou alimentos fritos já que geram muitos resíduos metabólicos, substituir os hidratos de carbono simples por complexos, consumir frutas e vegetais, consumir fibras vegetais para facilitar a eliminação dos resíduos tóxicos e medicamentosos. Também é necessário evitar todos aqueles alimentos que possam sobrecarregar a função hepática, não ingerir absolutamente bebidas alcoólicas, aditivos ou poluentes químicos e, na medida do possível, fazer o menor uso de medicamentos e aumentar o consumo de alimentos com propriedades antibióticas (alho, cebola, rabanetes, alho-porro, etc.), e daqueles que estimulam a atividade do sistema imune e dos que possuem ação alcalina, como o limão.


ALIMENTOS RECOMENDADOS NAS HEPATITES:

- Óleos de sementes de primeira pressão em frio.

Excelentes para a saúde quando ingeridos sem abusar. O melhor é consumir diariamente azeite de oliva, rico em ácido oléico capaz de manter o equilíbrio entre as gorduras saturadas e insaturadas.

- Acerola.

É a fruta mais rica em vitamina C e, além disso, contém flavonoides (hesperidina e rutina). Melhora a função imunitaria e a produção de interferon.

- Alhos e cebolas.

O alho é um antibiótico natural. É ativo frente a numerosas bactérias, vírus, fungos e parasitas além de ser rico em vitaminas e sais minerais. O alho alho-porro possui também ação antibiótica. A cebola é similar ao alho e rica em flavonoides, enzimas e sais minerais.

- Alcachofra e cardo.

Seu conteúdo no Silimarina e cinarina melhora a função hepática e desintoxica o fígado.

- Alfafa.

Rica em oligoelementos e minerais que favorecem a síntese de anticorpos.

- Cerejas, morangos e groselhas.

Contêm importantes antioxidantes e melhoram a circulação a nível portal no fígado.

- Agrião.

Ajuda na recuperação e o bom funcionamento hepático.

- Cereais integrais.

Hidratos de carbono complexos que contribuem com vitaminas do grupo B necessárias para o bom funcionamento hepático.

- Chucrute.

Favorece o metabolismo hepático.

-Ameixa.

É pobre em sódio, gorduras e proteínas pelo que é adequada nos casos de doenças hepáticas.

- Cúrcuma.

A curcumina é um pigmento amarelo com efeitos protetores para o fígado similares a Silimarina e a cinarina do cardo Mariano e a alcachofra.

- Dente de leão.

Tal qual a alcachofra e o cardo é um dos indicados na alimentação do doente hepático. É um grande desintoxicante e depurativo do fígado.

- Framboesa.

Facilita a eliminação das substâncias que produzem as infecções.

- Geléia real.

Exerce uma ação lhe revitalizem e tonificante da função imunitaria.

- Kiwi.

Inmunoestimulante por seu conteúdo em oligoelementos, minerais e vitamina C.

- Lecitina de Soja.

Contém colina, uma vitamina necessária para o metabolismo hepático.

- Legumes e verduras com folhas verdes.

Contribuem com ácido fólico que ajudam à recuperação dos hepatócitos.

- Levedura de cerveja.

Fonte importante de vitaminas do grupo B, selênio, zinco, inositol e colina.

- Limão.

É um alimento inmunoestimulante de grande utilidade em todo tipo de infecções.

- Litchia.

É muito útil por sua ação inmunoestimulante.

- Maçã.

Descongestionante do fígado.

- Melão.

É hidratante e remineralizante. Favorece a reposição da água e das sai minerais, que se perdem nos casos de doenças infecciosas.

- Mel.

Contém frutose que facilita a formação de glucógeno e melhora o funcionamento hepático.

- Nêsperas.


Descongestionante hepático capaz de melhorar a hepatomegalia.

- Rabanete.

É rico em compostos sulfurosos entre os que se destaca a rafanina, de grande poder antibiótico, antiviral e inmunoestimulante, sobre tudo a nível hepático.

- Sesamo.

Contém vitaminas do grupo B que facilitam o bom funcionamento e a regeneração das células hepáticas.

- Cogumelos: shii-take, may-take, etc.

Estimulantes da produção de interferon.

- Tapioca.

É a farinha de mandioca que contribui com hidratos de carbono de fácil assimilação sem conter gorduras o que facilita a função hepática.

- Tomate.

Ricos em carotenóides antioxidantes e em minerais de ação inmunoestimulante.

- Uva.

Contribuem com açúcares naturais e vitaminas antioxidantes ativando a função desintoxicadora. Estimula também a produção de bílis o que descongestiona o fígado e facilita a circulação de sangue por seu interior. Facilita o retorno do sangue do aparelho digestivo ao fígado com o qual diminui a hipertensão portal.


ALIMENTOS PREJUDICIAIS PARA OS DOENTES HEPÁTICOS:

- Alimentos fritos.

Não são recomendáveis por sua riqueza em gorduras que se oxidam pelo calor da fritura.

- Alimentos refinados.

Debilitam as defesas orgânicas ao nos privar de nutrientes importantes. O mas conhecido é o açúcar refinado.

- Alimentos tiramino-liberadores.

Compreende os queijos e carnes preparadas, os frios, os alimentos defumados, o vinho branco e o chocolate.

- Açúcares.

Todos eles, em excesso, conseguem diminuir a resposta imunitaria frente às infecções.

- Bebidas alcoólicas.

Resultam altamente prejudiciais para o fígado. A abstinência deve ser total. A ingestão de bebidas alcoólicas agrava a icterícia.

- Carne e embutidos.

Não são recomendados porque contêm gorduras saturadas, sal e proteínas em abundância.

- Chocolate.


Contém açúcares e gorduras em abundância pelo que está contra-indicado.

- Leite e derivados.

Sobre tudo quando a leite e os derivados são integrais, os quais exigem do fígado um esforço extra que não e recomendado quando existem alterações hepáticas. Dar preferência a leite desnatada.

- Manteiga, fígado de animais e laticinios gordurosos.

A vitamina A que contêm estes mantimentos poderia acumular-se no caso de padecer alguma hepatopatía e aumentar a inflamação do fígado.

- Creme de leite.

Contém uma grande quantidade de gordura pelo que sua digestão implica um esforço adicional para o fígado.

- Sal.

Favorece a ascite pelo que deve limitar-se seu consumo ou evitar-se totalmente.


COMPLEMENTOS DE VITAMINAS E MINERAIS NECESSÁRIOS PARA O FUNCIONAMENTO DO FÍGADO:

- Complexo B.

Suas vitaminas são indispensáveis para a manutenção do fígado em bom estado de funcionamento.

- Vitamina B12.

Sua deficiência dificulta a capacidade do sistema imune, sem esquecer que também é necessária para sintetizar distintas enzimas, colina e material genético.

- Ácido fólico.

Favorece a atividade hepática.

- Selênio.

É deficiente quando existe qualquer alteração hepática mas além disso tem uma importante atividade sobre a função imune já que estimula a atividade dos leucócitos. A Castanha do Pará é a melhor fonte de Selênio.

- Fatores lipotrópicos.

Evitam a infiltração de gordura do fígado e favorecem sua função. A metionina é convertida em cisteína e esta em glutation, péptido de grande importância na defesa contra numerosos agentes tóxicos. O glutation se combina diretamente com as substâncias tóxicas, forma compostos solúveis em água e se produz mais facilmente sua excreção a nível renal.

- Ácido lipóico.

É um potente antioxidante, protege o fígado dos danos causados pela acumulação de toxinas e, atua como potente desentoxicante.

- N-Acetil cisterna.

É um potente protetor hepático com capacidade para neutralizar diferentes compostos tóxicos.

- Vitamina C.

Tem um importante papel por sua atividade frente aos poluentes; além disso é fundamental seu papel na atividade do sistema imunologico. Protege ao ácido fólico da oxidação. Tem uma conhecida atividade antiviral aumentando a atividade linfocitaria e incrementando os níveis de interferon natural.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Vitaminas e complementos minerais somente devem ser utilizados sem exceder as dose diária recomendada e nunca devem ser utilizados sem consultar antecipadamente o médico!

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°. 176.655 - RCPJ-RJ - Rio de Janeiro - Brasil
Tel. 55.21 - 9973.6832 - Fax. 55.21 - 2549.8809
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

12/09/2006


NUTRICIÓN DE LOS ENFERMOS HEPÁTICOS


"La terapia ortomolecular consiste en proporcionar a cada persona la concentración óptima de las sustancias que están presentes en nuestro organismo con el fin de corregir alteraciones y mantener una buena salud."

Palabras de Linus Pauling, dos veces Premio Nobel e catedrático de Química en la Universidad de Stanford (EE.UU.) explicando sobre el efecto de la nutrición al hablar sobre el poder de la alimentación en el ser humano al se referir a la necesidad de ingerir vitaminas, minerales, oligoelementos, aminoácidos, enzimas, ácidos grasos, fitohormonas, etc., de forma correcta.

Debemos entender que nuestra alimentación determina el grado de salud que podemos presentar. Por tanto, nuestra alimentación deberá contener suficientes grasas, hidratos de carbono y proteínas así como vitaminas y minerales.

La alimentación en pacientes con hepatitis e sumamente importante. La hepatitis es una inflamación del hígado que puede deberse a una infección, a una intoxicación o a un proceso alérgico si bien las más frecuentes son ocasionadas por virus. Las hepatitis tóxicas suelen ser de origen alimentario o medicamentoso.

Sabemos que es un factor más decisivo para prevenir las infecciones que el sistema inmune se encuentre en buenas condiciones. Aunque la constitución genética influye en gran medida sobre la inmunidad también lo hacen los factores externos siendo los principales la dieta y unos buenos hábitos de vida.

La alimentación influye enormemente sobre la actuación de los glóbulos blancos que constituyen la primera línea de defensa contra las infecciones como es el caso de los neutrófilos -encargados de fagocitar bacterias, virus y células cancerosas- y de los linfocitos -entre los que se encuentran los linfocitos B y T y las células "natural killer" (asesinas naturales).

Los linfocitos B producen anticuerpos que destruyen bacterias, virus y células tumorales. Los linfocitos T dirigen muchas de las actividades inmunitarias y producen interferón e interleucina, dos agentes químicos fundamentales para bloquear las infecciones fundamentales en la hepatitis.

Para conseguir una buena calidad de vida es necesario reposar y dormir suficientemente y evitar realizar esfuerzos, controlar el estrés, las tensiones nerviosas y emocionales, evitar una dieta compleja y de difícil digestión, disminuir la ingestión de grasas saturadas, azúcares refinados o alimentos fritos ya que generan demasiados residuos metabólicos, sustituir los hidratos de carbono simples por complejos, consumir frutas y vegetales, consumir fibras vegetales para facilitar la eliminación de los residuos tóxicos y medicamentosos. También es necesario evitar todos aquellos alimentos que puedan sobrecargar la función hepática, no tomar en absoluto bebidas alcohólicas, aditivos o contaminantes químicos y, en la medida de lo posible, realizar el menor uso de medicamentos y aumentar el consumo de alimentos con poder antibiótico (ajo, cebolla, rábanos, puerros, etc.), y de aquellos que estimulan la actividad del sistema inmune y de los que poseen acción alcalinizante, como el limón.


ALIMENTOS RECOMENDADOS EN LAS HEPATITES:

- Aceites de semillas de primera presión en frío.

Excelentes para la salud cuando ingeridos sin abusar. Lo mejor es consumir diariamente aceite de oliva, rico en ácido oleico capaz de mantener el equilibrio entre las grasas saturadas e insaturadas.

- Acerola.

Es la fruta más rica en vitamina C y además contiene flavonoides (hesperidina y rutina). Mejora la función inmunitaria y la producción de interferón.

- Ajos, puerros y cebollas.

El ajo es un antibiótico natural. Es activo frente a numerosas bacterias, virus, hongos y parásitos además de ser rico en vitaminas y sales minerales. El puerro posee también acción antibiótica pero más suave. La cebolla es similar al ajo y rica en flavonoides, enzimas y sales minerales.

- Alcachofa y cardo.

Su contenido en silimarina e cinarina mejora la función hepática y desintoxica el hígado.

- Alfalfa.

Rica en oligoelementos y minerales que favorecen la síntesis de anticuerpos.

- Arándanos, cerezas, fresas y grosellas.

Contienen importantes antioxidantes y mejoran la circulación a nivel portal en el hígado.

- Berros.

Ayudan en la recuperación y el buen funcionamiento hepático.

- Cereales integrales.

Hidratos de carbono complejos que aportan vitaminas del grupo B necesarios para el buen funcionamiento hepático.

- Chucrut.

Favorece el metabolismo hepático.

-Ciruela.

Es muy baja en sodio, grasas y proteínas por lo que es adecuada en los casos de afecciones hepáticas.

- Cúrcuma.

La curcumina es un pigmento amarillo con efectos protectores para el hígado similares a la silimarina y la cinarina del cardo mariano y la alcachofa.

- Diente de león.

Tal cual la alcachofa y el cardo es uno de los alimentos indicados en la alimentación del enfermo hepático. Es un gran desintoxicador y depurativo del hígado.

- Frambuesa.

Facilita la eliminación de las sustancias de desecho que se producen en las infecciones.

- Jalea real.


Ejerce una acción revitalizante y tonificante de la función inmunitaria.

- Kiwi.

Inmunoestimulante por su contenido en oligoelementos, minerales y vitamina C.

- Lecitina.

Contiene colina, una vitamina necesaria para el metabolismo hepático.

- Legumbres y verduras foliáceas verdes.

Aportan ácido fólico que ayudan a la recuperación de los hepatocitos.

- Levadura de cerveza.

Fuente importante de vitaminas del grupo B, selenio, zinc, inositol y colina.

- Limón.

Es un alimento inmunoestimulante de gran utilidad en todo tipo de infecciones.

- Litchi.

Es muy útil por su acción inmunoestimulante.

- Manzana.

Descongestivo hepático.

- Melón.

Es hidratante y remineralizante. Favorece la reposición del agua y de las sales minerales, que se pierden en los casos de enfermedades infecciosas.

- Miel.

Contiene fructosa que facilita la formación de glucógeno y mejora el funcionamiento hepático.

- Nísperos.

Descongestionante hepático capaz de mejorar la hepatomegalia.

- Rábano.

Es rico en compuestos sulfurados entre los que destaca la rafanina, de gran poder antibiótico, antivírivo e inmunoestimulante, sobre todo a nivel hepático.

- Sésamo.

Contiene vitaminas del grupo B que facilitan el buen funcionamiento y la regeneración de las células hepáticas.

- Setas chinas: shii-take, mai-take, etc.

Estimulantes de la producción de interferón.

- Tapioca.

Es la harina de un tipo de mandioca que aporta hidratos de carbono de fácil asimilación sin contener grasas lo que facilita la función hepática.

- Tomates.

Ricos en carotenoides antioxidantes y en minerales de acción inmunoestimulante.

- Uvas.

Aportan azúcares naturales y vitaminas antioxidantes activando la función desintoxicadora. Estimula también la producción de bilis lo que descongestiona el hígado y facilita la circulación de sangre por su interior. Facilita el retorno de la sangre del aparato digestivo al hígado con lo cual disminuye la hipertensión portal.


ALIMENTOS PERJUDICIALES PARA LOS ENFERMOS HEPÁTICOS:

- Alimentos fritos.

No son recomendables por su riqueza en grasas que se oxidan por el calor de la fritura.

- Alimentos refinados.


Debilitan las defensas orgánicas al privarnos de nutrientes importantes. El mas conocido es el azúcar refinado.

- Alimentos tiramino-liberadores.

Comprende los quesos y carnes preparadas, los fiambres, los alimentos ahumados, el vino blanco y el chocolate.

- Azúcares.

Todos ellos, en exceso, logran disminuir la respuesta inmunitaria frente a las infecciones.

- Bebidas alcohólicas.

Resultan altamente perjudiciales para el hígado. La abstinencia debe ser total. La ingestión de bebidas alcohólicas agrava la ictericia.

- Carne y embutidos.

No son recomendados porque contienen grasas saturadas, sal y proteínas en abundancia.

- Chocolate.


Contiene azúcares y grasas en abundancia por lo que está contraindicado.

- Leche y derivados.

Sobre todo cuando son leche y derivados enteros pues estos exigen del hígado un esfuerzo extra que no conviene cuando existen alteraciones hepáticas. La leche descremada es más recomendable.

- Mantequilla, hígado de animales y lácteos grasos.

La vitamina A preformada que contienen estos alimentos podría acumularse en el caso de padecer alguna hepatopatía y provocar o aumentar la inflamación del hígado.

- Nata.

Contiene una gran cantidad de grasa láctea por lo que su digestión implica un esfuerzo adicional para el hígado.

- Sal.

Favorece la ascitis por lo que debe limitarse su consumo o evitarse totalmente.


COMPLEMENTOS DE VITAMINAS Y MINERALES NECESARIOS PARA EL FUNCIONAMIENTO DEL HÍGADO:

- Complejo B.

Sus vitaminas son indispensables para el mantenimiento del hígado en buen estado de funcionamiento.

- Vitamina B12.

Su deficiencia dificulta la capacidad del sistema inmune, sin olvidar que también es necesaria para sintetizar distintas enzimas, colina y material genético.

- Ácido fólico.

Favorece la actividad hepática.

- Selenio.

Es deficiente cuando existe cualquier alteración hepática pero además tiene una importante actividad sobre la función inmune ya que estimula la actividad de los leucocitos. La Castaña del Brasil es la mejor fuente de Selenio.

- Factores lipotrópicos.

Evitan la infiltración grasa del hígado y favorecen su función. La metionina es convertida en cisteína y ésta en glutation, péptido de gran importancia en la defensa contra numerosos agentes tóxicos. El glutation se combina directamente con las sustancias tóxicas, forma compuestos solubles en agua y se produce más fácilmente su excreción a nivel renal.

- Ácido lipóico.

Es un potente antioxidante, protege al hígado de los daños causados por la acumulación toxémica y, a la vez, actúa como potente detoxificador.

- N-Acetil cisterna.

Es un potente protector hepático con capacidad para neutralizar diferentes compuestos tóxicos.

- Vitamina C.

Tiene un importante papel por su actividad frente a los contaminantes; además es fundamental su papel en la actividad del sistema inmunitario. Protege al ácido fólico de la oxidación, en particular, y a otras sustancias, en general. Tiene una conocida actividad antivírica aumentando la actividad linfocitaria e incrementando los niveles de interferón natural.

OBSERVACIÓN IMPORTANTE: Vitaminas y complementos minerales solo deben ser utilizados sin exceder las dosis diarias recomendadas y nunca deben ser utilizados sin consultar anticipadamente al médico.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 19.9.2006