Texto en Español al final - Apriete aquí


GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

20/09/2010


Dietas de maior risco em pessoas com menor imunidade


Pesquisadores do Colégio Universitário de Cork na Irlanda descrevem, em um trabalho recente (1), como as bactérias utilizam diferentes truques que ajudam a sua sobrevivência dentro do organismo o que ajuda a explicar por que as intoxicações alimentares são imprevisíveis. Os resultados da pesquisa foram apresentados na reunião da Sociedade de Microbiologia Geral realizada em Nottingham, Reino Unido.

O trabalho pode ajudar a identificar e eliminar da dieta os alimentos de maior risco em pessoas suscetíveis, como grávidas, idosos e pacientes com baixas defesas, como transplantados, infectados com AIDS ou em tratamento da hepatite C ou câncer.

Uma dos desafios maiores que confrontam as bactérias que proliferam nos alimentos é sobreviver aos ambientes ácidos, em particular no estômago e os intestinos, onde morrem a maioria de micróbios que se encontram na comida contaminada.

O trabalho, dirigido pelo Dr. Colin Hill, revela que a bactéria Listeria, que se encontra nos queijos de massa mole e os alimentos preparados para consumo, como embutidos de carne e alimentos preparados, congelados ou enlatados, podem sobreviver nas duras condições ácidas encontradas no estomago. As bactérias da Listeria que sobrevivem podem causar infecções graves e algumas vezes mortais em indivíduos com baixa imunidade.

O papel do glutamato

Certos elementos da comida como o aminoácido glutamato (glutamato monossódico) pode ajudar às bactérias a neutralizar o ácido, o que permite às bactérias passar através do estômago sem serem destruídas.

O Dr. Hill assinala, em relação a isto, que as pessoas que consomem alimentos que estão poluídos com a Listeria e têm alto nível de glutamato, como no caso dos queijos brandos ou os produtos de carne, como os frios, têm uma maior probabilidade de desenvolver uma infecção grave que alguém que coma a mesma quantidade de bactérias em um alimento baixo em glutamato. O pesquisador assinala que isto se complica se um alimento contaminado, com pouco glutamato se ingere em combinação com outro alto neste elemento como o suco de tomate e muito outros alimentos industrializados, o que poderia também aumentar o risco de infecção.

A Listeria pode também aproveitar-se para sobreviver do processamento dos alimentos e das condições de armazenamento. "As bactérias que estão expostas a um pH baixo antes de entrar no organismo poderiam tornar-se mais tolerantes ao ácido e por isso estar mais bem equipadas para confrontar as condições ácidas do organismo. Por exemplo, a Listeria que contamina alimentos ácidos por natureza como o queijo, poderia ser mais propensa a provocar uma infecção que aquela que se encontra em água ou alimentos com um pH mais neutro".

Hill explica como o trabalho de seu grupo poderia ajudar a reduzir a incidência das infecções da Listeria. "O número de casos de listeriosis quase dobrou na última década na Europa. Isto se deve a que a bactéria é muito boa em superar as provocações presentes na comida e o organismo".

Para o pesquisador, o trabalho de seu grupo mostra que o consumo da Listeria em um alimento poderia ser bastante seguro, porém se ao mesmo tempo consumir a mesma quantidade em outro alimento poderia ser letal. "Ao conhecer o conteúdo da preparação do alimento poderemos identificar e eliminar os alimentos de maior risco da dieta das pessoas suscetíveis".

Ao ler a matéria tomei ao mesmo tempo conhecimento de uma pesquisa que acaba de ser publicada no Hepatology, realizada na Holanda (2) a qual estudou a neutropenia (diminuição dos glóbulos brancos do sangue, diminuindo as células de defesa do organismo e colocando o paciente em risco de infecções) durante o tratamento da hepatite C com a utilização do interferon peguilado em 321 pacientes, encontrando que a média de neutrófilos no grupo de pacientes antes do tratamento era de 3.420 células/ml. Durante o tratamento 29,7% dos pacientes apresentaram neutropenia, com um nível de neutrófilos inferior a 750 células/ml, com moderado risco de infecção e, 5% chegaram a níveis inferiores a 375 células/ml, com elevado risco de infecções.

Juntando as duas pesquisas, por simples e livre suposição, achei que seria interessante alertar sobre os cuidados que pacientes com baixas defesas, seja por doenças, transplantes ou, por tratamentos como o do câncer ou da hepatite C devem observar em relação à alimentação, evitando ingerir alimentos que por uma inadequada preparação ou conservação podem provocar infecções intestinais, as quais serão de difícil tratamento.

Conhecendo o Glutamato:


O glutamato monossódico é usado em uma ampla variedade de alimentos saborosos para criar um sabor suave, rico e de maior concentração. Pode ser adicionado em carnes preparadas, peixes, frangos, vegetais e frutos do mar e, em muitos países, é usado como condimento de mesa. Em muitos países, o glutamato monossódico é a base para os populares molhos para salada.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
(1) - Articulo redigido com informações retiradas de matéria publicada por JANO.es em 06 Setembro de 2010
(2) - Risk factors for infection during treatment with peginterferon alfa and ribavirin for chronic hepatitis C. - Roomer R, Hansen BE, Janssen HL, de Knegt RJ. - Departments of Gastroenterology and Hepatology, University Medical Center Rotterdam, Rotterdam, The Netherlands. - Hepatology. 2010 Jul 29. (on line)


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo




Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal:
As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM


O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org


¡ALERTA!

Enquanto você realiza a leitura deste artigo,
¡Mientras usted realiza la lectura de este artículo,
1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!

GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - Brasil
Teléfonos: Rio de Janeiro (005521) 4063.4567 - São Paulo (005511) 3522.3154 (de 11.00 a las 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

20/09/2010


Dietas de mayor riesgo en personas con menor inmunidad


Investigadores del Colegio Universitario de Cork en Irlanda describen, en un trabajo reciente (1), como las bacterias utilizan diferentes trucos que ayudan su supervivencia dentro del organismo lo que ayuda a explicar por qué las intoxicaciones alimentares son imprevisibles. Los resultados de la investigación fueron presentados en la reunión de la Sociedad de Microbiología General realizada en Nottingham, Reino Unido.

El trabajo puede ayudar a identificar y eliminar de la dieta los alimentos de mayor riesgo en personas susceptibles, como embarazadas, de edad y pacientes con bajas defensas, como trasplantados, infectados con SIDA o en tratamiento de la hepatitis C o del cáncer.

Una de los desafíos mayores que afrontan las bacterias que proliferan en los alimentos es sobrevivir a los ambientes ácidos, en particular en el estómago y los intestinos, donde mueren la mayoría de microbios que se encuentran en la comida contaminada.

El trabajo, dirigido por el Dr. Colin Hill, revela que la bacteria Listeria, que se encuentra en los quesos blandos y los alimentos preparados para consumo, como embutidos de carne y alimentos preparados, congelados o enlatados, pueden sobrevivir en las duras condiciones ácidas encontradas en el estomago. Las bacterias de la Listeria que sobreviven pueden causar infecciones graves y algunas veces mortales en individuos con baja inmunidad.

El papel del glutamato


Ciertos elementos de la comida como el aminoácido glutamato (glutamato monosódico) puede ayudar a las bacterias a neutralizar el ácido, lo que permite a las bacterias pasar a través del estómago sin ser destruidas.

El Dr. Hill señala, con relación a esto, que las personas que consumen alimentos que están contaminados con la Listeria y tienen alto nivel de glutamato, como en el caso de los quesos blandos o los productos de carne, como los fiambres, tienen una mayor probabilidad de desarrollar una infección grave que alguien que coma la misma cantidad de bacterias en un alimento bajo en glutamato. El pesquisidor señala que esto se complica si un alimento contaminado, con poco glutamato se ingiere en combinación con otro alto en este elemento como el zumo de tomate y muchos otros alimentos industrializados, lo que podría también aumentar el riesgo de infección.

La Listeria puede también aprovecharse para sobrevivir del procesamiento de los alimentos y de las condiciones de almacenamiento. "Las bacterias que están expuestas a un pH bajo antes de entrar en el organismo podrían volverse más tolerantes al ácido y por eso estar más bien equipadas para afrontar las condiciones ácidas del organismo. Por ejemplo, la Listeria que contamina alimentos ácidos por naturaleza como el queso, podría ser más propensa a provocar una infección que aquélla que se encuentra en agua o alimentos con un pH más neutro".

Hill explica como el trabajo de su grupo podría ayudar a reducir la incidencia de las infecciones de la Listeria. "El número de casos de listeriosis casi dobló en la última década en Europa. Esto se debe a que la bacteria es muy buena en superar las provocaciones presentes en la comida y el organismo".

Para el pesquisidor, el trabajo de su grupo muestra que el consumo de la Listeria en un alimento podría ser bastante seguro, más si al mismo tiempo consumir la misma cantidad en otro alimento podría ser letal. "Al conocer el contenido de la preparación del alimento podremos identificar y eliminar los alimentos de mayor riesgo de la dieta de las personas susceptibles".

Al leer la materia tomé al mismo tiempo conocimiento de una investigación que acaba de ser publicada en el Hepatology, realizada en Holanda (2) la cual estudió la neutropenia (disminución de los glóbulos blancos de la sangre, disminuyendo las células de defensa del organismo y colocando el paciente en riesgo de infecciones) durante el tratamiento de la hepatitis C con la utilización del interferón pegilado en 321 pacientes, encontrando que la media de neutrófilos en el grupo de pacientes antes del tratamiento era de 3.420 células/ml. Durante el tratamiento 29,7% de los pacientes presentaron neutropenia, con un nivel de neutrófilos inferior a 750 células/ml, con moderado riesgo de infección y, 5% llegaron a niveles inferiores a 375 células/ml, con elevado riesgo de infecciones.

Juntando los dos estudios, por simple y libre suposición, pensé que sería interesante alertar sobre los cuidados que pacientes con bajas defensas, sea por enfermedades, transplantes o, por tratamientos como el del cáncer o de la hepatitis C deben observar con relación a la alimentación, evitando ingerir alimentos que por una inadecuada preparación o conservación pueden provocar infecciones intestinales, las cuales serán de difícil tratamiento.

Conociendo al Glutamato:

El glutamato monosódico es usado en una amplia variedad de alimentos sabrosos para crear un sabor suave, rico y de mayor concentración. Puede ser agregado en carnes preparadas, peces, pollos, vegetales y mariscos y, en muchos países, es usado como condimento de mesa. En muchos países, el glutamato monosódico es la base para las populares salsas para ensalada.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
(1) - Articulo redigido com informações retiradas de matéria publicada por JANO.es em 06 Setembro de 2010
(2) - Risk factors for infection during treatment with peginterferon alfa and ribavirin for chronic hepatitis C. - Roomer R, Hansen BE, Janssen HL, de Knegt RJ. - Departments of Gastroenterology and Hepatology, University Medical Center Rotterdam, Rotterdam, The Netherlands. - Hepatology. 2010 Jul 29. (on line)


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo




Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
Aviso legal:
Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación médica. Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje si se cita la fuente como retiradas de WWW.HEPATO.COM







Last updated 19.9.2010