04/12/2006
A dor da fibromialgia na hepatite C é real ou imaginária?
Um estúdio realizado no Sistema de Saúde da University of Michigan Health System e publicado na edição de dezembro da revista "Current Pain and Headache Reports" conclui que a dor da fibromialgia é real.
Os Dres. Harris e Clauw, pesquisadores da Divisão de Reumatologia da universidade, asseguraram que "é hora de superar a retórica sobre se esta condição médica e real e tratar a estes pacientes de maneira séria enquanto se pesquisa mais sobre as causas e os tratamentos mais efetivos para estes problemas".
A fibromialgia, síndrome de dor debilitante afeta muitas pessoas infectadas de hepatite C, principalmente às mulheres, sendo que em muitas ocasiões é diagnosticada de maneira equivocada como artrite ou como se se tratasse de um distúrbio psicológico, uma coisa imaginada pelo paciente ou um problema que somente existe na cabeça do paciente.
A fibromialgia se caracteriza pela presença de uma intensa dor generalizada e crônica, uma fadiga que não melhora com o repouso, provocando insônia e outros sintomas, como formigamento nas extremidades, transtornos abdominais, necessidade de urinar com freqüência, ansiedade e depressão entre outras. Um aspecto muito frustrante para os pacientes é que, apesar de tantos sintomas, nem os exames de sangue nem as radiografias mostram dados de que exista algo que funcione mal no organismo. O tratamento atual tampouco é completamente satisfatório. Ao ignorar-se qual é a causa da doença, desconhece-se qual é exatamente o transtorno ao que os tratamentos devem ser dirigidos. Contudo, a fibromialgia é uma enfermidade que pode ser controlada.
Um número cada vez major de estudos sobre a neurobiologia desta condição apóia a noção de que a dor causada pela fibromialgia é real. Em pessoas com fibromialgia, a atividade neurológica aumentou, segundo os pesquisadores, que apontaram que "estas pesquisas mostram que os pacientes com fibromialgia têm anormalidades dentro das estruturas centrais do cérebro".
A fibromialgia ainda não conta com um tratamento que cure o paciente, por isso seus objetivos se centram em abordar os diferentes aspectos e sintomas que conformam a doença. Isto converte ao fibromiálgico em um paciente poli medicado "sem que ele mesmo nem o médico possam discernir sobre a utilidade dos medicamentos que está recebendo".
Habitualmente o paciente fibromiálgico toma muitos medicamentos e não com alguns parâmetros científico, a não ser a demanda, por isso o médico deve insistir em que se sigam as recomendações prescritas. Do mesmo modo os efeitos colaterais são de extrema importância, já que ao estar falando de antidepressivos ou analgésicos potentes, em muitos casos o doente não melhora de sua dor mas passa a ter a boca seca, constipação ou enjôos, o que provoca o abandono do tratamento e ter que começar desde zero outra vez.
Uma das melhores medidas para controlar a fibromialgia é seguir alguns conselhos práticos:
1) Aprenda a conviver com sua dor evitando somatizar as sensações,
2) Controle suas emoções,
3) Controle seu estresse,
4) Evite a fadiga,
5) Faça exercício físico de forma diária, se possível pratique a natação,
6) Relacione-se com outros, tenha vida social ativa,
7) Proteja sua saúde evitando outras doenças e mantendo o organismo em boas condições físicas, evite o cigarro e as bebidas alcoólicas,
8) Use qualquer medicamento com muita precaução,
9) Cuidado com as terapias alternativas que utilizam ervas ou vitaminas, elas devem ser informadas a seu médico,
10) Seja paciente e constante, pois conseguir resultados e melhoras pode levar um bom tempo.
Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
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GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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Tel. (55.21) - 9973.6832
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04/12/2006
¿El dolor de la fibromialgia en la hepatitis C es real o inmaginario?
Un estudio realizado por el Sistema de Salud de la University of Michigan Health System y publicado en la edición de diciembre de la revista "Current Pain and Headache Reports" concluye que el dolor de la fibromialgia es real.
Los Dres. Harris y Clauw, científicos en la División de Reumatología de la universidad, aseguraron que "es hora de superar la retórica sobre si esta condición médica es real y tratar a estos pacientes de manera seria mientras se investiga más sobre las causas y los tratamientos más efectivos para estos problemas".
La fibromialgia, síndrome de dolor debilitante afecta muchos infectados de hepatitis C, principalmente a las mujeres, siendo que en muchas ocasiones es diagnosticada de manera equivocada como artritis o como si se tratara de un disturbio psicológico, una cosa imaginada por el paciente o un problema que solo existe en la cabeza del paciente.
La fibromialgia se caracteriza por la presencia de un intenso dolor generalizado crónico, una fatiga que no mejora con el reposo, provocando insomnio y otros síntomas, como hormigueo en las extremidades, trastornos abdominales, necesidad de orinar con frecuencia, ansiedad y depresión entre otras. Un aspecto muy frustrante para los pacientes es que, a pesar de tanta síntomatología, ni los análisis ni las radiografías muestran datos de que exista algo que funcione mal en el organismo. El tratamiento actual del que se dispone, tampoco es completamente satisfactorio. Al ignorarse cuál es la causa de la enfermedad, se desconoce cuál es exactamente el trastorno al que las terapéuticas deben dirigirse. Con todo, la fibromialgia es una enfermedad que puede controlarse.
Un número cada vez mayor de estudios sobre la neurobiología de esta condición apoya la noción de que el dolor causado por la fibromialgia es real. En personas con fibromialgia, la actividad neurológica aumentó, según los expertos, que apuntaron que "estas investigaciones muestran que los pacientes con fibromialgia tienen anormalidades dentro de las estructuras centrales del cerebro".
La fibromialgia aún no cuenta con una terapéutica curativa, por lo que sus objetivos se centran en abordar los diferentes aspectos y síntomas que conforman la enfermedad. Esto convierte al fibromiálgico en un paciente polimedicado "sin que él mismo ni el profesional que le trata puedan discernir la utilidad de los medicamentos que está recibiendo y sí la extrema dificultad que entraña retirarlos".
Habitualmente el paciente fibromiálgico toma muchos fármacos y no con unos parámetros científicos, sino a demanda, por lo que el farmacéutico debe insistir en que se sigan las pautas prescritas por el médico. Asimismo, este experto considera la explicación de los efectos secundarios de extrema importancia, ya que al estar hablando de antidepresivos o analgésicos potentes, en muchos supuestos el enfermo no mejora de su dolor pero sí tiene sequedad de boca, estreñimiento o mareos, lo que provoca el abandono del tratamiento y tener que empezar desde cero otra vez.
Una de las mejores medidas para controlar la fibromialgia es seguir algunos consejos prácticos:
1) Aprenda a convivir con su dolor evitando somatizar las sensaciones,
2) Controle sus emociones,
3) Controle su estrés,
4) Evite la fatiga,
5) Haga ejercicio físico de forma diaria, si posible practique la natación,
6) Relaciónese con los demás, tenga vida social activa,
7) Proteja su salud evitando otras enfermedades y manteniendo el organismo en buenas condiciones físicas, evite el cigarro y las bebidas alcohólicas,
8) Use cualquier medicamento con mucha precaución,
9) Cuidado con las medicinas alternativas, ellas deben ser comunicadas a su médico,
10) Sea paciente y constante pues conseguir resultados y mejoras puede llevar un buen tiempo.
Carlos Varaldo
Grupo Optimismo