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19/08/2008


Prevenção de infecções bacterianas com azeite de oliva


Um grupo de pesquisadores da Área de Microbiologia da Universidade de Jaén (UJA), dirigidos pelo Dr. Gerardo Álvarez de Cienfuegos López, afirma ter confirmado o efeito protetor do azeite de oliva na prevenção de infecções produzidas por microorganismos.

Conforme anuncia "Andalucía Investiga" em um comunicado, a pesquisa destaca as vantagens do azeite de oliva frente a outros tipos de gorduras presentes na dieta quando se trata de prevenir doenças nas que intervém o sistema imunológico. Este projeto foi subvencionado por um convênio entre a Fundação Citoliva e a UJA.

Os pesquisadores demonstraram que o azeite de oliva e o de peixe, rico em ácidos omega-3, tem a qualidade de prevenir a aparição de doenças cardiovasculares, mas só o de oliva evita a aparição do efeito imunossupressor frente às infecções bacterianas, que caracteriza as dietas ricas em lipídios da série omega-3.

Para isso, administraram a diferentes grupos de ratos, dietas com azeite de oliva, de milho e de peixe. Depois lhes inocularam uma bactéria patogênica tanto para os ratos como para os humanos, a Listeria monocytogenes. Continuando, compararam o tempo de sobrevida destes animais e determinaram os diferentes parâmetros pertencentes aos mecanismos de defesa.

Os resultados desta pesquisa mostraram que os ratos que tinham consumido azeite de oliva, a diferença dos roedores do grupo que tinha sido alimentado com azeite de peixe, não experimentaram uma diminuição importante de seus mecanismos de defesa frente à infecção bacteriana. Além disso, muitos dos ratos alimentados com azeite de oliva sobreviveram à infecção.

Para comprovar se o efeito protetor frente a infecções poderia manter-se inclusive em uma situação de inmunossupresão, administrando medicamentos para inibir a atividade do sistema imunológico, desenharam um ensaio no qual grupos de ratos foram submetidos a tratamento com um agente supressor da resposta imunológica, capaz de inibir a potência e a eficácia de suas defesas frente a infecções. Posteriormente, inocularam-lhes a bactéria patogênica.

O resultado obtido foi que os ratos alimentados com uma dieta que continha azeite de peixe morriam muito rapidamente, enquanto que os que tinham estado alimentados com a dieta rica em azeite de oliva apresentaram tempos de sobrevida muito altos.

O trabalho demonstra que o azeite de oliva tem, no âmbito do sistema cardiovascular, propriedades quase tão benéficas como as do azeite de peixe, mas oferece uma grande vantagem frente ao azeite rico em ácidos omega-3 que não diminui os mecanismos de defesa frente a infecções por microorganismos patogênicos.

Fonte: JANO - Espanha - Tradução de Carlos Varaldo

MEU COMENTÁRIO:

Durante o tratamento da hepatite C e comum observar uma diminuição das defesas do organismo, colocando o paciente propenso a infecções. Conforme a pesquisa o consumo de azeite de oliva fortalece o organismo perante os micros organismos que provocam as infecções.

A pesquisa realizada em ratos muito provavelmente atua também em seres humanos. Já que o azeite de oliva e muito gostoso, não será contraproducente a utilização dele durante o tratamento da hepatite C ou por aqueles que apresentam baixa resistência a infecções.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






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19/08/2008


Prevención de infecciones bacterianas con aceite de oliva


Un grupo de científicos del Área de Microbiología de la Universidad de Jaén (UJA), dirigidos por el Dr. Gerardo Álvarez de Cienfuegos López, ha descubierto el efecto protector del aceite de oliva en la prevención de infecciones producidas por microorganismos.

Según anuncia Andalucía Investiga en un comunicado, la investigación destaca las ventajas del aceite de oliva frente a otros tipos de grasas presentes en la dieta cuando se trata de prevenir enfermedades en las que interviene el sistema inmunológico. Este proyecto ha sido subvencionado por un convenio entre la Fundación Citoliva y la UJA.

Los investigadores demostraron que el aceite de oliva y el de pescado, rico en ácidos grasos omega-3, tienen la cualidad de prevenir la aparición de enfermedades cardiovasculares, pero sólo el de oliva evita la aparición del efecto inmunosupresor frente a las infecciones bacterianas, que caracteriza a las dietas ricas en lípidos de la serie omega-3.

Para ello, administraron a diferentes grupos de ratones, dietas con aceite de oliva, de maíz y de pescado. Después les inocularon una bacteria patógena tanto para los ratones como para los humanos, Listeria monocytogenes. A continuación, compararon el tiempo de supervivencia de estos animales y determinaron los diferentes parámetros pertenecientes a los mecanismos de defensa.

Los resultados de esta investigación mostraron que los ratones que habían consumido aceite de oliva, a diferencia de los roedores del grupo que había sido alimentado con aceite de pescado, no experimentaron una disminución importante de sus mecanismos de defensa frente a la infección bacteriana. Además, muchos de los ratones alimentados con aceite de oliva sobrevivieron a la infección.

Para comprobar si el efecto protector frente a infecciones podría mantenerse incluso en una situación de inmunosupresión, administrando medicamentos para inhibir la actividad del sistema inmunuitario, diseñaron un ensayo en el que grupos de ratones fueron sometidos a tratamiento con un agente supresor de la respuesta inmunológica, capaz de inhibir la potencia y la eficacia de sus defensas frente a infecciones. Posteriormente, les inocularon la bacteria patógena.

El resultado obtenido fue que los ratones alimentados con una dieta que contenía aceite de pescado morían muy rápidamente, mientras que los que habían estado alimentados con la dieta rica en aceite de oliva presentaron tiempos de supervivencia muy altos.

El trabajo demuestra que el aceite de oliva tiene, en el ámbito del sistema cardiovascular, propiedades casi tan beneficiosas como las del aceite de pescado, pero ofrece una gran ventaja frente al aceite rico en ácidos grasos omega-3 que no disminuye los mecanismos de defensa frente a infecciones por microorganismos patógenos.

Fuente: JANO - España

MI COMENTARIO:

Durante el tratamiento de la hepatitis C es común observar una disminución de las defensas del organismo, colocando el paciente propenso a infecciones. Conforme la pesquisa el consumo de aceite de oliva fortalece el organismo frente a los micros organismos que provocan las infecciones.

La investigación realizada en ratones muy probablemente actúa también en seres humanos. Ya que el aceite de oliva es muy gustoso, no será contraproducente la utilización de él durante el tratamiento de la hepatitis C o por aquéllos que presentan baja resistencia a infecciones.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 18.8.2008