GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
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31/05/2005
A hepatite C não altera o desejo sexual
Foi publicado no International Journal of Impotence Research um estudo mostrando que o desejo ou as funções sexuais não são afetados pela hepatite C quando esta se encontra estável.
Uma equipe chefiada pelo Dr. Aslan realizou o estudo na Turquia determinando a prevalência de deficiência orgânica erétil em homens infectados pelo vírus da hepatite C utilizando o índice conhecido como Índice Internacional de Função Erétil o qual foi aplicado em 81 pacientes os quais apresentavam uma idade media de 55 anos.
Cada paciente teve que responder um questionário para se avaliar o índice de função erétil o qual foi comparado com a media internacional na população da mesma faixa etária e também entre os grupos participantes do estudo em função do dano existente no fígado.
Entre os portadores crônicos estáveis o índice encontrado foi de 50% e entre os cirróticos compensados de 51%.
Os pesquisadores concluem que as funções sexuais dos homens com doenças hepáticas não parecem ser afetadas já que não existem diferenças significantes quando comparadas com o índice encontrado na media da população nas mesmas faixas etárias.
MEU COMENTÁRIO:
Acredito que o estudo é correto, pois não será a hepatite e sim o fato do individuo saber que se encontra com uma doença crônica o motivo que vai interferir no seu desejo sexual.
Uma pessoa recentemente diagnosticada, ainda com o choque emocional que isto provoca, com a incógnita do desconhecido, principalmente quanto as formas de transmissão sexual e com medo de transmitir a hepatite a sua parceira, é mais que lógico que o seu desejo sexual esteja diminuído. Nada mais natural!
Também, muitos dos que se encontram em tratamento, sofrendo com os efeitos colaterais, com uma tremenda fadiga, dor de cabeça, dores musculares, etc., não tem a menor vontade de praticar sexo. É todo um estado físico e emocional que interfere na sua vida como um todo e onde o objetivo primordial e ganhar a batalha contra o vírus.
Os parceiros devem compreender que se trata de uma situação passageira e que depois do impacto do diagnostico ou aos o tratamento tudo volta ao normal. É nestes momentos em que os familiares e amigos devem estar perto do infetado e o ajudar a melhor enfrentar a situação.
Fonte: Int J Impot Res 2005; doi:10.1038/sj.ijir.3901316
GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
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xx/xx/2005
La hepatitis C no altera el deseo sexual
Fue publicado en el International Journal of Impotence Research un estudio mostrando que el deseo o las funciones sexuales no son afectados por la hepatitis C cuando ésta se encuentra estable.
Un equipo dirigido por el Dr. Aslan realizó el estudio en Turquía determinando el grado de deficiencia orgánica eréctil en hombres infectados por el virus de la hepatitis C utilizando el índice conocido como Índice Internacional de Función Eréctil el cual fue aplicado en 81 pacientes quiénes presentaban una edad medía de 55 años.
Cada paciente tuvo que responder un cuestionario para evaluarse el índice de función eréctil el cual fue confrontado con la medía internacional de la población de la misma faja de edad y también entre los grupos participantes del estudio en función del daño existente en el hígado.
Entre los portadores crónicos estables el índice encontrado fue del 50% y entre los cirróticos compensados del 51%.
Los pesquisidores concluyen que las funciones sexuales de los hombres con enfermedades hepáticas no parecen ser afectadas ya que no existen diferencias significantes cuando confrontadas con el índice encontrado en la medía de la población en las mismas fajas de edad.
MI COMENTARIO:
Creo que el estudio es correcto, pues no será la hepatitis y sí el hecho de la persona saber que se encuentra con una enfermedad crónica el motivo que va a interferir en su deseo sexual.
Una persona recientemente diagnosticada, aún con el choque emocional que esto provoca, con la incógnita de lo desconocido, principalmente cuanto a las formas de transmisión sexual y con miedo de transmitir la hepatitis a su compañera, es más que lógico que su deseo sexual esté disminuido. ¡Nada más natural!
También, muchos de los que se encuentran en tratamiento, sufriendo con los efectos secundarios, con una tremenda fatiga, cefalalgia, dolores musculares, etc., no tiene la menor voluntad de practicar sexo. Es todo un estado físico y emocional que interfiere en su vida como un todo y donde el objetivo primordial es ganar la batalla contra el virus.
Las parejas deben comprender que se trata de una situación pasajera y que después del impacto del diagnostico o a los del tratamiento todo vuelve al normal. Es en estos momentos que los familiares y amigos deben estar cerca del infectado y ayudarlo a mejor enfrentar la situación.
Fuente: Int J Impot te Ríes 2005; doi:10.1038/sj.ijir.3901316