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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel.: (21) 9973.6832
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

07/03/2007


Efeitos adversos durante o tratamento da hepatite C


Diversos efeitos adversos ou colaterais podem aparecer durante o tratamento da hepatite C com o interferon e a ribavirina. O conhecimento prévio ajuda o paciente a melhor os enfrentar, assim, sem querer assustar é conveniente saber que alguns deles poderão aparecer. Nada melhor que os conhecer.


Efeitos adversos e colaterais do interferon durante o tratamento

Alopecia - Algumas pessoas experimentam perda de cabelo como um efeito adverso do Interferon, mas isso não acontece em todos os casos. A intensidade da queda do cabelo pode variar de pessoa para pessoa, mas nunca observei alguém ficar totalmente careca. O cabelo cresce depois que o tratamento termina.

Alterações psiquiátricas - Efeitos colaterais de caráter psiquiátrico são freqüentes durante o tratamento com interferon. Aproximadamente entre 20% a 40% dos pacientes tratados, o interferon pode produzir depressão, ansiedade, dificuldade de concentração, apatia, transtornos do sono, irritabilidade e inclusive tendência suicida, sintomas que podem alterar a qualidade de vida e motivar a suspensão do tratamento.

Antes do tratamento é especialmente importante que todos os pacientes sejam examinados sobre uma eventual doença psiquiátrica pré existente dado que existe uma maior incidência de problemas psiquiátricos entre os indivíduos infectados com hepatite C.

Durante o tratamento a detecção precoce dos sintomas é de especial relevância, mas como os médicos clínicos, os hepatologistas, gastros ou infectologistas não estão familiarizados com o tratamento das doenças psiquiátricas é indicado completar o tratamento conjuntamente com um psiquiatra.

Fadiga (Astenia) - Fadiga é um sintoma comum na hepatite C e pode aumentar durante o tratamento com interferon. É uma sensação de debilidade e falta de vitalidade generalizada, tanto física como intelectual que um número considerável de pacientes relata durante o tratamento. Curiosamente, não aparece depois de realizar um grande esforço, mas se manifesta quando desenvolvemos as atividades de rotina. Pode manifestar-se de forma constante, sem que se tenha realizado nenhum tipo de esforço. É mais freqüente nas mulheres que nos homens.

Anorexia - É normal a perda de peso. Perda do sabor dos alimentos é evidente devido à desidratação do organismo (boca mais seca) causada pelo interferon e, também, pela anemia (falta de vontade) causada pela ribavirina. Perdendo mais de 15% de peso será necessária atenção médica especializada.

Problemas auto-imunes - Antes do tratamento é importante que todos os pacientes sejam examinados minuciosamente sobre uma eventual doença auto-imune que possa existir dada a maior incidência de problemas auto-imunes entre os indivíduos infectados com hepatite C, os quais podem ser aumentados com o uso do interferon.

Hipo/hipertiroidismo - O tratamento com interferon pode produzir alterações na tiróide. Aproximadamente entre 3% a 4% dos pacientes tratados pode desenvolver hipo ou hipertiroidismo e os anticorpos antitiroideanos podem ser encontrados em até 30% dos pacientes (principalmente nas mulheres) com hepatite C. Com o uso do interferon se corre o risco de desenvolver tireoidite auto-imune sendo obrigatório a realização de exames de detecção antes de começar o tratamento.

Imunidade - Um problema freqüente é a baixa imunidade durante o tratamento. O Interferon pode diminuir a quantidade dos glóbulos brancos (as células que lutam contra infecções). É muito importante evitar infecções durante o tratamento.

Leucopenia - A incidência de neutropenia com a utilização de interferon peguilado é superior à observada com o interferon convencional. A neutropenia é a causa mais freqüente de redução da dose de interferon peguilado, sendo que aproximadamente 20% dos tratados apresentam este problema, mas é possível seu controle. Como ocorre com a anemia, a descida dos neutrofilos ocorre nas primeiras semanas de tratamento, e pouco depois se estabiliza.

Manifestações cutâneas - As manifestações cutâneas constituem também um motivo freqüente nos pacientes que recebem tratamento com interferon. A pele seca, a coceira e os edemas no local no local da injeção são freqüentes quando se utiliza o interferon peguilado.

Neuropatia - A neuropatia durante o tratamento é causada pelos efeitos tóxicos dos medicamentos sobre os nervos periféricos (não afeta os nervos do cérebro nem da medula espinhal). Os sintomas são a pele dormente, perda de sensibilidade, formigamento, sensibilidade anormal, mudanças de sensibilidade que geralmente começam nos pés ou mãos.

Retinopatia - Durante o tratamento podem ocorrer problemas de visão. Se aparecerem sintomas como pupilas brancas, movimentos não controlados nos olhos ou perda de visão próxima será importante consultar imediatamente um oftalmologista.

Síndrome ou sensação de estado gripal - O mais comum dos sintomas durante o tratamento. É a sensação de febre, calafrios e dor de cabeça que normalmente ocorre poucas horas depois da aplicação do interferon, sendo mais forte na primeira aplicação e desaparecendo em sua intensidade nas seguintes aplicações.

Plaquetopenia - É a queda no numero de plaquetas causada pelo uso do interferon. As plaquetas são células sangüíneas que ajudam à coagulação do sangue.


Efeitos adversos e colaterais da ribavirina durante o tratamento

Anemia hemolítica - A ribavirina produz anemia. Esta anemia produz descidas nas cifras de hemoglobina de 2 a 3 g/dl quando se supera a dose de 800 mg/dia. Embora possa aparecer em qualquer momento durante o tratamento, normalmente ocorre nas primeiras quatro a oito semanas; é mais freqüente e pronunciada nas mulheres. Não é recomendável o uso de ferro como suplemento durante o tratamento.

Hiperuricemia/gota - Dor nas juntas e articulações.

Prurido - Pele seca podendo causar coceira, produzir placas avermelhadas na pele.

Teratogenicidade - Gravidez - Durante o uso da ribavirina e até seis meses depois de sua interrupção por qualquer indivíduo, homem ou mulher, deve se evitar totalmente a gravidez. O efeito da ribavirina pode causar deformações genéticas no feto.

Tosse - Um número considerável de pacientes relata ter tosse permanente durante o tratamento.

Transtornos digestivos - O uso da ribavirina pode dificultar a digestão dos alimentos. Podem ser notadas sensações de náusea e vomito.


Efeitos adversos menos freqüentes no tratamento com interferon e ribavirina

Auto-imunes

Diabetes tipo 1
Doença celíaca
Hepatite auto-imune
Miastenia gravis
Trombocitopenia idiopática

Pulmonares

Bronquiolite obliterante
Pneumonite intersticial
Sarcoidose

Oculares

Diminuição da acuidade visual
Visão nebulosa
Hemorragia retiniana
Trombose da veia retiniana

Dermatológicos

Erupção cutânea grave
Fotosensibilidade
Psoríase

Cardiovasculares

Angina
Arritmias
Infarto agudo de miocárdio
Insuficiência cardíaca congestiva
Isquemia transitória
Sincope

Outros Exacerbação da hepatite
Formação de abscessos locais
Insuficiência renal aguda


Como controlar os efeitos adversos

Em nossa página da internet as seções CONVIVENDO COM O INTERFERON e a de EFEITOS COLATERAIS ensinam algumas precauções que podem ajudar o paciente a controlar ou prevenir os efeitos adversos e colaterais do tratamento.

Não existindo contra-indicação é de fundamental importância que durante todo o tratamento seja ingerida água em abundância, em pequenos goles, durante todo o dia, entre três e cinco litros por dia, assim, as toxinas dos medicamentos não se acumulam no organismo sendo eliminadas pela urina.

Outra recomendação importante é que a aplicação do interferon e a ingestão da ribavirina sejam realizadas sem grandes oscilações nos horários, estudando a conveniência de iniciar o tratamento na sexta-feira ou perto do fim de semana com o objetivo de que os sintomas (no caso do interferon peguilado) interfiram o menos possível no trabalho.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
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07/03/2007


Efectos adversos durante el tratamiento de la hepatitis C


Diversos efectos adversos o secundarios pueden aparecer durante el tratamiento de la hepatitis C con el interferón y la ribavirina. El conocimiento previo ayuda el paciente a mejor los enfrentar, así, sin querer asustar es conveniente saber que algunos de ellos podrán aparecer. Nada mejor que los conocer.


Efectos adversos y secundarios del interferón durante el tratamiento

Alopecia - Algunas personas experimentan pérdida de cabello como un efecto adverso del Interferón, pero eso no acontece en todos los casos. La intensidad de la caída del cabello puede variar de persona para persona, pero nunca observé alguien quedar totalmente calvo. El cabello crece después que el tratamiento termina.

Alteraciones psiquiátricas - Efectos secundarios de carácter psiquiátrico son frecuentes durante el tratamiento con interferón. Aproximadamente entre 20% a 40% de los pacientes tratados, el interferón puede producir depresión, ansiedad, dificultad de concentración, apatía, trastornos del sueño, irritabilidad e incluso ideación suicida, síntomas que pueden alterar la calidad de vida y motivar la suspensión del tratamiento.

Antes del tratamiento es especialmente importante que todos los pacientes sean interrogados sobre una eventual enfermedad psiquiátrica preexistente dada la mayor incidencia de problemas psiquiátricos entre los individuos infectados con hepatitis C.

Durante el tratamiento la detección precoz los síntomas son de especial relevancia, pero como los clínicos no están familiarizados con el tratamiento de las enfermedades psiquiátricas es indicado completar el tratamiento conjuntamente con un psiquiatra.

Fatiga (Astenia) - Fatiga es un síntoma común en la hepatitis C y puede aumentar durante el tratamiento con Interferón. Es una sensación de debilidad y falta de vitalidad generalizada, tanto física como intelectual que un buen numero de pacientes relatan durante el tratamiento. Curiosamente, no aparece después de realizar un gran esfuerzo, sino que se manifiesta cuando desarrollamos las actividades de rutina. Puede manifestarse de forma constante, sin que se haya realizado ningún tipo de esfuerzo. Es más frecuente en las mujeres que en los hombres.

Anorexia - Es normal la perdida de peso. La perdida del sabor es evidente debido a la deshidratación del organismo (boca más seca) causada por el interferón y a la anemia (falta de voluntad) causada por la ribavirina. Perdiendo más de 15% de peso será necesaria atención médica especializada.

Fenómenos auto inmunes - Antes del tratamiento es importante que todos los pacientes sean examinados minuciosamente sobre una eventual enfermedad auto inmune preexistente dada la mayor incidencia de problemas auto inmunes entre los individuos infectados con hepatitis C, los cuales pueden ser aumentados con el uso del interferón.

Hipo/hipertiroidismo - El tratamiento con interferón puede producir alteraciones tiroideas. Aproximadamente un 3% a 4% de los pacientes tratados puede desarrollar hipo o hipertiroidismo y los anticuerpos antitiroideos pueden estar presentes hasta en un 30% de los pacientes (mayoritariamente mujeres) con hepatitis C. Con el uso del interferón se corre el riesgo de desarrollar tiroiditis auto inmune siendo obligatorio la realización de pruebas de detección antes de comenzar el tratamiento.

Inmunidad - Un problema frecuente es la baja inmunidad durante el tratamiento. El Interferón puede disminuir la cantidad de los glóbulos blancos (las células que luchan contra infecciones). Es muy importante evitar infecciones durante el tratamiento.

Leucopenia - La incidencia de neutropenia con la utilización de interferón pegilado es superior a la observada con el interferón convencional. La neutropenia es la causa más frecuente de reducción de la dosis de interferón pegilado, siendo que aproximadamente el 20% de los tratados presentan este problema, pero es posible su control. Al igual que ocurre con la anemia, el descenso de los neutrófilos tiene lugar en las primeras semanas de tratamiento, y poco después se estabiliza.

Manifestaciones cutáneas - Las manifestaciones cutáneas constituyen también un motivo frecuente de consulta de los pacientes que reciben tratamiento con interferón. La sequedad de piel, el prurito y los eritemas locales en el punto de la inyección son frecuentes cuando se utiliza el interferón pegilado.

Neuropatía - La neuropatía durante el tratamiento es causada por los efectos tóxicos de los medicamentos sobre los nervios periféricos (no los nervios del cerebro ni médula espinal). Los síntomas son entumecimiento, pérdida de sensibilidad, hormigueo, sensibilidad anormal, cambios de sensibilidad que por lo general comienzan en los pies o manos.

Retinopatía - Durante el tratamiento pueden ocurrir problemas de visión. Si aparecen síntomas como pupilas blancas, movimientos no controlados en los ojos o perdida de visión cercana, será importante consultar inmediatamente un oftalmólogo.

Síndrome o sensación de estado gripal - El mas común de los síntomas durante el tratamiento. Consiste por la aparición de fiebre, escalofríos y cefalea que normalmente ocurre pocas horas después de la aplicación del interferón, siendo mas fuerte en la primera aplicación y desapareciendo en su intensidad en las siguientes aplicaciones.

Trombocitopenia - Es la caída en el numero de plaquetas causada por el uso del interferón. Las plaquetas son células sanguíneas que ayudan a la coagulación de la sangre.


Efectos adversos y secundarios de la ribavirina durante el tratamiento

Anemia hemolítica - La ribavirina produce anemia. Esta anemia produce descensos en las cifras de hemoglobina de 2 a 3 g/dl de media cuando se supera la dosis de 800 mg/día. Aunque puede aparecer en cualquier momento durante el tratamiento, normalmente ocurre en las primeras cuatro a ocho semanas; es más frecuente y pronunciada en las mujeres. No se recomienda el uso de suplementos de ferro durante el tratamiento.

Hiperuricemia/gota - Dolores en las juntas y articulaciones.

Prurito - Piel seca, pudiendo causar comezón, producir placas rojas en la piel y desencadenar enrojecimiento y ampollas.

Teratogenicidad - Embarazo - Durante el uso de la ribavirina y hasta seis meses después de su interrupción por cualquier individuo, hombre o mujer, debe se evitar totalmente el embarazo. El efecto de la ribavirina puede causar deformaciones genéticas en el feto.

Tos - Un número considerable de pacientes relata tener tos permanente durante el tratamiento.

Trastornos digestivos - El uso de la ribavirina puede dificultar la digestión de los alimentos. Pueden ser notados sensaciones de náusea e vomito.


Efectos adversos menos frecuentes en el tratamiento con interferón y ribavirina

Auto inmunes

Diabetes tipo 1
Enfermedad celíaca
Hepatitis auto inmune
Miastenia gravis
Trombocitopenia idiopática

Pulmonares

Bronquiolitis obliterante
Neumonitis intersticial
Sarcoidosis

Oculares

Disminución de la agudeza visual
Exudados algodonosos
Hemorragia retiniana
Trombosis de la vena retiniana

Dermatológicos

Erupción cutánea grave
Fotosensibilidad
Psoriasis

Cardiovasculares

Angina
Arritmias
Infarto agudo de miocardio
Insuficiencia cardiaca congestiva
Isquemia transitoria
Sincope

Otros

Exacerbación de la hepatitis
Formación de abscesos locales
Insuficiencia renal aguda


Como controlar los efectos adversos

En nuestra página de la internet las secciones CONVIVIENDO CON EL INTERFERÓN y la de EFECTOS ADVERSOS muestran algunas precauciones que pueden ayudar el paciente a controlar o prevenir los efectos adversos e secundarios del tratamiento.

No existiendo contra-indicación es de fundamental importancia que durante todo el tratamiento sea ingerida agua en abundancia, en pequeños sorbos, durante todo el día, entre tres y cinco litros por día, así, las toxinas de los medicamentos no se acumulan en el organismo y son eliminadas junto con la orina.

Otra recomendación importante es que la aplicación del interferón y la ingestión de la ribavirina sean realizadas sin grandes oscilaciones horarias se estudiando la conveniencia de iniciar el tratamiento el día viernes o cerca del fin de semana con el objetivo de que los síntomas (en el caso del interferón pegilado) interfieran lo menos posible en la vida laboral.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 10.3.2007