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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
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19/06/2006


Alerta! - Medicamentos podem afetar o fígado


Um interessante artigo sobre os problemas que podem ocasionar alguns medicamentos no fígado se encontra publicado no New England Journal of Medicine sendo de especial interesse para todos aqueles que sofrem de alguma doença hepática e que podem estar com um fígado afetado.

Neste articulo a hepatotoxicidade é definida como a lesão hepática que afeta o funcionamento do fígado e que se associa com o consumo de medicamentos ou com a exposição do paciente a outro agente não infeccioso.

Devido a sua baixa incidência, a hepatotoxicidade por medicamentos raramente aparece durante os ensaios clínicos onde somente participam uns poucos milhares de pacientes. Os efeitos tóxicos surgem com maior freqüência depois da comercialização dos medicamentos, quando um grande número de pacientes começa a fazer uso deles.

É importante distinguir entre os conceitos de lesão e função. Quando se altera a função é quando aparecem os sintomas e se desenvolvem os problemas clinicamente importantes. A lesão hepática é definida como aquela que se apresenta com níveis da transaminase ALT/TGP quando três vezes superior ao mais alto limite normal, níveis de fosfatasse alcalina (FA) que são como mínimo o dobro do limite superior normal , ou um nível de bilirrubina total (BT) que seja como mínimo o dobro do limite normal superior e que se associe com um aumento dos níveis de alanino amino transferasa ou fosfatasse alcalina.

São diferentes os mecanismos que podem ocasionar a hepatotoxicidade e há tipos distintos de hepatotoxicidade ocasionada por medicamentos, quer dizer que podem ocasionar diferentes problemas de saúde.

Os fatores que se associam a maior suscetibilidade para o desenvolvimento de hepatotoxicidade e a idade adulta, o sexo feminino, a gravidez, a desnutrição, a obesidade, as doenças hepáticas preexistentes, e a variabilidade genética. Possivelmente a variável mais importante é a predisposição genética.

Deve suspeitar-se hepatotoxicidade induzida por medicamentos quando ao iniciar um tratamento médico (ou inclusive tratamento com um suplemento dietético) aparecem sintomas não específicos como fadiga, anorexia ou náuseas, ou moléstias no quadrante abdominal superior direito, urina escura, ou icterícia.

Se aparecerem sintomas, particularmente de icterícia, e sinais clínicos de insuficiência hepática aguda, deve suspender-se de forma imediata o tratamento com o medicamento ou produto que pode ser responsável pela hepatotoxicidade. Posteriormente devem descartar-se outras causas conhecidas de lesão hepática e fazer exames de laboratório. Infelizmente não há um teste único que permita diagnosticar a hepatotoxicidade por medicamentos; a biópsia hepática tampouco permite esclarecer o diagnóstico. Também é importante obter informação adicional através de uma cuidadosa anamnese farmacológica (levantando todo o histórico do paciente). Deve-se evitar que o paciente torne a tomar o medicamento que ocasionou o problema; uma segunda exposição ao medicamento pode ocasionar um efeito ainda mais tóxico.

Concluem os investigadores que novas estratégias devem ser pensadas para prevenir os casos de hepatotoxicidade, desde a fase dos estudos prévios à comercialização até a vigilância durante a comercialização e durante o seguimento clínico dos pacientes.

Apesar das advertências e do que se recomenda nos rótulos de muitos produtos, os autores assinalam que não há evidência de que o controle dos níveis das enzimas hepáticas (transaminases) contribua a prevenir os casos de hepatotoxicidade, porque na maioria dos casos estes eventos são imprevisíveis. Consideram importante que o paciente participe da vigilância e possa reconhecer os sintomas. Ao identificar os sintomas o paciente deve deixar de tomar o medicamento e ir ao médico o antes possível.

Na nossa página (para os residentes no Brasil) na seção sobre "Efeitos Colaterais e Adverso" é disponibilizado um formulário onde qualquer paciente pode relatar efeitos colaterais ou adversos superiores aos constantes na bula. Este formulário e enviado automaticamente a ANVISA a qual abre uma investigação sobre o fato. É muito importante que estes efeitos diferentes aos constantes na bula sejam sempre comunicados a ANVISA, assim será possível melhorar os medicamentos.

O estudo é de fundamental importância para os infectados com as hepatites, pois alerta sobre o perigo que representa ingerir um medicamento ou um suplemento dietético sem uma consulta prévia ao medico. Se o seu fígado já esta com problemas não ajude a piorar seu estado. Estejam sempre alerta as reações de seu organismo.

Fonte:
Current Concepts: Drug-Related Hepatotoxicity - Navarro VJ, Senior JR - N Engl J Med 2006;354:731-9


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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19/06/2006


Alerta! - Medicamentos pueden afectar el hígado


Un interesante artículo sobre los problemas que pueden ocasionar algunos medicamentos en el hígado se encuentra publicado en el New England Journal of Medicine y es de especial interés para todos aquellos que sufren de alguna enfermedad hepática y que pueden estar con un hígado afectado.

En este articulo la hepatotoxicidad es definida como la lesión hepática que afecta el funcionamiento del hígado y que se asocia con el consumo de medicamentos o con la exposición del paciente a otro agente no infeccioso.

Debido a su baja incidencia, la hepatotoxicidad por fármacos no suele presentarse durante los ensayos clínicos donde solo participan unos pocos miles de pacientes. Los efectos tóxicos surgen con mayor frecuencia después de la comercialización de los medicamentos, cuando un gran número de pacientes comienzan a utilizarlo.

Es importante distinguir entre los conceptos de lesión y función. Cuando se altera la función es cuando aparecen los síntomas y se desarrollan los problemas clínicamente importantes. La lesión hepática es definida como aquella que se presenta con niveles de alanino transferasa (ALT/TGP) cuando tres veces superior al más alto límite normal, niveles de fosfatasa alcalina (FA) que son como mínimo el doble del límite normal alto, o un nivel de bilirrubina total (BT) que sea como mínimo el doble del límite normal superior y que se asocie con un aumento de los niveles de alanino transferasa o fosfatasa alcalina.

Son diferentes los mecanismos que pueden ocasionar la hepatotoxicidad y hay tipos distintos de hepatotoxicidad ocasionada por medicamentos, es decir que pueden ocasionar diferentes problemas de salud.

Los factores que se asocian a mayor susceptibilidad para el desarrollo de hepatotoxicidad son la edad adulta, el sexo femenino, el embarazo, la desnutrición, la obesidad, las enfermedades hepáticas preexistentes, y la variabilidad genética. Quizás la variable más importante es la predisponibilidad genética.

Debe sospecharse hepatotoxicidad inducida por medicamentos cuando al iniciar un tratamiento médico (o incluso tratamiento con un suplemento dietético) se presentan síntomas inespecíficos como fatiga, anorexia o náuseas, o molestias en el cuadrante abdominal superior derecho, orina oscura, o ictericia.

Si aparecen síntomas, particularmente de ictericia, y signos clínicos de insuficiencia hepática aguda, debe suspenderse de forma inmediata el tratamiento con el medicamento o producto que puede ser responsable de la hepatotoxicidad. Posteriormente deben descartarse otras causas conocidas de lesión hepática y hacer exámenes de laboratorio. Lamentablemente no hay una prueba única que permita diagnosticar la hepatotoxicidad por medicamentos; la biopsia hepática tampoco permite esclarecer el diagnóstico. También es importante obtener información adicional a través de una cuidadosa anamnesis farmacológica (levantando todo el histórico del paciente). Se debe evitar que el paciente vuelva a tomar el medicamento que ocasionó el problema; una segunda exposición al medicamento puede ocasionar un efecto todavía más tóxico.

Concluyen los investigadores que nuevas estrategias deben ser pensadas para prevenir los casos de hepatotoxicidad, desde los estudios previos a la comercialización hasta la vigilancia post-comercializción y durante el seguimiento clínico de los pacientes.

A pesar de las advertencias y de lo que se recomienda en las etiquetas de muchos productos, los autores señalan que no hay evidencia de que el monitoreo de los niveles de enzimas hepáticas contribuya a prevenir los casos de hepatotoxicidad clínica, porque en la mayoría de los casos estos eventos son imprevisibles. En cambio sí consideran importante que el paciente participe en la vigilancia y pueda reconocer los síntomas. Al identificar los síntomas el paciente debe dejar de tomar el medicamento y acudir al médico lo antes posible.

El articulo es de fundamental importancia para los infectados con la hepatitis, pues alerta sobre el peligro que representa ingerir un medicamento o un suplemento dietético sin una consulta previa al medico. Sí su hígado ya esta con problemas no ayude a empeorar su estado. Este siempre alerta as reacciones de su organismo.

Fuente:
Current Concepts: Drug-Related Hepatotoxicity - Navarro VJ, Senior JR - N Engl J Med 2006;354:731-9


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 19.6.2006