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14/09/2009


O Centro de Controle de Doenças (CDC) pesquisou a importância do diagnostico na hepatite C


A prevalencia da hepatite C na população dos Estados Unidos e muito similar a encontrada no Brasil, mas enquanto nos estados Unidos estão sendo diagnosticados 690 casos em cada milhão de habitantes por ano, no Brasil somente são diagnosticados 80 casos em cada milhão de habitantes, números que mostram claramente a atenção e importância que os governos estão dando a maior epidemia pelos países, sendo oito vezes superior a atenção dada pelos Estados Unidos que pelo Brasil. Projetando os números se chega à triste conclusão que nos Estados Unidos todos os infectados deverão ser encontrados nos próximos 30 anos, já no Brasil para encontrar todos os infectados serão necessários 250 anos.

O estudo realizado pelo CDC em seis estados americanos no ano de 2007 tinha como objetivo estimar os benefícios obtidos com o diagnostico precoce da doença, resultando em maior expectativa de vida para os infectados, a redução das despesas medicas e hospitalares com a progressão da doença, objetivando ainda encontrar formas de melhorar as ações de vigilância epidemiológica.

As manifestações da hepatite C sejam elas complicações diretas ou manifestações extra-hepáticas levam décadas para acontecer. Devido a que a "explosão" da disseminação se deu nas décadas de 70 e 80 está sendo previsto um aumento exponencial extraordinário de problemas de saúde entre os anos de 2010 e 2019.

Os autores concluem que ações de vigilância epidemiológica objetivando diagnosticar os infectados precocemente resultam em uma incidência mais baixa de doenças ocasionadas pela progressão do dano hepático e de mortes diretamente relacionadas com a hepatite C, resultando em economia de recursos públicos e de maior expectativa de vida na população.

MEUS COMENTÁRIOS:

O estudo indica ser desafiador identificar indivíduos infectados com hepatite C devido à falta de sintomas clínicos, mas que os benefícios para a saúde pública realizando campanhas de testagem em grande escala são importantes para evitar o aumento das despesas em saúde.

Diagnosticados os casos e, se for necessário pelo quadro clinico do paciente oferecer o tratamento adequado, assim como aconselhar os infectados para evitar a transmissão e prevenir complicações são despesas muito menores que tratar das complicações ou do custo social e econômico da omissão que está sendo perpetrado ao não realizar campanhas de detecção, deixando que 1 de cada 4 infectados desenvolva cirroses ou câncer no fígado, perdendo 17 anos na sua expectativa de vida.

O estudo completo, em inglês, pode ser encontrado em http://hepato.com/p_epidemiologia/cdc_surveillance_study_2006_2007.doc

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Population-based Surveillance for Hepatitis C Virus, United States, 2006-2007 - Emerging Infectious Diseases Sept 2009
R. Monina Klevens, Comments to Author Jeremy Miller, Candace Vonderwahl, Suzanne Speers, Karen Alelis, Kristin Sweet, Elena Rocchio, Tasha Poissant, Tara M. Vogt, and Kathleen Gallagher Author affiliations: Centers for Disease Control and Prevention, Atlanta, Georgia, USA (R.M. Klevens, J. Miller, T.M. Vogt, K. Gallagher); Colorado Department of Health, Denver, Colorado, USA (C. Vonderwahl); Connecticut Department of Public Health, Hartford, Connecticut, USA (S. Speers); Florida Health Department of Pinellas County, St. Petersburg, Florida, USA (K. Alelis); Minnesota Department of Health, St. Paul, Minnesota, USA (K. Sweet); New York State Department of Health, Albany, New York, USA (E. Rocchio); and Oregon Public Health Division, Portland, Oregon, USA (T. Poissant) Dr Klevens is a medical epidemiologist in the Division of Viral Hepatitis at CDC. She is the CDC principal investigator for hepatitis surveillance in the Emerging Infections Program. She also provides epidemiologic support for hepatitis surveillance in the National Notifiable Diseases Surveillance System. R. Monina Klevens, Centers for Disease Control and Prevention, 1600 Clifton Rd NE, Mailstop G37, Atlanta GA, 30329, USA; email: rmk2@cdc.gov


Carlos Varaldo
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A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



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14/09/2009


El Centro de Control de Enfermedades (CDC) pesquisó la importancia del diagnostico en la hepatitis C


La incidencia de la hepatitis C en la población de Estados Unidos es muy similar a la encontrada en varios países occidentales, estimada en aproximadamente 1,5% de la población infectada de forma crónica, pero mientras en Estados Unidos están siendo diagnosticados 690 casos en cada millón de habitantes por año, en otros países el número de diagnostico es menor, por ejemplo, en Brasil solamente son diagnosticados 80 casos en cada millón de habitantes, números que muestran claramente la atención e importancia que los gobiernos están dando a la mayor epidemia por los países, siendo ocho veces superior la atención dada por los Estados Unidos que por Brasil. Proyectando los números se llega a la triste conclusión que en Estados Unidos todos los infectados deberán ser encontrados en los próximos 30 años, ya en países que tal cual Brasil no realizan campañas para encontrar todos los infectados serán necesarios 250 años.

El estudio realizado por el CDC en seis estados americanos en el año de 2007 tenía como objetivo estimar los beneficios logrados con el diagnostico precoz de la enfermedad, resultando en mayor expectativa de vida para los infectados, la reducción de los gastos médicos y hospitalarios con la progresión de la enfermedad, objetivando encontrar formas de mejorar las acciones de vigilancia epidemiológica.

Las manifestaciones de la hepatitis C sean ellas complicaciones directas o manifestaciones extra-hepáticas llevan décadas para acontecer. Debido a que la "explosión" de la diseminación se dio en las décadas de 70 y 80 está siendo previsto un aumento exponencial extraordinario de problemas de salud entre los años de 2010 y 2019.

Los autores concluyen que acciones de vigilancia epidemiológica objetivando diagnosticar los infectados precozmente resultan en una incidencia más baja de enfermedades ocasionadas por la progresión del daño hepático y de muertes directamente relacionadas con la hepatitis C, resultando en economía de recursos públicos y de mayor expectativa de vida en la población.

MIS COMENTARIOS:

El estudio indica ser desafiador identificar individuos infectados con hepatitis C debido a la falta de síntomas clínicos, pero que los beneficios para la salud pública realizando campañas de detección en gran escala son importantes para evitar el aumento de los gastos en salud.

Diagnosticados los casos y, si es necesario por el cuadro clínico del paciente ofrecer el tratamiento adecuado, así como aconsejar los infectados para evitar la transmisión y prevenir complicaciones son gastos muy menores que tratar de las complicaciones o del costo social y económico de la omisión que está siendo perpetrada al no realizar campañas de detección, dejando que 1 de cada 4 infectados desarrolle cirrosis o cáncer en el hígado, perdiendo 17 años en su expectativa de vida.

El estudio completo, en inglés, puede ser encontrado en http://hepato.com/p_epidemiologia/cdc_surveillance_study_2006_2007.doc

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Population-based Surveillance for Hepatitis C Virus, United States, 2006-2007 - Emerging Infectious Diseases Sept 2009
R. Monina Klevens, Comments to Author Jeremy Miller, Candace Vonderwahl, Suzanne Speers, Karen Alelis, Kristin Sweet, Elena Rocchio, Tasha Poissant, Tara M. Vogt, and Kathleen Gallagher Author affiliations: Centers for Disease Control and Prevention, Atlanta, Georgia, USA (R.M. Klevens, J. Miller, T.M. Vogt, K. Gallagher); Colorado Department of Health, Denver, Colorado, USA (C. Vonderwahl); Connecticut Department of Public Health, Hartford, Connecticut, USA (S. Speers); Florida Health Department of Pinellas County, St. Petersburg, Florida, USA (K. Alelis); Minnesota Department of Health, St. Paul, Minnesota, USA (K. Sweet); New York State Department of Health, Albany, New York, USA (E. Rocchio); and Oregon Public Health Division, Portland, Oregon, USA (T. Poissant) Dr Klevens is a medical epidemiologist in the Division of Viral Hepatitis at CDC. She is the CDC principal investigator for hepatitis surveillance in the Emerging Infections Program. She also provides epidemiologic support for hepatitis surveillance in the National Notifiable Diseases Surveillance System. R. Monina Klevens, Centers for Disease Control and Prevention, 1600 Clifton Rd NE, Mailstop G37, Atlanta GA, 30329, USA; email: rmk2@cdc.gov


Carlos Varaldo
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Last updated 13.9.2009