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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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24/04/2006


Uma epidemia silenciosa: A hepatite C

A hepatite C e chamada da assassina silenciosa sendo a maior epidemia da história da humanidade


A cada ano milhares de pessoas morrem de câncer hepático, falha do fígado, cirrose e outras complicações derivadas da hepatite C. As disfunções do fígado aumentaram de forma extraordinária nos últimos anos. Uma das razões é que na maioria dos casos a enfermidade não causa nenhum sintoma durante décadas. No Brasil 97% dos que têm o vírus, não sabe que está infectado.

O vírus pôde ter chegado a seu corpo através de uma transfusão sangüínea, com a realização de uma tatuagem com tinta ou agulha infectada, ao compartilhar agulhas (drogas injetadas) com a aplicação de uma vacina, de um energético, um medicamento quando as seringas e agulhas não eram descartáveis ou, apesar de raramente acontecer, durante uma relação sexual.

Nas décadas de 1970 e 1980, antes do descobrimento do vírus milhões de pessoas se contagiaram e são essas pessoas as que na atualidade estão provocando a explosão da doença.

Nos próximos 10 anos os problemas do fígado poderão quadruplicar-se ou quintuplicar-se, ocasionando centena de milhares de mortes. Dos mas de quatro milhões de infectados com hepatite C no Brasil, 25 por cento desenvolverá cirrose. E deles, muitos evoluirão para a falência do fígado e o câncer hepático.

O tratamento atual é uma combinação de Interferon para ajudar ao sistema imunológico a atacar o vírus, e de ribavirina que ajuda a que o Interferon seja mais efetivo. Esta terapia cura perto da metade dos pacientes com o tipo de vírus mais comum.

Mas os efeitos colaterais não são fáceis de suportar. Estes efeitos derivam das injeções semanais de Interferon que deve receber o paciente durante 6 a 12 meses, e incluem fadiga, dor, problemas gastrintestinais e depressão. Além de que a ribavirina pode causar anemia severa.

Mas não tudo é tragédia e também há boas notícias já que agora existem melhores terapias para tratar a hepatite C. E dúzias de empresas estão investindo muito dinheiro nas pesquisas, de fato existe uma luta contra o relógio para ver quem primeiro descobre o melhor medicamento. Os pesquisadores acreditam que em cinco anos poderão derrotar o vírus.

Vertex e o gigante farmacêutico Schering Plough estão enfocando as pesquisas nos "inibidores de protease", que tiveram êxito no tratamento do HIV/AIDS. Os inibidores de protease e de polimerasa são os mais promissores, já que reduzem a velocidade de replicação do vírus no fígado. Em pequenos grupos de pacientes, que utilizam estes medicamentos com e sem interferon e ribavirina, tanto Schering Plough como Vertex viram reduzir o vírus a níveis não detectáveis em somente um par de semanas.

Quanto mais cedo for detectada a hepatite C, maiores as chances de cura ou de impedir a progressão da doença para a cirrose ou um câncer no fígado. O doente de hepatite C não fica amarelo e o hemograma não detecta a doença. O nome do teste e ANTI-HCV. É um teste barato e feito através de uma simples coleta de sangue.

Por não apresentar sintomas, o ideal é que todas as pessoas fizessem o teste, e se você faz parte de um dos grupos abaixo, faça o mais rápido possível:

* Recebeu sangue ou derivados antes de 1993;

* É hemofílico, faz diálise ou é HIV positivo;

* Fez tatuagem ou piercing;

* Compartilhou seringas ou usou drogas, inclusive aspiráveis.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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24/04/2006


Una epidemia silenciosa: La Hepatitis C

La hepatitis C es llamada de la asesina silenciosa siendo la mayor epidemia de la historia de la humanidad


Cada año miles de personas mueren de cáncer hepático, falla del hígado, cirrosis y otras complicaciones derivadas de la hepatitis C. Las disfunciones del hígado han aumentado de manera extraordinaria en los últimos años. Una de las razones es que en la mayoría de los casos la enfermedad no causa ningún síntoma durante décadas. En Brasil el 97 por ciento de los que tienen el virus, no sabe que está infectado.

El virus pudo haber llegado a su cuerpo a través de una transfusión sanguínea, un dispositivo para tatuar infectado, un intercambio de agujas (drogas inyectadas) la aplicación de una vacuna, de un energético, un medicamento cuando las agujas no eran desechables o, a pesar de raramente acontecer, durante una relación sexual.

En las décadas de 1970 y 1980, antes del descubrimiento del virus millones de personas se contagiaron y son esas personas las que en la actualidad están activando una explosión de la enfermedad.

En los próximos 10 años los problemas del hígado podrían cuadruplicarse o quintuplicarse, ocasionando centena de millares de muertes. De los mas de cuatro millones de infectados con hepatitis C en Brasil, un 25 por ciento desarrollará cirrosis. Y de ellos, muchos evolucionarán con fallas del hígado y cáncer hepático.

El tratamiento actual es una combinación de Interferón para ayudar al sistema inmunológico a atacar el virus, y de ribavirina que ayuda a que el Interferón sea más efectivo. Esta terapia cura a cerca de la mitad de los pacientes con el tipo de virus más común.

Pero los efectos secundarios no son fáciles de soportar. Estos efectos derivan de las inyecciones semanales de Interferón que debe recibir el paciente durante 6 a 12 meses, e incluyen fatiga, dolor, problemas gastrointestinales y depresión. Aparte de que la ribavirina, tomado como píldora, puede causar anemia severa.

Pero no todo es tragedia y también hay buenas noticias ya que ahora existen mejores terapias para tratar la hepatitis C. Y docenas de empresas están invirtiendo mucho dinero en investigación, de hecho existe una lucha contra reloj para ver quién saca primero el mejor remedio. Los investigadores creen que en unos cinco años podrán derrotar el virus.

Vertex y el gigante farmacéutico Schering Plough se están enfocando en los "inhibidores de proteasa", que han tenido éxito en el tratamiento del HIV/SIDA. Los inhibidores de proteasa y de polimerasa son los más promisorios, ya que reducen la velocidad de replicación del virus en el hígado. En pequeños grupos de pacientes, que utilizan medicamentos con y sin interferón y ribavirina, tanto Schering Plough como Vertex han visto reducirse el virus a niveles no detectables en tan sólo un par de semanas.

Cuanto más temprano es detectada la hepatitis C, mayores las chances de cura o de impedir la progresión de la enfermedad para el cirrosis o un cáncer en el hígado. El enfermo de hepatitis C no se queda amarillo y la prueba de sangre comun no detecta la enfermedad. El nombre de la prueba es ANTI-HCV. Es una prueba barata reslizada a través de una simple colecta de sangre.

Por no presentar sintomas, lo ideal es que todas las personas realizen la prueba, y si usted hace parte de uno de los grupos abajo, debe realizarla lo más rápido posible:

* Recibió sangre o derivados antes de 1993;

* Es hemofílico, hace diálisis o es HIV positivo;

* Hizo tatuaje o piercing;

* Compartió jeringas o usó drogas, incluso aspiradas.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 23.4.2006