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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
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27/04/2009


A hepatite C se erradicará por si mesma


O baixo risco de transmissão do vírus da hepatite C, tão somente através do sangue, e seu difícil contágio na atualidade fazem prever que doença, que afeta 2,5 por cento da população na Espanha, acabe se erradicando por si mesma.

Declaração do Dr. Manuel García Bengoechea do Hospital Donostia (San Sebastián - Espanha) durante a reunião anual da Sociedade Européia para o Estudo do Fígado (EASL, segundo suas siglas em inglês) celebrado estes dias em Copenhague (Dinamarca).


MEU COMENTÁRIO:

Muitas vezes em diversas palestras ou discussões explico que a hepatite C deveria ser tratada no Ministério de Meio ambiente, pois se trata de uma espécie em extinção já que são poucos os novos infectados e, os atuais infectados estarão curando a hepatite ou estarão morrendo nos próximos 40 ou 50 anos.

A grande onda de contágio por hepatite C no mundo aconteceu entre as décadas de 60 e 80, antes da descoberta do vírus C, principalmente por transfusões de sangue infectado, pelo uso de seringas de vidro e pelo uso de drogas injetáveis sem nenhum controle.

Atualmente são poucos os novos infectados porque as velhas seringas de aplicar injeções de vidro foram substituídas pelas descartáveis, todos os instrumentos cirúrgicos são descartáveis ou esterilizados e o sangue empregado em transfusões é totalmente seguro. Os poucos novos infectados são em geral usuários de drogas injetáveis e alguns acidentes biológicos.

Para ilustrar a situação sempre conto a seguinte piada:

Em um determinado país estavam reunidos o ministro da saúde e o ministro da previdência social, quando sucede o seguinte dialogo:

Diz o ministro da saúde que necessita de dinheiro para cuidar dos infectados com hepatite C, pois se não oferecermos tratamentos um de cada quatro pacientes estará morrendo aos 56 anos.

Então o ministro da previdência social responde que o melhor é não cuidar da hepatite C, manter a doença em silêncio, pois se os infectados morrem aos 56 anos é um excelente negócio para o sistema de aposentadorias já que são cidadãos que pagaram as contribuições para se aposentar durante toda a vida e quando estão em idade de aposentar morrem, com isso estaremos solucionando o problema do déficit de recursos!


Vamos ver a piada por outro ângulo, pelo da epidemiologia:

Ponto de vista do ministro da saúde: Ao oferecer o tratamento aos doentes e não existindo novos infectados estaremos erradicando a hepatite C em mais ou menos 30 ou 40 anos.

Ponto de vista do ministro da previdência social: se tratamos os infectados com hepatite C gastamos dinheiro da atual gestão de governo e esses indivíduos estarão vivendo em media mais de 70 anos, pelo qual vamos pagar mais de 10 anos de aposentadorias. Já se não os tratamos economizamos um dinheiro no orçamento atual e nada gastaremos no futuro com os que morrem aos 56 anos. E, como não existem novos infectados e todos estarão morrendo de qualquer forma também estaremos erradicando a hepatite nos próximos 30 ou 40 anos.


Bem, o dialogo é de minha imaginação, mas será que realmente não pode acontecer na realidade? Porque tanto silêncio em relação à hepatite C?

Deixo para que cada um tire suas próprias conclusões.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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27/04/2009


La hepatitis C se erradicará por sí misma


El bajo riesgo de transmisión del virus de la hepatitis C, tan sólo a través de la sangre, y su difícil contagio en la actualidad hacen que prever que dicha enfermedad, que afecta al 2,5 por ciento de la población en España, se acabe erradicando por sí misma.

Declaración del Dr. Manuel García Bengoechea del Hospital Donostia (San Sebastián - España) durante la reunión anual de la Sociedad Europea para el Estudio del Hígado (EASL, según sus siglas en inglés) celebrado estos días en Copenhague (Dinamarca).


MI COMENTARIO:

Muchas veces en diversas charlas explico que la hepatitis C debería ser tratada en el Ministerio de Medio Ambiente, pues se trata de una especie en extinción ya que son pocos los nuevos infectados y, los actualmente infectados estarán curando la hepatitis o estarán muriendo en los próximos 40 o 50 años.

La gran ola de contagio por hepatitis C en el mundo aconteció entre las décadas de 60 e 80, antes del descubrimiento del virus C, principalmente por transfusiones de sangre infectada, por el uso de jeringas de vidrio e por el uso de drogas inyectables sin ningún control.

Actualmente son pocos los nuevos infectados porque las viejas jeringas de aplicar inyecciones de vidrio fueron substituidas por las desechables, todos los instrumentos quirúrgicos son desechables o esterilizados y la sangre empleada en transfusiones es totalmente segura. Los pocos nuevos infectados son en general usuarios de drogas inyectables y algunos accidentes biológicos.

Para ilustrar a situación siempre cuento el siguiente chiste: En un determinado país estaban reunidos el ministro de la salud y el ministro que cuida de las jubilaciones, cuando sucede el siguiente dialogo:

Dice el ministro de la salud que necesita de dinero para cuidar de los infectados con hepatitis C, pues si no le damos los tratamientos uno de cada cuatro pacientes estará muriendo a los 56 años.

Entonces el ministro que cuida de las jubilaciones responde que lo mejor es no cuidar de la hepatitis C, mantener la enfermedad en silencio, pues si los infectados mueren a los 56 años es un excelente negocio para el sistema de jubilaciones ya que son ciudadanos que pagaron los aportes para se jubilar durante toda la vida y cuando están en edad de jubilarse se mueren, con eso estaremos solucionando el problema del déficit de recursos.


Vamos ver el chiste por otro ángulo, por el de la epidemiologia:

Punto de vista del ministro de la salud: Al ofrecer el tratamiento a los enfermos y no existiendo nuevos infectados estaremos erradicando la hepatitis C en más o menos 30 o 40 años.

Punto de vista del ministro que cuida de las jubilaciones: Se tratamos los infectados con hepatitis C gastamos dinero de la actual gestión de gobierno y esos individuos estarán viviendo por más de 70 años, por lo cual vamos a pagar mas de 10 años de jubilaciones. Ya si no los tratamos economizamos un dinero en el presupuesto actual y nada gastaremos en el futuro con los que mueren a los 56 años. Y, como no existen nuevos infectados y todos estarán muriendo de cualquier forma también estaremos erradicando la hepatitis en los próximos 30 o 40 años.


¿Bien, el dialogo descripto es una imaginación mía, pero será que realmente no puede suceder en la realidad? ¿Por qué existe tanto silencio en relación a la hepatitis C?

Dejo para que cada uno tire sus propias conclusiones.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.
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Last updated 26.4.2009