16/02/2009
Uma em cada 10 manicures de SP tem hepatite
O estudo realizado entre as manicures de São Paulo pelo Instituto Emilio Ribas e que apareceu na reportagem do Fantástico apresenta alguns dados epidemiológicos nessa população especifica muito preocupantes.
Resultados encontrados:
- 1 em cada 10 manicures estava infectada com uma das hepatites (oito com hepatite B e duas com hepatite C);
- A maioria das profissionais avaliadas usava os instrumentos do salão para fazer as próprias unhas, mas não sabia esterilizá-los adequadamente, podendo transmitir a doença para as clientes.
- Metade das manicures avaliadas trabalhava em shopping centers e a outra metade, em salões de beleza das ruas da capital. Uma amostra variada que atende a diversas classes sociais.
- 74% das manicures não estão imunizadas contra a hepatite B (embora as manicures possam tomar gratuitamente a vacina em qualquer posto de saúde do Brasil);
- 74% afirmaram lavar as mãos antes de fazer mãos e pé das clientes, mas a pesquisadora observou durante sua permanência nos salões que ninguém fez isso entre uma cliente e outra;
- 20% disseram que utilizavam luvas no trabalho, mas somente 5% estavam realmente as utilizando;
- Somente 26% das manicures esterilizavam os instrumentos em autoclave, mas nenhuma delas sabia utilizar o equipamento corretamente;
- 54% utilizavam estufa, mas a grande maioria não sabia o tempo e a temperatura corretos para esterilizar os materiais;
- 8% utilizavam um simples forninho de cozinha, totalmente inadequado e inútil quanto a esterilização;
- 8% faziam a limpeza dos instrumentais antes de esterilizá-los, e mesmo assim de forma inadequada, e,
- 2% simplesmente não utilizavam nenhum método de esterilização
Falta urgentemente uma campanha de conscientização entre as manicures e os que utilizam seus serviços, recomendando que cada um deve levar seu estojo pessoal de instrumentos e exigir o seu uso pela manicure, tomando ainda os cuidados referentes a higiene do local, como vasilha de água com protetor plástico descartável, uso de luvas pela profissional, autoclave no salão e outros cuidados mínimos que achar necessários.
Qualquer denuncia por não adequação as normas deve ser comunicada a Vigilância Sanitária Municipal.
Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 Rio de Janeiro - Brasil
Teléfonos: Rio de Janeiro (005521) 4063.4567 - São Paulo (005511) 3522.3154 (de 11.00 a las 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com |
16/02/2009
Una en cada 10 manicuras de SP tiene hepatitis
El estudio realizado entre las manicuras de San Paulo por el Instituto Emilio Ribas y que apareció en el reportaje del Fantástico en la TV presenta algunos datos epidemiológicos en esa población específica muy preocupantes.
Resultados encontrados:
- 1 en cada 10 manicuras estaba infectada con una de las hepatitis (ocho con hepatitis B y dos con hepatitis C);
- La mayoría de las profesionales evaluadas usaba los instrumentos del salón para hacer las propias uñas, pero no sabía esterilizarlos adecuadamente, pudiendo transmitir la enfermedad para las clientes.
- Mitad de las manicuras evaluadas trabajaba en shopping centers y a otra mitad, en salones de belleza de las calles de la capital. Una muestra variada que atiende a diversas clases sociales.
- 74% de las manicuras no están inmunizadas contra la hepatitis B (aunque las manicuras puedan tomar gratuitamente la vacuna en cualquier puesto de salud de Brasil);
- 74% afirmaron lavar las manos antes de hacer manos y pie de las clientes, pero la pesquisadora observó durante su permanencia en los salones que nadie hizo eso entre una cliente y otra;
- 20% dijeron que utilizaban guantes en el trabajo, pero solamente 5% estaban realmente utilizándolas;
- Solamente 26% de las manicuras esterilizaban los instrumentos en autoclave, pero ninguna de ellas sabía utilizar el equipo correctamente;
- 54% utilizaban estufa, pero la grande mayoría no sabía el tiempo y la temperatura correcta para esterilizar los materiales;
- 8% utilizaban un simple horno de cocina, totalmente inadecuado e inútil en cuanto a la esterilización;
- 8% hacían la limpieza de los instrumentales antes de esterilizarlos, y así mismo de forma inadecuada, y,
- 2% simplemente no utilizaban ningún método de esterilización
Falta urgentemente una campaña de concienciación entre las manicuras y los que utilizan sus servicios, recomendando que cada uno debe llevar su estuche personal de instrumentos y exigir su uso por la manicura, tomando todavía los cuidados referentes a la higiene del local, como vasija de agua con protector plástico desechable, uso de guantes por la profesional, autoclave en el salón y otros cuidados mínimos que creer necesarios.
Cualquier denuncia por no adecuación las normas debe ser comunicada la Vigilancia Sanitaria Municipal.
Carlos Varaldo
Grupo Optimismo
Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.