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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel.: (21) 9973.6832
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

10/09/2007


Comentário inicial:

O artigo a seguir e referente a uma pesquisa encomendada por um fabricante de medicamentos para saber qual o nível de conhecimento da hepatite C no Brasil Achei importante, não somente pelo tema, mas principalmente porque ainda em setembro estaremos divulgando os resultados das duas pesquisas que estamos realizando no Grupo Otimismo.

Uma das pesquisas objetivando saber o nível de conhecimento entre infectados ou pessoas próximas obteve a resposta de 2.510 associados do Grupo Otimismo. Uma segunda pesquisa, a qual estará fechando nesta semana, objetiva saber o conhecimento da hepatite C na população em geral. Desta ultima já recebemos mais de 1.000 formulários e acreditamos que ainda durante esta semana o numero deverá ultrapassar os 1.500 participantes.

As duas pesquisas são complementares e juntas se transformam na maior pesquisa sobre o conhecimento da hepatite C já realizada, com uma participação de mais de quatro mil pessoas.

A pesquisa a seguir realizada pela Market Analysis teve a participação de 802 entrevistas no domicílio do entrevistado, com adultos (18-69 anos) residentes das oito principais capitais: São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba e Brasília. O estudo foi realizado entre maio e junho de 2007.




População brasileira carece de informação sobre Hepatite C


Pesquisa da Market Analysis revela que 42% dos brasileiros conhecem pouco sobre a doença.


A Market Analysis, empresa de pesquisa de mercado e opinião pública, apresenta os resultados do estudo que observou o conhecimento dos brasileiros sobre Hepatite C. A sondagem revelou que 42% dos brasileiros conhecem pouco ou nada sobre a doença. Atualmente, 170 milhões de pessoas no mundo estão infectadas pelo vírus da hepatite C.

Analisando separadamente os dados, o estudo mostra grande diferença entre as regiões brasileiras. Em Brasília, por exemplo, 72% das pessoas entrevistadas sabem pouco sobre o assunto. Dentre as cidades pesquisadas, Porto Alegre e Salvador detêm o maior número de conhecedores, três em cada quatro (75%) têm alguma familiaridade com a doença.

"No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que três milhões de pessoas estejam contaminadas. Em 90% dos casos, a infecção por Hepatite C é assintomática, ou seja, a pessoa contaminada somente será diagnosticada por meio de exames. Apesar de ser uma doença com um alto índice de infectados, o brasileiro ainda carece de informação", explica Fabián Echegaray, cientista político e diretor da Market Analysis.

A pesquisa também questionou se os entrevistados conheciam alguém que sofresse do mal - 17,2% afirmaram ter parente ou amigo infectado. O Sul foi a região onde predominou essa incidência, o que vai ao encontro das estatísticas governamentais, que indicam o Rio Grande do Sul como o estado com umas das maiores concentrações de casos registrados de Hepatite C.

Dentre os fatores de risco de contágio, a transfusão de sangue e derivados foi o mais citado entre os familiarizados com a doença, correspondendo a 75% dos casos. Esse grupo também mostrou ter conhecimento com outros riscos, tais como manicures e estúdios de tatuagem. Praticamente metade dos que admitem ter informações souberam dizer que a Hepatite C pode ser adquirida nesses ambientes com objetos cortantes não esterilizados.

"Muita gente ainda não sabe que o contágio pode ocorrer por meio de procedimentos médico-odontológicos. Apenas três em cada dez mencionaram que esse é um dos fatores de contágio. A ênfase das entidades oficiais que combatem a doença está nas transfusões de sangue, porém, por ser uma doença silenciosa e com alto índice de infectados, a população precisa ser alertada sobre os riscos de contágio em um nível ainda mais corriqueiro, tais como visitas de rotina aos consultórios dentários e à manicures", finaliza Echegaray.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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10/09/2007


Comentario inicial:

El artículo a continuación es referente a una encuesta encargada por un fabricante de medicamentos para saber cual el nivel de conocimiento de la hepatitis C en Brasil Hallé importante, no solamente por el tema, pero principalmente porque aún en septiembre estaremos divulgando los resultados de las dos encuestas que estamos realizando en el Grupo Optimismo.

Una de las encuestas objetivando saber el nivel de conocimiento entre infectados o personas próximas obtuvo la respuesta de 2.510 asociados brasileños del Grupo Optimismo. Una segunda encuesta, la cual estará finalizando esta semana, objetiva saber el conocimiento de la hepatitis C en la población en general. De esta última ya recibimos más de 1.000 formularios y creemos que aún durante esta semana el número deberá ultrapasar los 1.500 participantes.

Las dos encuestas son complementarios y juntas se transforman en la mayor encuesta sobre el conocimiento de la hepatitis C ya realizada, con una participación de más de cuatro mil personas.

La encuesta a continuación realizada por la Market Analysis tuvo la participación de 802 entrevistas en el domicilio del entrevistado, con adultos (18-69 años) residentes de las ocho principales capitales: San Pablo, Rio, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba y Brasilia. El estudio fue realizado entre mayo y junio de 2007.



Población brasileña carece de información sobre la hepatitis C


Encuesta de la Market Analysis revela que 42% de los brasileños conocen poco sobre la enfermedad.


La Market Analysis, empresa de estudio de mercado y opinión pública, presenta los resultados del estudio que observó el conocimiento de los brasileños sobre la hepatitis C. La prospección reveló que 42% de los brasileños conocen poco o nada sobre la enfermedad. Actualmente, 170 millones de personas en el mundo están infectadas por el virus de la hepatitis C.

Analizando separadamente los datos, el estudio muestra gran diferencia entre las regiones brasileñas. En Brasilia, por ejemplo, 72% de las personas entrevistadas saben poco sobre el asunto. Entre las ciudades pesquisadas, Porto Alegre y Salvador detienen el mayor número de conocedores, tres en cada cuatro (75%) tienen alguna familiaridad con la enfermedad.

"En Brasil, según el Ministerio de la Salud, es estimado que tres millones de personas estén infectadas. En un 90% de los casos, la infección por la hepatitis C no presenta síntomas, o sea, la persona contaminada solamente será diagnosticada por medio de exámenes. A pesar de ser una enfermedad con un alto índice de infectados, el brasileño aún carece de información", explica Fabián Echegaray, investigador político y director de la Market Analysis.

La encuesta también cuestionó si los entrevistados conocían a alguien que sufriese del mal - 17,2% afirmaron tener pariente o amigo infectado. El Sur fue la región donde preponderó esa incidencia, lo que va al encuentro de las estadísticas gubernamentales, que indican el Rió Grande do Sul como el estado con unas de las mayores concentraciones de casos registrados de hepatitis C.

Entre los factores de riesgo de contagio, la transfusión de sangre y derivados fue lo más citado entre los familiarizados con la enfermedad, correspondiendo a 75% de los casos. Ese grupo también mostró tener conocimiento con otros riesgos, tales como manicuras y estudios de tatuaje. Prácticamente mitad de los que admiten tener informaciones supieron decir que la hepatitis C puede ser adquirida en esos ambientes con objetos cortantes no esterilizados.

"Mucha gente aún no sabe que el contagio puede ocurrir por medio de procedimientos médico-odontológicos. Apenas tres en cada diez mencionaron que ése es uno de los factores de contagio. El énfasis de las entidades oficiales que combaten la enfermedad está en las transfusiones de sangre, sin embargo, por ser una enfermedad silenciosa y con alto índice de infectados, la población necesita ser alertada sobre los riesgos de contagio en un nivel aún más vulgar, tales como visitas de rutina a los consultorios odontológicos y a la manicuras", finaliza Echegaray.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 9.9.2007