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23/10/2006


O número de novos infectados com a hepatite C declina desde os anos 80


Matéria publicada pela Corner University no jornal The Daily Vidette informa que e estimado que o número de novos infectados pela hepatite C nos Estados Unidos tenha caído dos 280.000 por ano na década dos anos 80, para menos de 26.000 novos casos por ano em 2004.

A matéria alerta que é importante diferenciar transmissão com diagnostico. É comum se ouvir falar que a hepatite C é uma epidemia em aumento no número de casos, quando na realidade o que está aumentando e o diagnostico com a detecção dos casos já existentes.

A disseminação da hepatite C em todo o mundo se deu fortemente nas décadas de 70 e 80, antes do descobrimento do vírus, quando era impossível se realizar testes de detecção. Por se tratar de uma doença transmitida pelo sangue às diversas medidas de bio segurança adotadas nos últimos 15 anos estão evitando a disseminação da doença. Desde 1993 todo o sangue utilizado nas transfusões e testado, tornando remota a possibilidade de novas infecções. Também, na atualidade, todas as agulhas e seringas de injeção são descartáveis e a velha pistola de vacinação com agulha não existe mais.

Com as medidas acima citadas a hepatite C deixou de ser uma doença de ampla transmissão. Existem novos casos, mas estatísticas populacionais mostram que a idade media dos infectados esta aumentando, com o que se demonstra que a transmissão diminui a cada ano, fato ocasionado por um controle indireto da epidemia.

O que muitas vezes alarma em números e que os casos diagnosticados de pessoas já infectadas nas décadas de 70 e 80 são mostrados na imprensa como casos "novos" quando na realidade se trata de casos de infecções antigas, ocultas pelas falta de sintomas da doença e somente agora detectados.

Isto leva alguns gestores da saúde pública a interpretar que a prevenção de novos casos deve ser primordial, passando a ignorar a necessidade de detectar os já infectados. Esta é uma interpretação totalmente equivocada dos gestores, já que existem milhões de pessoas infectadas, não detectadas, que estão progredindo para uma cirrose ou um câncer de fígado.

A melhor campanha de prevenção que pode ser realizada e a detecção da doença e, com isso prevenir a provável morte do individuo causada pelo avanço da doença. Ficar brincando de prevenir novos casos é importante e necessário, mas deixar morrer milhões de pessoas ao não fazer campanhas de detecção e um ato criminoso que alguns países estão praticando.

Os números mostram claramente que o mais importante, o mais urgente, e evitar a morte dos já infectados os diagnosticando rapidamente e, ao mesmo tempo realizar campanhas de prevenção direcionadas aos grupos de risco, como os usuários de drogas e aos profissionais da saúde. Ignorar isto é cometer um genocídio.

Fonte da matéria: http://www.dailyvidette.com - Corner University - The Daily Vidette - USA - em reportagem ao Dr. Bree Davis do McLean County Health Department e Dr. Jim Almeda, professor do Student Health Services da Corner University.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






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23/10/2006


El número de nuevos infectados con la Hepatitis C declina desde los años 80


Materia publicada por la Corner University en el diario The Daily Vidette informa que es estimado que el número de nuevos infectados por la Hepatitis C en Estados Unidos haya caído de los 280.000 por año en la década de los años 80, para menos de 26.000 nuevos casos por año en 2004.

La materia alerta que es importante diferenciar transmisión con diagnostico. Es común se hablar que la Hepatitis C es una epidemia en aumento en el número de casos, cuando en la realidad lo que está aumentando es el diagnostico con la detección de los casos ya existentes.

La diseminación de la Hepatitis C en todo el mundo se dio fuertemente en las décadas de 70 y 80, antes del descubrimiento del virus, cuando era imposible se realizar testes de detección. Por se tratar de una enfermedad transmitida por la sangre las diversas medidas de bio seguridad adoptadas en los últimos 15 años están evitando la diseminación de la enfermedad. Desde 1993 toda la sangre utilizada en las transfusiones es testada, tornando remota la posibilidad de nuevas infecciones. También, en la actualidad, todas las agujas y jeringuillas son desechables y la vieja pistola de vacunación con aguja no existe más.

Con las medidas arriba citadas la Hepatitis C dejó de ser una enfermedad de amplia transmisión. Existen nuevos casos, pero nuevos estudios estadísticos muestran que la edad medía de los infectados ésta aumentando, con lo que se demuestra que la transmisión disminuye a cada año, ocasionado por un control indirecto de la epidemia.

Lo qué muchas veces alarma en números es que los casos diagnosticados de personas ya infectadas en las décadas de 70 y 80 son mostrados en la prensa como casos "nuevos" cuando en la realidad se trata de casos de infecciones antiguas, ocultas por la falta de síntomas de la enfermedad y solamente ahora detectados.

Esto lleva algunos gestores de la salud pública a interpretar que la prevención de nuevos casos debe ser primordial, pasando a ignorar la necesidad de detectar de los ya infectados. Ésta es una interpretación totalmente equivocada de los gestores, ya que existen millones de personas infectadas, no detectadas, que están progresando para la cirrosis o un cáncer de hígado.

La mejor campaña de prevención que puede ser realizada es la detección de la enfermedad y, con esto prevenir la probable muerte del individuo causada por el avance de la enfermedad. Quedarse jugando de prevenir nuevos casos es importante y necesario, pero dejar morir millones de personas al no realizar campañas de detección es un acto criminoso que está siendo practicado en muchos países.

Los números muestran claramente que lo más importante, lo más urgente, es evitar la muerte de los ya infectados los diagnosticando rápidamente y, al mismo tiempo realizar campañas de prevención dirigidas a los grupos de riesgo, como los usuarios de drogas y a los profesionales de la salud. Ignorar esto es cometer un genocidio.

Fuente de la materia: http://www.dailyvidette.com - Corner University - The Daily Vidette - USA - en reportaje al Dr. Bree Davis del McLean County Health Department y al Dr. Jim Almeda, profesor del Student Health Services de la Corner University.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 22.10.2006