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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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06/11/2006


Indivíduos "curados" da hepatite C apresentam resistência a uma nova infecção


A edição de novembro da revista Hepatology publica um importante e inédito artigo sobre uma pesquisa pela qual se demonstra que individuos curados da hepatite C apresentam uma maior resistência ou imunidade ante uma reinfecção.

Uma equipe de pesquisadores comparou 926 indivíduos negativos na testagem da hepatite C e, 506 indivíduos que tiveram a hepatite C curada por um tratamento, sendo que 152 deles apresentaram cura espontânea. O grupo dos pacientes "curados" eram os que na ocasião do estudo se encontravam negativos ao PCR, mas que pelas fichas do prontuário médico mostravam que se encontravam positivos entre 1992 e 2005, os quais estavam sendo acompanhados por pelo menos cinco anos.

Todos os participantes do estudo (ambos os grupos) eram semelhantes em relação ao risco de infecção, sendo todos eles usuários de drogas injetáveis. Diversos estudos mostram que na atualidade o uso de drogas injetável e responsável por até 90% das novas infecções pela hepatite C.

Os avanços no tratamento conseguem curar mais da metade dos tratados, porém existe a preocupação com o tratamento de pacientes que continuam sendo usuários de drogas por se tratar de indivíduos constantemente expostos a novas infecções com a hepatite C.

Os resultados do estudo mostraram que os indivíduos do grupo que já tinham passado por uma infecção previa de hepatite C e tinham conseguido a cura espontânea ou pelo tratamento, apresentavam quatro vezes menos probabilidades de serem re-infectados, embora estivessem com os mesmos riscos de infecção que os do grupo nunca antes infectado.

Os autores reconhecem algumas limitações no estudo, como o fato dos testes Elisa para detectar os anticorpos se tornarem mais sensíveis em anos recentes quando comparados com pacientes detectados positivos nos primeiros anos do estudo (o estudo foi retrospectivo). Recomendam a necessidade de novos estudos ao respeito.

Os autores estimam que exista suporte suficiente para poder se afirmar que uma exposição previa ao vírus da hepatite C pode conferir proteção, possivelmente de base imunológica, ante uma nova exposição ao vírus. Eles, ainda são cautelosos e apresentam duas hipóteses para explicar alguma possível distorção no resultado encontrado: Indivíduos que apresentaram cura espontânea estariam geneticamente predispostos para resistir a uma nova re-infecção e, aqueles que obtiveram a cura por meio de um tratamento provavelmente estejam tomando maiores cuidados no uso de drogas seguindo uma rotina de uso mais segura.

Uma outra conclusão do estudo recomenda que deva ser considerado o tratamento dos infectados com hepatite C que continuam fazendo uso de drogas (um grupo que atualmente praticamente não recebe tratamento) já que o resultado do estudo demonstrou que os mesmos passam a ser mais protegidos ante uma re-infecção.

Fonte:
"Hepatitis C Virus Reinfection in Injection Drug Users," Jason Grebely, Brian Conway, Jesse D. Raffa, Calvin Lai, Mel Krajden, Mark W. Tyndall, Hepatology; November 2006 (DOI: 10.1002/hep.21376).


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






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06/11/2006


Individuos "curados" de la Hepatitis C presentan resistencia a una nueva infección


La edición de noviembre de la revista Hepatology publica un importante e inédito artículo sobre una pesquisa por la cual se demuestra que individuos curados de la Hepatitis C presentan una mayor resistencia o inmunidad ante una reinfección.

Un equipo de pesquisidores comparó 926 individuos negativos en la detección de la Hepatitis C y, 506 individuos que tuvieron la Hepatitis C curada por un tratamiento, siendo que 152 de ellos presentaron cura espontánea. El grupo de los pacientes "curados" eran los que en la ocasión del estudio se encontraban negativos al PCR, pero que por las fichas del histórico médico mostraban que se encontraban positivos entre 1992 y 2005, quiénes estaban siendo acompañados por mas de cinco años.

Todos los participantes del estudio (ambos los grupos) eran semejantes con relación al riesgo de infección, siendo todos ellos usuarios de drogas inyectables. Diversos estudios muestran que en la actualidad el uso de drogas inyectable es responsable de hasta 90% de las nuevas infecciones por la Hepatitis C.

Los avances en el tratamiento logran curar más de la mitad de los tratados, sin embargo existe la preocupación con el tratamiento de pacientes que continúan siendo usuarios de drogas por se tratar de individuos constantemente expuestos a nuevas infecciones con la Hepatitis C.

Los resultados del estudio mostraron que los individuos del grupo que ya tenían pasado por una infección anterior de la Hepatitis C y habían conseguido la cura espontánea o por el tratamiento, presentaban cuatro veces menos probabilidades de ser reinfectados, aunque estuviesen con los mismos riesgos de infección que los del grupo nunca antes infectado.

Los autores reconocen algunas limitaciones en el estudio, como el hecho de las pruebas Elisa para detectar los anticuerpos son más sensibles en años recientes cuando comparados con pacientes detectados positivos en los primeros años del estudio (el estudio fue retrospectivo). Recomiendan la necesidad de nuevos estudios al respecto.

Los autores estiman que exista soporte suficiente para poder se afirmar que una exposición anterior al virus de la Hepatitis C puede conferir protección, posiblemente de base inmunológica, ante una nueva exposición al virus. Ellos, todavía son cautelosos y presentan dos hipótesis para explicar alguna posible distorsión en el resultado encontrado: Individuos que presentaron cura espontánea estarían genéticamente predispuestos para resistir a una nueva reinfección y, aquéllos que lograron la cura por medio de un tratamiento probablemente estén tomando mayores cuidados en el uso de drogas siguiendo una rutina de uso más segura.

Otra conclusión del estudio recomienda que deba ser considerado el tratamiento de los infectados con la Hepatitis C que continúan haciendo uso de drogas (un grupo que actualmente prácticamente no recibe tratamiento) ya que el resultado del estudio demostró que los mismos pasan a ser más protegidos ante una se reinfección.

Fuente:
"Hepatitis C Virus Reinfection in Injection Drug Users," Jason Grebely, Brian Conway, Jesse D. Raffa, Calvin Lai, Mel Krajden, Mark W. Tyndall, Hepatology; November 2006 (DOI: 10.1002/hep.21376).


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 4.11.2006