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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 9973.6832 - Fax. (21) 2549.8809
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

03/08/2006


Relação inversa entre capacidade física e esteatose hepática (depósitos de gordura no fígado) em sujeitos aparentemente sadios


A esteatose hepática não alcoólica (EHNA) pode progredir a cirrose hepática em caso de esteatohepatite. A aparição de esteatose hepática não alcoólica se associa a um excesso de tecido adiposo, sobre tudo de localização central. Um dos mecanismos responsáveis pela esteatose hepática não alcoólica é a resistência à insulina, um fator que se relaciona inversamente com a atividade física.

Um estudo realizado em centros médicos do Canadá e Estados Unidos pesquisou a importância que pode ter o exercício físico na prevenção da esteatose hepática não alcoólica. O estudo incluiu 218 pacientes aparentemente sadios nos quais se realizou uma Tomografia para medir a densidade do fígado e do baço. Além disso, realizou-se uma valoração antropometrica (relação entre peso e altura), um exame de sangue e se submeteu aos pacientes a uma valoração da capacidade cardiorrespiratoria mediante uma prova de esforço físico máximo em uma esteira.

Detectou-se a presença de esteatose hepática não alcoólica em 24 pacientes a partir da presencia dos seguintes critérios:

a) relação densidade fígado/baço inferior a 1;
b) ALT (TGP) superior a 30 UI/L; e
c) AST/ALT (TGO/TGP) superior a 1.

Observou-se uma associação inversa entre a capacidade física e a presença de esteatose hepática não alcoólica. Esta associação foi direta com o índice de massa corporal. A relação da esteatose hepática não alcoólica com a capacidade física foi independente do índice de massa corporal. Esta associação se atenuou com a adição no modelo da obesidade abdominal. Cabe destacar que 21 dos 24 pacientes com esteatose hepática não alcoólica apresentavam uma circunferência abdominal superior a 100 cm, por isso conhecer o tamanho da calça pode ser uma maneira simples de estimar a presença de esteatose hepática não alcoólica.

Os achados deste estudo destacam a importância da atividade física, embora não se acompanhe de uma diminuição de peso, no desenvolvimento de esteatose hepática não alcoólica. Os autores não encontraram uma relação entre os benefícios da atividade física e uma menor resistência à insulina. Em troca, os autores postulam que os benefícios poderiam dever-se à diminuição da atividade inflamatória ou aos efeitos antioxidantes do exercício físico.

MEU COMENTÁRIO:

A esteatose hepática não alcoólica (depósitos de gordura no fígado não causados pelo abuso do álcool) é cada dia diagnosticada em um número superior de pessoas. Infelizmente não existem medicamentos para tratar esta enfermidade que causa sérios danos ao fígado. Ela aumenta as transaminases, a progressão da fibrose levando a casos de cirrose.

Para quem também este infectado pelas hepatites B ou C a esteatose é um fator que acelera a progressão de danos ao fígado. Assim é muito importante tentar diminuí-la do organismo.

Em nossa página você encontra que a melhor terapia para a esteatose é chegar a conseguir seu peso ideal (mediante alimentação saudável) e realizar diariamente alguma atividade física, pois a gordura não se elimina somente com dieta, é necessário "queimar" a gordura mediante as calorias consumidas com a atividade física.

Fonte:
Gastroenterology 2006; 130: 2023-2030 - Church, T.S. e outros.


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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03/08/2006


Relación inversa entre capacidad física y esteatosis hepática (depositos de grasa en el hígado) en sujetos aparentemente sanos


La esteatosis hepática no alcohólica (EHNA) puede progresar a cirrosis hepática en caso de esteatohepatitis. La aparición de esteatosis hepática no alcohólica se asocia a un exceso de tejido adiposo, sobre todo de localización central. Uno de los mecanismos responsables de la esteatosis hepática no alcohólica es la resistencia a la insulina, un factor que se relaciona inversamente con la actividad física.

Un estudio realizado en centros de Canadá y Estados Unidos ha investigado la importancia que puede tener el ejercicio físico en la prevención de la esteatosis hepática no alcohólica. El estudio incluyó 218 sujetos aparentemente sanos en los que se realizó una Tomografia para medir la densidad del hígado y el bazo. Además, se realizó una valoración antropométrica (relación entre peso y altura), un análisis de sangre y se sometió a los pacientes a una valoración de la capacidad cardiorrespiratoria mediante una prueba de esfuerzo físico máximo en un tapiz rodante.

Se detectó la presencia de esteatosis hepática no alcohólica en 24 pacientes a partir de la existencia de los siguientes criterios:

a) relación densidad hígado/bazo inferior a 1;
b) ALT (TGP) superior a 30 UI/L; y
c) AST/ALT (TGO/TGP) superior a 1.

Se observó una asociación inversa entre la capacidad física y la presencia de esteatosis hepática no alcohólica. Esta asociación fue directa con el índice de masa corporal. La relación de la esteatosis hepática no alcohólica con la capacidad física fue independiente del índice de masa corporal. Esta asociación se atenuó con la adición en el modelo de la obesidad abdominal. Cabe destacar que 21 de los 24 pacientes con esteatosis hepática no alcohólica presentaban una circunferencia abdominal superior a 100 cm, por lo que conocer la talla de pantalón puede ser una manera simple de estimar la presencia de esteatosis hepática no alcohólica.

Los hallazgos de este estudio destacan la importancia de la actividad física, aunque no se acompañe de una disminución de peso, en el desarrollo de esteatosis hepática no alcohólica. Los autores no encontraron una relación entre los beneficios de la actividad física y una menor resistencia a la insulina. En cambio, los autores postulan que los beneficios podrían deberse a la disminución de la actividad inflamatoria o a los efectos antioxidantes del ejercicio físico.

MI COMENTARIO:

La esteatosis hepática no alcohólica (depósitos de grasa en el hígado no causada por el abuso del alcohol) es cada día diagnosticada en un número superior de personas. Lamentablemente no existen medicamentos para tratar esta enfermedad que causa serios daños al hígado. Ella aumenta las transaminasas, la progresión de la fibrosis llevando a casos de cirrosis.

Para quien también esta infectado por las hepatitis B o C la esteatosis es un factor que acelera la progresión de daños al hígado. Así es muy importante tentar disminuirla del organismo.

En nuestra página usted encuentra que la mejor terapia para la esteatosis es llegar a conseguir su peso ideal (mediante alimentación saludable) y realizar diariamente alguna actividad física, pues la grasa no se elimina solo con dieta, es necesario "quemar" la grasa mediante las calorías consumidas con la actividad física.

Fuente:
Gastroenterology 2006; 130: 2023-2030 - Church, T.S. y otros.


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 3.8.2006