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GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
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11/04/2005

Um tratamento para a esteatoses (Gordura no fígado)?


Uma das maiores preocupações de saúde publica no mundo é o aumento de casos de esteatoses (gordura depositada no fígado) uma condição que antigamente era observada em indivíduos que abusavam das bebidas alcoólicas (esteatoses alcoólica) ou no caso da esteatoses não alcoólica a qual era encontrada basicamente em mulheres já na idade da menopausa e associada ao excesso de peso.

Mas nas ultimas décadas se observa que a esteatoses não alcoólica se encontra facilmente também em mulheres mas jovens, em homens e até em meninos e adolescentes. Nos Estados Unidos 10% dos casos de doença crônica do fígado são devidos a esteatoses, sendo já a terceira causa de cirrose, logo atrás da hepatite C e do abuso de bebidas alcoólicas.

As características da doença incluem níveis alterados nas transaminases, dano nas células do fígado, inflamação e fibroses no fígado e, depósitos de gorduras no órgão. Enquanto isso a maioria das pessoas aparentam ser totalmente saudáveis, sem nenhum sinal externo. Uma ultrassonografia pode mostrar um fígado mais branco, indicando a presença de gorduras, mas a única prova para detectar com segurança e distinguir qual é a enfermidade gordurosa que existe no fígado é a biópsia.

Também solo agora se começam a conhecer os problemas que o depósito de gordura no fígado pode ocasionar, levando inclusive, à medida que aumenta a quantidade de gordura, a desenvolver uma esteato-hepatite que pode levar a cirrose. Também a esteatoses sabe provocar o aumento da pressão arterial e resistência a insulina, fatores que se permanecerem por algum tempo podem ocasionar a perdida da função renal, levando o paciente a depender de uma máquina de diálise.

Pesquisadores de todo o mundo estão tentando encontrar opções de tratamento já que atualmente não existe um tratamento medicamentoso especifico. No momento se observam benefícios mediante uma dieta adequada, pobre em gorduras, com a redução do peso caso exista algum sobrepeso e fundamentalmente com a realização diária de exercícios físicos que ajudem a "queimar" a gordura depositada.

As gorduras depositadas no fígado não permitem uma correta oxigenação do fígado e então produzem os chamados radicais livres, ocasionando a inflamação do órgão e levando a formação de fibroses a qual se é mantida por um longo espaço de tempo pode chegar a uma cirrose.

As recomendações medicas atuais é receitar anti-oxidantes, como a vitamina E, a Sylimarina (Cardo Mariano) o acido Omega-3, etc. junto a uma dieta e a um programa de exercícios para manter o peso ideal e uma boa oxigenação aeróbica do organismo. Todos estes objetivam diminuir a inflamação e diminuir o nível das transaminases, tentando controlar ou inverter o processo.

O governo dos Estados Unidos por meio do National Institute of and Digestive and Kidney Diseases (NIDDK) formou um grupo de estudos denominado The Nonalcoholic Steatohepatitis (NASH) Clinical Research Network ou qual esta desenvolvendo o primeiro estudo multicentro em larga escala sobre a esteatoses não alcoólica, chamada em inglês pela sigla NASH.

O estudo compreende dois ensaios clínicos em população adulta e pediátrica, nos quais serão utilizados medicamentos para sensibilizar a insulina associados à ingestão de vitamina E (não pode se tomar mas que 400 UI por dia, para evitar a acumulação no fígado) sendo realizadas biópsias ao início e ao final do tratamento, com dois anos de duração.

Outro estudo, publicado em Hepatology 2004; 40(Supl. 1): 237ª pela equipe do Dr. Zelber-Sagi utilizou o medicamento que tem o princípio ativo Orlistat que é comercializado com o nome de Xenical, recomendado para o tratamento da obesidade.

Como este medicamento inibe a absorção intestinal. 44 pacientes receberam uma dieta hipocalórica mais o Orlistat, e, um grupo controle duplo-cego solo recebeu a dieta e um placebo. As diminuições nos níveis das transaminases foi observada em ambos os grupos mas a redução foi quase o dobro no grupo de também recebeu o Orlistat, conjuntamente à dieta. O nível da transaminase GGT somente diminuiu no grupo que recebeu o medicamento. Também melhorou de forma importante. no grupo que recebeu o medicamento. a quantidade de gordura depositada no fígado e o dano histológico, medido pelas biópsias.

Os efeitos adversos do Orlistat são cólicas intestinais, flatulência e incontinência fecal. Usualmente são leves e passam depois de algumas semanas de tratamento. Em alguns pacientes é necessária a administração de vitaminas lipossolúveis.

Concluem os autores que o Orlistat pode ser uma alternativa terapêutica nestes pacientes, embora devasse esperar pelos resultados finais do estudo.

Junto a estas novidades devemos recomendar uma ré-leitura da notícia sobre o Chá Verde enviada no dia 25 de março e também a notícia sobre os anti-oxidantes enviada no dia 28 de março ultimo já que elas se complementam. Estas noticias podem ser recuperadas na seção ULTIMAS NOTÍCIAS na nossa página na Internet.

Fontes:
1 - NIH/National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases
2 - Zelber-Sagi, S., Kessler, A., Brazowsky, E. y cols. Randomized placebo-controlled trial of orlistat for the treatment of patients with non alcoholic fatty liver disease (NAFLD). Hepatology 2004; 40(Supl. 1): 237A.


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo





GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
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11/04/2005

¿Un tratamiento para la esteatosis (Grasa en el hígado)?


Una de las mayores preocupaciones de salud publica en el mundo es el aumento de casos de esteatosis (grasa depositada en el hígado) una condición que antiguamente era observada en individuos que abusaban de las bebidas alcohólicas (esteatosis alcohólica) o en el caso de la esteatosis no alcohólica encontrada básicamente en mujeres ya en la edad de la menopausia e asociada al exceso de peso.

Pero en las ultimas décadas se observa que la esteatosis no alcohólica se encuentra también e mujeres mas jóvenes, en hombres y hasta en niños y adolescentes. En los estados Unidos 10% de los casos de enfermedades crónicas del hígado son debidos a la esteatosis, siendo ya la tercera causa de cirrosis, luego atrás de la hepatitis C y del abuso de bebidas alcohólicas.

Las características de la enfermedad incluyen niveles alterados en las transaminasas, daño en las células del hígado, inflamación y fibrosis en el hígado e depósitos de grasas en el órgano. Entretanto la mayoría de las personas parcen ser totalmente saludables, sin ningún señal externo. Una ecografía puede mostrar un hígado más blanco, indicando la presencia de grasas, pero la única prueba para detectar con seguridad y distinguir cual es la enfermedad grasa que existe en el hígado es la biopsia.

También solo ahora se empiezan a conocer los problemas que el depósito de grasa en el hígado puede ocasionar, llevando inclusive, a medida que aumenta la cantidad de grasa e desarrollar una esteato-hepatitis que puede llevar a la cirrosis. También la esteatosis sabe provocar al aumento de la presión arterial e resistencia ala insulina, factores que si permanecen por algún tiempo pueden ocasionar la perdida da la función renal, llevando el paciente a depender de una máquina de diálisis.

Investigadores de todo el mundo están tentando encontrar opciones de tratamiento ya que actualmente no existe un tratamiento medicamentoso especifico. Por el momento se observan beneficios mediante una dieta adecuada, pobre en grasas, con la reducción del peso caso exista algún sobrepeso y fundamentalmente con la realización diaria de ejercicios físicos que ayuden a "quemar" la grasa depositada.

Las grasas depositadas en el hígado no permiten una correcta oxigenación del hígado y entonces producen los llamados radicales libres, ocasionando la inflamación del órgano e llevando a la formación de fibrosis y si es mantenida por un largo espacio de tiempo puede llegar a una cirrosis.

Las recomendaciones medicas actuales es recetar antioxidantes, como la vitamina E, la Silimarina (Cardo Mariano) el acido Omega-3, etc. junto a una dieta y a un programa de ejercicios para mantener el peso ideal y una buena oxigenación aeróbica del organismo. Todos estos objetivan disminuir la inflamación y disminuir el nivel de las transaminasas, tentando controlar o invertir el proceso.

El gobierno de los Estados Unidos por medio del National Institute of and Digestive and Kidney Diseases (NIDDK) formo un grupo de estudios denominado The Nonalcoholic Steatohepatitis (NASH) Clinical Research Network o cual esta desarrollando el primer estudio multicentro en larga escala sobre la esteatosis no alcohólica, llamada en ingles de NASH.

El estudio comprende dos ensayos clínicos en población adulta y pediátrica en los cuales serán utilizados medicamentos para sensibilizar la insulina asociados a la ingestión de vitamina E (no puede se tomar mas que 400 UI por día, para evitar el acumulo en el hígado) siendo realizadas biopsia al inicio e al final del tratamiento, con dos años de duración.

Otro estudio, publicado en Hepatology 2004; 40(Supl. 1): 237ª por el equipo del Dr. Zelber-Sagi utilizo o medicamento que utiliza el principio activo Orlistat que es comercializado con el nombre de Xenical, recomendado para el tratamiento de la obesidad.

Como este medicamento inhibe la absorción intestinal 44 pacientes, mas un grupo control doble ciego, fueron seguidos al se administrar una dieta hipocalórica. Las disminuciones en los niveles de las transaminasas se observo en ambos grupos pero la reducción fue casi el doble en el grupo de también recibió el Orlistat, conjuntamente a la dieta. El nivel de la GGT solamente bajo en el grupo que recibió el medicamento. También mejoró de forma importante en el grupo que recibió el medicamento la cantidad de grasa depositada en el hígado y el daño histológico, medido por las biopsias.

Los efectos adversos del Orlistat son cólicos intestinales, flatulencia e incontinencia fecal. Usualmente son leves y pasan después de algunas semanas de tratamiento. En algunos pacientes es necesaria la suplementación de vitaminas liposolubles

Concluyen los autores que el Orlistat puede ser una alternativa terapéutica en estos pacientes, aunque debe esperarse a los resultados finales del estudio.

Junto a estas novedades debemos recomendar una re-lectura de la noticia sobre el Té Verde enviada el día 25 de marzo y también la noticia sobre los anti-oxidantes enviada el día 28 de marzo ultimo ya que ellas se complmentan y que pueden ser recuperadas en la sección ULTIMAS NOTICIAS de nuestra página en la Internet.

Fuentes:
1 - NIH/National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases
2 - Zelber-Sagi, S., Kessler, A., Brazowsky, E. y cols. Randomized placebo-controlled trial of orlistat for the treatment of patients with non alcoholic fatty liver disease (NAFLD). Hepatology 2004; 40(Supl. 1): 237A.


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 29.9.2005