25/06/2007
Gordura no fígado (ESTEATOSES)
Mais uma vez vamos falar sobre o fígado gorduroso, chamado de esteatoses, já que pode se tratar de uma doença grave e perigosa, principalmente para pessoas que estão infectadas com as hepatites B ou C.
Existem dois tipos de depósitos de gordura no fígado, uma e ocasionada pelo consumo excessivo de álcool e a outra acontece em pessoas que não abusam das bebidas alcoólicas. Neste artigo vou falar da esteatoses não alcoólica, doença que já atinge 1 em cada três pessoas em todo o mundo e que o conhecimento atual indica ser uma doença perigosa se não cuidada corretamente.
CAUSAS DOS DEPÓSITOS DE GORDURA NO FÍGADO
Ainda é controverso o que está provocando um aumento no número de pessoas que apresentam depósitos de gordura no fígado. Antigamente isso era observado em mulheres obesas na época da menopausa, mas nas ultimas décadas o fenômeno é observado em indivíduos jovens, homens e até em crianças. Algumas opiniões cientificas indicam o sobrepeso e sedentarismo como uma das causas, outros atribuem o problema a alimentação inadequada.
Pessoalmente acredito que seja resultado de um somatório de causas. A nossa alimentação moderna passou a incorporar rapidamente corantes, espessantes, saborizantes, conservantes e ainda uma quantidade muito grande de agrotóxicos (alem da poluição que respiramos), para os quais nosso organismo ainda não esta adaptado para os metabolizar corretamente e consequentemente formando depósitos de gordura no fígado. A espécie humana evolui e se adapta ao ambiente, mas a mudança foi rápida demais. Juntando a isso as comodidades da vida moderna que torna o homem sedentário, não é de estranhar que a conseqüência seja a epidemia de esteatoses que assola o mundo todo.
A exposição a vapores tóxicos, como comprovados em funcionários da indústria petroquímica e um fator de risco comprovado para desenvolver depósitos de gordura no fígado. Estudos chegam a mostrar que até 77% desses trabalhadores apresentam NAFLD e 63% NASH, números alarmantes, muito acima do normal na população em geral.
DEFINIÇÕES
Diversos nomes são dados a este problema, para ao confundir vamos utilizar as abreviaturas dadas na língua inglesa, a saber:
NAFLD: "
Non
Alcoholic
Fatty
Liver
Disease" ou, "Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica";
NASH: "
Non
Alcoholic
Steato
Hepatitis" ou, "Esteato Hepatite Não Alcoólica".
O NAFLD pode ser descrito como depósitos de gordura no fígado que apresenta características de doença metabólica, como diabete tipo 2, resistência a insulina, aumento de colesterol e triglicérides e, aumento da pressão arterial.
O NASH e considerado quando o deposito de gordura ataca o fígado se transformando numa hepatite com presencia de fibrose e em progressão para a cirrose.
PREVALÊNCIA
São poucos os estudos sobre a doença devido à dificuldade do diagnostico. A biopsia de fígado e considerada o exame ideal, mas são poucas as pessoas submetidas a essa técnica invasiva. A maioria dos diagnosticos e realizada por alterações nas transaminases (não todas as pessoas com gordura no fígado apresentam alterações) ou durante ultra sonografías abdominais (índice de acerto de até 70%), motivos pelo qual a notificação dos casos e deficiente.
Nos Estados Unidos e estimado que entre 25 e 40% da população tem NAFLD e, que entre 3 e 5% já evoluíram para o NASH.
CARACTERÍSTICAS DOS INDIVÍDUOS
As características mais encontradas nos indivíduos com depósitos de gordura no fígado podem apresentar o peso acima do normal, vida sedentária, circunferência da cintura maior que o tórax (formato do corpo em forma de Pêra) fatores estes que podem ajudar os médicos a suspeitar da existência de gordura no fígado.
Porem pessoas magras também apresentam gordura no fígado, encontrada comumente entre os vegetarianos provavelmente pelo excesso de agrotóxicos existentes nos vegetais. Também e encontrada em mulheres após a menopausa, indivíduos com pressão alta, taxas de glicemia acima do normal ou níveis de colesterol elevados.
Infectados com o genótipo 3 da hepatite C e pessoas que trabalham em ambientes tóxicos, como trabalhadores da indústria petroquímica apresentam alta incidência de depósitos de gordura no fígado.
PROGRESSÃO DA DOENÇA
O primeiro passo e a acumulação de gordura no fígado, quando então e chamada de NAFLD. Esta acumulação começa por microgoticulas de gordura na fase inicial as quais com a progressão da doença irão aumentados de tamanho (macrogoticulas) e se multiplicando, ocupando importante parte do fígado e dificultando a circulação do sangue pelo órgão.
No segundo passo em geral acontece uma resistência a insulina, a qual antecede a acumulação dos lípidos (colesterol) o qual acelera a acumulação de gordura no fígado. Neste passo pode ser observado em alguns indivíduos um aumento da pressão arterial.
A seguir a gordura depositada no fígado começa a "oxidar" gerando os conhecidos "radicais livres" os quais ocasionam a inflamação do fígado e a destruição de células hepáticas.
A evolução continua quando então pela progressão do dano hepático a doença passa a ser considerada uma hepatite, passando então a ser chamada de NASH. A seguir a fibrose aumenta levando para a cirrose ou o câncer no fígado, quando então somente um transplante poderá
Estudos realizados em homens com 66 anos de idade, trabalhadores da indústria petroquímica, onde e elevado o numero de funcionários com NASH, mostraram que os que tinham progredido para o NASH, 79% deles morriam antes dos 66 anos, contra um índice de 28% de mortes nos que não apresentavam NASH, demonstrando que a doença causa elevada mortalidade.
DOENÇAS RELACIONADAS
O NAFLD pode aumentar a possibilidade de problemas no coração, inclusive muito antes de causar distúrbios metabólicos como a resistência a insulina. Indivíduos com NAFLD apresentam níveis mais elevados no exame de Proteína C Reativa, os colocando com maior risco de problemas coronarianos, apresentam a aorta aumentada e com menos espessura.
A depressão e observada entre os indivíduos com NASH em maior prevalencia que na população em geral, mas a mesma pode estar relacionada com a resistência a insulina e o grau de inflamação do fígado, já que outros estudos também encontraram mais indivíduos depressivos em quem apresenta essas características sem necessidade de apresentar depósitos de gordura no fígado. O assunto ainda e controverso e necessita maiores estudos.
A esteatose apresenta uma estreita correlação com a infecção com o vírus da hepatite C, especialmente quando na presença do genótipo 3. Quando do genótipo 1 e provável que ela esteja relacionada pela resistência a insulina que este genótipo provoca. Estudos recentes mostram que a esteatoses e um fator prognostico negativo de resposta ao tratamento da hepatite C.
O DIAGNOSTICO
Nenhum método não invasivo pode distinguir o NAFLD do NASH. Somente a biopsia do fígado e capaz disso.
A existência de gordura no fígado pode ser detectada com maior ou menor precisão por vários métodos de imagem, porém, qualquer um deles não poderá detectar os depósitos de gordura se esses forem inferiores a 15% de infiltração. A ultrasonografia e largamente empregada por ser um procedimento barato, mas não e totalmente segura no resultado, não detectando a gordura se esta e inferior a 18% de infiltração. A ressonância magnética e mais acertada que a ultrasonografia. A tomografia computadorizada não consegue ver com precisão a esteatoses em pacientes obesos. A ressonância magnética usando espectroscopia de prótons com alta resolução magnética e efetiva em 92% dos casos, mas e um método difícil de encontrar e muito caro.
Diversas pesquisas estão estudando exames de sangue que possam diagnosticar os depósitos de gordura e seu grau de evolução, mas ainda faltam estudos que confirmam a possibilidade de seu uso.
TRATAMENTO
A principal recomendação e manter o peso dentro do normal e praticar atividades físicas, de preferência as aeróbicas. Na seção
ESTEATOSES da nossa página na internet podem ser encontradas informações detalhadas sobre como o próprio paciente pode contribuir no controle e até na redução do grau de gordura depositada no fígado.
Pacientes obesos não devem realizar regimes "milagrosos"para perda de peso. A perda rápida de peso ocasiona perda muscular e, a gordura dos músculos estará se depositando no fígado, piorando o problema. A utilização de formulas para emagrecer ou o uso de produtos vendidos como "naturais" devem ser totalmente evitados, pois podem ser tóxicos ou causar sérios problemas ao fígado. É normal encontrar pessoas que necessitam de um transplante de fígado após o uso desses produtos. Cuidado com as propagandas de produtos vendidos "porta-a-porta" com promessas milagrosas.
Estudos mostram que a perda de 10% do peso corporal consegue reduzir o grau de deposito de gordura no fígado e o nível de resistência a insulina, melhorando o prognostico da doença.
A oxidação da gordura pode ser combatida com alimentos e frutas que contem antioxidantes, os quais neutralizam o oxigênio reativo produzido pela oxidação. A vitamina C e a vitamina E são facilmente encontrada em frutas e sementes sendo excelentes antioxidantes. O acido Omega-3 encontrado na sardinha, no atum e em outros peixes também são potentes antioxidantes. A Silimarina também esta sendo empregada e pode ser encontrada em farmácias já estandarizada na forma de medicamentos. Atualmente esta sendo utilizado o Ursacol, um antioxidante retirado da bílis dos ursos, mas se trata de um produto caro quando comparado com os antioxidantes encontrados nos alimentos. Na seção
TRATAMENTOS ALTERNATIVOS da nossa página na internet se encontram a propriedades de cada um deles.
Indivíduos que estão infectados com a hepatite B ou C e também apresentam depósitos de gordura no fígado devem considerar a conveniência de serem acompanhados também por um endocrinologista, o qual, ao trocar informações com o especialista que cuida da hepatite encontrará o melhor acompanhamento para o paciente.
O uso de inibidores de absorção de gordura (medicamentos a base de orlistat) não conseguiu diminuir as transaminases nem melhorar o estado do fígado. Outros medicamentos estão em estudo, como os utilizados para aumentar a sensibilidade à insulina, as que aumentam o metabolismo da colina e os que inibem a resposta as citoquinas, mas ainda e cedo para se afirmar se os estudos terão algum resultado positivo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Desculpem a insistência em falar sobre os depósitos de gordura no fígado em uma página que trata das hepatites, mas para quem tem uma hepatite B e C os depósitos de gordura no fígado podem ser altamente perigosos, sendo então necessário se alertar sobre o problema e aprender com controlar e combater a doença.
Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Trechos retirados de posters e apresentações realizadas durante o DDW - Digestive Disease Week 2007 e o EASL 2007.
Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
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GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 Rio de Janeiro - Brasil
Tel. (55.21) - 9973.6832
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com |
25/06/2007
Grasa en el hígado (ESTEATOSIS)
Una vez más vamos a hablar sobre el hígado graso, llamado de esteatosis, ya que puede se tratar de una enfermedad grave y peligrosa, principalmente para personas que están infectadas con las hepatitis B o C.
Existen dos tipos de depósitos de grasa en el hígado, una es ocasionada por el consumo excesivo de alcohol y la otra ocurre en personas que no abusan de las bebidas alcohólicas. En este artículo voy a hablar de la esteatosis no alcohólica, enfermedad que ya alcanza 1 en cada tres personas en todo el mundo y que el conocimiento actual indica ser una enfermedad peligrosa si no cuidada correctamente.
CAUSAS DE LOS DEPÓSITOS DE GRASA EN EL HÍGADO
Aún no hay consenso sobre lo que está provocando un aumento en el número de personas que presentan depósitos de grasa en el hígado. Antiguamente eso era observado en mujeres obesas en la época de la menopausia, pero en las ultimas décadas el fenómeno es observado en individuos jóvenes, hombres y hasta en niños. Algunas opiniones científicas indican el sobrepeso y el sedentarismo como una de las causas, otros atribuyen el problema a la alimentación inadecuada.
Personalmente creo que sea resultado de la suma de esas causas. Nuestra alimentación moderna pasó a incorporar rápidamente colorantes, espesantes, saborizantes, conservantes y aún una cantidad muy grande de agro tóxicos (considerando también la polución que respiramos), para lo cual nuestro organismo aún no ésta adaptado para los metabolizar correctamente y consecuentemente forma depósitos de grasa en el hígado. La especie humana evoluciona y se adapta al ambiente, pero la mudanza fue rápida demás. Juntando a eso las comodidades de la vida moderna que torna el hombre sedentario, no es de extrañar que la consecuencia sea la epidemia de esteatosis que se encuentra en todo el mundo.
La exposición a vapores tóxicos, como comprobados en empleados de la industria petroquímica es un factor de riesgo comprobado para desarrollar depósitos de grasa en el hígado. Estudios llegan a mostrar que hasta 77% de esos trabajadores presentan NAFLD y 63% NASH, números alarmantes, muy arriba del normal en la población en general.
DEFINICIONES
Diversos nombres son dados a este problema, para no confundir vamos a utilizar las abreviaturas dadas en la lengua inglesa, a saber:
NAFLD: "
Non
Alcoholic
Fatty
Liver
Disease" o, "Enfermedad Hepática Grasa No Alcohólica";
NASH: "
Non
Alcoholic
Steato
Hepatitis" o, "Esteato Hepatitis No Alcohólica".
El NAFLD puede ser descrito como depósitos de grasa en el hígado que presenta características de enfermedad metabólica, como diabetes tipo 2, resistencia a la insulina, aumento de colesterol y triglicéridos y, aumento de la presión arterial.
El NASH es considerado cuando el depósito de grasa ataca el hígado se transformando en una hepatitis con presencia de fibrosis y en progresión para la cirrosis.
PREVALENCIA
Son pocos los estudios sobre la enfermedad debido a la dificultad del diagnostico. La biopsia de hígado es considerada el examen ideal, pero son pocas las personas sometidas a esa técnica invasora. La mayoría de los diagnósticos es realizada por alteraciones en las transaminasas (no todas las personas con grasa en el hígado presentan alteraciones) o durante ultra ecografías abdominales (índice de acierto de hasta 70%), motivos por el cual la notificación de los casos es deficiente.
En Estados Unidos es estimado que entre 25 y 40% de la población tiene NAFLD y, que entre 3 y 5% ya evolucionaron para el NASH.
CARACTERÍSTICAS DE LOS INDIVIDUOS
Las características más encontradas en los individuos con depósitos de grasa en el hígado pueden presentar el peso arriba del normal, vida sedentaria, circunferencia de la cintura mayor que el tórax (formato del cuerpo en forma de Pera) factores estos que pueden ayudar los médicos a sospechar de la existencia de grasa en el hígado.
Pero personas delgadas también presentan grasa en el hígado, encontrada comúnmente entre los vegetarianos probablemente por el exceso de agro tóxicos existentes en los vegetales. También es encontrada en mujeres después de la menopausia, individuos con presión alta, tasas de glicemia arriba del normal o niveles de colesterol elevados.
Infectados con el genotipo 3 de la hepatitis C y personas que trabajan en ambientes tóxicos, como trabajadores de la industria petroquímica presentan alta incidencia de depósitos de grasa en el hígado.
PROGRESIÓN DE LA ENFERMEDAD
El primer paso es la acumulación de grasa en el hígado, cuando entonces es llamada de NAFLD. Esta acumulación comienza por microgoticulas de grasa en la fase inicial las cuales con la progresión de la enfermedad irán aumentados de tamaño (macrogoticulas) y se multiplicando, ocupando importante parte del hígado y dificultando la circulación de la sangre por el órgano.
En el segundo paso en general acontece una resistencia a la insulina, la cual antecede a la acumulación de los lípidos (colesterol) el cual acelera la acumulación de grasa en el hígado. En este paso puede ser observado en algunos individuos un aumento de la presión arterial.
A continuación la grasa depositada en el hígado empieza a "oxidar" generando los conocidos "radicales libres" quiénes ocasionan la inflamación del hígado y la destrucción de células hepáticas.
La evolución continúa cuando entonces por la progresión del daño hepático la enfermedad pasa a ser considerada una hepatitis, pasando entonces a ser llamada de NASH. A continuación la fibrosis aumenta llevando para la cirrosis o el cáncer en el hígado, cuando entonces solamente un trasplante podrá evitar la muerte.
Estudios realizados en hombres con 66 años de edad, trabajadores de la industria petroquímica, donde es elevado lo numero de empleados con NASH, mostraron que los que habían progresado para el NASH, 79% de ellos morían antes de los 66 años, contra un índice del 28% de muertes en los que no presentaban NASH, demostrando que la enfermedad causa elevada mortalidad.
ENFERMEDADES RELACIONADAS
El NAFLD puede aumentar la posibilidad de problemas en el corazón, incluso muy antes de causar disturbios metabólicos como la resistencia a la insulina. Individuos con NAFLD presentan niveles más elevados en el examen de Proteína C Reactiva, los colocando con mayor riesgo de problemas del corazón, presentan la aorta aumentada y con menos espesura.
La depresión es observada entre los individuos con NASH en mayor prevalencia que en la población en general, pero la misma puede estar relacionada con la resistencia a la insulina y el grado de inflamación del hígado, ya que otros estudios también encontraron más individuos depresivos en quien presente esas características sin necesidad de presentar depósitos de grasa en el hígado. El asunto aún es controvertido y necesita mayores estudios.
La esteatosis presenta una estrecha correlación con la infección con el virus de la hepatitis C, especialmente cuando en la presencia del genotipo 3. En relación al genotipo 1 es probable que ella esté relacionada por la resistencia a la insulina que este genotipo provoca. Estudios recientes muestran que la esteatosis es un factor pronostico negativo de respuesta al tratamiento de la hepatitis C.
EL DIAGNOSTICO
Ningún método no invasor puede distinguir el NAFLD del NASH. Solamente la biopsia del hígado es capaz de eso.
La existencia de grasa en el hígado puede ser detectada con mayor o menor precisión por varios métodos de imagen, sin embargo, cualquiera de ellos no podrá detectar los depósitos de grasa si ésos son inferiores a 15% de infiltración. La ecografía es largamente utilizada por ser un procedimiento barato, pero no es totalmente segura en el resultado, no detectando la grasa si ésta es inferior a 18% de infiltración. La resonancia magnética es más acertada que la ecografía. La tomografía computadorizada no logra ver con precisión la esteatosis en pacientes obesos. La resonancia magnética usando espectroscopia de protones con alta resolución magnética es efectiva en un 92% de los casos, pero es un método difícil de encontrar y muy caro.
Diversas investigaciones están estudiando exámenes de sangre que puedan diagnosticar los depósitos de grasa y su grado de evolución, pero aún faltan estudios que confirman la posibilidad de su uso.
TRATAMIENTO
La principal recomendación es mantener el peso dentro del normal y practicar actividades físicas, de preferencia las aeróbicas. En la sección
ESTEATOSIS de nuestra página en el Internet pueden ser encontradas informaciones detalladas sobre como el propio paciente puede contribuir en el control y hasta en la reducción del grado de grasa depositada en el hígado.
Pacientes obesos no deben realizar regímenes "milagrosos" para pérdida de peso. La pérdida rápida de peso ocasiona pérdida muscular y, la grasa de los músculos estará se depositando en el hígado, empeorando el problema. La utilización de formulas para adelgazar o el uso de productos vendidos como "naturales" deben ser totalmente evitados, pues pueden ser tóxicos o causar serios problemas al hígado. Es normal encontrar personas que necesitan un trasplante de hígado después el uso de esos productos. Cuidado con las propagandas de productos vendidos "puerta-a-puerta" con promesas milagrosas.
Estudios muestran que la pérdida del 10% del peso corporal consigue reducir el grado de depósito de grasa en el hígado y el nivel de resistencia a la insulina, mejorando el pronóstico de la enfermedad.
La oxidación de la grasa puede ser combatida con alimentos y frutas que contienen antioxidantes, quiénes neutralizan el oxígeno reactivo producido por la oxidación. La vitamina C y la vitamina E son fácilmente encontrada en frutas y semillas siendo excelentes antioxidantes. El acido Omega-3 encontrado en la sardina, en el atún y en otros peces también y son potentes antioxidantes. La Silimarina también ésta siendo utilizada y puede ser encontrada en farmacias ya estandarizada en la forma de medicamentos. Actualmente ésta siendo utilizado el Ursacol, un antioxidante retirado de la bilis de los osos, pero se trata de un producto caro cuando comparado con los antioxidantes encontrados en los alimentos. En la sección
TRATAMIENTOS ALTERNATIVOS de nuestra página en el Internet se explican las propiedades de cada de ellos.
Individuos que están infectados con hepatitis B o C y también presentan depósitos de grasa en el hígado deben considerar la conveniencia de ser acompañados también por un endocrinólogo, el cual, al cambiar informaciones con el especialista que cuida de la hepatitis encontrará el mejor acompañamiento para el paciente.
El uso de inhibidores de absorción de grasa (medicamentos a base de orlistat) no consiguió disminuir las transaminasas ni mejorar el estado del hígado. Otros medicamentos están en estudio, como los utilizados para aumentar la sensibilidad a la insulina, los que aumentan el metabolismo de la colina y los que inhiben la respuesta las citoquinas, pero todavía no es posible se afirmar si los estudios tendrán algún resultado positivo.
CONSIDERACIONES FINALES
Disculpen la insistencia en hablar sobre los depósitos de grasa en el hígado en una página que trata de las hepatitis, pero para quien tiene una hepatitis B y C los depósitos de grasa en el hígado pueden ser altamente peligrosos, siendo entonces necesario se alertar sobre el problema y aprender a controlar y combatir la enfermedad.
Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Trechos retirados de posters y presentaciones realizadas durante el DDW - Digestive Disease Week 2007 y el EASL 2007.
Carlos Varaldo
Grupo Optimismo