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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
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10/11/2008


AASLD 2008 - Mudanças no estilo de vida melhoram o fígado gorduroso (esteatoses)


Estudo realizado com pacientes com esteatoses não provocada pelo consumo excessivo de álcool mostra que mudanças no estilo de vida provocam excelentes benefícios no estado geral do fígado e na recuperação progressiva do dano hepático.

A esteatoses não alcoólica possui uma forte relação com o peso acima do normal e com o surgimento de resistência a insulina e do diabetes.

Os resultados sugerem que a melhor opção terapêutica disponível (não existem medicamentos para tratar a esteatoses) e uma dieta equilibrada, mantendo o peso ideal e realizando atividades físicas de forma rotineira. Participaram do estudo 31 pacientes que não abusavam das bebidas alcoólicas e todos com sobrepeso acima do normal.

Durante 48 semanas os pacientes receberam uma dieta entre 1.000 e 1.500 calorias por dia, dependendo do peso inicial.

Foi instituído um programa de atividades físicas aeróbicas (caminhadas, natação, bicicleta, etc.) com intensidade moderada e superior aos 200 minutos por semana.

Durante as 48 semanas foram realizadas atividades para modificação do comportamento em seções semanais conjuntas com todos os pacientes e assistidas por uma equipe multidisciplinar (clínicos gerais, psicólogos, nutricionistas, professores de educação física, etc.)

A perda de peso no grupo obteve uma redução de 9,3% do peso corporal a qual foi associada com reduções significativas nos níveis das transaminases e do grau de esteatoses. Um grupo controle, sem nenhum acompanhamento, obteve somente 0,2% de redução de peso.

A transaminase ALT/TGP apresentou uma redução de 85,6 U/l para 41,7 U/l na media de todos os pacientes do grupo que recebeu acompanhamento.

O grau de esteatoses, inicialmente em 1.8, foi reduzido para 0,9 no final do estudo no grupo que recebeu acompanhamento. O grau de comprometimento do fígado no final do estudo era em media de 2,0 contra um nível inicial de 4,4 no grupo que recebeu o acompanhamento.

Concluem os autores que os pacientes com esteatoses não alcoólica que realizam mudanças no estilo de vida conseguem excelentes benefícios ao reduzir o nível das transaminases, melhorar o grau de esteatoses e diminuem a atividade da doença.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Promrat K, et al "Randomized controlled trial testing the effects of weight loss on nonalcoholic steatohepatitis (NASH)" Hepatology 2008; 48(4): 802A. Abstract 1111.


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.





GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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10/11/2008


AASLD 2008 - Mudanzas en el estilo de vida mejoran el hígado graso (esteatosis)


Estudio realizado con pacientes con esteatosis no provocada por el consumo excesivo de alcohol muestra que mudanzas en el estilo de vida provocan excelentes beneficios en el estado general del hígado y en la recuperación progresiva del daño hepático.

La esteatosis no alcohólica posee una fuerte relación con el peso arriba del normal y con el surgimiento de resistencia a la insulina y de la diabetes.

Los resultados sugieren que la mejor opción terapéutica disponible (no existen medicamentos para tratar la esteatosis) es una dieta equilibrada, manteniendo el peso ideal y realizando actividades físicas de forma rutinaria. Participaron del estudio 31 pacientes que no abusaban de las bebidas alcohólicas y todos con sobrepeso arriba del normal.

Durante 48 semanas los pacientes recibieron una dieta entre 1.000 y 1.500 calorías por día, dependiendo del peso inicial.

Fue instituido un programa de actividades físicas aeróbicas (caminatas, natación, bicicleta, etc.) con intensidad moderada y superior a los 200 minutos por semana.

Durante las 48 semanas fueron realizadas actividades para modificación del comportamiento en secciones semanales conjuntas con todos los pacientes y asistidas por un equipo multidisciplinar (generalistas, psicólogos, bromatólogos, profesores de educación física, etc.)

La pérdida de peso en el grupo logró una reducción del 9,3% del peso corporal la cual fue asociada con reducciones significativas en los niveles de las transaminasas y del grado de esteatosis. Un grupo control, sin ningún seguimiento, obtuvo solamente 0,2% de reducción de peso.

La transaminasa ALT/TGP presentó una reducción de 85,6 U/L para 41,7 U/L de promedio de todos los pacientes del grupo que recibió orientación y seguimiento.

El grado de esteatosis, inicialmente en 1.8, fue reducido para 0,9 al final del estudio en el grupo que recibió orientación y seguimiento. El grado de comprometimiento del hígado al final del estudio era en medía de 2,0 contra un nivel inicial de 4,4 en el grupo que recibió orientación y seguimiento.

Concluyen los autores que los pacientes con esteatosis no alcohólica que realizan mudanzas en el estilo de vida consiguen excelentes beneficios al reducir el nivel de las transaminasas, mejorar el grado de esteatosis y disminuyen la actividad de la enfermedad.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Promrat K, et al "Randomized controlled trial testing the effects of weight loss on nonalcoholic steatohepatitis (NASH)" Hepatology 2008; 48(4): 802A. Abstract 1111.


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.






Last updated 8.11.2008