Texto en Español al final - Apriete aquí


GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

07/06/2010


EASL 2010 - O consumo de refrigerantes aumenta a gordura no fígado


A pesquisa acompanhou 120 pacientes que sofreram problemas cardíacos (estenose aórtica) entre os quais 70 consumiam refrigerantes de forma moderada e 50 deles bebiam refrigerantes em grande quantidade objetivando relacionar o uso dos refrigerantes e os problemas cardíacos. Durante a pesquisa foram recrutados mais 30 indivíduos que não bebiam refrigerantes.

Os pacientes que abusavam dos refrigerantes mostravam um risco de 70% de formação de plaquetas nas artérias (arteriosclerose), contra 30% que foi encontrado nos outros pacientes. A prevalência da estenose aórtica foi de 30% nos que bebiam refrigerantes acima do normal, contra somente 10% nos outros pacientes.

Os pacientes que consumem refrigerantes de forma excessiva apresentam maior resistência à insulina, entre os quais se encontrou um índice HOMA-IR médio de 3,8 (contra uma média de 2,6 no grupo controle). O nível dos triglicerídeos entre os que abusam dos refrigerantes foi em média de 208, contra somente 148 no grupo controle.

Muitos estarão se perguntando por que estou escrevendo de refrigerantes e problemas cardíacos, mas e que o resultado da pesquisa encontrou a relação que existe entre o consumo de refrigerantes e depósitos de gordura no fígado (esteatose), um problema que aparece muito em portadores de hepatite e que acelera a progressão da fibrose.

É aqui que entra a questão e motivo deste alerta sobre o consumo excessivo de refrigerantes. Foi encontrado que 71% dos indivíduos que consumiam refrigerantes em excesso apresentavam um fígado gorduroso em nível alto.

Concluem os autores que o consumo excessivo de refrigerantes está relacionado com maior risco de problemas no coração, do aparecimento da arteriosclerose e do aumento dos depositos de gordura no fígado (esteatose).

Assim, para quem já tem uma hepatite atacando o fígado, seja hepatite B ou C, a melhor recomendação que pode ser feita e beber refrigerantes de forma moderada, sem abusar.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
EASL 2010 - Association between excessive soft drink consumption, non alcoholic fatty liver disease (nafld), and coronary artery disease - F. Nassar, A. Djibre, A. Marmor, N. Assy - Internal Medicine, Western Galilee Hospital, Naharyia, Liver Unit, Cardiology, Ziv Medical Centre, Safed, Faculty of Medicine, Technion Institute, Haifa, Israel - Abstract: 363 - Journal of Hepatology, Supplement No 1, Volume 52, 2010, Page S150


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal:
As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM


O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org


¡ALERTA!

Enquanto você realiza a leitura deste artigo,
¡Mientras usted realiza la lectura de este artículo,
1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!

GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - Brasil
Teléfonos: Rio de Janeiro (005521) 4063.4567 - São Paulo (005511) 3522.3154 (de 11.00 a las 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com
07/06/2010


EASL 2010 - El consumo de gaseosas aumenta la grasa en el hígado


La pesquisa acompañó 120 pacientes que sufrieron problemas cardíacos (estenosis aórtica) entre los cuales 70 consumían gaseosas de forma moderada y 50 de ellos bebían gaseosas en gran cantidad, objetivando relacionar el uso de las gaseosas y los problemas cardíacos. Durante la pesquisa fueron reclutados más 30 individuos que no bebían refrescos.

Los pacientes que abusaban de las gaseosas mostraban un riesgo del 70% de formación de plaquetas en las arterias (arteriosclerosis), contra 30% que fue encontrado en los otros pacientes. La superioridad de la estenosis aórtica fue del 30% en los que bebían gaseosas arriba de lo normal, contra solamente 10% en los otros pacientes.

Los pacientes que consumen gaseosas de forma excesiva presentan mayor resistencia a la insulina, entre los cuales se encontró un índice HOMA-IR medio de 3,8 (contra una media de 2,6 en el grupo control). El nivel de los triglicéridos entre los que abusan de los refrescos fue en media de 208, contra solamente 148 en el grupo control.

Muchos estarán se preguntando por qué estoy escribiendo de gaseosas y problemas cardíacos, pero es que el resultado de la pesquisa encontró la relación que existe entre el consumo de gaseosas y depósitos de grasa en el hígado (esteatosis), un problema que aparece mucho en portadores de hepatitis y que acelera la progresión de la fibrosis.

Es aquí que entra la cuestión y motivo de este alerta sobre el consumo excesivo de gaseosas. Fue encontrado que 71% de los individuos que consumían gaseosas en exceso presentaban un hígado graso en nivel alto.

Concluyen los autores que el consumo excesivo de gaseosas está relacionado con mayor riesgo de problemas en el corazón, del aparecimiento de la arteriosclerosis y del aumento de los depósitos de grasa en el hígado (esteatosis).

Así, para quien ya tiene una hepatitis atacando el hígado, sea hepatitis B o C, la mejor recomendación que puede ser hecha es beber gaseosas de forma moderada, sin abusar.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
EASL 2010 - Association between excessive soft drink consumption, non alcoholic fatty liver disease (nafld), and coronary artery disease - F. Nassar, A. Djibre, A. Marmor, N. Assy - Internal Medicine, Western Galilee Hospital, Naharyia, Liver Unit, Cardiology, Ziv Medical Centre, Safed, Faculty of Medicine, Technion Institute, Haifa, Israel - Abstract: 363 - Journal of Hepatology, Supplement No 1, Volume 52, 2010, Page S150


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo






Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
Aviso legal:
Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación médica. Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje si se cita la fuente como retiradas de WWW.HEPATO.COM







Last updated 5.6.2010