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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 9973.6832
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

06/11/2006


Tratando a resistência a insulina


Um elevado grupo de indivíduos com problemas hepáticos apresenta resistência a insulina, na maioria dos casos provocada por depósitos de gordura no fígado, mas também pela provável ação do vírus da hepatite ou ainda pela idade do paciente, já com uma tendência a ser propenso a diabetes.

É sabido que os pacientes que apresentam resistência a insulina conseguem um resultado menor no tratamento da hepatite C, assim, a resistência a insulina possui um fator importante no tratamento da hepatite C e na resposta terapêutica ao tratamento.

O melhor tratamento seria o de diminuir ou acabar com a gordura depositada no fígado, para o qual e necessário "queimar" esta gordura mediante um regime alimentar combinado com um programa diário de atividades físicas, uma situação que convenhamos não e fácil nem rápida de alcançar.

Ante esta dificuldade o conhecimento da esteatose não alcoólica nos últimos anos leva a medicina por dois caminhos, um deles e o estudo de diversos medicamentos objetivando aumentar a sensibilidade à insulina e por outro lado encontrar formulas para atenuar os fatores resultantes da esteatoses, entre os quais um dos mais preocupantes e a oxidação das gotículas de gorduras, chamado de estresse oxidativo, o qual ocasiona os indesejáveis radicais livres acabando por inflamar o fígado.

Para combater os radicais livres são varias as pesquisas, algumas já confirmadas no seu efeito hepatoprotetor e antioxidante nos pacientes com esteatose. O Ursacol (acido ursodesoxicólico) demonstrou conseguir uma discreta diminuição da atividade necro-inflamatória, porém quando testado em 168 pacientes durante dois anos não demonstrou ser eficaz na redução dos níveis de transaminases nem na melhora histologia (estado do fígado), sugerindo não ser útil em pacientes com esteatose.

As vitaminas C e E são antioxidantes naturais e pelos seus efeitos antioxidantes poderão ser úteis no combate aos radicais livres, principalmente porque elas têm poucos efeitos colaterais. Um estudo pequeno, com 12 pacientes, que receberam 300 mg de vitamina E por dia conjuntamente com uma dieta especifica conseguiu diminuir o nível das transaminases nos pacientes obesos. Um outro estudo administrou a combinação de vitamina C e E durante um ano e os pacientes conseguiram uma pequena, porém significativa melhora no grau de fibrose. Outro estudo empregou vitamina E e pioglitazona com o que foi conseguida uma significativa redução da esteatose. É importante lembrar que apesar dos bons resultados obtidos nestas pesquisas o uso da vitamina E não deve ser recomendado abertamente já que existe uma meta analise demonstrando que um excesso de vitamina E pode estar associado a um incremento das taxas de mortalidade.

Outros produtos, como a betaína (um derivado da colina) esta sendo pesquisado e os primeiros resultados mostram uma diminuição nas transaminases e no grau de esteatoses. O N-acetilcisteína em pesquisas mostrou reduzir as transaminases no inicio do tratamento, porém não consegue manter este efeito de forma duradeira nem conseguiu melhorar o estado histológico do fígado. O Losartan, um medicamento para controlar a pressão, foi testado em pacientes com esteatoses e hipertensão arterial, conseguindo diminuir a fibrose e as transaminases. A acarbosa um medicamento para diabetes tipo 2 parece conseguir diminuir o risco da diabete e da pressão arterial e pode conseguir reduzir o índice de massa corporal. Ainda se desconhece seu mecanismo de ação e pesquisas estão sendo realizadas.

Existem microorganismos que, quando ingeridos, exercem efeitos benéficos para a saúde. Esses organismos são adicionados aos alimentos, como os leites fermentados que contem lactobacillus, por exemplo, e são chamados de "probióticos". É possível que os probióticos auxiliem no tratamento da esteatose já que eles podem inibir o crescimento bacteriano reduzindo assim o efeito inflamatório dele derivado.

Para tentar aumentar a sensibilidade à insulina pesquisadores estudam alguns medicamentos, como as tiazolidinedionas. Por enquanto são pesquisas em um numero pequeno de pacientes que conseguiram reduzir as transaminases, apresentou diminuição na atividade inflamatória e melhorar histologia do fígado, porém o seu uso continuado pode causar hepatoxicidade, motivo pelo qual faltam estudos clínicos adicionais. Outros medicamentos estão em estudo, mas por enquanto e prematuro realizar qualquer comentário.

O tratamento mais radical para acabar com um fígado com elevada esteatose a qual o levou a cirrose seria o transplante do fígado, porém na maioria dos casos o novo fígado também passa a apresentar depósitos de gordura progressivos. Assim, para evitar chegar a este extremo o melhor a ser feito por todos aqueles diagnosticados com depósitos de gordura no fígado e tentar controlar e diminuir a esteatoses mediante uma dieta balanceada e a realização de exercícios diariamente, recomendando que nunca e uma boa medida a automedicação com qualquer tipo de medicamento, vitamina, ervas ou produtos "naturais".

Consulte sempre seu médico!

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°. 176.655 - RCPJ-RJ - Rio de Janeiro - Brasil
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06/11/2006


Tratando la resistencia a la insulina


Un elevado grupo de individuos con problemas hepáticos presenta resistencia a la insulina, en la mayoría de los casos provocada por depósitos de grasa en el hígado, pero también por la probable acción del virus de la Hepatitis o aún por la edad del paciente, ya con una tendencia a ser propenso a la diabetes.

Es sabido que los pacientes que presentan resistencia a la insulina logran un resultado menor en el tratamiento de la Hepatitis C, así, la resistencia a la insulina posee un factor importante en el tratamiento de la Hepatitis C y en la respuesta terapéutica al tratamiento.

El mejor tratamiento sería lo de disminuir o acabar con la grasa depositada en el hígado, para lo cual será necesario "quemar" esta grasa mediante un régimen alimentar combinado con un programa diario de actividades físicas, una situación que convengamos no es fácil ni rápida de alcanzar.

Ante esta dificultad el conocimiento de la esteatosis no alcohólica en los últimos años lleva la medicina por dos caminos, uno de ellos es el estudio de diversos medicamentos objetivando aumentar la sensibilidad a la insulina y por otro lado encontrar formulas para atenuar los factores resultantes de la esteatosis, entre los cuales uno de los más preocupantes es la oxidación de las de las grasas, llamado de estrés oxidativo, el cual ocasiona los indeseables radicales libres acabando por inflamar el hígado.

Para combatir los radicales libres son varias las pesquisas, algunas ya confirmadas en su efecto hepatoprotector y antioxidante en los pacientes con esteatosis. El Ursacol (acido ursodesoxicólico) demostró lograr una discreta disminución de la actividad necro-inflamatoria, sin embargo cuando testado en 168 pacientes durante dos años no demostró ser eficaz en la reducción de los niveles de las transaminasas ni en la mejora histología (estado del hígado), sugiriendo no ser útil en pacientes con esteatosis.

Las vitaminas C y E son antioxidantes naturales y por sus efectos antioxidantes podrán ser útiles en el combate a los radicales libres, principalmente porque ellas tienen pocos efectos secundarios. Un estudio pequeño, con 12 pacientes, que recibieron 300 mg de vitamina E por día conjuntamente con una dieta específica logró disminuir el nivel de las transaminasas en los pacientes obesos. Otro estudio administró la combinación de vitamina C y E durante un año y los pacientes consiguieron una pequeña pero significativa mejora en el grado de fibrosis. Otro estudio empleó vitamina E y pioglitazona con lo que fue logrado una significativa reducción de la esteatosis. Es importante recordar que a pesar de los buenos resultados logrados en estas pesquisas el uso de la vitamina E no debe ser recomendado abiertamente ya que existe una meta analice demostrando que un exceso de vitamina E puede estar asociado a un incremento de las tasas de mortalidad.

Otros productos, como la betaína (un derivado de la colina) ésta siendo pesquisado y los primeros resultados muestran una disminución en las transaminasas y en el grado de esteatosis. La N-acetilcisteína en pesquisas mostró reducir las transaminasas en el inicio del tratamiento, sin embargo no consigue mantener este efecto de forma continua ni logró mejorar el estado histológico del hígado. El Losartan, un medicamento para controlar la presión, fue testado en pacientes con esteatosis e hipertensión arterial, consiguiendo disminuir la fibrosis y las transaminasas. La acarbosa un medicamento para diabetes tipo 2 parece conseguir disminuir el riesgo de la diabetes y de la presión arterial y puede conseguir reducir el índice de masa corporal. Todavía se desconoce su mecanismo de acción y pesquisas están siendo realizadas.

Existen microorganismos que, cuando ingeridos, ejercen efectos benéficos para la salud. Esos organismos son agregados a los alimentos, como las leches fermentadas que contienen lactobacillus, por ejemplo, y son llamados de "probióticos". Es posible que los probióticos auxilien en el tratamiento de la esteatosis ya que ellos pueden inhibir el crecimiento bacteriano reduciendo así el efecto inflamatorio de él derivado.

Para intentar aumentar la sensibilidad a la insulina pesquisadores estudian algunos medicamentos, como las tiazolidinedionas. Por el momento son pesquisas en un numero pequeño de pacientes que lograron reducir las transaminasas, presentaron disminución en la actividad inflamatoria y mejoraron la histología del hígado, sin embargo su uso continuado puede causar hepatoxicidad, motivo por el cual faltan estudios clínicos adicionales. Otros medicamentos están en estudio, pero por el momento es prematuro realizar cualquier comentario.

El tratamiento más radical para acabar con un hígado con elevada esteatosis la cual lo llevó a la cirrosis sería el trasplante del hígado, sin embargo en la mayoría de los casos el nuevo hígado también pasa a presentar depósitos de grasa progresivos. Así, para evitar llegar a este extremo lo mejor a ser realizado por todos aquéllos diagnosticados con depósitos de grasa en el hígado es intentar controlar y disminuir la esteatosis mediante una dieta controlada y la realización de ejercicios diariamente, recomendando que nunca es una buena medida la automedicación con cualquier tipo de medicamento, vitamina, hierbas o productos "naturales".

¡Consulte siempre su médico!

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 4.11.2006