03/09/2007
Uma nova forma de prevenir epidemias: Enterrar vivos os infectados
Margaret Marabe, fundadora da ONG "Viver com HIV" de Papua Nova Guiné, denuncia que diversos infectados com HIV/SIDA foram enterradas vivas pelos seus familiares com medo de serem infectadas.
"Vi pessoalmente, com meus próprios olhos, o acontecido com três pessoas, as quais foram enterradas vivas quando já estavam muito doentes e os familiares não podiam as atender" explicou Margaret Marabe ao jornal Post Courier, o de maior circulação em Papua Nova Guiné.
Conta ela que moradores de remotas aldeias da região habitadas por diversas tribos, admitiram que enterrem vivas as pessoas infectadas pela AIDS sendo essa uma pratica habitual.
Um dos doentes era primo da ativista. Ao perguntar aos familiares porque estavam fazendo isso obteve a resposta que se o deixavam morar na mesma casa todos poderiam ser infectados e morrer.
A ONG "Viver com HIV" está realizando um apelo ao governo para que os programas de prevenção não sejam realizados somente nos grandes centros urbanos e atendam também as zonas do interior do país.
MEU COMENTÁRIO:
Um absurdo total!
Mas fica uma pergunta, desta vez extrapolando para as hepatites B e C: Não fazer campanhas de alerta e de detecção, como acontece no Brasil, não tem como conseqüência enterrar antes do tempo os infelizes que não sabem que estão doentes?
Desde algum ponto de vista poderíamos responder que sim, pois ao se considerar que indivíduos que desconhecem estar infectados com uma das duas hepatites irão morrer em media 15 anos antes do previsto, isso não deixa de ser hipoteticamente um enterro antes da data prevista naturalmente.
Em resumo, não realizar campanhas de alerta e detecção como acontece no Brasil significa estar enterrando antes do tempo até 1 em cada quatro dos seis milhões de infectados com as hepatites B e C que existem no Brasil conforme estimativas da Organização Mundial da Saúde.
Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
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GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 Rio de Janeiro - Brasil
Tel. (55.21) - 9973.6832
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com |
03/09/2007
Una nueva forma de prevenir epidemias: Enterrar vivos los infectados
Margaret Marabe, fundadora de la ONG "Vivir con HIV" de Papúa Nueva Guinea, denuncia que diversos infectados con HIV/SIDA fueron enterrados vivos por sus familiares con miedo de ser infectados.
"Vi personalmente, con mis propios ojos, lo acontecido con tres personas, las cuales fueron enterradas vivas cuando ya estaban muy enfermos y los familiares no podían las atender" explicó Margaret Marabe al diario Post Courier, el de mayor circulación en Papúa Nueva Guinea.
Cuenta ella que moradores de remotas aldeas de la región habitadas por diversas tribus, admitieron que entierran vivas las personas infectadas por el SIDA siendo ésa una práctica habitual.
Uno de los enfermos era primo de la activista. Al preguntar a los familiares porque estaban haciendo eso obtuvo la respuesta que si lo dejaban residir en la misma casa todos podrían ser infectados y morir.
La ONG "Vivir con HIV" está realizando un apelo al gobierno para que los programas de prevención no sean realizados solamente en los grandes centros urbanos y atiendan también las zonas del interior del país.
MI COMENTARIO:
¡Absurdo total!
Pero queda una pregunta, de esta vez extrapolando para las hepatitis B y C: ¿No hacer campañas de alerta y de detección, cómo acontece en muchos países, no tiene cómo consecuencia enterrar antes del tiempo los infelices qué no saben qué están enfermos?
Desde algún punto de vista podríamos responder que sí, pues al se considerar que individuos que desconocen estar infectados con una de las dos hepatitis irán a morir en medía 15 años antes de lo previsto, eso no deja de ser hipotéticamente un entierro antes de la fecha prevista naturalmente.
En resumen, no realizar campañas de alerta y detección como acontece en muchos países significa estar enterrando antes del tiempo hasta 1 en cada cuatro de los millones de infectados con las hepatitis B y C que existen en el mundo conforme estimativas de la Organización Mundial de la Salud.
Carlos Varaldo
Grupo Optimismo