Texto en Español al final - Apriete aquí


GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

04/09/2008


Aviso para todos aqueles que pensam que podem ganhar dinheiro com uma ONG!


Considero muito boa e educativa a ação da policia e da secretaria da saúde de São Paulo, pois pessoas que coordenam uma ONG com o objetivo de ganhar dinheiro devem ser presas por criminosas.

O Grupo Otimismo nunca teve envolvimento com advogados para abertura de ações contra o estado, nem sequer indica algum. Todos aqueles que necessitam recorrer à justiça para receber tratamento são encaminhados a Defensoria Pública ou a escritórios gratuitos das faculdades de direito. Também disponibiliza gratuitamente na internet modelos de ações, mas e o próprio paciente que deve procurar algum advogado por sua conta.

Somente indicamos advogados quando a ação e contra os Planos de Saúde.

Parabéns a policia e desejamos que os presos fiquem muito tempo na cadeia.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.



Presos fraudadores que deram golpe R$ 63 milhões na Saúde em SP


Esquema se beneficiava com comissões de fabricantes, fazendo Estado fornecer remédios para pacientes falsos


Jair Aceituno, especial para o Jornal O Estado de São Paulo

MARÍLIA - O medico dermatologista Paulo César Ramos, a advogada Fabiana Noronha, a presidente e a secretária da Associação dos Portadores de Vitiligo e Psoríase do Estado de São Paulo, Lucy Grassi e Ivanete Aparecida Marini, foram presos nesta segunda-feira, 1, em Marilia, pela Operação Garra Rufa, da Policia Civil e Secretaria da Saúde do Estado, acusados de utilizar atestados falsos para conseguir liminares que obrigam o Estado a fornecer medicamentos de alto custo a pacientes e falsos pacientes ligados à ONG. A mesma operação prendeu em Ribeirão preto o advogado Márcio Lancita e os representantes de laboratório Nilson Afonso Godoi e Fabio Marques. Em Bauru foram presos o advogado Guilheme Oliveira e o representante Dalton Araújo Pereira.

O delegado Fábio Pinha Alonso disse que as suspeitas da fraude começaram há 9 meses no município de Quatá onde existiam 15 pessoas com liminares ganhas para obter o medicamento e ficou comprovado que três delas não eram portadores da doença. O que mais chamou a atenção dos técnicos da Saúde e da própria polícia é que os médicos e advogados dos pacientes sempre eram os mesmos, o que indicava a possibilidade de um esquema montado.

A investigação, que incluiu escutas telefônicas autorizadas pela Justiça e envolveu 50 policiais, revelou que os operadores do esquema utilizavam laudos que atestavam falsamente a doença das pessoas apontadas como pacientes e, ao obrigarem o Estado a comprar o medicamento, ganhavam comissões dos três laboratórios, cujos nomes não foram divulgados. O tratamento da psoríase é de longa duração, no mínimo dois anos, custa R$ 5 mil por mês a cada paciente e não faz parte do protocolo do Ministério da Saúde. Só é oferecido em casos excepcionais, com ordem judicial. As primeiras avaliações indicam que o golpe sangrou os cofres do Estado em R$ 63 milhões.

Os acusados serão formalmente acusados de formação de quadrilha ou bando, falsidade ideológica, falsidade em atestado médico e uso de documento falso. O delegado, que viajou a São Paulo no começo da tarde desta segunda-feira, 1, disse que ainda está investigando outros crimes e mais pessoas que podem estar envolvidas na fraude.

A Associação dos Portadores de Vitiligo e Psoríase do Estado de São Paulo foi fundada no ano 2000, com a finalidade de criar possibilidades de tratamento para os pacientes dessas duas doenças dermatológicas. O crime em apuração pela polícia é a fraude através da apresentação de pessoas sadias como doentes e a corrupção através das comissões pagas pelos laboratórios. Na tarde desta segunda-feira, 1, o site da entidade continuava na internet, mas seus telefones não atendiam. A sede está instalada em Marília.

O nome da operação policial - é um peixe da Turquia que se alimenta da pele de pacientes portadores da psoríase.








Last updated 3.9.2008