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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
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01/10/2010


Finalmente as hepatites ficarão dentro do armário do esquecimento!


Numa atitude inédita o "CDC - Centers for Disease Control and Prevention" dos Estados Unidos acaba de publicar as seis prioridades, chamadas de "seis batalhas que podem ser vencidas" pela saúde pública. Na lista se encontra a AIDS, a obesidade, o tabagismo, a gravidez nas adolescentes, acidentes com veículos e a infecção hospitalar.

Assombrosamente a maior epidemia da atualidade não se encontra entre as seis principais prioridades. Sociedades médicas e grupos de pacientes de hepatites estão estupefatos com tal atitude. O presidente da NVHR, que reúne 170 ONGs de hepatites considera uma burla tal atitude do CDC, achando que ao tentar ganhar seis batalhas poderão os Estados Unidos perder a guerra da saúde pública em geral. Considera, ainda, que as hepatites B e C foram expulsas dos Centros de Controle de Doenças - CDC.

Pessoalmente considero que a omissão ou exclusão das hepatites B e C da lista de "batalhas que podem ser vencidas" não é um descuido e sim uma atitude proposital que se encontra respaldada pela Organização Mundial da Saúde - OMS. Na Assembléia Geral da OMS em maio passado, a resolução sobre hepatites foi clara e direita e ao colocar que ações nas hepatites deveriam ser realizadas em função dos recursos existentes, mas que a prioridade nas ações deveriam estar dirigidas a indivíduos co-infectados com AIDS e hepatites. Para bom entendedor é mais que suficiente para compreender que a atitude do CDC segue tal recomendação.

A resolução da OMS sobre hepatites foi um balde de água fria na luta das hepatites, a qual representada pela World Hepatitis Alliance - WHA e, com apoio de alguns países, em especial Brasil, tinham solicitado que a Assembléia Geral da OMS decretasse o dia 19 de maio como o Dia Mundial da Hepatite, propondo ainda algumas das 12 metas que foram discutidas durante dois anos, porém, nem a data sugerida nem nenhuma das metas propostas foi aceita e, somente uma resolução morna e claramente dirigida para atender os pacientes co-infectados com AIDS foi redigida e aprovada.

Alguns grupos de pacientes acham que a World Hepatitis Alliance - WHA, ao não ter defendido as propostas tão largamente discutidas fez uma traição às organizações de pacientes que outorgaram a representação. Não sei se foi exatamente uma traição, mas ter aplaudido a resolução da OMS, sem pelo menos algum questionamento em relação aos mono-infectados, ao estabelecimento de metas e ações ou a mudança da data do Dia Mundial da Hepatite é um fato muito estranho. Acredito que estrategicamente devem ter avaliado que era melhor ficarem calados, aplaudir a resolução capenga e com isso não se indispor com a OMS nem com os patrocinadores da World Hepatitis Alliance, garantindo assim novos aportes de dinheiro.

Concluindo, espero que o que está acontecendo nos Estados Unidos e, também em outros países, sirva como um alerta a todos os que lutam por ações para enfrentar a maior epidemia da historia da humanidade. Pretender esconder dentro do armário uma epidemia que atinge 550 milhões de indivíduos no mundo todo é um ato irresponsável que atenta contra a humanidade, podendo vir a ser considerado um crime de lesa humanidade.

Ou os que lutam por ações para enfrentar as hepatites levantam a voz publicamente dando seu grito de independência, ou a guerra estará perdida.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo




Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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¡ALERTA!

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1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!

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01/10/2010


¡Finalmente las hepatitis entran en el armario del olvido!


En actitud inédita el "CDC - Centers for Disease Control and Prevention" de los Estados Unidos acaba de publicar las seis prioridades, llamadas de "seis batallas que pueden ser vencidas" por la salud pública. En la lista se encuentra el SIDA, la obesidad, el tabaquismo, el embarazo en las adolescentes, accidentes con vehículos y la infección en los hospitales.

Asombrosamente la mayor epidemia de la actualidad no se encuentra entre las seis principales prioridades. Sociedades médicas y grupos de pacientes de hepatitis están estupefactos con tal actitud. El presidente de la NVHR, que reúne 170 ONGs de hepatitis considera una burla tal actitud del CDC, pensando que al intentar ganar seis batallas podrán los Estados Unidos perder la guerra de la salud pública en general. Considera, aún, que las hepatitis B y C fueron expulsadas de los Centros de Control de Enfermedades - CDC.

Personalmente considero que la omisión o exclusión de las hepatitis B y C de la lista de "batallas que pueden ser vencidas" no es un descuido y sí una actitud de propósito que se encuentra respaldada por la Organización Mundial de la Salud - OMS. En la Asamblea General de la OMS en mayo pasado, la resolución sobre hepatitis fue clara y directa y al colocar que acciones en las hepatitis deberían ser realizadas en función de los recursos existentes, pero que la prioridad en las acciones deberían estar dirigidas a individuos co-infectados con SIDA y hepatitis. Para buen entendedor es más que suficiente para comprender que la actitud del CDC sigue tal recomendación.

La resolución de la OMS sobre hepatitis fue un balde de agua fría en la lucha de las hepatitis, la cual representada por la World Hepatitis Alliance - WHA y, con apoyo de algunos países, en especial Brasil, habían solicitado que la Asamblea General de la OMS decretase el día 19 de mayo como el Día Mundial de la Hepatitis, proponiendo todavía algunas de las 12 metas que fueron discutidas durante dos años, sin embargo, ni la fecha sugerida ni ninguna de las metas propuestas fue aceptada y, solamente una resolución tibia y claramente dirigida para atender los pacientes co-infectados con SIDA fue redactada y aprobada.

Algunos grupos de pacientes piensan que la World Hepatitis Alliance - WHA, al no haber defendido las propuestas tan largamente discutidas hizo una traición a las organizaciones de pacientes que otorgaron la representación. No sé si fue exactamente una traición, pero haber aplaudido la resolución de la OMS, sin por lo menos algún cuestionamiento con relación a los mono-infectados, al establecimiento de metas y acciones o la mudanza de la fecha del Día Mundial de la Hepatitis es un hecho muy extraño. Creo que estratégicamente deben haber evaluado que era mejor quedar callados, aplaudir la resolución tal cual y con eso no se indisponer con la OMS ni con los patrocinadores de la World Hepatitis Alliance, garantizando así nuevos aportes de dinero. Co

ncluyendo, espero que lo que está aconteciendo en Estados Unidos y, también en otros países, sirva como un alerta a todos los que luchan por acciones para enfrentar la mayor epidemia de la historia de la humanidad. Pretender esconder adentro del armario una epidemia que alcanza 550 millones de individuos en el mundo todo es un acto irresponsable que atenta contra la humanidad, pudiendo llegar a ser considerado un crimen de lesa humanidad.

O los que luchan por acciones para enfrentar las hepatitis levantan la voz públicamente dando su grito de independencia, o la guerra estará perdida.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo




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Last updated 1.10.2010