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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
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03/08/2009


Uma reflexão - Tratar as hepatites B e C custa caro?


Segundo estimativa do ministério da saúde a epidemia de hepatite B atinge no Brasil dois milhões de pessoas e, a epidemia de hepatite C entre 3 e 4 milhões de brasileiros. Quando o governo se defronta com números dessa magnitude, dez vezes maiores que a epidemia de HIV/AIDS, é de se imaginar o calafrio que os gestores devem sentir em relação ao dinheiro que deveria ser disponibilizado para tratar os infectados.

Mas enfrentar a epidemia de hepatites deve ser considerado como uma despesa ou como um investimento para evitar despesas ainda maiores? Sociedades médicas e a sociedade civil reivindicam nos últimos dez anos a adoção de medidas de saúde pública, de diagnostico e de medicamentos para enfrentar o grave problema, mas por enquanto as ações são muito pequenas, mínimas, em relação ao tamanho. Por exemplo, segundo dados oficiais pelas notificações de diagnostico confirmadas, somente 5% dos infectados com hepatite B foram diagnosticados e na hepatite C o número de diagnosticados e de somente 3%, dessa forma existem aproximadamente 5,3 milhões de brasileiros doentes, perdendo de forma lenta e silenciosa a saúde, mas que por falta de diagnostico desconhecem sua condição.

Os dados indicam que estamos sentados acima de uma "bomba viral" com o pavio acesso a qual necessita de forma urgente, una ação emergencial para evitar a explosão definitiva. As hepatites atuam lenta e silenciosamente, mas de cada quatro infectados, se não diagnosticados, um estará perdendo 17 anos de expectativa de vida, morrendo aproximadamente aos 56 anos de idade por causa de cirrose ou câncer no fígado. Nesses casos somente um transplante de fígado outorga sobrevida ao paciente, mas se trata de um procedimento caro e de muita pouca oferta.

O custo do governo para prevenir, diagnosticar e se necessário tratamento em relação às hepatites é estimado nos seguintes valores: (valores pagos pelo governo, sem relação ao preço comercial encontrado em farmácias ou hospitais particulares)

- Teste de sangue para diagnosticar a hepatite B, R$. 25.00.
- Vacinação para prevenção da hepatite B, R$. 30,00 (as três doses necessárias).
- Imunoglobulina para prevenir a hepatite B em crianças de mães infectadas, R$. 400,00.
- Tratamento da hepatite B, incluindo medicamentos e exames, por ano, R$. 4.500,00 por paciente.
- Teste de sangue para diagnosticar a hepatite C, R$. 25.00.
- Teste confirmatório no diagnostico da hepatite C, R$. 200,00.
- Tratamento da hepatite C, R$. 20.000,00, com aproximadamente 60% de pacientes curados.

O custo relativo do tratamento das complicações de pacientes não diagnosticados precocemente leva a custos enormes:

- Custo do transplante de fígado, R$. 60.000,00.
- Acompanhamento do paciente transplantado, R$. 20.000,00 por ano.
- Custo das complicações da cirrose, R$. 35.000,00 por paciente.
- Sem intervenções na detecção dos infectados, 1,3 milhões de brasileiros estarão perdendo 17 anos de expectativa de vida, resultando em vinte e dois milhões de anos de vida produtiva, os quais se calculados somente pelo salário mínimo representa nas próximas duas ou três décadas uma perda de 10 bilhões de reais.

Os dados acima são estimativos, mas não por isso devem ser desprezados pelos gestores da saúde, devendo ser considerados como um alerta sobre o alto custo que poderemos ter que enfrentar caso não sejam realizadas ações efetivas que resultem em recursos suficientes para enfrentar a epidemia das hepatites, tal qual acontece com a epidemia de HIV/AIDS.

Para comparar o comprometimento do ministério da saúde a titulo de comparação entre as epidemias, o orçamento destinado a HIV/AIDS reserva em 2009, R$. 3.800,00 para cada um dos 600.000 infectados, já no caso dos aproximadamente 5,5 milhões de infectados pelas hepatites B e C o orçamento do ministério da saúde reserva R$. 62,00 para cada infectado. A importância da epidemia de hepatites consegue receber uma importância de somente 1,6% das atenções destinadas à epidemia de HIV/AIDS.

A pretensa economia que os atuais gestores pensam estar realizando resultará em despesas insuportáveis num futuro a curto prazo, sem considerar que o não enfrentamento da epidemia por parte das atuais autoridades da saúde poderá os responsabilizar criminalmente por omissão, conforme o Artigo 132 do Código Penal, que condena criminalmente quem "EXPOR A VIDA OU A SAÚDE DE OUTREM A PERIGO IMINENTE". Não diagnosticar e não oferecer atenção médica a quem realmente necessita enquadra o responsável no Artigo 132 do Código Penal.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!

personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!

A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



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03/08/2009


Una reflexión - ¿Tratar las hepatitis B y C cuesta caro?


Según estimativa de la Organización Mundial de la salud la epidemia de hepatitis B alcanza en Brasil dos millones de personas y, la epidemia de hepatitis C entre 3 y 4 millones de brasileños. Cuando el gobierno si enfrenta con números de ésa magnitud, diez veces mayores que la epidemia de HIV/SIDA, es de imaginarse el escalofrío que los gestores deben sentir con relación al dinero que debería ser destinado para tratar los infectados.

¿Pero enfrentar la epidemia de hepatitis debe ser considerado cómo un gasto o cómo una inversión para evitar gastos aún mayores? Sociedades médicas y la sociedad civil reivindican en los últimos diez años la adopción de medidas de salud pública, de diagnostico y de medicamentos para enfrentar el grave problema, pero por ahora las acciones son pequeñas, mínimas, con relación al tamaño. Por ejemplo, según datos oficiales por las notificaciones de diagnostico confirmadas, solamente 5% de los infectados con hepatitis B fueron diagnosticados y en la hepatitis C el número de diagnosticados es de solamente 3%, de ésa forma existen aproximadamente 5,3 millones de brasileños enfermos, perdiendo de forma lenta y silenciosa la salud, pero que por falta de diagnostico desconocen su condición.

Los datos indican que estamos sentados arriba de una "bomba viral" con la mecha prendida la cual necesita forma urgente, una acción de emergencia para evitar la explosión definitiva. Las hepatitis actúan lenta y silenciosamente, pero de cada cuatro infectados, si no diagnosticados, uno estará perdiendo 17 años de expectativa de vida, muriendo aproximadamente a los 56 años de edad a causa de cirrosis o cáncer en el hígado. En esos casos solamente un trasplante de hígado otorga sobrevivencia al paciente, pero se trata de un procedimiento caro y de muy poca oferta.

El costo del gobierno para prevenir, diagnosticar y si necesario tratamiento con relación a las hepatitis es estimado en los siguientes valores: (valores pagados por el gobierno en Brasil, en la moneda local, sin relación al precio comercial encontrado en farmacias u hospitales particulares o realizados por gobiernos de otros países)

- Prueba de sangre para diagnosticar a hepatitis B, R$. 25.00.
- Vacunación para prevención de la hepatitis B, R$. 30,00 (las tres dosis necesarias).
- Inmunoglobulina para prevenir la hepatitis B en niños de madres infectadas, R$. 400,00.
- Tratamiento de la hepatitis B, incluyendo medicamentos y exámenes, por año, R$. 4.500,00 por paciente.
- Prueba de sangre para diagnosticar la hepatitis C, R$. 25.00.
- Prueba confirmatoria en el diagnostico de la hepatitis C, R$. 200,00.
- Tratamiento de la hepatitis C, R$. 20.000,00, con aproximadamente 60% de pacientes curados.

El costo relativo del tratamiento de las complicaciones de pacientes no diagnosticados de forma precoz lleva a costos enormes:

- Costo del trasplante de hígado, R$. 60.000,00.
- Acompañamiento del paciente trasplantado, R$. 20.000,00 por año.
- Costo de las complicaciones de la cirrosis, R$. 35.000,00 por paciente.
- Sin intervenciones en la detección de los infectados, 1,3 millones de brasileños estarán perdiendo 17 años de expectativa de vida, resultando en veintidós millones de años de vida productiva, quiénes se calculados solamente por el salario mínimo pago en Brasil representa en las próximas dos o tres décadas una pérdida de 10 mil millones de reales.


Los datos arriba son estimativos, pero no por eso deben ser despreciados por los gestores de la salud, debiendo ser considerados como un alerta sobre el alto costo que podremos tener que enfrentar caso no sean realizadas acciones efectivas que resulten en recursos suficientes para enfrentar la epidemia de las hepatitis, tal cual acontece con la epidemia de HIV/SIDA.

Para comparar el comprometimiento del ministerio de la salud brasileño a titulo de comparación entre las epidemias, el presupuesto destinado a HIV/SIDA reserva para 2009, R$. 3.800,00 para cada uno de los 600.000 infectados, ya en el caso de los aproximadamente 5,5 millones de infectados por las hepatitis B y C el presupuesto del ministerio de la salud reserva R$. 62,00 para cada infectado. La importancia de la epidemia de hepatitis consigue recibir una importancia de solamente 1,6% de las atenciones destinadas a la epidemia de HIV/SIDA.

La pretensa economía que los actuales gestores piensan estar realizando resultará en gastos insoportables en un futuro a corto plazo, sin considerar que el no enfrentamiento de la epidemia por parte de las actuales autoridades de la salud podrá los responsabilizar criminalmente por omisión, conforme el Artículo 132 del Código Penal, que condena criminalmente quien "EXPONER LA VIDA O LA SALUD DE UNA PERSONA A PELIGRO INMINENTE". No diagnosticar y no ofrecer atención médica a quien realmente necesita encuadra el responsable en el Artículo 132 del Código Penal.

Observación: Los costos son referentes a precios pagados en la moneda local por el gobierno en Brasil, siendo diferentes a los aplicados en otros países, pero si debidamente adaptados a las realidades locales pueden servir como base comparativa.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.
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Last updated 2.8.2009