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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com |
29/01/2011
O debate sobre as novas drogas para tratamento da hepatite C
Mais de cento e setenta milhões de pessoas no mundo, entre os quais mais de três milhões de brasileiros, podem ser considerados como verdadeiras bombas virais, pior ainda, metade delas estão prestes a explodir ainda nesta década.
Essas bombas virais ambulantes são os infectados cronicamente com hepatite C, uma doença silenciosa que não apresenta sintomas e que lentamente, após duas ou três décadas da infecção, provoca cirrose, câncer no fígado e morte, lamentavelmente muitas mortes.
A hepatite C ainda é uma doença negligenciada no Brasil, onde não existem campanhas de alerta e conseguir realizar o teste de detecção gratuitamente não é nada fácil. A maioria das pessoas descobre a hepatite durante a realização de um check-up ou uma doação de sangue. Segundo dados oficiais é estimado que até 97% dos infectados ainda não conhecem sua condição e continuam silenciosamente destruindo o fígado e transmitindo a doença.
Dois poderosos medicamentos estão chegando e prometem ajudar a curar a maioria dos infectados. Por serem revolucionários os organismos reguladores dos Estados Unidos e da Europa devem estar autorizando a comercialização ainda neste primeiro semestre do ano, quando então a possibilidade de cura estará beneficiando mais de 70% dos pacientes tratados.
O efeito com a chegada desses dois novos medicamentos, o Telaprevir e o Boceprevir, estará provocando uma revolução no tratamento e poderá estimular governos a considerar que chegou a hora de iniciar a procura dos infectados, oferecendo testes para diagnostico de forma ampla, sem restrições, para lograr que a hepatite C deixe de ser uma doença negligenciada.
Por ser uma doença que não apresenta sintomas os serviços médicos hospitalares não estão capacitados para diagnosticar a hepatite C. O hemograma não mostra a infecção e somente mediante a realização de um teste de sangue específico, simples e barato é possível diagnosticar a doença. Por falta de diagnostico precoce a hepatite C já é a principal causa de transplantes de fígado, sendo estimado que atualmente mate 12.000 brasileiros a cada ano, um número que deverá mais que triplicar nos próximos 10 ou 20 anos.
A hepatite C é transmitida através do sangue por um vírus que somente foi descoberto no final da década de oitenta. A maioria dos infectados são pessoas que receberam uma transfusão de sangue antes de 1993, quando ainda não existiam testes para detecção da doença e quando as seringas para aplicação ainda eram de vidro, fervidas e reutilizadas.
Podemos afirmar que a hepatite C é uma doença democrática já que atinge todas as classes sociais sem distinguir ricos ou pobres, das cidades ou do interior, mas o governo brasileiro ainda não despertou para o grave problema e não sabe como enfrentar a maior epidemia da historia da saúde pública, uma epidemia sete vezes maior que a epidemia de AIDS.
No ano passado numa decisão que ninguém consegue entender o Ministério da Saúde incorporou a hepatite C no Departamento DST/AIDS, apesar de que a hepatite C não é em absoluto uma doença sexualmente transmissível, pior ainda, o Programa Nacional de Hepatites Virais que existia desde 2003 foi extinto e não mais existe uma coordenação para enfrentar o grave problema. A pá de cal para condenar os infectados é a intenção de o ministério retirar da lista de medicamentos do SUS um dos dois interferons distribuídos gratuitamente nos últimos cinco anos, outorgando o monopólio a um dois fabricantes.
Enquanto o mundo se mobiliza para dar visibilidade à epidemia, para diagnosticar o maior número possível de indivíduos, o Brasil está dando passos no sentido contrario. Como cidadãos devemos fazer nossa parte se desejamos evitar descobrir um problema grave no fígado em fases avançadas, assim, para salvar a própria pele, na próxima consulta é conveniente falar com o médico sobre a realização do teste de detecção das hepatites.
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
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A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!
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GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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29/01/2011
El debate sobre las nuevas drogas para tratamiento de la hepatitis C
Más de ciento setenta millones de personas en el mundo pueden ser considerados como verdaderas bombas virales, peor aún, mitad de ellas están prontas a estallar aún en esta década.
Esas bombas virales ambulantes son los infectados crónicamente con hepatitis C, una enfermedad silenciosa que no presenta síntomas y que lentamente, después de dos o tres décadas de la infección, provoca cirrosis, cáncer en el hígado y muerte, lamentablemente muchas muertes.
La hepatitis C todavía es una enfermedad negligenciada en la mayoría de los países, donde no existen campañas de alerta y conseguir realizar la prueba de detección gratuitamente no es nada fácil. La mayoría de las personas descubre la hepatitis durante la realización de un check-up o una donación de sangre. Según dados oficiales de diferentes países es estimado que entre 60 y 90% de los infectados aún no conocen su condición y continúan silenciosamente destruyendo el hígado y transmitiendo la enfermedad.
Dos poderosos medicamentos están llegando y prometen ayudar a curar la mayoría de los infectados. Por ser revolucionarios los organismos reguladores de Estados Unidos y de Europa deben estar autorizando la comercialización aún en éste primer semestre del año, cuando entonces la posibilidad de cura estará beneficiando más del 70% de los pacientes tratados.
El efecto con la llegada de ésos dos nuevos medicamentos, el Telaprevir y el Boceprevir, estará provocando una revolución en el tratamiento y podrá estimular gobiernos a considerar que llegó la hora de iniciar la procura de los infectados, ofreciendo pruebas para diagnostico de forma amplia, sin restricciones, para co9nseguir que la hepatitis C deje de ser una enfermedad negligenciada.
Por ser una enfermedad que no presenta síntomas los servicios médicos hospitalarios no están capacitados para diagnosticar la hepatitis C. El hemograma no muestra la infección y solamente mediante la realización de una prueba de sangre específica, simple y barata es posible diagnosticar la enfermedad. Por falta de diagnostico precoz la hepatitis C ya es la principal causa de trasplantes de hígado, siendo estimado que actualmente mate en el mundo 370.000 individuos a cada año, un número que deberá más que triplicar en los próximos 10 ó 20 años.
La hepatitis C es transmitida a través de la sangre por un virus que solamente fue descubierto al final de la década de ochenta. La mayoría de los infectados son personas que recibieron una transfusión de sangre antes de 1993, cuando todavía no existían pruebas para detección de la enfermedad y cuando las jeringas para aplicación aún eran de vidrio, hervidas y utilizadas nuevamente.
Podemos afirmar que la hepatitis C es una enfermedad democrática ya que alcanza todas las clases sociales sin distinguir ricos o pobres, de las ciudades o del interior, pero los gobiernos aún no despertaron para el grave problema y no saben como enfrentar la mayor epidemia de la historia de la salud pública, una epidemia siete veces mayor que la epidemia de SIDA.
Sirve como ejemplo y alerta una decisión de Brasil que nadie consigue entender. El Ministerio de la Salud incorporó la hepatitis C en el Departamento ETS/SIDA, a pesar de que la hepatitis C no es en absoluto una enfermedad de transmisión sexual, peor aún, el Programa Nacional de Hepatitis Virales que existía desde 2003 fue extinto y no más existe una coordinación para enfrentar el grave problema. La pala de cal para condenar los infectados es la intención el ministerio retirar de la lista de medicamentos del sistema público de salud uno de los dos interferones distribuidos gratuitamente en los últimos cinco años, otorgando el monopolio a uno dos fabricantes.
Cuando todo el mundo se moviliza para dar visibilidad a la epidemia, para diagnosticar el mayor número posible de individuos, Brasil está dando pasos en el sentido contrario.
Como ciudadanos debemos hacer nuestra parte si deseamos evitar descubrir un problema grave en el hígado en fases avanzadas, así, para salvar la propia piel, en la próxima consulta médica es conveniente hablar con el médico sobre la realización de la prueba de detección de las hepatitis.
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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