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19/06/2012
Direitos Humanos e Cidadania, quem nasceu primeiro?
Tal qual a histórica discussão para saber se foi o ovo ou a galinha que nasceu primeiro, na questão dos direitos humanos na saúde pessoalmente observo pela reação dos pacientes que procuram atendimento na rede SUS que acontece situação similar em relação aos direitos da cidadania, direitos esses que quando não atendidos pelo estado desrespeitam os direitos humanos.
Entre aquilo que é tipificado como desrespeito aos direitos humanos na saúde é possível citar uma longa lista:
- a não entrega de um medicamento;
- a não marcação em tempo logico de uma consulta;
- a não realização de uma cirurgia;
- a não internação quando necessária;
- a não realização de campanhas de alerta e educação sobre as doenças;
- a não realização de campanhas amplas de diagnósticos em problemas que afetam epidemiologicamente parte considerável da população;
- a desigualdade no atendimento com qualidade acesso nas diversas regiões do país ou de um estado ou cidade;
- a desigualdade de acesso ao tratamento entre os afetados por determinadas doenças ou grupos populacionais, criando discriminação para os mais prejudicados;
- a dificuldade em obter laudos que atestem o real estagio da doença para apresentação onde necessário for.
O indivíduo que cumpre suas obrigações, mas se encontre diante qualquer uma das situações acima, certamente estará sendo prejudicado na sua cidadania. Seus direitos como cidadão e contribuinte não estão sendo respeitados, o que configura um desrespeito aos direitos humanos. A própria Constituição Federal está sendo desrespeitada numa das suas principais cláusulas pétreas, que garante o direito a saúde.
Voltando então a discussão sobre o ovo e a galinha podemos discutir no caso dos direitos humanos e a cidadania quem é o responsável quando o cidadão não conseguir o atendimento garantido em lei.
O surgimento de um povo é composto por pessoas que se tornam cidadãos, os quais passam a ser regidos por leis que estabelecem direitos e obrigações, tornando dessa forma a cidadania. Por essa lógica podemos deduzir que a cidadania nasceu antes dos direitos humanos por serem as leis que garantem os direitos. Então, se foi a cidadania que nasceu primeiro cabe ao próprio cidadão fazer com que os direitos sejam cumpridos.
Fato é no atual sistema público de saúde que existem problemas e mais problemas, amplamente divulgados diariamente na mídia e na rotineira atuação do Judiciário para tentar solucionar os de aqueles que com maior consciência cidadã recorrem a tal poder para receber a atenção médica que necessitam.
Mas existe consciência de cidadania na maioria dos usuários do SUS? A resposta é NÃO.
O que vemos no dia a dia dos hospitais, postos de saúde, emergências, farmácias de alto custo são inúmeras falhas no atendimento. Portarias, fluxos e protocolos não são respeitados, os pacientes são atendidos com desdém por parte de alguns profissionais, faltam médicos, leitos, exames e os pacientes ficam sem receber os cuidados que necessitam para melhorar sua saúde, para preservar a vida.
A cidadania existe e está muito bem regulamentada pela Constituição Federal e por um calhamaço de leis, benefícios, portarias, protocolos, normas, etc., o que não está funcionando é o sistema, resultando em desrespeito aos direitos do cidadão, o qual por se tratar de seres humanos passa a ser catalogado como um desrespeito aos direitos humanos da população.
E o que faz o cidadão quando um direito na saúde não é atendido?
Lamentavelmente a maioria não faz nada. Ao não receber aquilo que precisa ele da meia volta e vai para sua casa a esperar sentado que alguém solucione o problema. A maioria pensa que receber assistência à saúde é uma benevolência do governo, não um direito garantido por lei e pago com seus impostos.
Enquanto o cidadão não cobrar por seus direitos não existirá cidadania. O cidadão esqueceu o seu primeiro ensinamento recebido minutos após ter nascido que é a necessidade de berrar para poder mamar, esqueceu-se que "quem não chora não mama". O cidadão não atendido baixa a cabeça, da meia volta e vai para casa esperar sentado que algum dia receba a benção do governo. O coitado vai morrer sentado com tal atitude passiva.
Poucos são os que se indignam e procuram uma radio, escrevem a um jornal, fazem uma manifestação, procuram o diretor do hospital, achando que se tomam tal atitude serão excluídos do sistema. Tremendo engano, quem grita e denuncia passa a ser muito melhor atendido, pois o servidor sabe que esse paciente faz barulho e pode prejudicar a sua ficha funcional.
O governo não ensinou a população a gritar e muito menos a ter persistência na sua reivindicação. O cidadão acha que o serviço público faz um favor ao o atender, não considerando que é um serviço pago, antecipadamente, por meio de seus impostos.
Enquanto o cidadão não cobrar com energia e persistência seus direitos na saúde os direitos humanos continuarão a serem desrespeitado.
Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades. Aviso legal: As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM
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pessoas morrem por culpa das hepatites B ou C no mundo! personas mueren en el mundo por culpa de las hepatitis B o C!
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos! La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!
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19/06/2012
¿Derechos Humanos y Ciudadanía, quién nació primero?
Tal cual la histórica discusión para saber si fue el huevo o la gallina que nació primero, en la cuestión de los derechos humanos en la salud personalmente observo por la reacción de los pacientes que buscan servicio en el sistema público de salud que acontece situación similar con relación a los derechos de la ciudadanía, derechos ésos que cuando no atendidos por el estado no respetan los derechos humanos.
Entre aquello que es tipificado como no respeto a los derechos humanos en la salud es posible citar una larga lista:
- la no entrega de un medicamento;
- la no marcación en tiempo lógico de una consulta;
- la no realización de una cirugía;
- la no internación cuando necesaria;
- la no realización de campañas de alerta y educación sobre las enfermedades;
- la no realización de campañas amplias de diagnósticos en problemas que afectan epidemiológicamente parte considerable de la población;
- la desigualdad en el servicio con calidad de acceso en las diversas regiones del país o de un estado o ciudad;
- la desigualdad de acceso al tratamiento entre los afectados por determinadas enfermedades o grupos de la población, creando discriminación para los más perjudicados;
- la dificultad en obtener laudos que testifiquen el real estadio de la enfermedad para presentación donde sea necesario.
El individuo que cumple sus obligaciones, pero se encuentre delante cualquiera una de las situaciones arriba, seguramente estará siendo perjudicado en su ciudadanía. Sus derechos como ciudadano y contribuyente no están siendo respetados, lo que configura un no respeto a los derechos humanos. La propia Constitución Federal está siendo no respetada en una de sus principales cláusulas pétreas, que garantiza el derecho a la salud.
Volviendo entonces a la discusión sobre el huevo y la gallina podemos discutir en el caso de los derechos humanos y la ciudadanía quien es el responsable cuando el ciudadano no conseguir el servicio garantizado en ley.
El surgimiento de un pueblo es compuesto por personas que se vuelven ciudadanos, quiénes pasan a ser regidos por leyes que establecen derechos y obligaciones, tornando de ésa forma la ciudadanía. Por esa lógica podemos deducir que la ciudadanía nació antes de los derechos humanos por ser las leyes que garantizan los derechos. Entonces, si fue la ciudadanía que nació primero cabe al propio ciudadano hacer con que los derechos sean cumplidos.
Hecho es en el actual sistema público de salud que existen problemas y más problemas, ampliamente divulgados diariamente en los medios de comunicación y en la rutinaria actuación del Judiciario para intentar solucionar los de aquéllos que con mayor conciencia ciudadana recurren a tal poder para recibir la atención médica que necesitan.
¿Pero existe conciencia de ciudadanía en la mayoría de los usuarios del sistema público de salud? La respuesta es NO.
Lo que vemos en el día a día de los hospitales, emergencias, farmacias de alto costo son repetidas fallas en el servicio. Normas, flujos y protocolos no son respetados, los pacientes son atendidos con desdén por parte de algunos profesionales, faltan médicos, lechos, exámenes y los pacientes se quedan sin recibir los cuidados que necesitan para mejorar su salud, para preservar la vida.
La ciudadanía existe y está muy bien reglamentada por la Constitución Federal y por un montón de leyes, beneficios, porterías, protocolos, normas, etc., lo que no está funcionando es el sistema, resultando en falta de respeto a los derechos del ciudadano, lo cual por se tratar de seres humanos pasa a ser catalogado como una agresión a los derechos humanos de la población.
¿Y lo que hace el ciudadano cuándo un derecho en la salud no es atendido?
Lamentablemente la mayoría no hace nada. Al no recibir aquello que necesita él de la media vuelta y va para su casa a esperar sentado que alguien solucione el problema. La mayoría piensa que recibir asistencia a la salud es una benevolencia del gobierno, no un derecho garantizado por ley y pago con sus impuestos.
Mientras el ciudadano no cobrar por sus derechos no existirá ciudadanía. El ciudadano olvidó su primera enseñanza recibido minutos después de haber nacido que es la necesidad de berrar para poder mamar, se olvidó que "quien no llora no mama". El ciudadano no atendido baja la cabeza, da media vuelta y va para casa esperar sentado que algún día reciba la bendición del gobierno. Él se va a morir sentado con tal actitud pasiva.
Pocos son los que se indignan y procuran una radio, escriben a un diario, hacen una manifestación, procuran el director del hospital, pensando que se toman tal actitud serán excluidos del sistema. Tremendo engaño, quien grita y denuncia pasa a ser mucho mejor atendido, pues el servidor sabe que ese paciente hace barullo y puede perjudicar su ficha funcional.
El gobierno no enseñó a la población a gritar y mucho menos a tener persistencia en su reivindicación. El ciudadano piensa que el servicio público hace un favor si lo atienden, no considerando que es un servicio pago, anticipadamente, por medio de sus impuestos.
Mientras el ciudadano no cobrar con energía y persistencia sus derechos en la salud los derechos humanos continuarán a no ser respetados.
Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades. Aviso legal: Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación médica. Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje si se cita la fuente como retiradas de WWW.HEPATO.COM