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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
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e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

30/06/2006


A Saúde passa pela Educação e pelo Controle Social


Bertrand Russel escreveu que "A Educação deve ser subversiva. Ela tem de exercer um papel de contestação e de permanente indução ao repensar as verdades estabelecidas".


Podemos perfeitamente utilizar este pensamento quando pensamos estrategicamente na forma de atuação que a sociedade civil deve empregar ao reivindicar ações no combate da maior epidemia existente no Brasil, as hepatites B e C.

Muito se tem falado sobre a decepcionante atuação do Brasil no combate as hepatites na ultima década. É de certa forma surpreendente esse pequeno e frustrante desempenho já que, apesar de existir há mais de sete ou oito anos uma estrutura altamente especializada desde o ponto de vista da capacidade dos profissionais especializados, não temos conseguido "decolar" no crescimento do aumento da capacidade instalada de atendimento e na infra-estrutura necessária de diagnostico e exames de acompanhamento.

Se não existe o fantasma da falta de profissionais capacitados como fator de impedimento ou de desestímulo ao crescimento da capacidade de atendimento e, se contamos com um Estado de Direito que, em tese, asseguraria a continuidade das políticas públicas e os compromissos democráticos, o que está faltando para crescermos, para atender a população?

Creio que a resposta não é tão complexa: O que falta são boas práticas de gestão pública. E aí residem nossas fragilidades e dificuldades. Aí habita o nosso maior desafio.

Como desenvolver boas práticas de gestão focadas em resultados e não na quantidade de cores e desenhos gráficos das belas e inverídicas apresentações de slides nos congressos por parte dos gestores federais?

Cabe ainda saber como implementar as boas práticas de gestão pública que permitam alcançar níveis de competitividade e crescimento que coloque o combate de hepatites a serviço da população e, ainda, encontrar formulas eficazes para punir os responsáveis quando não conseguem cumprir o que foi planejado ou prometido.

A Sociedade Civil se encontra a procura deste caminho e para tal no ultimo encontro das Organizações Não Governamentais que lutam pelas hepatites Virais decidiram formar uma Comissão de Monitoramento das ações que existem nas hepatites. Será uma espécie de auditoria, de verificação daquilo que já se encontra avaliando o seu funcionamento. Não serão denuncias e sim uma forma de mostrar o que funciona e como funciona, assim, as carências e os defeitos serão visíveis.

Isto é resultado da decisão do movimento social passar a enfrentar o desafio de uma forma mais organizada. Não existe outra formula para se conseguir um salto qualitativo nos resultados.

Durante o encontro ficou estabelecido que o primordial, o mais importante, o fundamental e a detecção de todos aqueles (mais de seis milhões de brasileiros) que se encontram infectados com as hepatites B e C. Na campanha do mês de maio as ONGs, em trabalho conjunto em todo Brasil divulgaram e incentivaram a detecção das hepatites. Os números da Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde mostram que o governo faz toda uma ação contraria já que em 2005 foram notificados 30% menos de casos que em 2004.

Assim, entre as ONGs foi criada uma Comissão de Monitoramento do PNHV com dois integrantes por região geográfica e como primeira missão será levantar a real situação dos 300 Centros de Testagem e Acompanhamento, os quais deveriam desde 2004 estar testando facilmente as hepatites, mas que a realidade mostra que isto não acontece como foi anunciado.

Não existe melhor campanha de prevenção nas hepatites que a testagem, fundamental para diagnosticar e detectar os infectados, já que estes são os que estarão evoluindo para a cirrose ou o câncer de fígado nos próximos anos. Esquecer esta situação e abandonar a sua própria sorte seis milhões de brasileiros, muitos deles doentes por omissão do próprio estado é uma atitude criminosa.

Na saúde, a ausência de investimento no diagnostico precoce das doenças reflete-se na queda da qualidade de vida, na desintegração familiar e em um monumental desperdício do ponto de vista produtivo do país. Assim, se joga no ralo do desperdício dinheiro público com a falta de controle na capacitação de profissionais sem realizar uma previa seleção ou na compra de testes de detecção que não servem para os equipamentos instalados nos centros de testagem.

É preciso reverter este quadro, com espírito critico e muita seriedade por parte da sociedade civil, mostrando números e fatos incontestáveis, sem desculpas por parte dos gestores.

É aguardado para o mês de agosto o primeiro relatório do trabalho da Comissão de Monitoramento do PNHV.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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30/06/2006


La Salud pasa por la Educación y por el Control Social


Bertrand Russel escribió que "La Educación debe ser subversiva. Tiene que ejercer un papel de negación y de permanente inducción al re-pensar las verdades establecidas".


Podemos perfectamente utilizar este pensamiento cuando pensamos estratégicamente en la forma de actuación que la sociedad civil debe emplear al reivindicar acciones en el combate de la mayor epidemia existente en el mundo, las hepatitis B y C.

Mucho se ha hablado sobre la decepcionante actuación de los gobiernos en el combate a las hepatitis en la última década. Es de cierta forma sorprendente ese pequeño y pifio desempeño ya que, a pesar de en la mayoría de los países existir hace más de siete u ocho años una estructura altamente especializada desde el punto de vista de la capacidad de los profesionales especializados, no hemos conseguido "despegar" en el crecimiento del aumento de la capacidad instalada de servicio y en la infraestructura necesaria de diagnostico y exámenes de acompañamiento.

Si no existe el fantasma de la falta de profesionales capacitados cómo factor de impedimento o de desestímulo al crecimiento de la capacidad de servicio y, se contamos con un Estado de Derecho qué, ¿en tesis, aseguraría la continuidad de las políticas públicas y los compromisos democráticos, lo qué está faltando para crecer, para atender a la población?

Creo que la respuesta no es tan compleja: Lo qué falta son buenas prácticas de gestión pública. Y ahí residen nuestras fragilidades y dificultades. Ahí habita nuestro mayor desafío.

¿Cómo desarrollar buenas prácticas de gestión centralizadas en resultados y no en la cantidad de colores y dibujos gráficos de las bellas e inverídicas presentaciones de transparencias en los congresos por parte de los gestores gubernamentales?

Cabe aún saber como implementar las buenas prácticas de gestión pública que permitan alcanzar niveles de competitividad y crecimiento que coloque el combate de las hepatitis a servicio de la población y, aún, encontrar formulas eficaces para punir los responsables cuando no consiguen cumplir lo que fue planeado o prometido.

La Sociedad Civil se encuentra en la busca de este camino y para tal están se organizando en varios países debiendo formar una Comisión de Fiscalización de las acciones que existen en las hepatitis. Como una especie de auditoria, de verificación de aquello que ya se encuentra instalado y evaluando su funcionamiento. No serán denuncias y sí una forma de mostrar lo que funciona y como funciona, así, las carencias y los defectos serán visibles.

Esto es resultado de una decisión del movimiento social pasar a enfrentar el desafío de una forma más organizada. No existe otra formula para se conseguir un salto cualitativo en los resultados.

Lo primordial, lo más importante, lo fundamental es la detección de todos aquéllos (millones) que se encuentran infectados con las hepatitis B y C.

No existe mejor campaña de prevención en las hepatitis que la detección, fundamental para diagnosticar y detectar los infectados, pues son éstos los que estarán avanzando para el cirrosis o el cáncer de hígado en los próximos años. Olvidar esta situación y abandonar a su propia suerte estos millones de infectados, muchos de ellos enfermos por omisión del propio estado es una actitud criminosa.

En la salud, la ausencia de inversión en el diagnostico precoz de las enfermedades se refleja en la caída de la calidad de vida, en la desintegración familiar y en un monumental desperdicio del punto de vista productivo del país. Así, se tira al tacho de basura el dinero público.

Es necesito revertir este cuadro, con espíritu critico y mucha seriedad por parte de la sociedad civil, mostrando números y hechos incontestables, sin disculpas por parte de los gestores.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 1.7.2006