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27/08/2010


Hepatites no Programa de AIDS: Incorporação ou integração?

Ao final, o Programa de Hepatites foi incorporado ou foi integrado ao Programa DST/AIDS do ministério da saúde?


Trata-se de uma duvida cruel, pois "integrar" significa que as hepatites B e C estariam no mesmo nível que a AIDS, já se utilizamos a palavra "incorporar" significa que será dada maior atenção à AIDS ficando as hepatites em segundo lugar.

Na segunda-feira estive reunido com os responsáveis pelo programa no ministério da saúde e quando falei da "incorporação" do programa de hepatites no DST/AIDS me falaram que o termo correto a ser utilizado e a "integração" dos programas.

Semana próxima completa 1 ano que o programa nacional de hepatites se encontra dentro do programa DST/AIDS, tempo suficiente para realizarmos uma primeira avaliação para saber se as duas epidemias estão recebendo o mesmo tratamento.

Por enquanto discordo. Passados 12 meses a "integração" já deveria apresentar alguns resultados na atenção dispensada as duas epidemias.

Vejamos alguns exemplos que não mostram que tal equidade e igualdade esteja sendo dada:


- No mês de junho o Jornal Folha de São Paulo publicou uma absurda matéria sugerindo que a hepatite C é transmitida sexualmente entre homens promíscuos. Diversos grupos de portadores de hepatite e a Sociedade Brasileira de Hepatologia se manifestaram contra, mas o programa que em tese deveria cuidar da hepatite C ficou mudo. Imagine alguém a grita que seria se isso fosse em relação a AIDS!

- Dias passados o Programa DST/AIDS/Hepatites do Ministério da Saúde emitiu nota criticando o Edital do Concurso para admissão nos quadros do Exército, por ser discriminatório solicitar aos candidatos o teste da AIDS. Entretanto não criticou que no mesmo edital também estava sendo solicitado o teste das hepatites B e C. Uma clara demonstração que cuida com diferentes pesos e medidas as duas epidemias, cuidando dos infectados com AIDS e deixando ao Deus dará os infectados com as hepatites B e C.

- Semana passada tomei conhecimento pela assessoria de imprensa do Programa DST/AIDS/Hepatites que está sendo dado inicio a uma importante e excelente pesquisa conhecida como QUALIAIDS com a qual se faz a avaliação e monitoramento da qualidade da assistência ambulatorial que os infectados com HIV/AIDS estão recebendo. (segue texto oficial ao final).

Mas voltando a duvida cruel do primeiro parágrafo, se as hepatites estivessem realmente integradas, porque fazer a pesquisa QUALIAIDS para AIDS e não para as hepatites? Ao final já faz um ano que elas deveriam ser cuidadas com o mesmo esmero e atenção.

É pelos exemplos acima, alguns entre muitos outros que aconteceram nesses 12 meses, que não consigo utilizar a palavra "integração" ao me referir aos dois programas, pois fica claro que AIDS está sendo prioritária e as hepatites, em especial a hepatite C, fica escondida debaixo do tapete, como se fosse a prima pobre da AIDS.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo




Serviços de AIDS no país iniciam avaliação de qualidade


Uma pesquisa, com 107 perguntas, será respondida pelos 737 serviços, que prestam assistência às pessoas vivendo com HIV/AIDS, no país. O Qualiaids - Avaliação e Monitoramento da Qualidade da Assistência Ambulatorial em AIDS no SUS é um instrumento de gestão utilizado desde 2001 pelo Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde e tem o intuito de avaliar a organização, gerenciamento do trabalho e a disponibilidade de recursos.

O Qualiaids eletrônico é um questionário de múltipla escolha, autoaplicável pelos serviços, com um conjunto de recomendações de boas práticas para cada uma das questões abordadas. Ao final das respostas, o programa emite um relatório que classifica os indicadores em três níveis de qualidade: ouro, prata e bronze, mas as avaliações são sigilosas. O objetivo é fornecer instrumentos e recomendações para que os serviços possam melhorar a qualidade da assistência que oferecem.

Antes da pesquisa, no entanto, uma oficina preparatória para responder o questionário será feita em Brasília no dia 2 setembro, com os 26 estados, Distrito Federal e os locais de excelência em Monitoramento e Avaliação. Os estados terão outubro e novembro para responder o questionário. O resultado do Qualiaids deve ficar pronto no primeiro semestre de 2011.

Carolina Valadares
Assessora de Imprensa
Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais
Secretaria de Vigilância em Saúde
Ministério da Saúde
+55 61 3306-7010




Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
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A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!

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27/08/2010


Hepatitis en el Programa de SIDA: ¿Incorporación o integración?

¿Al final, el Programa de Hepatitis fue incorporado o fue integrado al Programa DST/SIDA del ministerio de la salud en Brasil?


Se trata de una duda cruel, pues "integrar" significa que las hepatitis B y C estarían en el mismo nivel que el SIDA, ya si utilizamos la palabra "incorporar" significa que será dada mayor atención al SIDA quedándose as hepatitis en segundo lugar.

El lunes estuve reunido con los responsables por el programa en el ministerio de la salud y cuando hablé de la "incorporación" del programa de hepatitis en el DST/SIDA me dijeron que el término correcto a ser utilizado es la "integración" de los programas.

Semana próxima completa 1 año que el programa nacional de hepatitis se encuentra dentro del programa DST/ASIDA, tiempo suficiente para que realicemos una primera evaluación para saber si las dos epidemias están recibiendo el mismo tratamiento.

Por el momento discuerdo ya que pasados 12 meses la "integración" ya debería presentar algunos resultados en la atención dispensada las dos epidemias.

Veamos algunos ejemplos que no muestran que tal equidad e igualdad esté siendo dada:

- En el mes de junio el Periódico Folha de Sao Paulo publicó una absurda materia sugiriendo que la hepatitis C es transmitida sexualmente entre hombres promiscuos. Diversos grupos de portadores de hepatitis y la Sociedad Brasileña de Hepatología se manifestaron contra, pero el programa que en tesis debería cuidar de la hepatitis C quedó mudo. ¡Imagine alguien la grita qué sería si eso fuese con relación al SIDA!

- Días pasados el Programa DST/SIDA/Hepatitis del Ministerio de la Salud emitió nota criticando el Concurso para admisión en los cuadros del Ejército, por ser discriminatorio solicitar a los candidatos la prueba del SIDA. Pero no criticó que en el mismo también estaba siendo solicitada la prueba de las hepatitis B y C. Una clara demostración que cuida con diferentes pesos y medidas las dos epidemias, cuidando de los infectados con SIDA y dejando al Dios dará los infectados con las hepatitis B y C.

- Semana pasada tomé conocimiento por la asesoría de prensa del Programa DST/SIDA/Hepatitis que está siendo dado inicio a una importante y excelente investigación conocida como QUALIAIDS con la cual se hace la evaluación de la calidad de la asistencia que los infectados con HIV/SIDA están recibiendo. (Sigue texto oficial al final).

Pero volviendo a la duda cruel del primer párrafo, si las hepatitis estuviesen realmente integradas, ¿porque hacer la pesquisa QUALIAIDS para SIDA y no para las hepatitis? Al final ya hace un año que ellas deberían ser cuidadas con el mismo esmero y atención.

Es por los ejemplos arriba, algunos entre muchos otros que acontecieron en ésos 12 meses, que no consigo utilizar la palabra "integración" al referirme a los dos programas, pues queda claro que SIDA está siendo prioritaria y las hepatitis, en especial la hepatitis C, queda escondida debajo de la alfombra, como si fuera la prima pobre del SIDA.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo




Servicios de SIDA en el país inician evaluación de calidad


Una pesquisa, con 107 preguntas, será respondida por los 737 servicios, que prestan asistencia a las personas viviendo con HIV/SIDA, en el país. El Qualiaids - Evaluación y Monitoramento de la Calidad de la Asistencia en SIDA en el sistema público de salud es un instrumento de gestión utilizado desde 2001 por el Departamento de DST/SIDA y Hepatitis Víricas del Ministerio de la Salud y tiene el intuito de evaluar la organización, gerencia del trabajo y la disponibilidad de recursos.

El Qualiaids electrónico es un cuestionario de múltipla elección, auto aplicable por los servicios, con un conjunto de recomendaciones de buenas prácticas para cada una de las cuestiones abordadas. Al final de las respuestas, el programa emite un informe que clasifica los indicadores en tres niveles de calidad: oro, plata y bronce, pero las evaluaciones son sigilosas. El objetivo es suministrar instrumentos y recomendaciones para que los servicios puedan mejorar la calidad de la asistencia que ofrecen.

Antes de la pesquisa, sin embargo, una oficina preparatoria para responder el cuestionario será hecha en Brasilia en el día 2 septiembre, con los 26 estados, Distrito Federal y los locales de excelencia en Monitoramento y Evaluación. Los estados tendrán octubre y noviembre para responder el cuestionario. El resultado del Qualiaids debe estar finalizado en el primer semestre de 2011.

Carolina Valadares
Assessora de Imprensa
Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais
Secretaria de Vigilância em Saúde
Ministério da Saúde
+55 61 3306-7010

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Last updated 27.8.2010