24/09/2007
Sobre conselhos médicos e Internet
Os melhores e mais experimentados médicos indicam a seus pacientes que procurem informações sobre sua doença na internet ou em grupos de apoio aos pacientes. Os médicos inseguros de seu conhecimento tentam manter o paciente longe de qualquer fonte de informação, aconselhando-os a não entrar na internet e nunca freqüentar grupos de apoio ou a assistir palestras que não sejam dadas por algum médico (preferivelmente o próprio).
Vemos que solo os bons médicos, os que não têm medo de que seu conhecimento seja comentado em discussões entre pacientes são os que aceitam e incentivam os pacientes a aprender sobre a doença, porque sabem que com isso conseguem maior aderência, não só ao tratamento, mas também aos conselhos dados ao paciente.
Os médicos que querem pacientes mudos, que não façam perguntas inconvenientes, as quais podem demonstrar falta de conhecimento profissional ou esconder erros de diagnostico ou tratamento, estão condenados a perder pacientes e desaparecer da profissão.
Bom, o artigo fala exatamente sobre aquilo que o Grupo Otimismo acredita e faz nestes últimos oito anos. Pelo visto não estamos errados na nossa estratégia para divulgar informações sobre as hepatites.
Segue articulo sobre a relação dos pacientes com as informações na Web, publicado em 18/09/2007 no Clarín.com, escrito pela jornalista Mariana Nisebe.
Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
O futuro do Dr. Internet
Mariana Nisebe - Diario Clarin
Os duas líderes da Web trabalham para que os pacientes tomem o controle sobre sua saúde e seja aberto um processo de maior colaboração entre eles e os médicos. Historia clínicas digitalizadas e visitadas pelos usuários.
O que existe atrás do negócio da saúde em Internet é que a cada dia mais pessoas utilizam a Web para procurar este tipo de informação. O paciente converteu à rede em uma fonte habitual que oferece informação. Nisso trabalham os duas líderes do setor: Google e Microsoft. Embora ainda existam muitos obstáculos como políticas, interesses e regulamentos que fazem mais lento o processo de mudança. Por outro lado, também está quem prefere o contato pessoal em vez de ingressar em um buscador para encontrar informação sobre uma doença.
Apesar dos problemas, "
Internet se converteu na revolução social mais importante das últimas décadas e produziu mudanças notáveis na comunicação entre o paciente e seu médico", segundo um relatório publicado pela Sociedade Argentina de Pediatria. "Hoje é muito importante o papel da Web, já que o que o médico não pode responder a todas as perguntas por falta de tempo, os pacientes procuram respostas na rede. Sempre solicitamos que façam uma leitura crítica. Podem encontrar informação equivocada, mas cada vez resulta mais fácil, e atrativo, tomar um café e ler desde casa que começar a serie de varias consultas que terminam cansando os pacientes", explicou ao Clarín.com Claudia Cattivera, diretora de Pacientes Online.
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Não só os conecta com o que está acontecendo com eles, mas também com outros aos que passam pelo mesmo problema. Os pacientes procuram palavras chaves, a da doença que têm, e logo passam a entrar em sítios específicos de associações que têm, em geral, sobre essa patologia, muito boa informação e começam a interagir. Também estão os que lêem e acreditam tudo, mas Internet é como a vida: dá para todos os gostos", destacou Cattivera.
Uma pesquisa do Harris Interactive, publicada meses passados mostrou um crescimento de 37%, entre 2005 e 2007, dos usuários que procuram informação de saúde em Internet. E um estudo norte-americano revelou, por exemplo, que de seus usuários consultados só 15% assegurou que "sempre" checava a fonte.
A Web está ajudando às pessoas a ser mais pro ativa com respeito a sua saúde. Procuram informação e logo a discutem com seu médico. Os profissionais, explica Cattivera, "cada vez entendem mais que o fenômeno de Internet veio para ficar e se adaptam, mas há outros que não querem saber nada. O que é muito importante é que nada substitui a consulta com o médico de confiança. Todos crescemos com boa informação, pacientes e médicos".
Goliat vs. Goliat
Enquanto que Google é o ponto de partida para a maioria das buscas de saúde, o software da Microsoft é usado por mais de 90% de todos os computadores pessoais. Se os esforços destas duas companhias ganham ímpeto em certo prazo, a saúde em Internet vaticinam os peritos, estará em alta.
Alguns protótipos que estão em desenvolvimento, como o do futuro Google Health, liderado por Adam Bosworth, vice-presidente do Google, incluem o "perfil da saúde" para as medicações, condições e alergias; um "guia de saúde personalizada" para os tratamentos; interações dos remédios; dieta e regimes sugeridos de exercício e páginas com mensagens de aviso para conseguir as prescrições; até diretórios de médicos.
Tanto Google como Microsoft apostam em dar ao usuário mais poder de opinião respeito a seus hábitos de saúde e assistência médica. A isso será acrescentado o atrativo da publicidade e serviços vinculados ao tema. Microsoft adquiriu, em fevereiro deste ano, o buscador especializado em saúde Medstory. A notícia confirmou o crescente interesse da companhia para entrar no mercado dos denominados buscadores verticais, devido a que lhe resulta muito difícil competir com o Yahoo e Google, através de seu buscador Live.com, no setor das buscas genéricas.
Nos Estados Unidos, cerca de 20% dos pacientes têm suas histórias clínicas digitalizadas. Mas estes prontuários ainda são controlados pelos médicos, os hospitais ou os planos de saúde. As iniciativas do Google e Microsoft dariam muito mais controle aos usuários, uma tendência que muitos peritos em saúde vêem como inevitável. Os pacientes serão em última instância os administradores de sua própria informação. De fato, Internet está permitindo que a gente tenha uma aproximação mais ativa com a saúde. Segundo a última pesquisa do Harris Interactive, em 2005, 58% de quem consultou na Web discutiram o que encontraram com seus médicos.
Para onde vai à informação médica dirigida ao usuário não especializado? De acordo com o Bosworth, Internet tem que permitir que os pacientes tomem o controle absoluto sobre sua saúde. A Rede os vai tornar o eixo das decisões médicas. Para isso, diz o próprio Bosworth, tem que facilitar o acesso direto a melhor informação, aos serviços médicos (incluída uma segunda opinião), aos especialistas que atualmente os tratam e a outros, pacientes como eles, com os que possam intercambiar opiniões e experiências. Tudo de forma simples e ágil. Uma estratégia que resumiu em três palavras durante o último congresso da Associação Americana de Informática Médica: "descobrimento, ação e comunidade".
Tradução:
Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
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GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 Rio de Janeiro - Brasil
Tel. (55.21) - 9973.6832
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com |
24/09/2007
Sobre consejos médicos y la Internet
Los mejores y más experimentados médicos indican a sus pacientes que procuren informaciones sobre su enfermedad en el internet o en grupos de apoyo a los pacientes. Los médicos inseguros de su conocimiento intentan mantener el paciente lejos de cualquier fuente de información, los aconsejando a no entrar en el internet y nunca frecuentar grupos de apoyo o a asistir charlas que no sean dadas por algún médico (de preferencia el propio).
Vemos que solo los buenos médicos, los que no tienen miedo de que su conocimiento sea comentado en discusiones entre pacientes son los que aceptan e incentivan los pacientes a aprender sobre la enfermedad, porque saben que con eso consiguen mayor adherencia, no solo al tratamiento, mas también a los consejos dados al paciente.
Los médicos que quieren pacientes mudos, que no hagan preguntas inconvenientes, las cuales pueden demostrar falta de conocimiento profesional o esconder errores de diagnostico o tratamiento, están condenados a perder pacientes y desaparecer de su profesión.
Bueno, el artículo habla exactamente sobre aquello que el Grupo Optimismo hace en estos últimos ocho años. Vemos que no estamos equivocados en nuestra estrategia para divulgar informaciones sobre las hepatitis.
Sigue articulo sobre la relación de los pacientes con las informaciones en la Web, publicado en 18/09/2007 en Clarín.com, escrito por la periodista Mariana Nisebe.
El futuro del Dr. Internet
Mariana Nisebe - Diario Clarin
Los dos líderes de la Web trabajan para que los pacientes tomen el control sobre su salud y se abra un proceso de mayor colaboración entre ellos y los doctores. Historias clínicas digitalizadas y visitadas por los usuarios.
Lo que hay detrás del negocio de la salud en Internet es que cada día más personas utilizan la Web para buscar este tipo de información. El paciente convirtió a la red en fuente habitual y el reto para el que ofrece información es hacerlo con éxito. En eso trabajan los dos líderes indiscutidos del sector: Google y Microsoft. Aunque todavía hay muchos obstáculos como políticas, intereses y regulaciones que hacen más lento el proceso de cambio. Por otro lado, también están quienes prefieren el trato personal a ingresar en un buscador para encontrar información sobre una dolencia.
A pesar de las trabas, "
Internet se convirtió en la revolución social más importante de los últimos decenios y produjo cambios notables en la comunicación entre el paciente y su médico", según un informe publicado por la Sociedad Argentina de Pediatría. "Hoy es muy importante el papel de la Web, puesto que lo que no puede contestar el médico por falta de tiempo, los pacientes (en nuestra experiencia como sitio de información en Internet), van a buscarlo a la red. Siempre les decimos que hagan una lectura crítica. Pueden tomar información equivocada, pero cada vez les resulta más fácil, y atractivo, tomar un café y leer desde su casa que comenzar la ronda de interconsultas que terminan cansándolos", explicó a Clarín.com Claudia Cattivera, directora de Pacientes Online.
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No sólo los conecta con lo que les pasa, sino con otros a los que les pasa lo mismo. Los pacientes buscan palabras claves, la de la enfermedad que tienen, y luego van entrando a sitios específicos de asociaciones que tienen, en general, sobre esa patología, muy buena información y comienzan a interactuar. También están los que leen y creen todo, pero Internet es como la vida: da para todos los gustos", destacó Cattivera.
Una encuesta de Harris Interactive, publicada hace unos meses mostró un crecimiento del 37%, entre 2005 y 2007, de los usuarios que buscan información de salud en Internet. Y un estudio norteamericano reveló, por ejemplo, que de sus usuarios consultados sólo el 15% aseguró que "siempre" chequeaba la fuente.
La Web está ayudando a la gente a ser más proactiva con respecto a su salud. Buscan información y luego la discuten con su médico. Los profesionales, explica Cattivera , "cada vez entienden más que el fenómeno de Internet vino para quedarse y se adaptan, pero hay otros que no quieren saber nada. Lo que es muy importante es que nada reemplaza la consulta con el médico de confianza. Todos crecemos con buena información, pacientes y médicos".
Goliat vs. Goliat
Mientras que Google es el punto de partida para la mayoría de las búsquedas de salud, el software de Microsoft es usado por más del 90% de todas las computadoras personales. Si los esfuerzos de estas dos compañías ganan ímpetu en un cierto plazo, la salud en Internet, vaticinan los expertos, cotizará en alza.
Algunos prototipos que se están desarrollando, como el del futuro Google Health, liderado por Adam Bosworth, vicepresidente de Google, incluyen desde el "perfil de salud" para las medicaciones, condiciones y alergias; una "guía de salud personalizada" para los tratamientos; interacciones de las medicinas; dieta y regímenes sugeridos de ejercicio y páginas con mensajes de recordatorio para conseguir las prescripciones; hasta directorios de médicos.
Tanto Google como Microsoft apuestan a darle al usuario más poder de opinión respecto a sus hábitos de salud y asistencia médica. A eso hay que sumarle el atractivo de publicidad y servicios vinculados al tema. Microsoft adquirió, a fines de febrero de este año, el buscador especializado en salud Medstory. La noticia confirmó el creciente interés de la compañía por intentar introducirse en el mercado de los denominados buscadores verticales, debido a que le resulta muy difícil competir con Yahoo! y Google, a través de su buscador Live.com, en el sector de las búsquedas genéricas.
En EE.UU, cerca de 20% de los pacientes tienen sus historias clínicas digitalizadas. Pero estos expedientes todavía son controlados por los doctores, los hospitales o las aseguradoras. Las iniciativas de Google y Microsoft darían mucho más control a los usuarios, una tendencia que muchos expertos en salud ven como inevitable. Los pacientes serán en última instancia los administradores de su propia información. De hecho, Internet está permitiendo que la gente tenga un acercamiento más activo con la salud. Según la última encuesta de Harris Interactive, el 58% de quienes consultaron en la Web discutieron lo que encontraron con sus doctores el año pasado.
¿Hacia dónde va la información médica dirigida al usuario no especializado? De acuerdo con Bosworth, Internet tiene que permitir que los pacientes tomen el control absoluto sobre su salud . La Red les permitirá convertirse en el eje de las decisiones médicas. Para ello, dice el propio Bosworth, tiene que facilitar el acceso directo a la mejor información, a los servicios sanitarios (incluida la segunda opinión), a los especialistas que los administran y a otros pacientes como ellos con los que puedan intercambiar opiniones y experiencias. Todo de forma sencilla y ágil. Una estrategia que resumió en tres palabras durante el último congreso de la Asociación Americana de Informática Médica: "descubrimiento, acción y comunidad".
Carlos Varaldo
Grupo Optimismo