Texto en Español al final - Apriete aquí


GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

27/12/2010


O paciente eletrônico


Na atualidade o médico mais consultado por pacientes é o "Dr. Google", um fenômeno que não é novo e que cada vez é mais utilizado, conforme uma pesquisa realizada pela empresa farmacêutica Pfizer na Espanha.

Os resultados mostram a mudança de comportamento na relação médico paciente que está acontecendo, provocando uma verdadeira revolução no comportamento dos pacientes dependendo da informação encontrada. A Internet passou a ser a principal fonte de informação sobre saúde para os internautas, complementando a consulta com o médico ou o farmacêutico, porém fica evidente a ausência de sites de referencia para encontrar o conteúdo correto, o que resulta em implicações negativas na qualidade e credibilidade da informação. Os sistemas de procura, como o Google, a Wikipédia e os foros aparecem como os mais acessados, mas a maioria desconfia da qualidade e veracidade das informações colocadas nas redes sociais, como Orkut e Facebook.

Quando perguntado sobre qual fonte de informação e consulta foi utilizada para ter informação sobre algum aspecto relacionado à sua própria saúde, 80% responderam ter utilizado a Internet, 77% uma consulta médica, 46% perguntaram a um farmacêutico, 13% por matérias jornalísticas, 4% procuraram associações de pacientes e 4% ficaram satisfeitos com a publicidade da indústria farmacêutica.

Quando existem duvidas sobre alguma questão de saúde 65% das pessoas procuram informação na Internet e somente 21% procura o médico.

De cada 100 indivíduos, 71% consultaram a internet antes ou após a consulta médica, sendo 38% após a consulta e 33% antes da consulta médica e, 29% consultaram a internet e acharam não ser necessário procurar uma consulta médica.

Quando perguntado quais os principais motivos que levaram a procurar informações na internet 82% o fizeram para conhecer melhor o problema, 57% para entender melhor os tratamentos e a doença, 48% para ver se conseguiam descobrir o que estava acontecendo com eles próprios, 44% para procurar opiniões de outros pacientes, 37% para verificar se a informação recebida na consulta estava correta, 36% para procurar os significados de alguns nomes ou palavras que estão no diagnóstico ou nos resultados dos exames, 30% por pura curiosidade, 21% para saber a dosagem de algum medicamento e, 10% para saber qual medicamento deveria tomar.

71% dos pacientes acham que existe na internet informação suficiente, 58% consideram que a internet ajuda a entender o que o médico falou durante a consulta, 55% acham que a internet ajuda a entender um assunto a qualquer momento, 54% procuram ler sobre casos parecidos ao seu.

A forma de encontrar a informação foi em 96% dos casos por meio de um sistema de procura, como o Google ou Yahoo procurando pelo nome da doença ou seus sintomas.

Somente 12% dos pacientes utilizam as redes sociais como Orkut ou Facebook para informações sobre doenças, 14% acessa as páginas dos fabricantes de medicamentos, 25% sites de associações de pacientes, 26% sites de associações médicas, 36% blogs, 52% foros e 63% a Wikipédia.

Ao avaliar se a informação encontrada ajudou o paciente 36% afirmam que os sites de associações de pacientes são os melhores, 29% os sites de associações médicas, 24% os blogs e redes sociais, 22% os fóruns, 21% a Wikipédia e 20% os sites da indústria farmacêutica.

Dos que responderam nunca ter consultado na internet, 43% consideram que a informação não é de qualidade, 32% não acham confiável a informação e 12% porque o médico informou que o melhor era não acessar a internet.

As principais demandas dos pacientes em relação à consulta na internet estão relacionadas com o nível de confiança no site, por isso, a maioria demanda que a informação seja de uma fonte conhecida e que venham avalizadas por médicos, por especialistas ou com referencias bibliográficas. A maioria dos internautas demanda que a informação seja escrita com linguagem fácil de entender pelos pacientes.

80% dos pacientes gostariam que as empresas farmacêuticas colocassem para os pacientes a mesma informação que é enviada aos profissionais da saúde. Do total, 67% acham que a informação dos fabricantes deveria ser dada por meio das associações de pacientes e 49% de forma independente.

Curiosamente a maioria dos pacientes acha que as redes sociais não deveriam ter informação médica, pois são destinadas ao lazer e não para tratar de doenças ou medicamentos.

Quando perguntado que tipo de informação gostariam que as empresas farmacêuticas informassem, 91% declararam que gostariam saber qual a forma de atuar dos medicamentos, 87% gostariam de saber quais efeitos colaterais e adversos podem causar, 82% que são especificamente os medicamentos, 77% com quais medicamentos não podem ser administrados, 68% por quanto tempo posso tomar o medicamento com segurança e 64% desejariam saber como estarão se sentindo durante o tratamento.

Pelos resultados da pesquisa a internet se coloca como o principal canal de informação, com 80% de utilização, na frente à visita ao médico, mas não chega a substituir as consultas e, sim, complementa a informação recebida do profissional da saúde. Já em relação à confiança da informação o médico está mais bem avaliado, sendo que 93% consideram que a informação recebida na consulta é confiável, contra 75% dos que confiam na informação recebida das associações de pacientes e 43% confiam nas informações coletadas na internet.

Com o resultado da pesquisa fica evidente que é necessário melhorar o acesso a informação de qualidade, uma tarefa que requer participação ativa do governo, da indústria de medicamentos, das associações de pacientes e das sociedades médicas.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo




Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal:
As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM


O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org


¡ALERTA!

Enquanto você realiza a leitura deste artigo,
¡Mientras usted realiza la lectura de este artículo,
1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!

GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - Brasil
Teléfonos: Rio de Janeiro (005521) 4063.4567 - São Paulo (005511) 3522.3154 (de 11.00 a las 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

27/12/2010


El paciente electrónico


En la actualidad el médico más consultado por pacientes es el "Dr. Google", un fenómeno que no es nuevo y que cada vez es más utilizado, conforme una pesquisa realizada por la empresa farmacéutica Pfizer en España.

Los resultados muestran la mudanza de comportamiento en la relación médico paciente que está aconteciendo, provocando una verdadera revolución en el comportamiento de los pacientes dependiendo de la información encontrada. El Internet pasó a ser la principal fuente de información sobre salud para los internautas, complementando la consulta con el médico o el farmacéutico, sin embargo queda evidente la ausencia de sitios de referencia para encontrar el contenido correcto, lo que resulta en implicaciones negativas en la calidad y credibilidad de la información. Los sistemas de busca, como el Google, la Wikipédia y los foros aparecen como los más visitados, pero la mayoría desconfía de la calidad y veracidad de las informaciones colocadas en las redes sociales, como Orkut y Facebook.

Cuando preguntado sobre cual fuente de información y consulta fue utilizada para tener información sobre algún aspecto relacionado a su propia salud, 80% respondieron haber utilizado el Internet, 77% una consulta médica, 46% preguntaron a un farmacéutico, 13% por materias periodísticas, 4% procuraron asociaciones de pacientes y 4% quedaron satisfechos con la publicidad de la industria farmacéutica.

Cuando existen dudas sobre alguna cuestión de salud 65% de las personas buscan información en el Internet y solamente 21% procura el médico.

De cada 100 individuos, 71% consultaron el Internet antes o después de la consulta médica, siendo 38% después de la consulta y 33% antes de la consulta médica y, 29% consultaron el Internet y hallaron no ser necesario procurar por una consulta médica.

Cuando preguntado cuáles los principales motivos que llevaron a buscar informaciones en el Internet 82% lo hicieron para conocer mejor el problema, 57% para comprender mejor los tratamientos y la enfermedad, 48% para ver se conseguían descubrir lo que estaba aconteciendo con ellos propios, 44% para procurar opiniones de otros pacientes, 37% para verificar si la información recibida en la consulta estaba correcta, 36% para procurar los significados de algunos nombres o palabras que están en el diagnóstico o en los resultados de los exámenes, 30% por pura curiosidad, 21% para saber la dosis de algún medicamento y, 10% para saber cual medicamento debería tomar.

71% de los pacientes piensan que existe en el Internet información suficiente, 58% consideran que el Internet ayuda a comprender lo que el médico habló durante la consulta, 55% piensan que el Internet ayuda a comprender un asunto a cualquier momento, 54% procuran leer sobre casos parecidos al suyo.

La forma de encontrar la información fue en un 96% de los casos por medio de un sistema de búsqueda, como el Google o Yahoo procurando por el nombre de la enfermedad o sus síntomas.

Solamente 12% de los pacientes utilizan las redes sociales como Orkut o Facebook para informaciones sobre enfermedades, 14% visita las páginas de los fabricantes de medicamentos, 25% sitios de asociaciones de pacientes, 26% sitios de asociaciones médicas, 36% blogs, 52% foros y 63% la Wikipédia.

Al evaluar si la información encontrada ayudó el paciente 36% afirman que los sitios de asociaciones de pacientes son los mejores, 29% los sitios de asociaciones médicas, 24% los blogs y redes sociales, 22% los foros, 21% la Wikipédia y 20% los sitios de la industria farmacéutica.

De los que respondieron nunca haber consultado en el Internet, 43% consideran que la información no es de calidad, 32% no hallan confiable la información y 12% porque el médico informó que lo mejor era no accesar el Internet.

Las principales demandas de los pacientes con relación a la consulta en el Internet están relacionadas con el nivel de confianza en el sitio, por eso, la mayoría demanda que la información sea de una fuente conocida y que vengan avalizadas por médicos, por especialistas o con referencias bibliográficas. La mayoría de los internautas demanda que la información sea escrita con lenguaje fácil de comprender por los pacientes.

80% de los pacientes gustarían que las empresas farmacéuticas colocasen para los pacientes la misma información que es enviada a los profesionales de la salud. Del total, 67% piensan que la información de los fabricantes debería ser dada por medio de las asociaciones de pacientes y 49% de forma independiente.

Curiosamente la mayoría de los pacientes piensa que las redes sociales no deberían tener información médica, pues son destinadas al ocio y no para tratar de enfermedades o medicamentos.

Cuando preguntado qué tipo de información gustarían que las empresas farmacéuticas informasen, 91% declararon que gustarían saber cual la forma de actuar de los medicamentos, a 87% le gustaría saber cuales efectos secundarios y adversos pueden causar, 82% que son específicamente los medicamentos, 77% con cuales medicamentos no pueden ser administrados, 68% por cuanto tiempo puedo tomar el medicamento con seguridad y 64% desearían saber como estarán se sintiendo durante el tratamiento.

Por los resultados de la encuesta el Internet se coloca como el principal canal de información, con 80% de utilización, en la frente de la visita al médico, pero no llega a sustituir las consultas y, sí, complementa la información recibida del profesional de la salud. Ya con relación a la confianza de la información el médico está más bien evaluado, siendo que 93% consideran que la información recibida en la consulta es confiable, contra 75% de los que confían en la información recibida de las asociaciones de pacientes y 43% confían en las informaciones colectadas en el Internet.

Con el resultado de la encuesta queda evidente que es necesario mejorar el acceso a la información de calidad, una tarea que requiere participación activa del gobierno, de la industria de medicamentos, de las asociaciones de pacientes y de las sociedades médicas.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo




Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
Aviso legal:
Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación médica. Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje si se cita la fuente como retiradas de WWW.HEPATO.COM







Last updated 27.12.2010