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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com |
04/06/2011
Exemplo de vontade política consegue aumentar o atendimento nas hepatites
O Estado de Nuevo México é o mais pobre dos Estados Unidos, porém, está dando o exemplo de como é possível aumentar a oferta de tratamentos na hepatite C eliminando obstáculos ao tratamento e melhorando as praticas e cuidados de saúde nos Estados Unidos. Um exemplo que deveria ser copiado pelos gestores de saúde do mundo todo!
É uma forma completamente nova de atendimento primário da saúde por médicos não especializados no tratamento da hepatite C em populações do interior, presídios, periferias pobres das cidades, conseguindo excelentes resultados, idênticos aos que são encontrados nos centros médicos universitários considerados de referencia no atendimento.
Conheci o sistema no ano passado e o apresentamos rapidamente no dia 15 de fevereiro em reunião com outras ONGs na Secretaria de Vigilância Epidemiológica e a seguir, em 11 de março, junto à presença de médicos, ao próprio ministro da saúde. Ambos ficaram verdadeiramente impressionados, mas lamentavelmente não encontramos o mesmo interesse por parte do Departamento DST/AIDS/Hepatites, o qual continua ignorando a avalanche de tratamentos que estará acontecendo em 2012.
O projeto da Universidade de Nuevo México de nome ECHO (Extension for Community Healthcare Outcomes) o qual poderíamos traduzir para "Extensão dos resultados em saúde para toda a comunidade" foram publicados na edição on-line do New England Journal of Medicine e estarão na integra na edição impressa do próximo dia 9 de junho.
Os resultados mostram claramente que é perfeitamente possível cuidar dos infectados de hepatites em qualquer lugar ou região, ampliando assim a capacidade de tratar pacientes, utilizando troca de informações eletrônicas e capacitação por vídeo conferencia, duas tecnologias hoje acessíveis gratuitamente desde qualquer computador conectado a internet.
Ao produzir o que chamamos de "efeito multiplicador" conseguimos disseminar as melhores praticas médicas e os conhecimentos dos especialistas para todos os médicos interessados em participar do programa, independente do local onde se encontre ou das condições de infra-estrutura local, disse o Dr. Sanjeev Arora, hepatologista que criou o Projeto ECHO. "Esse modelo permite que médicos de atenção primária possam prestar serviços especializados de alta qualidade a nível local, e é uma estratégia para mudar drasticamente a pratica clínica e da educação médica no país".
O sistema funciona basicamente pela internet. Quando um médico não especializado diagnostica um caso de hepatite C abre o prontuário numa página Web da Universidade, passando então a receber acompanhamento de médicos especializados sobre os procedimentos que devem ser seguidos com o paciente. A cada consulta o médico atualiza o prontuário com os resultados dos exames e os especialistas indicam os novos passos. Paralelamente sempre que necessário o médico receberá treinamento por vídeo conferencia
O Projeto ECHO não incorpora o conceito tradicional da tele medicina, pela qual os pacientes entram em contato direto com um médico em outra localidade. Somente o médico local é que têm contato com os especialistas da universidade.
Embora os resultados que serão publicados na edição impressa do New England Journal of Medicine sejam referentes exclusivamente ao tratamento da hepatite C, o mesmo sistema já está sendo utilizado para atender médicos de atenção primaria para mais de uma dúzia de outras doenças e condições crônicas como asma, doença mental, dor crônica, diabetes e redução do risco cardiovascular, gravidez de alto risco, HIV/AIDS, obesidade pediátrica, reumatologia e abuso de substâncias. Estados como Washington e Chicago já estão implementando o sistema nos seus sistemas de saúde. O Projeto ECHO está sendo financiado pela "Robert Wood Johnson Foundation"
A avaliação do programa é excelente nos resultados. Pacientes tratados pelos médicos especialistas na universidade apresentam 57,5% de cura e os pacientes tratados no interior por médicos assistidos pelo Projeto ECHO apresentaram 58,2% de cura. Os resultados para ambos os grupos foram significativamente maiores que as taxas de cura alcançadas atualmente na pratica clínica.
COMENTÁRIOS:
O Dr. Sanjeev Arora criou o Projeto ECHO para combater a hepatite C no Estado de Nuevo México, que tem taxas muito elevadas de infectados com hepatite C ao observar que como médico especialista poderia tratar entre 70 e 90 pacientes por ano no seu consultório, não entanto mais de 30.000 infectados existiam no estado.
Na época poucos médicos de Nuevo México estavam capacitados e os pacientes que moram em comunidades onde não existiam especialistas ficavam impossibilitados de receber tratamento especializado. A criação do Projeto ECHO possibilitou que a tecnologia ajudasse os médicos não especializados a oferecer cuidados médicos seguros nas suas comunidades.
Sob o modelo do Projeto ECHO os médicos de atenção primaria, enfermeiros, assistentes e agentes comunitários de saúde estão se organizando em redes de conhecimento e se reúnem semanalmente através de vídeo conferencia para apresentar e discutir casos de pacientes. As videoconferências são coordenadas por especialistas da universidade.
Atualmente no Estado de Nuevo México 1.000 profissionais de saúde participam das clínicas e treinamentos do Projeto ECHO.
Alem do financiamento da "Robert Wood Johnson Foundation", o Projeto ECHO tem forte apoio da Universidade de Nuevo México, da Secretaria da Saúde e da Câmara de Deputados Estadual.
UMA PERGUNTA?
Porque não podemos no Brasil implementar um sistema similar para podermos aumentar a capacidade de atendimento nas hepatites e poder dar assistência as população hoje marginalizadas que moram no interior do país?
Se o ministro Alexandre Padilha e o Dr. Jarbas Barbosa acham a idéia interessante e factível, quem dentro do governo está sendo contrario a sua implementação?
Universidades dos estados estão interessadas em colaborar e até a indústria poderá participar financiando a sua implementação.
Falta só à vontade política e a "canetada" do Senhor Ministro.
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal: As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM
O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org
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pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
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A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!
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GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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04/06/2011
Ejemplo de voluntad política logra aumentar la atención en las hepatitis
El Estado de Nuevo México es el más pobre de Estados Unidos, sin embargo, está dando el ejemplo de como es posible aumentar la oferta de tratamientos en la hepatitis C eliminando obstáculos al tratamiento y mejorando las practicas y cuidados de salud en Estados Unidos. ¡Un ejemplo qué debería ser copiado por los gestores de salud del mundo todo!
Es una forma completamente nueva de cuidado primario de la salud por médicos no especializados en el tratamiento de la hepatitis C en poblaciones del interior, presidios, periferias pobres de las ciudades, logrando excelentes resultados, idénticos a los que son encontrados en los centros médicos universitarios considerados de referencia en el servicio.
Conocí el sistema en el año pasado y lo presentamos rápidamente en el día 15 de febrero en reunión con otras ONGs en la Secretaría de Vigilancia Epidemiológica (ministerio da le salud de Brasil) y a continuación, el 11 de marzo, juntamente con la presencia de médicos, al propio ministro de la salud. Ambos quedaron verdaderamente impresionados, pero lamentablemente no encontramos el mismo interés por parte del Departamento DST/SIDA/Hepatitis, el cual continúa ignorando la avalancha de tratamientos que estará aconteciendo en 2012.
El proyecto de la Universidad de Nuevo México de nombre ECHO (Extension for Community Healthcare Outcomes) lo cual podríamos traducir para "Extensión de los resultados en salud para todo la comunidad" fueron publicados en la edición en-línea del New England Journal of Medicine y estarán de forma integral en la edición impresa del próximo día 9 de junio.
Los resultados muestran claramente que es perfectamente posible cuidar de los infectados de hepatitis adondequiera o cualquier región, ampliando así la capacidad de tratar pacientes, utilizando informaciones electrónicas y capacitación por vídeo conferencia, dos tecnologías hoy accesibles gratuitamente desde cualquier computadora conectada a internet.
Al producir lo que llamamos de "efecto multiplicador" conseguimos diseminar las mejores practicas médicas y los conocimientos de los especialistas para todos los médicos interesados en participar del programa, independiente del local donde se encuentre o de las condiciones de infraestructura local, dijo el Dr. Sanjeev Arora, hepatólogo que creó el Proyecto ECHO. "Ese modelo permite que médicos de atención primaria puedan prestar servicios especializados de alta calidad a nivel local, y es una estrategia para mudar drásticamente la practica clínica y la educación médica en el país".
El sistema funciona básicamente por el internet. Cuando un médico no especializado diagnostica un caso de hepatitis C abre el histórico clínico en una página Web de la Universidad, pasando entonces a recibir acompañamiento de médicos especializados sobre los procedimientos que deben ser seguidos con el paciente. A cada consulta el médico actualiza el histórico con los resultados de los exámenes y los especialistas indican los nuevos pasos. Paralelamente siempre que necesario el médico recibirá entrenamiento por vídeo conferencia
El Proyecto ECHO no incorpora el concepto tradicional de la tele medicina, por la cual los pacientes entran en contacto directo con un médico en otra localidad. Solamente el médico local es que tiene contacto con los especialistas de la universidad.
Aunque los resultados que serán publicados en la edición impresa de New England Journal of Medicine sean referentes exclusivamente al tratamiento de la hepatitis C, el mismo sistema ya está siendo utilizado para atender médicos de atención primaria para más de una docena de otras enfermedades y condiciones crónicas como asma, enfermedad mental, dolor crónico, diabetes y reducción del riesgo cardiovascular, embarazo de alto riesgo, HIV/SIDA, obesidad pediátrica, reumatología y abuso de substancias. Estados como Washington y Chicago ya están implementando el sistema en sus sistemas de salud. El Proyecto ECHO está siendo financiado por la "Robert Wood Johnson Foundation"
La evaluación del programa es excelente en los resultados. Pacientes tratados por los médicos especialistas en la universidad presentan 57,5% de cura y los pacientes tratados en el interior por médicos asistidos por el Proyecto ECHO presentaron 58,2% de cura. Los resultados para ambos los grupos fueron significativamente mayores que las tasas de cura alcanzadas actualmente en la práctica clínica.
COMENTARIOS:
El Dr. Sanjeev Arora creó el Proyecto ECHO para combatir la hepatitis C en el Estado de Nuevo México, que tiene tasas muy elevadas de infectados con hepatitis C al observar que como médico especialista podría tratar entre 70 y 90 pacientes por año en su consultorio, no en tanto más de 30.000 infectados existían en el estado.
En la época pocos médicos de Nuevo México estaban capacitados y los pacientes que residen en comunidades donde no existían especialistas se quedaban imposibilitados de recibir tratamiento especializado. La creación del Proyecto ECHO posibilitó que la tecnología ayudase los médicos no especializados a ofrecer cuidados médicos seguros en sus comunidades.
Bajo el modelo del Proyecto ECHO los médicos de atención primaria, enfermeros, asistentes y agentes comunitarios de salud están se organizando en redes de conocimiento y se reúnen semanalmente a través de vídeo conferencia para presentar y discutir casos de pacientes. Las video conferencias son coordenadas por especialistas de la universidad.
Actualmente en el Estado de Nuevo México 1.000 profesionales de salud participan de las clínicas y entrenamientos del Proyecto ECHO.
Fuera la financiación de la "Robert Wood Johnson Foundation", el Proyecto ECHO tiene fuerte apoyo de la Universidad de Nuevo México, de la Secretaría de la Salud y de la Cámara de Diputados Estadual.
¿UNA PREGUNTA?
¿Porque no podemos en otros países implementar un sistema similar para poder aumentar la capacidad de servicio en las hepatitis y poder dar asistencia a la población hoy marginadas qué residen en el interior del país?
Universidades están interesadas en colaborar y hasta la industria podrá participar financiando su implementación.
Falta solo a la voluntad política y la "lapicera" (bolígrafo) del Señor Ministro.
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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