Texto en Español al final - Apriete aquí

For an electronic translation of this page to English, press here

A manutenção do Grupo Otimismo é possível pelo recebimento de contribuições de pessoas físicas e jurídicas.
A Agência de Notícias das Hepatites cede o espaço desta página gratuitamente.

Saiba como pode contribuir clicando aqui
GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154
(das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

30/10/2011


Qual será o próximo desafio do ministério da saúde na hepatite C?


Conforme foi apresentado oficialmente pelo ministro da saúde a mortalidade por causa da hepatite C aumentou cinco vezes nos últimos dez anos, motivo pelo qual recomendou a necessidade de gritar para dar visibilidade ao problema e conseguir os recursos necessários ao enfrentamento da epidemia. A epidemia de hepatite C é uma bomba viral com o pavio acesso que já começou a explodir!

Governo, sociedades médicas, meios de comunicação, legisladores e o judiciário devem entender que a hepatite C é considerada a grande assassina silenciosa, matando muitos mais brasileiros que a AIDS.

Não interessa se os brasileiros infectados são dois milhões como afirma o governo, ou se são 3,5 milhões como falam as ONGs ou até cinco milhões como estima a OMS. Qualquer uma das estimativas, errada ou correta, reflete um número impressionante, entre três e oito vezes maior que os infectados com HIV/AIDS.

A hepatite C desperta a cada dia maior atenção da mídia e cresce o espaço em jornais e revistas, como conseqüência um maior número de indivíduos estará procurando realizar o teste diagnostico e conseqüentemente descobrindo que está infectado, o que resultará em maior número de tratamentos.

Com a chegada de novos e revolucionários medicamentos para o tratamento da hepatite C, os inibidores de proteases já estão em uso no mundo todo e, muitos outros chegarão ainda nesta década, novos desafios deverão ser enfrentados pela saúde pública para atender a demanda crescente de tratamentos. O maior desafio será orçamentário e de infraestrutura de atendimento.

É por isso que estamos solicitando aos gestores da saúde e aos representantes do povo no legislativo que agora é o momento de concentrar esforços, não somente no desenvolvimento de ações estratégicas, mas também de incluir no orçamento de 2012 que neste momento se encontra em discussão para reservar recursos suficientes para enfrentar a maior epidemia que assola o Brasil.

No orçamento de 2011 foram disponibilizados quinhentos milhões de reais. Parece muito, mas é muito pouco se considerarmos quanto isso representa para cada infectado. Considerando o número otimista do governo vemos que para cada um dos dois milhões de infectados estão destinados duzentos e cinqüenta reais, ou cento e cinqüenta reais por infectado se for considerada a estimativa de infectados realizada pelas ONGs e diversos estudos médicos.

A título de comparação, apesar de que a hepatite C é cuidada pelo mesmo departamento do ministério da saúde, os recursos por infectado pela hepatite C representam somente 5% do reservado no orçamento para cada infectado com HIV/AIDS. Uma desigualdade sem qualquer explicação lógica.

Todos deveriam admitir publicamente que com tão magro recurso será muito difícil o diagnostico e tratamento de um número considerável de indivíduos. Não podemos aguardar muito tempo para aumentar as verbas, pois o avanço da hepatite na destruição do fígado pode ser silencioso, mas ele é inevitável, e leva o infectado a desenvolver cirrose, câncer e conseqüentemente o levará a morte. Se não diagnosticada e devidamente tratada, a cada quatro infectados um morrerá aproximadamente aos 57 anos de idade, perdendo 17 anos de vida. Um custo social e moral impossível de aceitar quando o Brasil já é uma das maiores economias do mundo.

Não enfrentar com recursos suficientes a epidemia de hepatite C no Brasil poderá resultar em até 1.000.000 de casos de cirroses na próxima década. Se detectada precocemente, até 600.000 mortes poderão ser evitadas. "Não saber é ruim, não querer saber é pior, mas não se preocupar com as conseqüências dessa omissão é imperdoável".

Carlos Varaldo



Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal:
As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM

O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org


Enquanto você realiza a leitura deste artigo

¡Mientras usted realiza la lectura de este artículo
1 pessoas morrem por culpa das hepatites B ou C no mundo!

personas mueren en el mundo por culpa de las hepatitis B o C!
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!


Para recibir semanalmente las últimas noticias en las hepatitis por e-mail, entre aquí

For an electronic translation of this page to English, press here

La Agencia de Noticias de las Hepatitis colabora con el Grupo Optimismo cediendo espacio en esta página
Grupo Optimismo de Ayuda al Portador de Hepatitis
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Río de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Río de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154
e-mail:
hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com
30/10/2011


¿Cuál será el próximo desafío del ministerio de la salud en la hepatitis C?


La mortalidad a causa de la hepatitis C aumentó cinco veces en los últimos diez años, motivo por el cual es necesario gritar para dar visibilidad al problema y conseguir los recursos necesarios al enfrentamiento de la epidemia. ¡La epidemia de hepatitis C es una bomba viral con la mecha encendida que ya empezó a estallar!

Gobierno, sociedades médicas, medios de comunicación, legisladores y el judiciario deben entender qué la hepatitis C es considerada la grande asesina silenciosa, matando muchos más brasileños que el SIDA.

No interesa si los brasileños infectados son dos millones como afirma el gobierno, o si son 3,5 millones como hablan las ONGs o hasta cinco millones como estima la OMS. Cualquiera una de las estimativas, errada o correcta, refleja un número impresionante, entre tres y ocho veces mayor que los infectados con HIV/SIDA.

La hepatitis C despierta a cada día mayor atención de los medios de comunicación y crece el espacio en diarios y revistas, como consecuencia un mayor número de individuos estará procurando realizar la prueba diagnóstica y consecuentemente descubriendo que está infectado, lo que resultará en mayor número de tratamientos.

Con la llegada de nuevos y revolucionarios medicamentos para el tratamiento de la hepatitis C, los inhibidores de proteasas ya están en uso en el mundo todo y, muchos otros llegarán aún en esta década, nuevos desafíos deberán ser enfrentados por la salud pública para atender la demanda creciente de tratamientos. El mayor desafío será presupuestario y de infraestructura de atendimiento.

Es por eso que estamos solicitando a los gestores de la salud y a los representantes del pueblo en el legislativo que ahora es el momento de concentrar esfuerzos, no solamente en el desarrollo de acciones estratégicas, pero también de incluir en el presupuesto de 2012 que en este momento se encuentra en discusión para reservar recursos suficientes para enfrentar la mayor epidemia que asuela Brasil.

En el presupuesto de 2011 fueron gastos doscientos y noventa millones de dólares. Parece mucho, pero es muy poco si consideramos cuanto eso representa para cada infectado. Considerando el número optimista del gobierno vemos que para cada uno de los dos millones de infectados están destinados ciento y cincuenta dólares, o noventa dólares por infectado si es considerada la estimativa de infectados realizada por las ONGs y diversos estudios médicos.

A título de comparación, a pesar de que la hepatitis C es cuidada por el mismo departamento del ministerio de la salud, los recursos por infectado por la hepatitis C representan solamente 5% del reservado en el presupuesto para cada infectado con HIV/SIDA. Una desigualdad sin cualquier explicación lógica.

Todos deberían admitir públicamente que con tan pequeño recurso será muy difícil el diagnóstico y tratamiento de un número considerable de individuos. No podemos aguardar mucho tiempo para aumentar los recursos, pues el avance de la hepatitis en la destrucción del hígado puede ser silencioso, pero él es inevitable, y lleva el infectado a desarrollar cirrosis, cáncer y consecuentemente lo llevará a la muerte. Si no diagnosticada y debidamente tratada, cada cuatro infectados un morirá aproximadamente a los 57 años de edad, perdiendo 17 años de vida. Un costo social y moral imposible de aceptar cuando Brasil ya es una de las mayores economías del mundo.

No enfrentar con recursos suficientes la epidemia de hepatitis C en Brasil podrá resultar en hasta 1.000.000 de casos de cirrosis en la próxima década. Se detectada precozmente, hasta 600.000 muertes podrán ser evitadas. "No saber es ruin, no querer saber es peor, pero no se preocupar por las consecuencias de ésa omisión es imperdonable".

Carlos Varaldo



Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
Aviso legal:
Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación médica. Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje si se cita la fuente como retiradas de WWW.HEPATO.COM







Last updated 28.10.2011