17/11/2008
Hepatite Crônica C
Notícias do AASLD 2008 podem auxiliar alguns grupos de pacientes antes da chegada de novas drogas
Novas estratégias em alguns grupos de portadores de hepatite C podem melhorar significativamente as chances de cura da doença
Release distribuído pela Máquina Comunicação Corporativa Integrada, assessoria de comunicação da Roche Brasil.
Buscar soluções para os portadores de hepatite C num primeiro tratamento e para aqueles que falharam ao tratamento inicial são, atualmente, algumas das prioridades de muitos pesquisadores. Diversos novos estudos, apresentados no 59º encontro da Associação Americana para o Estudo de Doenças do Fígado (AASLD), em São Francisco, revelaram novas estratégias para esses desafios antes da chegada de drogas novas.
Em relação ao primeiro tratamento dos pacientes, 2 estudos merecem destaques:
- Estudo comparativo
Um novo estudo independente, italiano, demonstra que o esquema de tratamento com a alfapeginteferona-2a proporciona melhores resultados em pacientes com hepatite C quando comparado ao tratamento com a alfapeginterferona-2b. A diferença entre os dois tratamentos foi ainda mais evidente em pacientes portadores das formas do vírus de mais difícil tratamento, ou seja, os genótipos 1 ou 41.
- Estudo em pacientes com resposta lenta
Pacientes que respondem mais lentamente ao tratamento da hepatite crônica C podem melhorar as taxas de cura da doença quando recebem um tempo maior de tratamento com a combinação alfapeginterferona-2a mais ribavirina.
Uma das pesquisas apresentadas foi feita com 552 pacientes austríacos infectados pelo genótipo 1 ou 4 da hepatite crônica C, sem tratamento prévio, com vírus da hepatite C ainda detectável no sangue na 12ª semana de tratamento, mas com diminuição significativa da quantidade do mesmo, apresentam maior chance de sucesso da terapia com alfapeginteferona-2a quando tratados por 72 semanas. Atualmente, o tratamento padrão, na maioria dos casos, dura 48 semanas. Entretanto, o prolongamento para 72 semanas de terapia poderá beneficiar esse grupo de pacientes que responde mais lentamente2.
Sobre pacientes que falharam ao primeiro tratamento, as seguintes alternativas devem ser comentadas:
- Estudo em pacientes recidivantes ao tratamento
Existe outro grupo de pacientes, chamado de recidivantes, que apesar de responderem ao tratamento, não conseguem manter essa resposta mesmo após o término da terapia. Ou seja, eles voltam a ter o vírus detectável no sangue seis meses após a suspensão do tratamento. Um estudo realizado na Alemanha constatou que 50% desses pacientes recidivantes podem alcançar a cura se forem novamente tratados com a alfapeginterferona-2a e ribavirina por 72 semanas3.
- Estudo em pacientes não-respondedores ao tratamento
No caso de pacientes não respondedores ao interferon peguilado, um dos grupos mais difíceis de se obter alguma resposta, outro estudo de grande porte, chamado REPEAT, avaliou o retratamento com alfapeginterferona-2a em 942 pacientes que não apresentaram resposta à alfapeginterferona-2b. Os resultados demonstraram que, ao receberem a terapia com Pegasys por 72 semanas, pacientes não-respondedores ao interferon peguilado, que antes não tinham praticamente nenhuma alternativa de tratamento, podem agora ter cerca de 20% de resposta. Em alguns casos, até 60% de cura pode ser conseguida4.
Segurança e eficácia
Uma das preocupações que poderiam surgir quando se pensa em prolongar o tratamento seria o aumento do número de relatos de efeitos colaterais. Entretanto, análises confirmaram que o tratamento prolongado para 72 semanas com alfapeginterferona-2a não traz problemas de segurança e é bem tolerado em relação às 48 semanas habituais4.
Referências:
1. Rumi M et al. Randomized study comparing Peginterferon alfa-2a plus ribavirin and Peginterferon alfa-2b plus ribavirin in naive patients with chronic hepatitis C: final results of the Milan Safety Tolerability (MIST)study. Oral presentation - AASLD 2008;
2. Ferenci P et al. Response-guided therapy with peginterferon alfa-2a (40KD) plus ribavirin in patients with chronic hepatitis C genotype 1 or 4: Prospective randomized study of extended therapy in patients without a rapid virological response. Oral presentation - AASLD 2008;
3. Kaiser S et al. High sustained virologic response rates in HCV genotype 1 relapser patients retreated with peginterferon alfa-2a (40KD) plus ribavirin for 72 weeks. Poster presentation - AASLD 2008;
4. Marcellin P et al. A 72-week treatment duration with peginterferon alfa-2a (40 KD) plus ribavirin has a favorable risk-benefit ratio in non-responders to pegylated interferon alfa-2b plus ribavirin: findings of the multinational REPEAT study. Poster presentation - AASLD 2008;
Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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17/11/2008
Hepatitis Crónica C
Noticias del AASLD 2008 pueden auxiliar algunos grupos de pacientes antes de la llegada de nuevas drogas
Nuevas estrategias en algunos grupos de portadores de hepatitis C pueden mejorar significativamente las chances de cura de la enfermedad
Release distribuido por Máquina Comunicación Corporativa Integrada, asesoría de prensa de la Roche Brasil.
Buscar soluciones para los portadores de hepatitis C en un primer tratamiento y para aquéllos que fallaron al tratamiento inicial son, actualmente, algunas de las prioridades de muchos investigadores. Diversos nuevos estudios, presentados en el 59º encuentro de la Asociación Americana para el Estudio de Enfermedades del Hígado (AASLD), en San Francisco, revelaron nuevas estrategias para esos desafíos antes de la llegada de nuevas drogas.
Con relación al primer tratamiento de los pacientes, 2 estudios merecen destaques:
- Estudio comparativo
Un nuevo estudio independiente, italiano, demuestra que el esquema de tratamiento con alfapeginteferona-2a proporciona mejores resultados en pacientes con hepatitis C cuando comparado al tratamiento con alfapeginterferona-2b. La diferencia entre los dos tratamientos fue aún más evidente en pacientes portadores de las formas del virus de más difícil tratamiento, o sea, los genotipos 1 ó 41.
- Estudio en pacientes con respuesta lenta
Pacientes que responden más lentamente al tratamiento de la hepatitis crónica C pueden mejorar las tasas de cura de la enfermedad cuando reciben un tiempo mayor de tratamiento con la combinación alfapeginterferona-2a más ribavirina.
Una de las investigaciones presentadas fue hecha con 552 pacientes austriacos infectados por el genotipo 1 ó 4 de la hepatitis crónica C, sin tratamiento previo, más con el virus de la hepatitis C todavía detectable en la sangre en la 12ª semana de tratamiento, pero con disminución significativa de la cantidad del mismo, presentan mayor posibilidad de suceso de la terapia con alfapeginteferona-2a cuando tratados por 72 semanas. Actualmente, el tratamiento padrón, en la mayoría de los casos, dura 48 semanas. Mientras, que aumentar para 72 semanas de terapia podrá beneficiar ese grupo de pacientes que responde más lentamente2.
Sobre pacientes que fallaron al primer tratamiento, las siguientes alternativas deben ser comentadas:
- Estudio en pacientes recidivantes al tratamiento
Existe otro grupo de pacientes, llamado de recidivantes, que a pesar de responder al tratamiento, no logran mantener esa respuesta mismo después el término de la terapia. O sea, vuelven a tener el virus detectable en la sangre seis meses después de la suspensión del tratamiento. Un estudio realizado en Alemania constató que 50% de esos pacientes recidivantes pueden alcanzar la cura si son nuevamente tratados con alfapeginterferona-2a y ribavirina por 72 semanas3.
- Estudio en pacientes no respondedores al tratamiento
En el caso de pacientes no respondedores al interferón pegilado, uno de los grupos más difíciles de lograrse alguna respuesta, otro estudio de gran porte, llamado REPEAT, evaluó el retratamiento con alfapeginterferona-2a en 942 pacientes que no presentaron respuesta a la alfapeginterferona-2b. Los resultados demostraron que, al recibir la terapia con Pegasys por 72 semanas, pacientes no respondedores al interferón pegilado, que antes no tenían prácticamente ninguna alternativa de tratamiento, pueden ahora tener cerca del 20% de respuesta. En algunos casos, hasta 60% de cura puede ser conseguida4.
Seguridad y eficacia
Una de las preocupaciones que podrían surgir cuando se piensa en prolongar el tratamiento sería el aumento del número de relatos de efectos secundarios. Pero, análisis confirmaron que el tratamiento prolongado para 72 semanas con alfapeginterferona-2a no trae problemas de seguridad y es bien tolerado con relación a las 48 semanas habituales4.
Referencias:
1. Rumi M et al. Randomized study comparing Peginterferon alfa-2a plus ribavirin and Peginterferon alfa-2b plus ribavirin in naive patients with chronic hepatitis C: final results of the Milan Safety Tolerability (MIST)study. Oral presentation - AASLD 2008;
2. Ferenci P et al. Response-guided therapy with peginterferon alfa-2a (40KD) plus ribavirin in patients with chronic hepatitis C genotype 1 or 4: Prospective randomized study of extended therapy in patients without a rapid virological response. Oral presentation - AASLD 2008;
3. Kaiser S et al. High sustained virologic response rates in HCV genotype 1 relapser patients retreated with peginterferon alfa-2a (40KD) plus ribavirin for 72 weeks. Poster presentation - AASLD 2008;
4. Marcellin P et al. A 72-week treatment duration with peginterferon alfa-2a (40 KD) plus ribavirin has a favorable risk-benefit ratio in non-responders to pegylated interferon alfa-2b plus ribavirin: findings of the multinational REPEAT study. Poster presentation - AASLD 2008;
Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores das diversas actividades.